09/02/2026

Infinitas Partes


Somos um mosaico.Somos feito de infinitas partes,que vez por outra precisa de revisão para ter algumas pecinhas substituídas. Assim vamos evoluindo e nos tornando nossa melhor versão possível de ser humano.Gratidão por estar aqui!

Síndrome de Estocolmo: quando a agressão vira afeto


Apesar de ser um termo comum, “Síndrome de Estocolmo” ainda causa muita confusão na cabeça das pessoas.

Será que é possível alguém criar afeição por seu agressor? A síndrome existe mesmo? Neste artigo vamos sanar essas dúvidas e esclarecer para você o que é e como se desenvolve a famosa Síndrome de Estocolmo.

O que é a Síndrome de Estocolmo?

O que se sabe é que o termo foi cunhado pelo psiquiatra e criminologista Nils Bejerot e foi usada na mídia pela primeira vez em 1973 após um roubo a banco em Estocolmo, na Suécia.

Os assaltantes fizeram quatro reféns durante o roubo. Após a soltura dos reféns, realizada depois de seis dias de cerco ao banco, os quatro passaram a defender seus sequestradores e se recusaram a testemunhar contra eles.

Segundo os reféns, eles haviam sido bem tratados, mesmo com as ameaças e atos de violência sofridos. Os quatro ainda disseram que sentiram mais medo da polícia do que dos sequestradores.  

A definição “formal” da Síndrome de Estocolmo é: a vítima de agressão, sequestro ou abuso desenvolve uma ligação sentimental ou empatia por seu aproveitador.

As pessoas que desenvolvem a síndrome costumam apresentar sintomas como:

Confusão mental, depressão, agressão, culpa, dependência do aproveitador e distúrbio de estresse pós-traumático;

Ansiedade, irritabilidade, impulsividade e timidez;

Os problemas anteriores também podem gerar quadros de restrição de comida, sono e socialização

Como surge a Síndrome de Estocolmo?

Do ponto de vista psicológico, é argumentado que a Síndrome de Estocolmo é resultado da situação de desamparo e submissão extremados. Isso permite que os aproveitadores se passem por piedosos quando eles agem com qualquer ato considerado como bondade ou quando eles falham em bater, estuprar ou abusar da vítima.

Argumenta-se que a situação extrema faz com que a vítima se apegue a esses momentos e que crie a partir deles esperança e sentimentos positivos pelo abusador.  

A Síndrome de Estocolmo é real?

Apesar de muitos casos na mídia tocarem no assunto, não há respaldo científico. Há poucas publicações sobre o assunto e pouco suporte para a Síndrome de Estocolmo como um caso psiquiátrico válido e que pode ser diagnosticado.

Até o próprio termo Síndrome de Estocolmo é um gerador de ambiguidade, pois o termo não se encaixa bem na definição de síndrome usada e bem estabelecida pela comunidade psiquiátrica.

A síndrome não é utilizada na literatura e nunca foi colocada no “Diagnostic and Statistical Manual” (DSM5), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria e usado e reconhecido mundialmente como um manual de referência de doenças mentais.

Conclusão

A descrição da Síndrome de Estocolmo se encaixa em alguns casos de abuso e sequestro descritos pela mídia. Mas não é uma doença mental reconhecida e aceita pela comunidade psiquiátrica.

No entanto, a desvalidação do termo não diminui a importância e a relevância dos quadros de sofrimento mental. A Síndrome de Estocolmo pode não existir, mas existem uma série de outras síndromes, distúrbios e doenças mentais que diminuem significativamente a saúde do paciente e afetam sua vida.

Por isso, não podemos negligenciar nenhuma tipo de doença mental e muito menos situações de abuso que podem resultar em danos mentais muito graves e permanentes.

Fonte: psiquiatra.com.br

Despertar coletivo... O que é, afinal?


