04/09/2026

A soma de todos os cansaços


Nossa sociedade atual nos obriga a ser positivos o tempo todo. Temos que sorrir mesmo quando estamos tristes, temos que ser otimistas mesmo quando estamos desesperados, temos que ser gratos mesmo quando estamos insatisfeitos. Temos que fingir que estamos bem mesmo quando estamos mal. Essa positividade tóxica nos impede de reconhecer e lidar com nossos problemas reais. Nos impede de buscar ajuda ou mudança. Nos impede de ser autênticos.

Diante desse cenário, podemos afirmar que sofremos da soma de todos os cansaços. Não se trata apenas de um cansaço físico ou mental, mas de um cansaço que envolve todas as dimensões do nosso ser: física, mental, emocional, espiritual, social, sensorial e criativa.

O cansaço físico é aquele causado pelo esforço excessivo do nosso corpo, seja por atividades físicas intensas ou prolongadas, seja por doenças ou condições que afetam nossa saúde. O cansaço físico pode levar à fadiga e à falta de energia.

O cansaço mental é aquele causado pelo excesso de tarefas e pensamentos que ocupam nossa mente. Seja por trabalho, estudo, notícias, redes sociais ou qualquer outra fonte de informação ou estímulo. O cansaço mental pode levar à dificuldade de concentração, de memória, de raciocínio e de aprendizagem.  

O cansaço emocional é aquele causado pela pressão psicológica, pelo estresse, pela ansiedade, pela depressão ou por qualquer outro transtorno que afete nosso equilíbrio emocional. O cansaço emocional pode levar à irritabilidade, à tristeza, à angústia e à perda de interesse pela vida.

O cansaço espiritual é aquele causado pela falta de sentido ou propósito na vida, pela contradição entre nossos ideais e nossas ações, pela perda de fé ou esperança. O cansaço espiritual pode levar ao vazio existencial, à desorientação, à apatia e à falta de motivação.

O cansaço social é aquele causado pela dificuldade de se relacionar com os outros, pela falta de apoio ou reconhecimento, pela solidão ou pelo isolamento. O cansaço social pode levar ao afastamento, à indiferença, à hostilidade e à falta de empatia.

O cansaço sensorial é aquele causado pelo excesso de estímulos que afetam nossos sentidos, como sons, luzes, cores, cheiros, sabores ou texturas. O cansaço sensorial pode levar à sensibilidade excessiva, à irritação, à confusão e à perda de prazer.

O cansaço criativo é aquele causado pela falta de inspiração, de inovação, de expressão ou de realização. O cansaço criativo pode levar à repetição, à monotonia, à frustração e à falta de autoestima.

Como podemos ver, a soma de todos os cansaços é um problema sério e complexo que afeta nossa saúde e nossa qualidade de vida. Não podemos ignorá-lo ou minimizá-lo. Precisamos reconhecê-lo e enfrentá-lo. Mas como? Como podemos combater a soma de todos os cansaços? Como podemos recuperar nossa energia e nossa alegria? Como podemos viver com mais sentido e propósito?

Podemos dizer que a soma de todos os cansaços é um reflexo da sociedade do cansaço em que vivemos. Uma sociedade que nos explora, nos isola e nos obriga a ser positivos. Uma sociedade que nos faz adoecer e nos entristecer. Uma sociedade que nos impede de ser quem somos e de viver como queremos.

Fonte:provocacoesfilosoficas.com

Que lado você escolheu viver?

Vivemos em um tempo em que diferenças, que poderiam ser pontes, muitas vezes se tornam muros. Pessoas se afastam, se ferem, se perdem em discussões por política, religião e até futebol como se defender uma ideia exigisse destruir o outro. Como se estar certo fosse mais importante do que permanecer humano.

É estranho perceber como aquilo que deveria nos dar identidade acaba, muitas vezes, nos roubando a sensibilidade. Quando a opinião vale mais que o respeito, quando a crença vale mais que o amor, quando um time vale mais que a empatia… algo essencial dentro de nós se perde.

Mas existe um outro caminho silencioso, menos barulhento, porém muito mais poderoso. É o caminho das pessoas que escolhem se unir pelo que realmente importa: a dignidade, o cuidado, a compaixão, o respeito pela vida. Pessoas que entendem que pensar diferente não é motivo para odiar, mas uma oportunidade para crescer.

