07/08/2026

AXÉ



Estou soprando agora uma fumaça com cheirinho de flores e ervas sobre os seus ombros e vou banindo todas as doenças, medos, tristezas e depressões. 

Que se afastem as línguas ferozes, os venenos lançados, as intrigas feitas e todo mau olhado. Sinta esse cheirinho transformando a escuridão em luz, transformando o medo em esperança e transmutando toda inquietação em criatividade e auto expressão artística. Convoco a dor a se retirar e o amor a entrar.

Que sejas Livre...

Livre de tudo aquilo que adoece, entristece ou cause danos.

Que tudo volte a sua perfeita Ordem e Equilíbrio.

Adorei as Almas

Cigana Esmeralda Encantada 

Oração Cherokee


"Eu caminho para dentro e para fora de muitos mundos.

Em minha mente, há muitas moradas. Cada uma destas, criamos nós mesmos - a morada da raiva, a morada do desespero, a morada da auto-piedade, a morada da indiferença, a morada do negativo, a morada do positivo, a morada da esperança, a morada da alegria, a morada da paz, a morada do entusiasmo, a morada da cooperação, a morada da doação. Cada uma dessas moradas visitamos todos os dias. Podemos permanecer em cada uma delas o tempo que quisermos. Podemos abandonar cada uma dessas moradas mentais no momento que desejarmos. Nós criamos a casa, nós ficamos na casa, nós saímos da casa quando bem quisermos. Podemos criar novos aposentos, novas casas. Quando entramos nestas moradas elas tornam-se nosso mundo até que a deixemos por outra. Grande Espírito, ninguém pode determinar a morada que devo escolher entrar. Ninguém tem o poder para isso, a não ser eu mesmo. Permita-me que hoje eu escolha sabiamente."

Guardião Atinis

Reflexão da Sexta


A vida está em constante movimento. 
Pessoas chegam, momentos passam, emoções mudam e até as maiores tempestades encontram o seu fim. Quando aprendemos a desapegar do que não podemos controlar, abrimos espaço para que a paz permaneça em nosso coração. Deixe ir o que pesa, acolha o que transforma e confie que tudo acontece no tempo certo. A serenidade nasce quando entendemos que nada é permanente, mas cada experiência deixa um ensinamento eterno. 

Paulo Calescura

06/08/2026

Fogo Interior


“O Fogo Interior não é uma metáfora. É a suprema conquista do ser humano.” *— Dom Juan Matus, conforme relatado por* ***Carlos Castaneda,*** *que estou decodificando nesta newsletter.*

É assim que um guerreiro morre.

Não na derrota. Não na rendição. Não definhando lentamente em um leito de hospital.

No fogo. No consumo total. Na própria transformação em pura consciência.

***Dom Juan chamou isso de Fogo Interior*** *— o ato final de um ser que dominou a arte da percepção. Liberdade total, não apenas da vida, mas da própria morte.*

Quem disse isso:

Don Juan Matus foi um feiticeiro indígena Yaqui de Sonora, México. Seus ensinamentos foram registrados por Carlos Castaneda em doze livros, publicados entre 1968 e 1998.

Não importa se Dom Juan foi uma pessoa real ou um recurso literário. O que importa são os ensinamentos.

A linhagem tolteca que ele representava passou gerações explorando os limites da consciência humana. Não filosofia — testes diretos. O que é realmente possível? Onde termina a percepção? O que acontece se você ultrapassar esse limite?

A resposta deles foi o Fogo Interior — não apenas uma forma de morrer, mas uma forma de se transformar completamente.

O ovo luminoso:

Você não é um corpo. Você é um casulo de luz.

Os antigos videntes descreviam cada ser humano como um ovo luminoso — fibras de energia, fios circulando da cabeça aos pés, um campo em forma de ovo em vez de carne sólida.

Dentro desse ovo arde um fogo. Não metafórico — luminosidade real. Esse fogo é a sua consciência, a sua força vital, o brilho que o mantém vivo e capaz de perceber o mundo.

O brilho da consciência:

Todo ser humano possui esse brilho. Na maioria das pessoas, ele é fraco — concentrado em uma pequena porção do ovo luminoso.

Essa fatia representa a percepção comum. Seu trabalho, seus relacionamentos, sua identidade — tudo o que você pode nomear e descrever. Os videntes chamavam isso de primeira atenção.

O brilho não está preso ali por natureza. Ele pode se mover. Ele pode se expandir. Ele pode acender.

