19/02/2026

A lei da flexibilidade


Quem se preocupa porque quer controlar só complica 

Tenho notado como a nossa cabeça é treinada para fazer. É a mania de querer controlar: "O que eu faço? Por que eu tenho que fazer alguma coisa!" Ora, a ideia do que fazer não vem? Na hora que você solta, aquilo aparece. Se estiver no controle, o espontâneo não vem? O criativo, o original, a vontade, a inspiração, uma vocação não vem? Desenvolvemos um supercontrole por vaidade ou por uma questão de moralismo.  

Voce tem uma vontade que vem do inconsciente para o consciente, ou seja, é o Universo que traz. A cabeça logo quer controlar: "Ah, meu Deus, o que eu tenho que fazer para satisfazer essa vontade?"

 Quando você pergunta, é porque já vestiu o "eu (euzinho) tenho que fazer algo" e jogou fora todos os recursos inconscientes. Fechou e, em seguida, se sente perdido, inseguro, nervoso, limitado. Mas vamos dizer que na hora você sacou e disse: "Não vou entrar nessa de ter que fazer alguma coisa. Vou ficar aberto". Deu vontade de telefonar para alguém, por exemplo. No meio da conversa, você percebe que essa pessoa tem justamente o que você está precisando. Quem trouxe? Foi o Universo. Sem essa preocupação do controle, vem alguma coisa. Mas algo vem do Universo, pois ele é abundante. Confie na abundância.

Trecho do livro “Prosperidade Profissional”

Luiz Antonio Gasparetto 

Editora Vida e Consciência 

Gasparetto Play

Reflexão da Tarde


O descontentamento que você sente vem, principalmente, de não ter o suficiente de algo — você está insatisfeito por achar que não tem dinheiro ou poder suficiente, ou sucesso, ou fama, ou virtude, ou amor, ou santidade. Este não é o descontentamento que leva à alegria do Reino. Sua fonte é a ganância e ambição e seu fruto é inquietação e frustação.

O dia em que você estiver descontente, não porque quer algo mais, mas por não saber o que é que quer; quando estiver doente no coração, de tudo o que tem buscado até agora e estiver farto da própria busca, então o seu coração irá alcançar Uma Grande Clareza, um 'Insight' que lhe fará misteriosamente deliciar-se em tudo e em nada.

~Anthony de Me

llo

O sonho é seu !!!O destino é seu, o leme também precisa ser.


Às vezes entregamos a chave da nossa felicidade ou o roteiro dos nossos planos para outra pessoa, como se ela tivesse a obrigação de cuidar disso por nós. Mas ninguém tem — e nem deveria ter — a responsabilidade de carregar um peso que só pertence a nós.  

Quando colocamos nossa realização nas mãos de alguém, abrimos mão da autonomia de escolher, de aprender e de construir nossa própria história. Isso gera frustração inevitável: esperamos que o outro saiba o que nos faz feliz, mas ele não tem como adivinhar. Esperamos que realize nossos sonhos, mas só nós temos as ferramentas para isso.  

A felicidade é uma obra de autoria própria. Os planos de vida são como livros em construção: só nós podemos ser os autores principais. O outro pode caminhar ao nosso lado, apoiar, inspirar, mas jamais deve carregar o fardo de ser responsável por aquilo que só nós podemos construir.  

Assumir essa responsabilidade é maturidade e amor-próprio. É segurar a caneta e escrever a própria narrativa, em vez de esperar que alguém escreva por nós.

Maria Araujo 

Onde nasce um relacionamento abusivo


Tudo começa na autoestima. Sim, eu sei que esta frase pode parecer meio clichê, mas você já vai entender o que eu quero dizer com isso. Quando nascemos, aprendemos a desenvolver nossas primeiras relações na infância com nossos pais, familiares ou pessoas próximas a nós. Nós aprendemos como elas funcionam e como temos nossas necessidades básicas atendidas através do afeto e atenção.

Somos seres relacionais, isso significa necessitamos do olhar de validação do outro. Necessitamos da troca para nos sentirmos amados e aceitos isso acontece de maneira consciente ou inconsciente o tempo inteiro.

A relação afetiva começa no nosso auto conceito, na maneira como nos vemos, com base nisso, desenvolvemos um modelo de vínculo. Este modelo irá vai nortear as nossas relações em todas as áreas da vida: com os amigos, com a família, no trabalho e é claro…. no casal!

Todo mundo quer um final feliz….