Essas pessoas não precisam gritar para provar nada. Elas constroem. Elas acolhem. Elas estendem a mão mesmo quando o mundo insiste em fechar punhos.

Porque, no fundo, há uma verdade que não pode ser ignorada: não é normal normalizar a destruição da própria espécie. Não é evolução viver em guerra constante uns com os outros. Não é consciência perder a capacidade de enxergar humanidade no outro.

A verdadeira evolução está em transcender as diferenças sem anulá-las. Em discordar sem desumanizar. Em perceber que, antes de qualquer rótulo, somos todos parte da mesma vida.

E talvez o maior ato de coragem hoje não seja vencer uma discussão…

mas escolher não transformar o outro em inimigo.

Evoluindo com Hooponopono


Somos todos parte do mesmo mistério


Caminhos diferentes, crenças diferentes, nomes diferentes — mas uma mesma essência nos conecta.

Que possamos respeitar cada caminho, honrar cada tradição e reconhecer que, acima de toda diferença, o Amor é a grande linguagem do Sagrado.

Somos muitos caminhos. Uma só Luz.

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA DA TERRA 

03/09/2026

COMO A SOLITUDE NOS ENSINA LIÇÕES PROFUNDAS


Em meio ao caos, às distrações, aos vícios e à sensação de impotência… temos a oportunidade de aprender e crescer de maneiras poderosas.

Uma das formas mais eficazes é desligar tudo e aprender a ficar sozinho, em silêncio. Não ficar sozinho o tempo todo, nem desconectado o tempo todo… mas reservar períodos intencionais para isso.

Por exemplo: faça uma caminhada diária de uma hora, sem dispositivos ou música. Ou medite por breves períodos ao longo do dia. Ou faça suas refeições em silêncio, sem tecnologia ou distrações.

Isso começará a nos fazer perceber nossa tendência de recorrer à tecnologia, a distrações, à comida, a drogas, a bebidas e muito mais. Começaremos a identificar esses impulsos e desejos. Não precisamos julgá-los; basta observá-los, como quem observa o funcionamento das coisas. Então, no silêncio e na solidão, podemos simplesmente permanecer com os impulsos e desejos intensos, e com quaisquer outros sentimentos que notarmos. Apenas ficar ali e permitir-nos senti-los, sem a necessidade de que desapareçam.

Se você conseguir fazer isso será algo transformador. Quem dera eu tivesse aprendido isso quando tinha vinte e poucos anos.

Aqui estão algumas outras coisas que aprendi com essa prática de solidão:

- Como regular minhas emoções quando me sentia solitário, triste, insatisfeito comigo mesmo, chateado, ansioso ou sobrecarregado.

- Como começar a apreciar a mim mesmo — quem eu sou, mesmo quando não estou sendo produtivo ou fazendo outras pessoas felizes. Minhas qualidades interiores, que estão sempre presentes. Essa valorização de si mesmo é o antídoto para a insatisfação pessoal.

- Como apreciar o momento presente, sem artifícios ou distrações extras. Recorremos a distrações online e redes sociais, comida e substâncias, porque achamos que há algo errado com nossas experiências no momento presente sem tudo isso. Mas, se conseguirmos apreciar os momentos incríveis como eles são, não precisaremos dessas outras coisas.

- Como usar os momentos e emoções desafiadores para nos abrirmos. Normalmente, esses momentos desafiadores e emoções difíceis nos fazem fechar — mas podemos praticar a abertura quando eles surgem. Isso significa relaxar o corpo e o sistema nervoso, e aprender a encontrar a oportunidade — a apreciação e o amor — dentro do momento desafiador.

São lições poderosas que incentivo todos, jovens ou mais velhos, a vivenciar. Sozinhos e em um silêncio maravilhoso.

Com carinho,

Leo Babauta, do Hábitos Zen

**Canal: Leo Babauta**

https://zenhabits.net/

Reflexão do dia


Quem está num despertar espiritual parece menos consciente no dia a dia porque a sua mente e identidade estão em plena desconstrução, enquanto a pessoa não desperta segue padrões sociais automáticos e previsíveis.

A Desconstrução do Ego👺

Perda de certezas: O despertar elimina velhas crenças e valores. 

A pessoa perde temporariamente os seus pontos de referência.

Confusão interna: O cérebro precisa de processar muita informação nova e profunda. Isso gera dúvida e hesitação.