Muito se fala na nova era, na ascensão da Terra como algo iminente de acontecer e com data limite*. Sentimos medo dessa data limite, mas o que isso significa na verdade? Como esse "evento" vai nos atingir, individualmente?

Não dá para vivermos um "Despertar Coletivo" sem despertarmos individualmente. 

O Universo precisa de cada um de nós para formar o todo. Somos pequenos, mas somos importantes. 

Muitas pessoas já entraram nesse processo e como chega a hora do "despertar coletivo", as experiências pessoais se tornam fortes, cheias de significado, às vezes até pesadas, para que, individualmente, possamos refletir e nos transformar, até alcançarmos uma vibração desperta e fazermos parte dessa ascensão (mudança da vibração da Terra da 3ª Dimensão para a 5ª Dimensão).

Certo, então o que é preciso para despertar?

Despertar é um processo de abertura de consciência que te permite ver as coisas, a realidade como você nunca viu. Para despertar é necessário abrir os olhos, isso mesmo! Abrir os olhos para outros pontos de vista, para outras realidades, para outras vidas, para outras evoluções, para outros mundos. É necessário, porém, ir além de abrir os olhos... É necessário aceitar e respeitar que cada coisa ou pessoa é o que tem que ser e que tudo está de acordo com a equação do Universo, que assim como o símbolo do Ying Yang, tem seu polo positivo e negativo e precisa disso para seu equilíbrio perfeito.

O despertar e as escolhas conscientes para a vida

E quando eu sei que estou despertando?

Despertamos quando deixamos nossas crenças limitantes de lado, respeitamos e nos abrimos para a verdade de quem está ou passa por nossa vida e por nosso caminho.

Despertamos quando cuidamos verdadeiramente de nós e nos aceitamos.

Despertamos quando aceitamos o outro como ele é, mas não necessariamente o mantemos na nossa vida. Quando somos capazes de avaliar desapaixonadamente se uma presença nos faz bem ou mal e assim decidimos por mantê-la ao nosso lado, ou não, aceitando-nos como cocriadores de nosso próprio Universo, pois nós somos. Com cada escolha que fazemos, criamos nosso destino. 

A estrutura de nossa vida, nosso destino (que pode ser estudado no mapa de nascimento e no mapa astral), vem pronta através de contratos firmados antes de nascermos na terra, mas é o nosso livre arbítrio que nos liberta, ou nos aprisiona, nada mais. 

Despertos, somos nossos verdadeiros mestres, não precisamos de muletas, caminhamos e evoluímos através do Deus que habita em nós, não fora de nós, porque Deus está dentro de cada um de nós e despertar é enxergar isso também.

Despertamos quando nos preocupamos verdadeiramente com a Natureza com a qual o Criador nos presenteou e cuidamos dela.

Despertamos quando respeitamos toda vida que há na Terra e fora dela.

Despertamos quando somos o melhor que conseguimos ser, para nós e para o outro.

Despertamos quando vibramos no amor. E o amor, muitas vezes não é emoção, é só consciência.

Flavia Ramires

 

Espelho


O espelho é uma das últimas liturgias silenciosas da vida moderna. Não apenas recolhe a imagem, mas recolhe também aquilo que a própria consciência tentou dispersar no tumulto do dia. Há nele uma espécie de tribunal mineral, uma superfície que não conhece piedade e que devolve, com absoluta frieza, aquilo que o olhar humano tenta constantemente negociar com a fantasia.

Quando nos inclinamos diante do espelho, não vemos apenas traços e contornos, vemos o desgaste. A fadiga que se entranha entre as sobrancelhas, a inquietude que marca o canto dos olhos, a palidez que denuncia batalhas íntimas travadas em silêncio. O espelho revela o que o mundo não vê, porque o mundo acredita demais na ficção das aparências. Ele devolve o medo, esse velho inquilino alojado na sombra do pensamento, sempre à espreita, sempre disposto a nos lembrar de que somos feitos de carne, dúvida e hesitação.