É fato que todo mundo quer encontrar o seu grande amor, a sua grande paixão. Mas o que as pessoas não conseguem entender é que este primeiro grande amor tem que ser VOCÊ, caso contrário, não há referência, para você se relacionar de maneira saudável, já que toda a relação é baseada na troca.

Saber o que você pode receber, qual é o seu valor, o que você gosta e merecer ter. Você é o vetor, o ponto de partida. É com base na sua autoimagem, que você irá delinear sua visão sobre as suas relações. Esta auto percepção determinará a maneira como você se coloca, interage, se posiciona reproduzindo para todos os vínculos que você desenvolve, saudáveis ou não.

Já parou para pensar, o porquê você carrega tanto lixo tóxico emocional? Ou porquê acredita que sofre da famosa "síndrome do dedo podre"?

O Self nosso de cada dia: a importância da autoestima

Quando você tem uma visão construtiva de si, saberá solicitar ao outro de uma forma saudável o que você gostaria e precisa. Se a contraparte não compreende, ou está em algum nível mais disfuncional, será mais fácil para você estabelecer limites ou mesmo romper o relacionamento.

Acontece que as pessoas ficam tão cegas pela carência e pelas faltas! Elas acabam criando uma expectativa de conseguir no outro, aquilo que elas gostariam de ter. E nessas projeções emocionais, não percebem que estão em relacionamentos abusivos. Isso acontece porque nem sempre as relações abusivas são evidentes, muitas vem disfarçadas numa roupagem de amor e atenção. 

E é nesta fronteira que as coisas se complicam. começa na autoestima. Sim, eu sei que esta frase pode parecer meio clichê, mas você já vai entender o que eu quero dizer com isso. Quando nascemos, aprendemos a desenvolver nossas primeiras relações na infância com nossos pais, familiares ou pessoas próximas a nós. Nós aprendemos como elas funcionam e como temos nossas necessidades básicas atendidas através do afeto e atenção.

Somos seres relacionais, isso significa necessitamos do olhar de validação do outro. Necessitamos da troca para nos sentirmos amados e aceitos isso acontece de maneira consciente ou inconsciente o tempo inteiro.

A relação afetiva começa no nosso auto conceito, na maneira como nos vemos, com base nisso, desenvolvemos um modelo de vínculo. Este modelo irá vai nortear as nossas relações em todas as áreas da vida: com os amigos, com a família, no trabalho e é claro…. no casal!

Todo mundo quer um final feliz….

É fato que todo mundo quer encontrar o seu grande amor, a sua grande paixão. Mas o que as pessoas não conseguem entender é que este primeiro grande amor tem que ser VOCÊ, caso contrário, não há referência, para você se relacionar de maneira saudável, já que toda a relação é baseada na troca.

Saber o que você pode receber, qual é o seu valor, o que você gosta e merecer ter. Você é o vetor, o ponto de partida. É com base na sua autoimagem, que você irá delinear sua visão sobre as suas relações. Esta auto percepção determinará a maneira como você se coloca, interage, se posiciona reproduzindo para todos os vínculos que você desenvolve, saudáveis ou não.

Já parou para pensar, o porquê você carrega tanto lixo tóxico emocional? Ou porquê acredita que sofre da famosa ,"síndrome do dedo podre"?

O Self nosso de cada dia: a importância da autoestima

Quando você tem uma visão construtiva de si, saberá solicitar ao outro de uma forma saudável o que você gostaria e precisa. Se a contraparte não compreende, ou está em algum nível mais disfuncional, será mais fácil para você estabelecer limites ou mesmo romper o relacionamento.

Acontece que as pessoas ficam tão cegas pela carência e pelas faltas! Elas acabam criando uma expectativa de conseguir no outro, aquilo que elas gostariam de ter. E nessas projeções emocionais, não percebem que estão em relacionamentos abusivos. Isso acontece porque nem sempre as relações abusivas são evidentes, muitas vem disfarçadas numa roupagem de amor e atenção. 

E é nesta fronteira que as coisas se complicam.


FISGADOS PELA DOR


Não buscamos justiça.

É o ódio que nos une quase sempre.

Aglutina-se tocando a ferida e apertando com violência até que saia pus. Aperta-se muito, muito!

O pus vaza, espalha sangue, raiva, ensandece as massas com suas tantas cicatrizes. Vociferam! Urram!

Descreio das causas que se alimentam do ódio, não importa os nomes que ganhem.

