12/02/2026

TEMPOS DESAFIADORES


“São tempos desafiadores para aqueles que têm o córtex pré-frontal consciente e a glândula pineal ativada.

Estamos vivendo uma fase da Terra em que perceber demais virou um peso para quem já despertou.

A transição planetária pode não ser difícil para quem dorme.

Mas ela é desafiadora para quem sente.

Quem tem a mente consciente começa a enxergar incoerências onde antes via normalidade. Começa a perceber padrões, manipulações, ciclos emocionais coletivos, excessos de estímulos, ruídos mentais. 

O que antes parecia "vida normal" começa a parecer artificial, acelerado e desconectado da essência.

E isso cansa.

Não porque a pessoa está perdida... mas porque está acordando.

O despertar da consciência - simbolizado pelo córtex pré-frontal ativo — amplia responsabilidade, propósito e discernimento. 

Já a “glândula pineal ativada", no campo simbólico espiritual, representa a intuição aberta, a sensibilidade energética e a percepção do invisível.

E é exatamente essa combinação que torna este período intenso:

•Ver demais.

•Sentir demais.

•Entender demais.

Enquanto o mundo ainda vibra em ritmo antigo, quem desperta já está sendo chamado para um novo nível de consciência. Por isso surgem o recolhimento, o cansaço social, a vontade de mudar de caminho e a sensação de não pertencer ao ritmo coletivo.

Não é fraqueza.

É ajuste vibracional.

Se você sente que está passando por isso, algumas atitudes podem ajudar nesse processo:

•Diminua o excesso de estímulos (notícias, redes, ambientes caóticos).

Sua mente precisa de silêncio para se reorganizar.

• Priorize momentos de solitude e contato com a natureza. A Terra ajuda a recalibrar emoções e pensamentos.

• Cuide do corpo físico: sono, água, respiração profunda e pausas são fundamentais nessa fase.

• Confie mais na sua intuição, mas mantenha os pés no presente.

•Equilíbrio entre espiritualidade e vida prática é essencial.

• Não se cobre respostas imediatas.

Processos de consciência são graduais e acontecem em camadas.!”

(Portal da Ascensão)

Formatação Flavia Wegmann 

@joel.borella

@o.despertar.da.nova.era 




Nietzsche sobre a felicidade e a simplicidade: “É muito fácil complicar as coisas, mas difícil torná-las fáceis”


A ideia de que a simplicidade pode ser um caminho para a felicidade ganhou força em diferentes áreas do conhecimento e ganha um tom particular quando associada ao pensamento de Friedrich Nietzsche.

Em meio a uma rotina acelerada e cheia de estímulos, simplificar se torna um desafio e, ao mesmo tempo, um sinal de maturidade: reduzir o excesso não significa empobrecer a experiência, mas reorganizá-la para que o essencial tenha espaço.

O que é a felicidade pela simplicidade

A questão da felicidade pela simplicidade pode ser entendida como a satisfação que nasce de uma vida menos sobrecarregada e mais coerente com aquilo que importa.

Em vez de acumular tarefas, objetos e expectativas, a proposta é filtrar o que realmente contribui para o bem-estar diário.

Essa abordagem não elimina responsabilidades, mas questiona o que é de fato necessário.

Assim, a felicidade simples se apresenta como alternativa a modelos baseados em acúmulo, competição constante e agendas sempre cheias, favorecendo escolhas mais conscientes.

Como Nietzsche se relaciona com a felicidade pela simplicidade

Embora Nietzsche não tenha formulado um “manual” de vida simples, sua crítica ao excesso de convenções, máscaras sociais e crenças automáticas indica um movimento em direção a uma existência mais autêntica.

Ao retirar camadas de ilusões, aponta para uma vida mais direta, ainda que exigente.

Essa proposta não se confunde com passividade, pois exige força para abandonar o supérfluo, revisar hábitos e recusar certas pressões externas.

Alguns elementos sustentam rotinas lotadas mesmo quando geram cansaço prolongado. 

A simplicidade contribui para a felicidade

Estudos em psicologia positiva e ciência do comportamento indicam que reduzir a complexidade favorece o equilíbrio emocional.

Com menos tarefas simultâneas, o cérebro lida melhor com as demandas, diminuindo a sensação de caos e de fadiga mental.