Há ainda as confissões que ele coleta sem exigir palavras. Cada olhar lançado à sua superfície carrega uma memória secreta, um arrependimento que não ousa nome, um desejo que se esconde sob camadas de racionalização. Ali, diante do reflexo, a alma às vezes se denuncia, e a consciência, que gosta de discursos longos, repentinamente se cala. O espelho não julga, mas expõe. E essa exposição dói.

Acima de tudo, ele devolve a vergonha. Não a vergonha moralista, mas aquela mais profunda, quase metafísica, que nasce quando percebemos que a maior parte do nosso rosto não nos pertence mais. Ele está coberto por máscaras, por adereços emocionais, por expressões treinadas para a convivência, pela conveniência social que nos separa de nossa própria nudez interior. Essas máscaras não escondem apenas a fragilidade, mas também as obscenidades do ser puro, essa porção indomesticável da alma que não se deixa polir, que insiste em permanecer crua, imperfeita, verdadeira.

A tragédia contemporânea é que nos habituamos tanto a essas máscaras que já não distinguimos onde termina o rosto e onde começa a personagem. O espelho, em sua neutralidade implacável, tenta nos devolver o original, mas o original já não responde de imediato. É preciso um esforço quase ascético para reencontrá-lo, como se buscássemos uma voz abafada sob múltiplas camadas de ruído.

No entanto, paradoxalmente, é nesse desconforto que reside a oportunidade. O espelho, ao nos envergonhar, nos devolve também a possibilidade da autenticidade. Ele nos convoca a despir o supérfluo, a confrontar a identidade não como ornamento, mas como verdade. E é apenas diante dessa verdade, dura e luminosa, que algo em nós começa a despertar.

Assim, o espelho torna-se mais que um objeto, ele é uma espécie de sacramento profano, um rito íntimo onde a alma treme, mas finalmente respira. Porque somente quando ousamos encarar a nudez interna, sem os disfarces da conveniência, é que podemos perceber que a obscenidade maior nunca esteve no rosto, mas na recusa em reconhecê-lo.

Oliver Harden

Cada um tem seu deserto a atravessar…


Gostaria de compartilhar uma reflexão de Jean-Yves Leloup (Doutor em Psicologia, Filosofia e Teologia, escritor e conferencista) sobre os desertos que temos que atravessar.

Vale a pena refletir…

O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões… e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?

Existem os desertos de pedras e de areias, o deserto do Hoggar, de Assekrem, de Ténéré e do Sinai e de outros lugares ainda… o deserto é sempre o alhures, o outro lugar, um alhures que nos conduz para o mais próximo de nós mesmos.

Existem os desertos na moda, onde a multidão se vai encontrar como um pode tagarela, em espaços escolhidos, onde nos serão poupadas as queimaduras do vento e as sedes radicais; deles se volta bronzeado como de uma temporada na praia, mas ainda por cima, com pretensões à "grande experiência", que nos transformaria para sempre em "grandes nômades"…

Existem, enfim, os desertos interiores. Temos que falar deles, saber reconhecer o que apresentam de doloroso e tórrido, mas tentando também descobrir, aí, a fonte escondida, o oásis, a presença inesperada que nos recebe, debaixo de uma palmeira sorridente, em redor de uma fogueira onde a dança dos "passantes" se junta à das estrelas. Pois o deserto não constitui uma meta; é, antes, um lugar de passagem, uma travessia. Cada um, então, tem a sua própria terra prometida, sua expectativa que deverá ser frustrada, sua esperança a esclarecer.

Algumas pessoas vivem esta experiência do deserto no próprio corpo; quer isto se chame envelhecer, adoecer ou sofrer as conseqüências de um acidente. Esse deserto às vezes demora muito a ser atravessado.

Outras pessoas vivem o deserto no coração das suas relações, deserto do desejo ou do amor, das secas ou dos aborrecimentos que não aprendemos a compartilhar.

