05/02/2026

RESISTÊNCIA À INSULINA: QUANDO O CORPO RESISTE A RECEBER A VIDA


A resistência à insulina acontece quando as células deixam de responder adequadamente à insulina e passam a não absorver a glicose como deveriam. A energia está presente, mas não é assimilada. O pâncreas se sobrecarrega tentando compensar, e com o tempo isso pode evoluir para pré-diabetes ou diabetes tipo 2.

Os sinais mais comuns são cansaço persistente, fome frequente, dificuldade para emagrecer e acúmulo de gordura abdominal. O corpo entra em estado de alerta, como se estivesse sempre se preparando para a escassez.

No espiritual, o metabolismo representa a forma como a vida é recebida, integrada e transformada em energia vital. Quando existe resistência à insulina, muitas vezes há também uma resistência interna ao fluxo da vida. A dificuldade não está apenas em usar a glicose, mas em confiar, receber e permitir.

Esse padrão pode estar ligado ao medo inconsciente da falta, à crença de que é preciso reter, controlar e acumular para sobreviver. Emoções não processadas, insegurança material ou afetiva e excesso de controle criam um bloqueio semelhante ao físico: a energia chega, mas não entra.

Há também um desenraizamento. Uma desconexão do corpo, do presente e da sensação de segurança básica. Quando o chakra raiz está fragilizado, o corpo tenta compensar acumulando, protegendo e resistindo.

O corpo passa a comunicar:

“Preciso confiar que serei sustentado. Posso receber sem medo.”

O cuidado físico é indispensável: alimentação equilibrada, movimento diário e acompanhamento médico. Mas o processo se fortalece quando há também alinhamento interno.

O Arcanjo Uriel atua nesse ponto profundo. Guardião do enraizamento, da estabilidade e da provisão, seu raio rubi-dourado fortalece o chakra raiz, devolvendo segurança ao corpo e à consciência. Uriel ajuda a transformar o medo da escassez em confiança e o excesso de controle em equilíbrio.

Curar, aqui, é restaurar a relação com a vida, aprendendo novamente a receber, assimilar e confiar.

Por ::Laureano Goulart Gonçalves.

Nenhum comentário:

Postar um comentário