Quando algo se move, a percepção se transforma junto. A realidade muda de forma. Novos territórios se abrem.

Os antigos feiticeiros treinavam exatamente para isso — expandir deliberadamente o brilho além do comum, para ver o que a atenção inicial pretendia esconder.

As três atenções:

A primeira atenção é a vida ordinária — a consciência ordinária que se desenvolve em uma faculdade complexa e cotidiana. Tudo o que uma pessoa comum é, reside dentro dela.

A segunda atenção é o vasto território inexplorado da percepção que ninguém conhece — outras dimensões, outras formas de ser, tudo aquilo que a primeira atenção foi concebida para excluir.

A terceira atenção é o objetivo final. Não perceber algo novo — tornar-se a própria percepção. É aqui que o brilho deixa de se mover pelo corpo e se transforma em fogo, iluminando cada fibra do ovo luminoso de uma só vez.

O incêndio:

Isso não é a morte. A morte é o momento em que a consciência é recuperada — o brilho se apaga.

O Fogo Interior é diferente. O guerreiro não se dissolve. O guerreiro se inflama.

Os antigos videntes descreveram guerreiros que armazenavam energia suficiente simplesmente desaparecendo em um clarão de luz — consumidos por dentro, sem deixar nada além de total liberdade.

O corpo não morre. Ele é consumido pela própria consciência, cada fibra se iluminando simultaneamente. O que resta não é nada — é tudo. Consciência sem recipiente.

Por que a maioria das pessoas nunca chega lá:

O Fogo Interior consome energia. Quantidades enormes, armazenadas ao longo de uma vida de impecabilidade.

A maioria das pessoas são como vasos furados — perdendo energia constantemente através de preocupação, medo, raiva, autopiedade, diálogo interno incessante, preocupação com o que os outros pensam, defesa do ego e manutenção da história que construíram sobre quem são.

Cada um desses fatores consome o brilho e o mantém fraco.

Um guerreiro, em vez disso, estanca os vazamentos. Recupera a energia. Para de gastar força vital em coisas que não importam. Isso é o que a impecabilidade realmente significa — não moralidade, eficiência. Não ser bom. Não ser desperdiçador.

O caminho do guerreiro:

Quatro etapas, em ordem:

Perceba que a vida comum é uma armadilha. A atenção inicial é uma gaiola. A bolha está selada. Você viveu o tempo todo dentro de um reflexo do seu próprio condicionamento.

Economize energia. Elimine os desperdícios. Recupere energia de todos os lugares onde você a tem desperdiçado. Seja impecável.

Mude a percepção. Mova o ponto de conexão. Alcance a segunda atenção. Veja o que a primeira atenção ocultou.

Acenda a chama. Quando houver energia suficiente armazenada e a percepção estiver fluida, incendeie tudo de uma vez e torne-se a própria liberdade.

A escolha:

Essa é a escolha que os ensinamentos antigos ofereciam: morrer uma morte comum — a consciência se dissolvendo, o brilho se apagando, recuperado da mesma forma que acontece com todos eventualmente — ou queimar completamente, de dentro para fora, e se tornar algo que não pode morrer porque nunca realmente nasceu.

O paralelo entre as tradições:

Os tibetanos descrevem o Corpo Arco-Íris — mestres cujos corpos encolhem ou desaparecem após a morte, deixando apenas luz.

Os taoístas descrevem os Imortais — sábios que refinaram sua energia até se transformarem completamente.

A tradição cristã descreve a Assunção como um corpo levado para o além sem morrer.

Mapas diferentes. Mesmo território.

O Fogo Interior é uma versão de uma possibilidade que surge em todo o mundo: a consciência não precisa terminar onde o corpo termina.

O que isso significa para você:

Você não vai acender o Fogo Interior amanhã.

Mas você pode começar a armazenar energia hoje mesmo.

Cada vez que você interrompe o diálogo interno, mesmo que por um segundo, você recupera o poder.

Cada vez que você deixa de se valorizar, você estanca um vazamento.

Cada vez que você age com perfeição, economiza energia que seria desperdiçada.

Cada vez que você altera sua percepção, mesmo que ligeiramente, você prova que o brilho pode se mover.

A pergunta:

O que você faria de diferente se soubesse que isso era real?

E se a liberdade plena não fosse algo que nos espera após a morte, mas algo construído a partir de como gastamos nossa energia agora?