Há também os desertos da inteligência, onde o mais sábio vai esbarrar no incompreensível e o mais consciente no impensável. Só conseguimos conhecer o mundo e as suas matérias, a nós mesmos e às nossas memórias quando atravessamos os desertos.

Temos, finalmente, o deserto da fé, o crepúsculo das idéias e dos ídolos, que havíamos transformado em deuses ou em um Deus, para dar segurança às nossas impotências e abafar as nossas mais vivas perguntas.

Cada pessoa tem seu próprio deserto a atravessar. E a cada vez será necessário desmascarar as miragens e também contemplar os milagres: o instante, a aliança, a douta ignorância e a fecunda vacuidade.

Bons ventos lhe soprem o que precisa para ser feliz!

08/02/2026

Reflexão da tarde


A gente cresce ouvindo que amor é luta.

Mas o amor certo não parece uma guerra.

Se você vive com o coração acelerado, tentando interpretar silêncio, relendo mensagens e perdendo o sono para entender o outro… alguma coisa já saiu do lugar.

Amor não deveria ser um enigma diário.

O que é verdadeiro não te deixa em alerta o tempo todo.

Não te faz duvidar a cada noite.

Não te obriga a pedir calma para algo que deveria ser calma.

O amor que fica traz descanso.

Você consegue fechar os olhos sem medo do amanhã, porque sente estabilidade, não incerteza.

Quando a presença de alguém vira ansiedade, não é intensidade… é desgaste.

Porque no fundo é simples:

o que é para ser abrigo não pode virar tempestade.

E aquilo que é seu de verdade não precisa roubar a sua paz para permanecer.

Desedentique -se Da Mente

FELIZ DOMINGO


"Agora, deitada de novo nas traseiras da casa, eu volto a olhar essa estrela onde meu pai habita. Lá onde ele se inventa de estar com sua amada. E em meus olhos deixo aguar uma tristeza. A lágrima transgride a ordem paterna. Nesse desfoco, a estrela se converte em barco e o céu se desdobra em mar. Me chega a voz de meu pai me ordenando que seque os olhos. Tarde de mais. Já a água é todas as águas e eu me vou deitando na capulana onde as primeiras mãos me seguraram a existência."

Mia Couto 

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Lee S. Hee

Alternativa Quântica para o Envelhecimento – Deepak Chopra


Esqueça tudo o que seus pais, professores e mestres lhe ensinaram. É hora de olhar o mundo de uma nova maneira.

Não existe um mundo objetivo, independente do observador. O mundo tem certas propriedades, mas elas não estão separadas de quem as observa. Tomemos, por exemplo, uma cadeira dobrável – para você, ela é pequena, mas para uma formiga, é gigantesca. Para você, ela é sólida, mas um neutrino passará por ela à velocidade da luz, porque seus átomos são como ilhas dispersas. Ou seja: a "realidade" é como você a percebe – não há nada de absoluto nela.

Nosso corpo é feito de energia e informação. Parece denso, mas a física diz que cada átomo é 99,9999% espaço vazio, e as partículas subatômicas são vórtices de energia vibracional. Todo o Universo – incluindo o seu corpo – é uma imaterialidade pensante. A vida surge quando a informação codificada do DNA é transmitida ao RNA, que entra na célula, de onde – para enzimas que criam proteínas. Esta é uma troca de energia e consciência. Com a idade, esse fluxo diminui, mas pode ser mantido. A energia é atemporal e pode ser gerenciada, direcionada, aumentada ou transformada.

A mente e o corpo são um só. A mente se expressa por meio de pensamentos e moléculas. O medo, por exemplo, é tanto um sentimento quanto uma molécula/adrenalina. Sem emoção não há hormônio, sem hormônio não há sentimento. Seja lá o que você pense, o corpo reage quimicamente. O efeito placebo mostra como apenas a crença de que algo ajuda cria uma mudança bioquímica real. Em outras palavras, se você acredita que não envelhecerá, o corpo começa a seguir essa crença.