Crise de identidade: Quem passa por isto já não sabe quem é. 

A velha máscara cai antes da nova estabilidade surgir.

A Aparente Consciência de Quem Não Desperta ⚡

Respostas automáticas: Quem não está no processo vive com base em hábitos antigos e culturais. 

O comportamento é previsível e seguro para a sociedade.

Foco prático: Estas pessoas estão totalmente ligadas ao mundo material, ao trabalho e às regras sociais.

 Isso cria uma imagem de eficácia e normalidade.

Menor ruído interno: Como não questionam a sua própria realidade profunda, sofrem menos com crises existenciais imediatas.

O Desafio do Enraizamento

Fuga da realidade: Muitas pessoas no despertar ficam "no mundo da lua".

Perdem o interesse pelas tarefas práticas e pelo lado físico da vida.

Falta de integração: A verdadeira consciência exige unir o espiritual ao quotidiano. Quando isso falha, a pessoa parece desorientada e menos funcional do que alguém comum.

Místical Luna 

LUZ


Há uma luz dormente entre aquilo que fomos e aquilo que ainda não sabemos ser.

Não ilumina caminhos.

Não promete destinos.

Fica apenas connosco, quieta, como se soubesse que há momentos em que viver

é simplesmente não desistir do próximo passo. Talvez durma na dobra de um gesto,

no lado de dentro de uma palavra,

na chávena esquecida sobre a mesa

enquanto o dia começa sem pedir licença.

Talvez more, naquela vontade inexplicável

de abrir a porta, de olhar outra vez para o mundo e descobrir que uma árvore

continua a inventar folhas sem perguntar quantos invernos passaram.

Gosto de pensar que a esperança é assim:

não uma certeza, mas uma espécie de teimosia da alma. Uma coisa pequenina que nos empurra por dentro quando já não sabemos para onde ir.

E então acontece.

Um rosto devolve-nos um sorriso.

Uma voz pronuncia o nosso nome

como se ainda houvesse futuro nele.

Uma mão encontra a nossa e, por alguns segundos, o mundo cabe inteiro na distância entre duas peles.

É aí que a luz acorda.

Sem ruído.

Sem milagres.

Apenas acende em nós a vontade de continuar. E talvez seja esse o segredo mais bonito da vida: mesmo quando pensamos

que já demos tudo de nós, há qualquer coisa cá dentro que ainda guarda um amanhã por estrear.

Uma luz dormente.

Não à espera do dia.

À espera de nós.

Carlos Cabrita_escritor ✍️

O Sentido das Palavras Carlos Cabrita

A VIDA FLUI PELA NOSSA ENERGIA


As circunstâncias, não podem dominar a gente e nem o ambiente...

Não se deixe influenciar pelas idéias dos outros....

Fazemos parte do mundo em que vivemos, mas isso não quer dizer que tenhamos que pensar, igual a todo mundo...

Nossa vida flui pela nossa energia... abra mais os olhos... não queira entrar na do mundo...

Devemos ver os fatos pelo nosso jeito, nossa percepção... cada um sente de um jeito... lembre-se que somos individuais, e temos a liberdade de escolher... sempre o que nos faz bem...

Não devemos nos "largar" assim, deixando os outros resolverem por nós... temos a capacidade de escolher... Deus está dentro de cada um de nós... porque os outros nem sempre não vão cuidar da gente da forma que precisamos...

Nós precisamos nos cuidar... nós somos responsáveis por nós e pela nossa energia (DEUS)...


O QUE SIGNIFICA RENASCER EM CORPOS MENOS MATERIAIS?


A Perspectiva Multidimensional da Vida no Cosmos

Mestre Ramatís nos ensina que a marcha evolutiva, em sua sublime e inesgotável essência, jamais se confina aos estreitos grilhões biológicos de um único planeta. Ela obedece a uma soberana harmonia cósmica, regida pelas imutáveis leis de afinidade vibratória. Quando associamos os fundamentos da codificação kardequiana aos horizontes da cosmologia espiritualista descortinada nas obras de Ramatís, vislumbra-se a grandiosa realidade da pluralidade dos mundos habitados: uma vasta teia de intercâmbio entre consciências irmanadas no propósito comum da ascensão cósmica.