E se cada momento desperdiçado fosse energia roubada dessa possibilidade?

Isso não é uma metáfora. É o que se torna possível quando uma pessoa para de vazar e começa a arder.

https://www.youtube.com/watch?v=UxQSStUR-zg

05/08/2026

O que é o acoplamento áurico?



O acoplamento áurico é o processo energético no qual duas ou mais auras (campos energéticos) se aproximam e se interpenetram. 

Essa fusão pode ser voluntária ou involuntária, consciente ou inconsciente, e acontece em diferentes contextos:

Entre médium e entidade espiritual

Entre duas pessoas vivas (em relacionamentos íntimos, terapias, etc.)

Entre espírito desencarnado e encarnado (positiva ou negativamente)

Entre médico espiritual e paciente

Em obsessões espirituais (negativas)

Em passes energéticos e cirurgias espirituais

Como funciona energeticamente?

Nosso corpo possui vários corpos sutis — além do físico:

1. Etérico – energia vital, está muito próximo do físico

2. Emocional (astral) – emoções e sentimentos

3. Mental – pensamentos e padrões mentais

4. Espiritual (búdico, átmico) – ligação com o Eu superior

Durante o acoplamento áurico, ocorre uma interconexão desses corpos sutis, especialmente do corpo astral e do corpo mental.

Exemplos de onde ocorre o acoplamento áurico

🔹 1. Incorporação de guias espirituais

Durante a incorporação mediúnica, como em uma gira de Umbanda, o guia se aproxima e acopla seu campo espiritual ao do médium. A fusão ocorre principalmente nos chakras coronário, frontal, cardíaco e gástrico.

🔸 Resultado: o médium sente o guia, transmite sua energia, fala, age e às vezes até altera expressões faciais.

🔹 2. Relações afetivas intensas

Em relações sexuais, vínculos amorosos profundos ou até relações familiares intensas, há intercâmbio de energias e emoções, e as auras se entrelaçam. É comum após esse tipo de acoplamento, sentir-se:

Exausto(a)

Ansioso(a)

Energizado(a)

Confuso(a) (se for um acoplamento com campo negativo)

🔹 3. Terapias holísticas e espirituais

Terapias como Reiki, passe espiritual, apometria, benzimento e massoterapia também promovem acoplamento entre o campo do terapeuta e do paciente.

🔹 4. Obsessão espiritual e vampirismo energético

Em obsessões, há acoplamento entre um espírito obsessor (desencarnado) e uma pessoa viva. Ele pode:

Se alimentar da energia do encarnado

Influenciar pensamentos e emoções

Causar doenças emocionais, mentais ou até físicas

Isso acontece por ressonância vibracional — o espírito se conecta por afinidade energética (ódio, vício, mágoas, etc).

🌈 Quais são os tipos de acoplamento?

1. Consciente e voluntário: médium incorporando, terapeuta aplicando Reiki

2. Inconsciente: acoplamento durante um abraço profundo ou sexo

3. Negativo ou obsessivo: espírito sugando energia ou controlando um encarnado

4. Curativo e amoroso: entre mãe e filho, casal em harmonia, guia auxiliando

🌀 Como identificar que você está passando por um acoplamento áurico?

Sinais comuns:

Sensação de presença espiritual

Mudança súbita de humor

Pensamentos intrusivos que não parecem seus

Calafrios, arrepios, dores súbitas

Bocejos, sonolência sem explicação

Emoções intensas que surgem "do nada"

Sentimento de conexão profunda com alguém

🧘‍♀️ Como lidar com acoplamentos?

✅ Quando é positivo:

Permaneça receptiva

Faça preces e firmeza antes da incorporação

Use ervas de abertura como guiné, alecrim e levante

Mantenha uma boa vibração

❌ Quando é negativo:

Desacoplar com defumação, banho de descarrego e oração

Use ervas como arruda, espada-de-são-jorge, guiné e comigo-ninguém-pode

Faça firmezas com velas, cristais e pemba

Busque auxílio espiritual no terreiro ou centro

Evite ambientes pesados e pessoas sugadoras de energia

🔮 Como fortalecer sua aura e evitar acoplamentos indesejados?