Sementes de ódio (em nome de justiça) produzirão frutos correspondentes.

É a guerra que nos une.

Nós, que precisamos de inimigos comuns que justifiquem a existência de nossos falsos semi deuses.

Nós, que buscamos a cura das dores no grito, no soco, na violência, na ilusão de que somos o bem combatendo o mal.

Não queremos nos enxergar! Não podemos.

Precisamos angustiadamente do mal, muito mais do que seria confortável admitir.

Nós e nossas guerras santas. Nós que sempre temos razão, que recusamos que somos maus também e, por isso mesmo, vivemos em busca de uma causa que justifique o imenso desconforto de existir. Negaremos com toda nossa força!

Temos medo e combatemos nosso medo no outro.

Os que nos manipulam nos oferecem as justificativas.

Eles estão acima disso. Só observam, só alimentam.

Fisgados em nossas feridas, nos movemos com punho em riste, bandeira enrolada, bordão na ponta da língua e hashtag nas redes sociais.

Não queremos a cura.

A cura nos tornaria livres.

A liberdade nos assusta.

Tudo o que queremos é algo que justifique nossas correntes, nosso medo, nossa dor.

E então o ódio nos aglutina e os inimigos nos une.

Flávio Siqueira 

Onde nasce um relacionamento abusivo


Tudo começa na autoestima. Sim, eu sei que esta frase pode parecer meio clichê, mas você já vai entender o que eu quero dizer com isso. Quando nascemos, aprendemos a desenvolver nossas primeiras relações na infância com nossos pais, familiares ou pessoas próximas a nós. Nós aprendemos como elas funcionam e como temos nossas necessidades básicas atendidas através do afeto e atenção.

Somos seres relacionais, isso significa necessitamos do olhar de validação do outro. Necessitamos da troca para nos sentirmos amados e aceitos isso acontece de maneira consciente ou inconsciente o tempo inteiro.

A relação afetiva começa no nosso auto conceito, na maneira como nos vemos, com base nisso, desenvolvemos um modelo de vínculo. Este modelo irá vai nortear as nossas relações em todas as áreas da vida: com os amigos, com a família, no trabalho e é claro…. no casal!

Todo mundo quer um final feliz….

É fato que todo mundo quer encontrar o seu grande amor, a sua grande paixão. Mas o que as pessoas não conseguem entender é que este primeiro grande amor tem que ser VOCÊ, caso contrário, não há referência, para você se relacionar de maneira saudável, já que toda a relação é baseada na troca.

Saber o que você pode receber, qual é o seu valor, o que você gosta e merecer ter. Você é o vetor, o ponto de partida. É com base na sua autoimagem, que você irá delinear sua visão sobre as suas relações. Esta auto percepção determinará a maneira como você se coloca, interage, se posiciona reproduzindo para todos os vínculos que você desenvolve, saudáveis ou não.

Já parou para pensar, o porquê você carrega tanto lixo tóxico emocional? Ou porquê acredita que sofre da famosa “síndrome do dedo podre“?

O Self nosso de cada dia: a importância da autoestima

Quando você tem uma visão construtiva de si, saberá solicitar ao outro de uma forma saudável o que você gostaria e precisa. Se a contraparte não compreende, ou está em algum nível mais disfuncional, será mais fácil para você estabelecer limites ou mesmo romper o relacionamento.

Acontece que as pessoas ficam tão cegas pela carência e pelas faltas! Elas acabam criando uma expectativa de conseguir no outro, aquilo que elas gostariam de ter. E nessas projeções emocionais, não percebem que estão em relacionamentos abusivos. Isso acontece porque nem sempre as relações abusivas são evidentes, muitas vem disfarçadas numa roupagem de amor e atenção. 

E é nesta fronteira que as coisas se complicam.


18/02/2026

Roupas


A psicologia e a neurociência mostram que o cérebro atribui significados às roupas e responde a esses significados de forma automática. Não reagimos apenas ao conforto ou à estética, mas àquilo que determinada peça representa: autoridade, competência, sensualidade, rebeldia, cuidado, pertencimento.

Esse fenômeno é conhecido como cognição incorporada. Quando vestimos algo associado, por exemplo, à formalidade ou ao poder, ativamos redes neurais relacionadas à autoconfiança, postura e tomada de decisão. O corpo muda, a linguagem muda, a percepção de si muda. E os outros também reagem a esses sinais simbólicos, reforçando o ciclo.