As Bases Kardequianas

Densidade e Adaptação

Nas sublimes lições legadas por Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, encontramos as premissas essenciais para decifrar a vida em outros orbes:

👉🏽A Necessidade do Envoltório (Q. 181): Para atuar nos diferentes planos da criação, o Espírito reveste-se de matéria apropriada. Todavia, essa matéria não é homogênea. O perispírito pode plasmar-se em corpos sensivelmente menos densos que os terrestres. A tessitura dessa veste sutil é o reflexo exato do grau evolutivo da alma e das exigências vibratórias do mundo que a acolhe.

👉🏽Adaptação ao Meio (Q. 58): O Codificador elucida que a constituição física dos habitantes harmoniza-se perfeitamente com o seu habitat — tal qual os peixes nas águas e as aves nos ares. A forma humana perispiritual atua como um molde maleável que se ajusta com precisão às contingências eletromagnéticas, gravitacionais e sutis de cada morada estelar.

A Convergência com a Cosmologia Espiritual

A visão espiritualista do fenômeno da consciência habitando corpos diferentes e menos materiais que os terrícolas nas obras de Ramatís, amplia essas verdades milenares, analisando as manifestações da vida e do espírito por um prisma multidimensional que transcende a mera mecânica tridimensional:

👉🏽A Matéria Sutil: Enquanto a ciência de superfície restringe-se à biologia externa, a percepção espiritual direta reconhece que as civilizações mais avançadas operam em faixas vibratórias refinadas. Isso elucida o porquê de, em muitos contatos, seres e naves surgirem e desaparecerem repentinamente: habitam e manejam uma matéria menos densa, tal qual Kardec anteviu para os orbes mais afortunados.

👉🏽O Perispírito como Elo: As "vestimentas" desses irmãos maiores de outro orbes - 👽 estraterrenos, embora frequentemente descritas sob a morfologia humanoide, constituem verdadeiros corpos menos materiais animados pela força do perispírito. Trata-se da expressão viva da lei cósmica: quanto mais o ser evolui, mais sutil se torna o seu veículo de manifestação.

👉🏽A Jornada pelas Moradas: 

Ao indagar, na célebre questão 182, se "o Espírito que habita um mundo pode passar para outro", Kardec inaugura uma compreensão dinâmica do destino humano. A transição de planeta não configura um mero "turismo espacial", mas um grandioso deslocamento evolutivo determinado pelo diapasão do progresso interior, a verdadeira transição, a do espírito.

À luz da ciência do espírito — em sintonia com as intuições mais profundas sobre a multidimensionalidade do cosmos —, essa travessia revela-se sob novos matizes:

👉🏽Localização Evolutiva: Mudar de mundo ou de planeta deixa de ser uma mera transposição de coordenadas astronômicas para traduzir-se em uma mutação de estado vibratório. O "mundo" é, antes de tudo, uma faixa de sintonia, acessível apenas àqueles cujos corpos sutis vibram em harmonia com tal frequência.

👉🏽A Viagem como Expansão de Consciência: O Espírito liberta-se da dependência exclusiva de propulsões mecânicas toscas. A reencarnação em outro orbe opera-se como um salto de sintonia: a consciência desativa sua forma em um padrão e a acopla na frequência correspondente da nova morada. A viagem é, em essência, harmonia e sintonia.

👉🏽A Unidade do Cosmos: Como legítimos cidadãos do infinito, a transmigração entre mundos atende a uma sublime necessidade pedagógica. À medida que o ser expande sua luz interior, ele naturalmente desperta para habitar realidades mais amplas e luminosas.

A Sintonia como Fronteira

Ramatís ensina que o que nos aprisiona, temporariamente, a esta densa experiência biológica é unicamente a limitação de nossa sintonia atual. A evolução nada mais é do que o abençoado processo de "desbloqueio" das dimensões da alma ou verticalização da consciência. Quando compreendemos que a vida pulsa em um fluxo contínuo e universal, percebemos que o endereço geográfico é irrelevante diante da grandeza do intrínseco nosso estado vibratório espiritual - consciência.

A cosmologia espiritual preconizada pelo mestre Ramatís e o Espiritismo fundem-se, assim, em uma única e consoladora certeza: jamais estaremos sós. A imensidão sideral não é um vazio estéril, mas um imenso educandário onde a vida circula livre, conduzida não pelas distâncias físicas, mas pela sublime afinidade com a luz que somos capazes de refletir.