A bioquímica do corpo é um produto da consciência. Muitos acreditam que o corpo é uma "máquina sem mente", mas o estresse crônico – um estado de consciência – leva a ataques cardíacos e câncer. Quando você se considera uma pessoa idosa, você envelhece mais rápido. O pensamento "Eu sou tão velho quanto me sinto" é mais profundo do que parece.

Amor, ódio, alegria e repulsa levam a reações bioquímicas radicalmente diferentes. Perder o emprego leva a um declínio na Neurotransmissores, hormônios, sono, e há substâncias completamente diferentes nas lágrimas de tristeza e nas de alegria. Cada célula sabe o que você está pensando. Quando você percebe isso, a ilusão de ser vítima de um "corpo estúpido e sem sentido" desaparece.

Os impulsos da mente dão uma nova forma ao corpo a cada segundo. Enquanto houver novos impulsos, o cérebro e o corpo podem se renovar. Esta é a chave para a juventude – novos conhecimentos, habilidades, perspectivas. Onde você acredita que o corpo está se desintegrando, semeie a fé de que ele está se restaurando.

Apesar da ilusão da individualidade, todos nós fazemos parte da estrutura inteligente do Cosmos. Seu corpo não termina na borda da pele. Você toca uma rosa – isso não é "você contra ela", mas dois campos de energia e informação se encontrando. O universo não é uma ameaça – é o seu Eu expandido. O mundo é o seu corpo em uma forma expandida.

O tempo não é absoluto. A verdadeira base de tudo é a Eternidade. O que chamamos de "tempo" é simplesmente uma expressão quantitativa da Eternidade. A física quântica mostra que o tempo pode avançar, retroceder e até parar. Somente a consciência cria a sensação de tempo.

Cada um de nós vive em uma Realidade que não muda e está além de todos os fenômenos. Se aceitarmos que o tempo surge da consciência, podemos escolher uma "fisiologia da imortalidade". Mesmo quando crianças, sentimos que há algo imutável em nós. Os sábios chamam isso simplesmente de "Eu". O mundo é um fluxo de Consciência. Nossa principal tarefa é nos conectarmos profundamente com o nosso "Eu".

Não somos vítimas do envelhecimento, da doença e da morte. Eles fazem parte do cenário, mas não do observador. A vida, em sua essência, é criatividade. Se você tocar a consciência, tocará o núcleo criativo. Você se torna uma vítima somente quando se esquece de Quem Você É. Perdendo a consciência de Si Mesmo: "Perder a razão é perder a razão e, com ela, o poder sobre o seu corpo, seu produto final."

Lucas Henrique 

🗣️ Você fala sozinho?


Relaxe: isso não é loucura, é inteligência! 🧠

👉 Psicologia: falar em voz alta ajuda a organizar pensamentos, manter o foco e resolver problemas. É como dar “voz” ao seu cérebro para trabalhar melhor. Estudos mostram que pessoas que conversam consigo mesmas tendem a ter mais autocontrole, criatividade e inteligência emocional.  

👉 Psicanálise: esse hábito é um diálogo interno com partes de você mesmo ou com figuras que carregou ao longo da vida. É uma forma de elaborar sentimentos e dar sentido às experiências.  

👉 Emoções: dizer “calma, vai dar certo” é uma maneira poderosa de reduzir ansiedade e se motivar.  

⚠️ Só vira problema quando há perda de contato com a realidade ou alucinações. Fora isso, é uma ferramenta incrível de autoconhecimento e organização mental.  

💬 E você, também faz parte do time que bate papo consigo mesmo?

Rubens Stefano 

07/02/2026

SUCESSO

 


[...]

"Portanto, o que é o sucesso para nós?

O sucesso é a satisfação do ego, não a felicidade. [...]