Banhos de ervas regulares (ex: boldo, arruda, manjericão)

Defumações no lar

Firmeza na tronqueira e proteção com Exu

Evite contato com pessoas que drenam sua energia

Autoconhecimento emocional: pessoas muito abertas emocionalmente tendem a se acoplar facilmente

Trabalhar seu campo mental com meditação, orações e leitura elevada

🌿 Acoplamento na Umbanda

Na Umbanda, o acoplamento ocorre principalmente nos momentos de:

Incorporação

Passes energéticos

Cirurgias espirituais

Trabalhos de limpeza espiritual

Os guias acoplam-se de maneira harmoniosa e com respeito ao corpo do médium. O acoplamento costuma acontecer de forma gradual:

1. Aproximação (irradiação energética)

2. Acoplamento parcial

3. Fusão completa nos chakras superiores

⚠️ Riscos do acoplamento mal feito (em médiuns desequilibrados)

Dores de cabeça constantes

Perda de vitalidade

Síndrome do pânico

Distúrbios de sono

Confusão mental

Incorporação espontânea fora da gira

Dificuldade de desligamento após gira (desacoplamento incompleto)

📿 Como ajudar no desacoplamento pós-gira?

Banho de descarrego após o trabalho (ex: arruda + guiné + alecrim)

Alimentação leve e energética

Hidratação

Evitar ambientes tumultuados nas horas seguintes

Prece de agradecimento e reequilíbrio

📘 Resumo prático

Tipo de Acoplamento Exemplo Positivo ou Negativo

Mediúnico Incorporação de guia Positivo

Emocional Sexo, abraço profundo Depende

Terapêutico Reiki, passe Positivo

Obsessivo Vampirismo espiritual Negativo

Amoroso/afetivo Mãe e filho, casal Positivo

Centro Espírita de Umbanda Indaiá 🌻 🌿

O CORPO SE LEMBRA…A Philosophical Rant… Um Desabafo Filosófico…


Antes de aprendermos a nos chamar de humanos, antes de vincularmos nossa identidade à carne e aos ossos, à memória e ao nome, a vida descobriu, e o corpo se lembra, de uma verdade mais silenciosa…

A existência começa não com a substância, mas com o movimento.

Não com massa, mas com carga.

O corpo humano não é um objeto que conduz eletricidade.

É a eletricidade que ganhou consciência própria…

Cada célula negocia sua sobrevivência através de diferenças de potencial.

Cada neurônio participa de uma vasta rede de comunicação elétrica.

Cada batida do coração libera uma onda medida de ordem no campo circundante, preservando a coerência contra a constante atração da desordem.

A vida surge onde o padrão consegue se manter coeso.

Essa é a dignidade do corpo, muitas vezes negligenciada.

Não é meramente um recipiente de vida, nem uma máquina montada por acaso.

É uma arquitetura viva de energia organizada, renovada a cada instante com extraordinária precisão. Dentro dessa estrutura delicada surgem a memória, a percepção, a imaginação e o misterioso fenômeno que chamamos de identidade.

Quanto mais a fundo analisamos, mais o corpo se assemelha a um instrumento de integração.

O cérebro filtra, sincroniza e interpreta continuamente um imenso oceano de informações, reunindo-as na experiência coerente que chamamos de realidade.

Não existimos apenas no espaço.

Nós participamos disso.

Nossa presença se estende além dos limites visíveis da carne, por meio de padrões de organização e campos de interação que alcançam distâncias maiores do que nossos sentidos podem perceber.

A emoção altera a amplitude.

A atenção aguça a frequência.

A intenção reorganiza o padrão.

Muito antes do surgimento da linguagem, o corpo já havia se expressado.

Talvez seja por isso que a proximidade importa.

Por que o toque pode acalmar o que as palavras não conseguem?

Por que alguns encontros nos estabilizam, enquanto outros nos deixam inquietos.

E por que, em raras ocasiões, encontrar outra pessoa pode parecer menos uma apresentação e mais uma lembrança.

A coerência reconhece a coerência.

O corpo compreende isso muito antes de o intelecto aprender a explicá-lo.

A individualidade, portanto, não é isolamento.

É uma expressão singular de um processo universal.

Cada vida representa uma forma singular pela qual o cosmos explora suas próprias possibilidades.

A diferença não é ruído dentro do sistema.

É o sistema descobrindo a si mesmo através da variação.

Estar vivo é realizar um trabalho contínuo contra a dissipação.

Para manter a estrutura onde o colapso é mais fácil.

Para preservar o sinal onde o silêncio é estatisticamente favorecido.

Quando a coerência enfraquece, experimentamos fadiga, confusão, doenças ou tristeza.