Esta reflexão ressoou positivamente em seu coração sobre a maravilhosa diversidade da vida no universo? 🙄

#ramatis #ufologiaespiritual #espiritismo #extraterrestre #kardec #ufologia #ovni #cosmologia

02/09/2026

A Técnica dos Dois Copos


Como transferir a tua consciência para uma dimensão onde tu já és milionária(o), usando apenas dois copos de água na tua cozinha

O sistema diz-te que o sucesso leva décadas de sofrimento e suor, para garantir que tu continues rodando na roda de hamster sem nunca procurar a porta de saída.

Um dos conceitos mais perturbadores do autor Vadim Zeland (físico quântico russo e criador do Reality Transurfing) é a técnica do Salto Quântico Físico.

Existe uma variação prática desse método conhecida como “A Técnica dos Dois Copos”.

O Ritual de Transição:

Pega em dois copos. 

No Copo 1 (cheio de água), cola uma etiqueta de papel com a tua realidade atual. (Ex: “Dívidas e stress que te perturbam”). 

No Copo 2 (vazio), cola uma etiqueta com a realidade a que tu queres acessar

(Ex: “Riqueza Fluida e Paz”).

Senta-te em silêncio. 

Olha para a água no copo cheio e sente o peso da tua vida atual. 

Agora, entorna a água lentamente para o copo vazio.

Enquanto a água flui, a neurociência explica o que acontece: 

o som da água quebrando o silêncio ancora a tua mente no momento presente, enquanto a tua intenção física transfere a tua consciência de um “estado” para o outro.

Tu não estás a mudar a água, tu estás a usar um teatro físico para convencer o teu subconsciente de que a mudança da linha do tempo acabou de acontecer. 

Ao beberes a água do Copo 2, tu interiorizas o código dessa nova dimensão diretamente nas tuas células.

O despertar da consciência começa quando tu percebes que tens o controle da tua própria realidade.

Tu vais testar essa técnica?

Não custa tentar, pois não?

Consciência Quântica e Amor Universal

MENSAGEM DO DIA

O ser humano peca em pedir por caminho. Precisamos aprender a pedir por clareza, a gente precisa acordar, abrir os olhos, passar a ver melhor Caminho já temos. O que nos falta as vezes é discernimento! Limpar a visão, abre a tua mente.

 Verás que caminho sempre tiveste. Tudo comunica. Tudo é resposta, a direção que pedes ás vezes vem através dos inúmeros acontecimentos diários. As respostas ao teu pedido de socorro, ás vezes vem em forma de dificuldade que precisas enfrentar, obstáculos que precisas de ultrapassar.

Só que as vezes justamente por não ter clareza e por estar « cego », ao invés de irmos em frente , acomodamo-nos..... Um caminho com dificuldades também é um caminho. As pessoas na realidade não procuram caminhos. Elas procuram facilidades. Entende isso, Os caminhos conturbados também são respostas.

Andante,o caminho faz-se caminhando 


01/09/2026

NÃO TE STRESSES POR NINGUÉM, QUALQUER QUE SEJA O TEU GRAU DE LIGAÇÃO.


Eu explico-te...

Pões o teu cérebro à prova por pessoas que dormiriam tranquilamente a sono solto se tu desabasses amanhã.

Pensas que o amor, a amizade ou a lealdade se medem pela quantidade de ansiedade que és capaz de suportar por elas.

Mas estás no combate errado.

Preocupares-te ao ponto de perderes o sono, adivinhares o que pensam, antecipares as suas crises, corrigires os seus erros... é um sacrifício inútil.

Ouve-me...

Ninguém merece que destruas a tua saúde mental para manter o equilíbrio dessa pessoa.

A ligação não deve ser um contrato de submissão.

Tens o direito de amar, de estar presente, de apoiar. 

Mas, a partir do momento em que a pessoa se torna uma fonte de angústia, o jogo está viciado.

Não és o salvador de ninguém e não vieste ao mundo para carregar a mochila emocional dos outros, mesmo que tenham o teu sangue ou partilhem a tua cama.

Quando te meces num stress por alguém ao ponto de perderes a tua própria paz, não estás a ajudá-lo: 

estás a destruir-te.

Podes dar o melhor conselho do mundo, oferecer todo o teu tempo, dedicar toda a benevolência possível.