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Você pode ter perdido tudo – pode ter perdido a sua alma;

pode ter perdido toda aquela inocência que dá felicidade;

você pode ter perdido toda a paz, o silêncio que o aproxima do divino.

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Você pode ter perdido tudo e acabar ficando louco – mas o mundo dirá que você é um sucesso.

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Para o mundo, a gratificação do ego é o sucesso; para mim não é.

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Para mim, ser feliz é o sucesso – quer todo mundo saiba a seu respeito, quer não saiba.

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É irrelevante alguém saber a seu respeito ou não, se você vive totalmente desconhecido, sem ninguém ouvir falar de você, sem ser notado.

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Mas se você é feliz, então foi bem-sucedido. Portanto, lembre-se dessa distinção, porque há muitas pessoas que gostariam de ser intuitivas, que gostariam de encontrar o guia interior, só para ser bem-sucedidas no mundo.

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Para elas, o guia interior será uma frustração. Em primeiro lugar, elas não conseguem encontrá-lo. Em segundo lugar, mesmo que consigam encontrá-lo, elas serão infelizes.

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Porque o que elas procuram é o reconhecimento do mundo, a satisfação do ego – não a felicidade. Mantenha a sua clareza mental – não viva buscando o sucesso.

O sucesso é o maior fracasso do mundo."

— Osho

Atualização de energia - uma onda de sinais de uma nova configuração


Neste momento, através do campo coletivo, há uma frequência que não só eleva a vibração, mas a precede em profundidade. 

Mas isto não é luz, energia elevada. Esta é a energia que entra e flui entre as camadas - no sistema nervoso, nos padrões subconscientes, na biologia, nas microvibrações dos órgãos. Não vem para expandir e sim para achatar as camadas internas, para que a próxima expansão pise na estabilidade.

Nesta fase, passa por uma mudança interna que afeta não só a consciência, mas também a arquitetura do corpo. O que você sente não são "sintomas" mas sim sinais de uma nova configuração.

Muitas pessoas sentem tremor interno, ligeiros espinhos na coluna, tensão sob a pele, dificuldade em "desligar" a mente, despertar noturno. Estes são sinais de que os sinais no corpo estão acelerando e passando por uma nova organização. O sistema nervoso libera densidade antiga para dar espaço a mais Luz.

Apetite variável, impulsos corporais estranhos, declínio momentâneo, seguido de uma súbita onda de energia - tudo isso faz parte do processo. Biologia está sendo reprogramada.

Restos de ritmos hormonais e metabólicos antigos que já não correspondem à frequência em que você se move são removidos.

Está acontecendo um colapso de micro-identidades. Não é apenas uma emoção ou uma memória que é liberada, mas pequenas "estruturas inteiras de auto-a" - reações, instintos, padrões automáticos de comportamento. Breves períodos de vazio, falta de motivação ou uma estranha sensação de "relaxamento" interior podem aparecer. Isto é dissolver o antigo Eu para ser reescrito numa frequência mais alta.

A área do coração está em recalibração. Ondas inesperadas de ternura, tristeza, gratidão ou um sentimento de transparência indicam que o campo cardíaco está sendo reestruturado. A velha defesa dá espaço a um fluxo mais limpo que o Oriente. Este é um realinhamento sutil mas poderoso.

O silêncio se torna um portal. Você pode ter períodos de querer isolar, menos estímulo social, mais indiferença, e o motivo não é relutância, mas sim a necessidade do sistema processar um enorme volume de tráfego interno.

O corpo está mudando de carbono para função mais fotônica. Isto não significa que estás literalmente a desistir da matéria, mas que o corpo começa a trabalhar com mais informações leves. As células tornam-se mais sensíveis aos sinais de energia e ao metabolismo - mais finos. A biologia começa a responder menos a alimentos sólidos e mais à frequência, vibração, respiração, luz.

Esta é uma transição suave em que a densidade física é ajustada para um nível mais elevado de sensibilidade.