A roupa funciona como uma extensão da identidade. Ela comunica antes mesmo da fala. E, mais profundamente, comunica para nós mesmos quem estamos sendo naquele momento. Um jaleco pode evocar responsabilidade. Uma roupa de treino pode ativar disposição e energia. Um pijama pode sinalizar relaxamento e segurança.

Do ponto de vista psicanalítico, a vestimenta também pode ser compreendida como uma segunda pele simbólica. Ela protege, revela, esconde, seduz, defende. É uma forma de negociar nossa imagem com o mundo e com nossos próprios ideais inconscientes.

Nada disso acontece de maneira totalmente consciente. O cérebro processa esses símbolos rapidamente, ativando circuitos emocionais e cognitivos que influenciam como pensamos, sentimos e agimos.

Vestir-se, portanto, é também um ato psicológico. É escolher, ainda que sem perceber, qual narrativa queremos habitar naquele dia.

O que você veste pode não definir quem você é.

Mas certamente influencia quem você se sente capaz de ser.

Texto por: Psicanalise Inconsciente

Seu cérebro é viciado em tragédia


"Não se esqueça de imaginar também o melhor cenário possível."

O Algoritmo da Ansiedade.

Somos programados evolutivamente para procurar ameaças. Passamos horas alucinando vividamente tudo o que poderia dar errado. Ensaiamos o término, a demissão, o fracasso.

Chamamos isso de "ser realista". Mas na verdade é um viés.

A Psicologia da Visualização

A preocupação é apenas uma oração pelo que você não quer.

Quando você visualiza apenas o pior cenário possível, está preparando seu sistema reticular ativador para procurar perigo. 

Você está literalmente treinando seu cérebro para detectar o fracasso.

Porque é "ilusório" imaginar o sucesso total, 

mas "prudente" imaginar a ruína total? 

Ambos são imaginários até que aconteçam.

A Mudança de Mentalidade:

Equilibre a equação.

Para cada minuto gasto se preparando para a queda, gaste um minuto projetando o voo. 

Você não pode atingir um alvo que se recusa a olhar.

Reprograme a simulação.

Se sua mente está constantemente remoendo cenários de desastre, você precisa substituir manualmente a configuração padrão.

Mensageiro da luz.

POLARIDADE


As polaridades ditas opostas não devem ser interpretadas como "bem" e "mal", pois isso é uma criação da mente humana, é uma questão de opinião, de preferências, optamos pelo que nos é agradável e não pelo o que é desagradável, mas na realidade não existe tal coisa, a Singularidade não opina, ela é.

Uma visão mais apropriada seria falar em termos de "positivo" e "negativo", mas novamente, um precisa do outro para existir, da mesma maneira como você não tem como saber se está certo a não ser que alguém esteja errado. Assim como o "nada"("negativo") e o "tudo"("positivo") precisam um do outro para existir, pois o nada não seria nada se não houvesse um conteúdo para compararmos o que cada um é, da mesma maneira o conteúdo não poderia existir se não houvesse um espaço no qual ele pudesse estar.

Temos o costume de ver as diferenças como uma dicotomia. Exemplo: a vida é diferente da morte, o bem é diferente do mal, a luz é diferente da escuridão, etc., embora isso seja verdade por um lado, de maneira oculta, ambas polaridades são diferentes partes de um processo só.

Uma dicotomia é uma divisão na qual o campo não é considerado como uma totalidade que possui suas características diferentes e interconectadas, mas como uma diversidade de forças não relacionadas e/ou competidoras entre si. O pensamento dicotomizado interfere na autogestão da consciência, pois gera tendências intolerantes em relação as diversidades que existem nas pessoas, nas situações e as varias faces da existência em si, que são muitas vezes paradoxais.

Existe grande importância em desenvolver o que Alan Watts chamava de "pensamento polar", apesar de não ser exatamente um pensamento e sim uma forma de percepção, onde a sensação e sentimento também estão envolvidos. O "pensamento polar" é ver a interconexão entre todas as coisas que parecem anularem-se mutuamente por serem "opostas". A importância nisso é enxergar a si mesmo de uma maneira completa, integrada, pois assim os conflitos podem ser usados de maneiras produtivas para gerar aprendizados e a criatividade necessária para transformarmos a nós mesmos, e assim o mundo. Sem essa visão abrimos espaço para o conflito, e este é o motivo pela qual os administradores da nossa sociedade se utilizam tanto da estratégia de dividir e conquistar.

https://evoluasuaconsciencia.blogspot.com


A maior parte das nossas opiniões é herdada. - Friedrich Nietzsche


A gente acha que tem opinião, mas muitas vezes só tem memória.