Se a pessoa do outro lado decidir ir ao fundo, vai ao fundo.

Não podes nadar por alguém que recusa mexer os braços.

Para de querer controlar o incontrolável: 

a vida deles, as escolhas deles, as consequências deles.

No dia em que perceberes que a única responsabilidade absoluta que tens é com a tua própria serenidade, tudo muda.

Desapega-te do resultado. 

Ama sem te acorrentares. 

Sê presente sem te dissolveres.

Se uma relação exige que vivas com um nó no estômago e com os nervos em franja, já não é uma relação: 

é uma prisão.

Recupera as tuas chaves, respira fundo e deixa que cada um siga o seu próprio caminho.

Antônio Machado 


Não se culpe pelos que se foram


Ninguém lhe deixou, o Universo apenas removeu do seu caminho aqueles que não podiam lhe fazer feliz.

É preciso cuidado com quem você quer para a sua vida. O ego, a ilusão e a carência costumam nublar a visão de quem realmente é bom para você.

Por isso, um conselho importante sobre o afeto é: não force.

Não faça questão de querer na sua vida aqueles que de livre vontade não optam em permanecer.

Presença saudável é daquele que faz questão de estar ali.

Quando alguém sai da sua vida, mesmo você dando o seu melhor, relaxe. Apesar de toda a dor que você possa sentir no momento, confie, a vida nunca tiraq do seu lado aqueles que realmente fazem parte da sua história.

Algumas pessoas simplesmente precisam ir. Porque sua jornada não compactua com a sua caminhada. São pessoas que chegam em nossas vidas por uma estação. Permanecem durante um período. Muitas vezes nos ensinam algo ou são um exercício para o nosso emocional e para a nossa evolução.

Mas não vieram para ficar.

No momento certo a vida tira essas pessoa do caminho. Não porque lhe castigar, mas porque precisa abrir espaço para a chegada daqueles que fazem parte da sua trajetória.

Apesar da dor inicial é preciso confiar que existe uma força entre os seres que os repele ou os atrai de acordo com os propósitos de cada um.

Jamais se lamente por aqueles que não ficaram. Certamente, não cabia a eles parte na história da sua felicidade.

Mas certamente encontrará pelo caminho aqueles que são!”

Alexandro Gruber

NÃO TENTE CARREGAR O FARDO DE NINGUÉM...


Ajude, mas não intervenha.

A vida coloca seus obstáculos e fardos em cada um para fazê-los aprender e crescer e esses fardos são exatamente o que eles precisam para seguir em frente...

Não tente salvar os outros...

Você não quer abrir suas consciências se eles não estiverem dispostos a ouvir. As sementes eclodem depois de muito tempo no escuro e não devemos forçá-las a germinar.

Não tente curar quem não quer ser curado. A cura depende em grande parte do paciente e se ele não aceitar sua situação, também estará fechado para a cura. Às vezes devemos deixar que as pessoas cheguem ao fundo do poço e busquem seu remédio ao invés de nós o oferecermos...

Não sinta o desejo de iluminar, não se deixe enganar pelo senhor de mil faces. Insistir em acordar os outros é sinal de que você não está acordado. Os despertos não insistem, não sobrecarregam, não perseguem, não têm vontade de convencer ou conquistar. Os despertos só fazem o que devem fazer de acordo com sua consciência e isso inspira e dá exemplo para os outros e é aí que ocorre o despertar.

Não se envolva em discussões para impor sua verdade. Quem tem certeza do que sente e do que vivenciou, não precisa que os outros acreditem nele e endossam o que ele diz.

Quem discute só reafirma sua insegurança, quem se cala, é porque está seguro e nada pode atrapalhar ou vacilar...

Não avalie ninguém pela aparência. Nem todo mundo com os olhos fechados está dormindo, nem todo mundo com os olhos abertos está acordado. Existem níveis de consciência e às vezes as consciências mais despertas vestem roupas diferentes.

Não saia por aí proclamando que você é um sábio, quem sabe não diz e quem grita é quem ignora. A verdadeira sabedoria é humilde e não se exalta, a sabedoria é acima de tudo simples e não compartilha publicidade na mídia.

Seja sempre benevolente e justo. Ensine aos outros o que você sabe, sem insistir que o que você diz é verdade, deixe que todos duvidem e encontrem sua própria verdade dentro de si.

Por @despertarodivino