Quando a coerência se aprofunda, experimentamos clareza, vitalidade, presença, criatividade e amor.

Essas são reflexões da própria organização, expressões de quão eficazmente um sistema vivo alinha seus inúmeros processos internos em um todo unificado.

A morte, portanto, é simplesmente um degrau na jornada eterna do "singularmente novo"...

A forma humana é, portanto, um arranjo extraordinário através do qual o Universo se reuniu brevemente em um ponto de vista singular, e então ocorre a consolidação temporária.

E logo renasce, um ciclo infinito de perspectiva e experiência individualizadas.

Vista dessa forma, a sacralidade do corpo não se dá por decreto, mas por realização.

Por um breve instante, dentro de um cosmos ancestral, existe ordem, coerência e continuidade suficientes para que a existência se torne íntima de si mesma.

Não somos passageiros dentro da carne, mas sim padrões vivos de energia organizada, mantidos unidos por tempo suficiente para nos perguntarmos quem somos e a que propósito devemos...

O Universo não se observa à distância, mas, ao contrário, reúne-se em momentos de extraordinária coerência, concentrando-se aqui, breve e belamente, em nós… e através de nós…

https://www.youtube.com/watch?v=TBfmXi_bcQc

Deixe de lado o "EU TENHO QUE SER" para praticar o "EU SOU"


Nós passamos grande parte da nossa vida sendo o que os outros esperam de nós. Nos esforçamos para agradar, para ser o que os outros querem… Tudo isso é fonte de sofrimento desnecessário que nos leva a uma dura infelicidade.

Faça mudanças. Substitua o "eu tenho que ser" pelo "eu sou".

A meditação pode ser uma grande aliada para lembrar-nos de quem somos e entrarmos em contato com o nosso verdadeiro eu no momento presente.

Seja leve, seja livre!

04/08/2026

Lembretes poderosos que podem mudar a humanidade para sempre


A humanidade sempre foi moldada pelas lições que escolhe reter. Ao longo da história, as sociedades avançaram por meio de descobertas, movimentos e inovações, mas as maiores transformações muitas vezes começaram com simples lembretes sobre como nos tratamos uns aos outros.

Num mundo repleto de ruído constante, velocidade e conflito, as pessoas podem facilmente esquecer os valores que mantêm as comunidades unidas. Lembretes impactantes nem sempre introduzem novas ideias; muitas vezes, eles nos reconduzem a verdades que já conhecemos, mas que por vezes deixamos de praticar.

Um dos lembretes mais importantes é que cada pessoa importa. Num mundo onde as pessoas são frequentemente medidas pelo sucesso, riqueza, influência ou status, é fácil ignorar a dignidade daqueles que se sentem invisíveis. Cada indivíduo tem uma história, um propósito e uma contribuição que merece reconhecimento.

Outro lembrete que a humanidade precisa assimilar é que nossas palavras têm poder. Uma simples conversa pode encorajar alguém, curar um relacionamento ou mudar o rumo de uma vida. As palavras também podem causar danos quando usadas de forma descuidada. Escolher nos comunicar com gentileza e respeito é uma responsabilidade que todos compartilhamos.

Também devemos lembrar que o progresso sem compaixão é incompleto. Conquistas científicas, crescimento econômico e avanços tecnológicos podem melhorar vidas, mas não podem substituir a necessidade de empatia e conexão humana. Um mundo verdadeiramente bem-sucedido é aquele em que as pessoas não apenas progridem, mas também cuidam umas das outras.

Outro lembrete importante é que as diferenças não precisam nos dividir. A humanidade sempre foi diversa, com diferentes culturas, perspectivas e experiências. Essas diferenças podem se tornar fontes de força quando as pessoas escolhem a compreensão em vez do medo.

O perdão é mais um lembrete de que ele pode mudar o rumo das relações humanas. Guardar rancor pode manter indivíduos e comunidades presos em ciclos de conflito. O perdão cria oportunidades para cura, crescimento e reconciliação, ao mesmo tempo que reconhece a importância da responsabilidade.

Também devemos lembrar que a mudança começa com escolhas individuais. É fácil esperar que líderes, organizações ou instituições resolvam os problemas do mundo. Mas cada ato de honestidade, bondade, coragem e generosidade contribui para o mundo que criamos.

Talvez o maior lembrete seja que o futuro da humanidade depende da nossa capacidade de nos enxergarmos como seres interligados. Os desafios que enfrentamos transcendem fronteiras e afetam as gerações futuras. Cooperação e responsabilidade compartilhada não são sinais de fraqueza — são essenciais para a sobrevivência e o progresso.