Memória do que ouvimos sem questionar.

Do que aprendemos vendo — sem nunca escolher.

Da mesa do jantar da infância, dos silêncios da casa ou das repetições da escola.

O que chamamos de personalidade pode ser, em grande parte, o reflexo do meio.

Padrões automáticos que foram criados — e que, às vezes, nem percebemos que estamos “obedecendo”. Até que um dia, eles te levam para um lugar onde você não quer mais estar.

Aquele mesmo tipo de relacionamento. Aquela mesma dificuldade de se posicionar. Aquela mesma crítica interna — que nem é sua.

Nossos padrões mais profundos  principalmente os emocionais — costumam nascer de traumas pequenos ou grandes. Um elogio que nunca veio ou um medo que sempre permaneceu. E traumas não curados tornam-se crenças silenciosas:

“Não sou suficiente”;

“Preciso agradar”;

“Não posso falhar”.

Essas crenças guiam escolhas, sabotam conquistas e moldam opiniões — mesmo que você nem perceba.

É por isso que autoconhecimento é libertador. Até que você se observe com profundidade, viverá mais como continuidade do que como escolha.

Nietzsche nos lembra: viver de forma autêntica começa por identificar o que foi colocado em você — para, só então, decidir o que ficará.

— @Gabi

17/02/2026

Refletir


QUE É ÓDIO?

O ódio é a não aceitação de outra pessoa pelo seu jeito de ser.

Se aceitássemos as pessoas incondicionalmente, então isso se tornaria amor....

O QUE É A RAIVA?

A raiva é a não aceitação de coisas que estão fora do nosso controle.

Se aceitarmos, então se tornará Tolerância.....

O QUE É O MEDO?

 O medo é a não aceitação da incerteza, porque tendo medo, o medo é criado na mente, não dê poder a essa imaginação que cria a sua mente, antes transforme-a em uma aventura....

O QUE É VENENO?

Qualquer coisa que não seja mais do que precisamos em nossas vidas.

Veneno pode ser Poder que cega a alma, riqueza que só dá coisas materiais, gula.

Ego que não deixa ver a vida como ela realmente é, ganância pelas coisas mundanas pelo que não é seu, preguiça, desejo por prazeres que não alimentam a alma, ambição de ter cada vez mais que lhe dá o ser das trevas, o ódio , ou qualquer coisa que não nos leve ao Amor...

O QUE É INVEJA?

A inveja é a não aceitação do que há de bom nos outros.

Se aceitássemos o que há de bom nos outros, isso se tornaria inspiração...

Portanto tudo é uma questão de Aceitação....

Se resistirmos a Aceitar, isso criará estresse...

Por outro lado, a Aceitação nos liberta do estresse, do ódio e do ressentimento pelas doenças que adquirimos para o nosso próprio Ser.....

É uma questão de Prioridades para sua vida....

Cabe a você aceitá-lo ou ignorá-lo, o que causa muitos danos ao seu próprio Ser....

Nova Consciência 

Milagre


Existe um milagre pequeno, quase invisível, acontecendo toda vez que você escolhe o silêncio.

Não é fraqueza.

É o sagrado da alma aprendendo a respirar antes de falar.

Reagir é uma porta que bate.

Perceber é uma janela que abre.

E, no fundo, a vida sempre tentou nos ensinar isso com delicadeza.

Nem toda provocação é convite.

Nem toda fala é verdade.

Nem toda pressa é urgência.

Não cobra explicação.

Não exige plateia.

Não pede grito.

Não pede prova.

Não pede que você se diminua para caber na discussão de alguém.

Perceber não tem pressa.

Perceber tem demora.

Perceber tem um jeito de oração que ninguém vê.

É quando você lê uma mensagem e sente o corpo endurecer.

A mão já vai no impulso, pronta para escrever um parágrafo inteiro.

E, de repente, algo dentro de você pergunta baixinho.

Para quê.

Porque tem discussões que parecem nobres, mas só alimentam o caos.

Tem conversas que não são pontes.

São armadilhas.

A maturidade chega assim.

Sem anúncio.

Sem diploma.

Ela chega quando você entende que não precisa convencer ninguém para se preservar.

Não é sobre ganhar.

É sobre não se perder.

Quando você para de discutir com tudo e começa a prestar atenção, uma coisa acontece.