A felicidade pela simplicidade se relaciona a três aspectos recorrentes: maior senso de controle, clareza de prioridades e relações mais presentes.

O que parece descomplicado muitas vezes é resultado de um longo trabalho interior e de valores pessoais claros.

Fonte:O Antagonista

FRACASSAR


Errar não é fracassar — é aprender. Cada tropeço abre espaço para novas formas de caminhar. Se fôssemos perfeitos, não haveria evolução, não haveria história, apenas silêncio. O erro é o rascunho da vida, a cicatriz que vira mapa, a lembrança de que o mundo não vem com manual de instruções.  

Vivemos cercados por máquinas e algoritmos que prometem precisão, mas nós não somos engrenagens. Somos feitos de limites: o cansaço que pede pausa, a dúvida que nos protege da arrogância, a vulnerabilidade que nos conecta uns aos outros. A máquina calcula, mas não sente. Nós sentimos — e é isso que nos torna humanos.  

Aceitar a própria imperfeição abre espaço para compreender a imperfeição dos outros. Quando reconhecemos nossas cicatrizes, aprendemos a enxergar as cicatrizes alheias não como fraquezas, mas como histórias. A música já disse: “Don’t put the blame on me” — ninguém deveria carregar sozinho o peso da expectativa de perfeição.  

A perfeição? Talvez seja apenas o erro polido, uma lapidação das nossas quedas. Somos feitos de tentativas, falhas e recomeços. Somos feitos de histórias que dizem: tentamos, caímos, levantamos.  

E seguimos. Sempre seguimos

Rubens Stefano 

12 LIÇÕES QUE ELEVARAM SUA FREQUÊNCIA VIBRATORA


Mais do que uma religião, o budismo é uma filosofia de vida que destaca o caminho da iluminação, a busca pela felicidade, o equilíbrio físico e mental e a vontade de enfrentar as dificuldades na realidade prática.

Nesta nota você poderá conhecer algumas dicas baseadas nos ensinamentos de diferentes Dalai Lama (líder espiritual do budismo tibetano) para começar o dia com sabedoria, harmonia e bem-estar.

Tenha sempre em mente que você se encontra no momento presente, olhe para os erros do passado com aprendizado e compressão e encare o futuro a partir do seu aqui e agora.

1. - Ame a si mesmo para amar os outros: conhecer a si mesmo, amar e respeitar a si mesmo é o primeiro passo para amar os outros e receber energia positiva do seu ambiente.

2. -Não confunda amor com apego: amor no budismo não é sofrer nem suportar nada. Um relacionamento saudável, segundo essa filosofia, está na livre manifestação de amor, criando em vez de destruir, vencendo o ciúme e o ego.

3. - Guie seus desejos: muitos dos problemas que temos se devem à angústia pela insatisfação dos desejos que desejamos. Se você deixar de lado os desejos egoístas, materiais e de apego começará o ano com harmonia interior.

4. - Aceite as mudanças com sabedoria: todas as coisas no Universo estão em constante mudança, sejam pessoas, lugares ou situações. Pegue todas as mudanças como processos naturais e aceite-as para aproveitar de cada um o aprendizado que vem revelar a você.

5. - Conheça as regras e quebre-as quando necessário: se uma lei é injusta, quebre-a. Se o seu bem-estar está em jogo por uma convenção moral, esqueça-a. Se obediência é mesquinha, desobedece. Mas nunca perca de vista seus próprios limites nem prejudique ninguém fazendo isso.

6. - Perdoe sempre: quando não tiver motivos para perdoar, faça por você mesmo, para abalar esse desconforto e impedir que se torne sofrimento.

7. - Todas as derrotas são um aprendizado: assim como você deve receber as mudanças e aprender com elas, cada perda ou fracasso é uma grande oportunidade. Pergunte-se sempre, o que você pode aprender com o que aconteceu com você para seguir em frente.

8. - Apaixone-se pelas raízes, não pelas flores: é necessário que aprenda a diferenciar entre a essência e a aparência das pessoas, pois o que realmente importante está mais escondido e é sempre esse o caminho que você tem que seguir para alcançar a plenitude.

9. - Amar não é precisar: amor não é sofrimento, nem possessão nem paixões transbordadas, é compreensão, acompanhamento e busca conjunta pelo equilíbrio.