O mundo não precisa de mais motivos para se separar. Ele precisa de lembretes sobre o que une as pessoas: compaixão, respeito, humildade e esperança.

A história não se lembrará apenas do que a humanidade construiu; ela se lembrará de como a humanidade tratou uns aos outros. As escolhas que fizermos hoje moldarão o mundo de amanhã.

Um simples lembrete pode inspirar uma pessoa. Um entendimento compartilhado pode transformar uma comunidade. E uma mudança no coração de milhões pode mudar a humanidade para sempre.

https://medium.com/@lovefoods_54026/powerful-reminders-that-could-change-humanity-forever-8b14e478edc7?sharedUserId=elcienemgalindo

Reflexão da Terça

Chega um tempo na vida que a gente aprende que ninguém nos decepciona, nós é que colocamos expectativas demais sobre as pessoas. Cada um é o que é e oferece aquilo que tem para oferecer. 

Pense nisso!


O que faz o teu mundo mais fraterno?

 


⚜️ HOJE E SEMPRE! ⚜️

CHAMA VIOLETA, TRANSMUTAI TODA A ENERGIA MAL QUALIFICADA! ~ Saint Germain

Isso te impede de se libertar da mágoa


Existem algumas crenças limitantes extremamente sabotadoras que impedem você de se libertar da mágoa.

É provável que você até já saiba que sentir mágoa não faz bem, que você deveria soltar esse sentimento, perdoar...

Entretanto, no fundo, não consegue fazer isso verdadeiramente.

É importante que você sabia que não está sozinha nisso.

Pois é muito mais comum do que você imagina, mesmo no universo de pessoas que buscam autoconhecimento e espiritualidade.

Sua mente simplesmente não deixa você se libertar, devido ao apego a mágoa, e também a crenças que reforçam a necessidade de se manter esse tipo de sentimento.

Com relação ao apego, funciona assim.

Uma vez que nós criamos algum tipo de emoção negativa, ela preenche um espaço dentro de nós e se torna parte de uma sombra que habita o nosso interior.

É como um parasita. Não faz parte de quem somos. Ele se agarra e se alimenta da nossa energia.

Com o passar do tempo nos acostumamos a ter aquele hóspede e nem notamos mais sua presença, fazendo parecer até que é parte de quem somos.

A partir daí surge o apego a essa parte dentro de nós que nem nos pertence. Sei que parece estranho, pois é estranho.

Ao querer se libertar da mágoa, pode surgir sensação de vazio, de tristeza ou até mesmo de culpa…

Existe a dor de se manter uma dor (como a dor óbvia de manter uma mágoa dentro de si).

Mas também existe um processo de dor para se libertar de uma dor (como por exemplo a sensação de vazio, tristeza ou culpa ao pensar em se libertar da mágoa).

Para não sentir a dor de se libertar de uma dor, você se autossabota e fica no mesmo lugar.

É o conforto no desconforto.

Falando no linguajar mais popular: a pessoa está na merda, mas ela é quentinha… E se sair dela vai bater um friozinho, até se acostumar.

Falei que era estranho, mas é assim que funciona.

Com relação as crenças que impedem você de se libertar da mágoa, tem 6 principais:

É como se a pessoa quisesse punir o outro com aquele sentimento ruim. E liberar a mágoa seria liberar o outro da punição (ele não merece ser perdoado!)

A pessoa tem medo ficar sem a mágoa e permitir novamente que o outro se aproxime e machuque mais uma vez. A mágoa é mantida como um escudo de defesa.

A pessoa acredita que não pode liberar a mágoa e perdoar por que seria como concordar ou aprovar o que o outro fez.

A pessoa não quer liberar a mágoa por que o outro não reconheceu seu erro (não posso perdoar se a pessoa se acha certa e não pediu perdão!)

 
A vitimização gerada pela mágoa prende a pessoa no personagem da vitima. Vitimas não querem se libertar, querem culpados.

A pessoa não quer se libertar por que não tendo mais a quem culpar terá que se responsabilizar pela própria vida, pela sua infelicidade, pelo seu fracasso.

Essa é a lógica oculta dentro do nosso subconsciente que nos leva a ficar preso a sofrimentos e que nos impede de ter uma vida mais plena.

Faz sentido tudo isso pra você?

André Lima