As pessoas se mostram sozinhas.

Não pelo que prometem.

Pelo que repetem.

A gente sofre porque espera mudança onde já existe padrão.

A gente insiste em plantar esperança num chão que não aceita raiz.

E depois chama de "surpresa" aquilo que já era aviso.

Limite não é punição.

Limite é proteção.

É cerca de casa.

É tranca de porta.

É o gesto simples de quem aprendeu que paz também precisa de cuidado.

Você não precisa explicar seus limites para ser levado a sério.

Quem respeita, entende sem legenda.

Quem não respeita, entende com distância.

Às vezes, a resposta mais saudável não é um texto bem escrito.

Não é um áudio longo.

Não é um confronto bonito.

É a ausência.

É o "não vou".

É o "não consigo".

É o "não quero mais".

Porque ter razão cansa.

Você passa horas limpando o que o outro sujou em minutos.

Você organiza argumentos como quem arruma uma casa que o visitante insiste em bagunçar.

E, no fim, ainda sai com a sensação de que não foi ouvido.

Mas ter paz alivia.

Paz tem cheiro de casa em dia de chuva.

Paz tem gosto de café tomado sem pressa.

Paz é quando o peito, finalmente, para de lutar contra o que não muda.

Eu vi isso numa cena boba, dessas que ninguém posta.

Um celular vibrando em cima da mesa.

A tela acendendo com uma mensagem atravessada, cheia de farpas disfarçadas de "brincadeira".

Do outro lado, a vontade antiga de explicar, de corrigir, de colocar o mundo no lugar.

Mas havia uma xícara quente na mão.

Havia um silêncio.

Havia uma prece sem palavras.

E, pela primeira vez, a pessoa não respondeu.

Ela respirou.

Não por orgulho.

Não para punir.

Mas para se proteger.

E é estranho como a vida muda quando você faz isso.

Quando você não reage, você enxerga.

Você percebe o jogo.

Você percebe o tom.

Você percebe o padrão.

Você recupera seu poder quando para de tentar corrigir os outros e começa a decidir o que aceita na sua vida.

Nem tudo merece sua energia.

Nem todo mundo merece acesso.

Tem gente que só entende o seu limite quando não encontra mais você do outro lado.

E isso não é crueldade.

É higiene da alma.

Hoje, observe mais do que reage.

Não para atacar ninguém.

Mas para se guardar.

Para não se abandonar por causa de quem nunca teve cuidado com você.

Tem coisas que não se resolvem discutindo.

Se resolvem entendendo.

E se afastando.

E, no fim,a diferença silenciosa entre reagir e perceber é essa.

Reagir entrega sua paz de presente.

Perceber devolve sua paz para as suas mãos.

A paz é um limite que você escolhe amar.

Desconheço autoria 

Prazer Material


Enquanto persistir a busca pelo prazer material ou pela Unidade espiritual com o Supremo, não se poderá desfrutar do verdadeiro sabor transcendental do serviço devocional. Um devoto puro nunca se esforça pela liberação.

Aquele cujo coração é atraído pelas qualidades transcendentais da Suprema Personalidade de Deus não presta atenção nem mesmo à libertação buscada por inúmeros grandes sábios.

Os devotos cujos corações estão sempre transbordando de serviço e que estão prontos a sacrificar tudo para Me agradar, e especialmente aqueles devotos felizes que se reúnem para compreender Minhas qualidades e forma; que juntos Me glorificam com prazer transcendental disso - eles nunca querem fundir-se Comigo Mas do que estamos falando sobre fundir-se Comigo - para oferecer-lhes até mesmo uma posição semelhante à Minha no Meu pessoal.  morada, ou riqueza como a Minha, eles se recusarão a aceitar porque estão plenamente satisfeitos simplesmente prestando-Me serviço devocional.

Meus devotos puros estão sempre tão satisfeitos com o serviço devocional que não aspiram nem mesmo aos cinco tipos de liberação.

Não se pode desfrutar da majestade transcendental de Deus e compreender Sua forma transcendental se ainda não tivermos elevado acima da libertação.

Os devotos que estão totalmente engajados em Meu serviço são tão firmes no serviço devocional que não têm outros desejos.

Não se pode entrar nos reinos do serviço devocional puro enquanto estiver empenhado no desfrute material ou desejoso de fundir-se com a refulgência espiritual.

Bhakti-rasamrta-sindhu/O Néctar da Devoção (um tratado sobre a ciência do serviço devocional)