O sistema nervoso está expandindo sua capacidade. Às vezes, parece um flutter interno, impulsos elétricos, sensibilidade mais profunda, alerta ou dificuldade em desligar. Isto acontece porque o sistema nervoso começa a falhar e a processar mais informações de uma vez. É como se um canal mais largo se abrisse nele, o que permite que vibrações mais elevadas passem sem sobrecarregar o corpo. Isto é natural, mas pode ser sentido intenso.

Programas antigos de sobrevivência estão a desmoronar-se. Os padrões que um dia o protegeram - tensão, controlo, medo, garantia, reatividade - estão começando a dissolver-se. Isto pode causar momentos de confusão, vazio ou perda de interesse em coisas que anteriormente te tinham "aos pés". De fato, é uma libertação de frequências que não se alinham mais com você, e não uma crise de identidade.

Seu campo conecta-se a níveis mais altos de inteligência. Você começa a ter insights que não eram possíveis de alcançar através da lógica antes. Algumas decisões vêm instantaneamente. A intuição torna-se tão clara como se não pensasse - mas sabe. Este é um sinal de que o seu campo energético está a conectar-se com camadas mais amplas de informação - aquelas que vêm da Fonte, a sua consciência superior, a partir do nível da Alma.

Mas tu não voltas.

Você não perde uma vibração.

Não "caiam" suas frequências.

Passando por uma fase de profunda reestruturação interna necessária para a integração do próximo nível.

Este é um período em que a Luz entra mais fundo do que alguma vez estamos acostumados, e tudo dentro de ti está sintonizado com o seu novo ritmo. 

Fonte: Alquimista Quântico


Água Tá Me Levando de Novo


"A Água Tá Me Levando de Novo!" — O Grito que Revelou um Trauma de Outra Vida

Desde o primeiro banho, aos 15 dias de vida, Clara entrava em pânico total. Não era choro comum de bebê. Era desespero puro: braços se debatendo, rosto vermelho, gritos agudos que gelavam a espinha da mãe. Piscina? Nem pensar. Chuva forte? Corria pra dentro chorando. Banho de mar? Impossível.

"Ela nasceu com medo de água", diziam as visitas. A mãe tentava tudo: brinquedos, músicas, água morna na banheira com espuma. Nada funcionava. Aos 2 anos, só aceitava banho rápido de chuveiro, de costas, sem molhar o rosto. Aos 3, pedia pra tomar banho vestida.

Aos 4 anos, numa tarde comum, veio a crise que mudou tudo.

Era banho de banheira — raro, mas a mãe insistiu pra comemorar o aniversário. Clara entrou na água pela primeira vez sem birra. Sentou. Até sorriu. Mas em 20 segundos, o rosto mudou. Olhos arregalados de terror. Começou a tremer inteira.

E gritou, com voz que não era de criança:

"A ÁGUA TÁ ME LEVANDO DE NOVO! ME TIRA DAQUI! EU TO MORRENDO!"

A mãe congelou. "De novo?!" Clara nunca tinha falado isso. Nunca tinha visto ninguém se afogar. A família morava em apartamento, sem praia por perto, sem história de afogamento na parentela.

O grito ecoou pela casa. A mãe tirou a filha da água aos prantos, enrolou em toalha, abraçou forte. Clara soluçava: "Eu tava nadando... era de dia... a água me puxou... eu gritei e ninguém veio."

Desesperada, a mãe procurou hipnoterapeuta especializada em crianças. "Talvez trauma de parto", pensou. Mas a sessão revelou algo muito maior.

Sob leve hipnose — técnica segura pra crianças, com visualizações guiadas —, Clara, de olhos fechados, reviveu a cena com detalhes impressionantes:

"Eu sou menina. Cabelo comprido. Rio azul. 6 anos. Tô brincando na beira com primos. Eles vão pra parte funda. Eu vou atrás. A correnteza pega minha perna. Eu caio. Engulo água. Grito 'mamãe!' mas ela tá longe, de costas, conversando. Bato os braços. Desço. Escuro. Frio. Não respiro mais."

A terapeuta perguntou: "O que acontece depois?"

Clara, voz calma agora: "Eu acordo tossindo água. Céu claro. Senhora de branco me abraça. 'Vem, filhinha, você tá bem.' Ela me leva pra luz. Eu olho pra trás... meu corpo tá na margem do rio. Primos chorando. Mamãe gritando."

A terapeuta confirmou depois com a mãe: nenhum parente próximo se afogou. Nenhum rio conhecido. Nenhum trauma assim na família.

Naquela sessão, Clara "fechou" o trauma. Conversou com a "menina do rio" dentro da hipnose, perdoou os primos, abraçou a mãe daquela vida, agradeceu a "senhora de branco". Despertou sorrindo, como se tivesse soltado um peso antigo.

No dia seguinte, pediu banho de banheira. Mergulhou o rosto. Riu.

Piscina? Aos 4 anos e meio, entrou pela primeira vez sem medo. Mergulhou. Brincou.

O medo sumiu como mágica.

Anos depois, com 7 anos, Clara ainda lembra vagamente: "Eu era grandinha numa vida antes. Morri na água. Mas aí a moça me salvou e disse que eu ia voltar pra aprender a não ter mais medo."

A mãe, hoje crente em reencarnação, entende o que a doutrina espírita explica há séculos: fobias inexplicáveis são ecos de vidas passadas. O espírito traz marcas no perispírito — memórias emocionais gravadas como alertas. Clara carregou o trauma do afogamento aos 6 anos, mas a terapia de regressão permitiu revisitar, compreender e curar a ferida espiritual.

Não era loucura. Não era imaginação. Era memória.

Hoje, Clara nada como peixe. Ama praia. Toma banho de banheira cantando.

Às vezes, o que assombra uma criança não é "do nada". É do "antes". E curar o passado liberta o presente.

Chico Xavier 

CARÁTER


O Caráter não está na Pelé:Por que ainda julgamos o livro pela capa? 🎨🛡️

Muita gente ainda olha para uma pessoa tatuada e, de imediato, faz um julgamento moral. Dizem que "não presta", que "é coisa de quem não quer nada com a vida" ou usam a religião como escudo para apontar o dedo. Mas vamos falar a real? Tinta na pele nunca definiu a integridade de ninguém.

Historicamente, a tatuagem já foi símbolo de nobreza, marca de guerreiros e amuleto de proteção. Depois, passou por um longo período de marginalização, associada a quem vivia à margem da sociedade. O problema é que muita gente parou no tempo e esqueceu de evoluir junto com o mundo.

A verdade nua e crua é esta:

Conheço pessoas cobertas de tatuagens que são exemplos de honestidade, pais e mães de família exemplares, profissionais brilhantes e corações generosos.

E, por outro lado, todos nós conhecemos gente que anda "impecável", de terno, gravata ou roupas discretas, mas que não valem a água que bebem. Pessoas que mentem, enganam e não têm um pingo de empatia pelo próximo.

O caráter de um homem ou de uma mulher é construído pelas suas atitudes, pelo peso da sua palavra e pela forma como trata quem não pode lhe oferecer nada. O resto é apenas estética.

Uma tatuagem pode contar uma história, homenagear quem se foi, celebrar uma vitória ou ser apenas arte pura. Já a maldade, essa sim é uma marca profunda, mas que muitas vezes se esconde atrás de um sorriso falso e de uma pele "limpa".

Está na hora de parar de confundir aparência com essência. Se a sua religião prega o amor, lembre-se que o julgamento é o oposto do acolhimento. Se o seu critério de confiança é o visual, você corre o risco de confiar no lobo vestido de cordeiro e ignorar o ser humano incrível que está por trás dos desenhos.

Respeito não se ganha pela falta de tinta, se ganha pela presença de valores. 👊

Rubens Stefano