10. - Apaixone-se pelo que faz: procure todos os dias fazer o que te motiva e apaixona. Dedique-se a isso com cuidado e, de vez em quando, pergunte-se novamente se você realmente está fazendo algo que deseja.

11. - Mude sua maneira de pensar e mudará sua vida: tudo o que você é e tem ao seu redor é reflexo da sua mente. Se você se propuser mudar sua forma de pensar, verá que os efeitos positivos na sua vida serão imediatos e a energia positiva não sairá do seu lado.

12. - Duvide do estabelecido: questione todas as crenças, tradições e conhecimento, para escolher não o que algumas pessoas acham certo, mas o que a você o guie para a sua própria felicidade. 

Obrigado, obrigado, obrigado!

Amo nós 

Nós abençoo

Deus conosco e em nós 

https://www.youtube.com/watch?v=O-ocdFvVRMg

11/02/2026

MEMENTO MORI


Memento mori é uma expressão do Latim que significa algo como “Lembre-se de que você é mortal”, “Lembre-se de que você vai morrer”, ou traduzido ao pé-da-letra, “Lembre-se da morte”.

Este tipo de pensamento é muito utilizado dentro da literatura, principalmente na literatura barroca, assim como em várias religiões, em especial o Budismo, com o propósito de te puxar para fora da sua auto-imagem, para fora da ilusão de que você é seu veiculo(seu corpo), até mesmo sua mente, e lembra-lo quem ou o que você é, o eterno AGORA(O Poder do Agora), a experiência desse momento em si, esse é você, esse é o seu "eu completo".

Para sermos quem realmente somos precisamos largar o peso de quem fomos para ter espaço para o que estamos constantemente nos tornando. A continuidade do seu "eu separado" é recriada a cada milissegundo pelo seu cérebro. No tempo que você estava lendo isso, o seu cérebro criou você milhares de vezes, e deixou para trás milhares de fantasmas de "você". Você não é essas imagens mentais!

"A ideia é permanecer em um estado de constante partida enquanto se está sempre chegando."- Frase do filme Waking Life

Este estado é o que Buda chamava de tathāgata, o verdadeiro ser, em tradução livre significa “aquele que se foi” e “aquele que chegou”, significando que está além dos fenômenos da realidade de tempo e espaço.

O "Eu" é um trono mental que alimenta a ilusão de poder, de controle sobre a realidade, e que por consequência gera um peso para o Observador, deixando-o exausto pelo excesso de pensamentos e com tendencias cada vez mais controladoras e obsessivas.

O que identificamos como "eu" é apenas a imaginação de nós mesmos, não tente super proteger a sua máscara(personalidade, aparência, conhecimentos que "possui").

Apenas pare e observe por um momento seus pensamentos. Quantos "eus"(vozes mentais) com opiniões diferentes você tem por dia? Você acha que alguma deles representa a totalidade do que você é?

É importante nos desapegarmos de um "eu" especifico, rígido e imutável, ou perspectivas de vida, ou seja o que for que nos mantem funcionando em apenas um padrão repetitivo...

É preciso estar disposto a perder tudo se quiser ser o mestre de sua própria mente.

“Aceitar a derrota - aprender a morrer - é ser liberto da mesma. 

Quando você aceita, você está livre para fluir e harmonizar. Fluidez é o caminho para uma mente serena. Você deve libertar sua mente ambiciosa e aprender a arte de morrer.“  Bruce Lee

https://evoluasuaconsciencia.blogspot.

Sobre a Formação do Mundo Interno e a Ética que Sobrevive


Há seres humanos que, ainda crianças, são lançados em realidades onde a verdade é quebrada, o afeto é instável e a violência se apresenta como linguagem cotidiana. Diante disso, algo se organiza silenciosamente: a mente constrói um mundo interno para que o ser não colapse. Esse mundo não nasce como escolha, nem como virtude — nasce como necessidade de continuidade do existir.

Do ponto de vista filosófico, poderíamos dizer que a alma, ao perceber que o mundo externo não oferece sustentação, volta-se para dentro e ergue ali uma morada provisória. Não se trata de fuga, mas de preservação do ser. O humano ainda não sabe quem é, mas sabe — de forma pré-verbal — que não pode desaparecer.

No nível psicológico, esse movimento corresponde a um mecanismo automático de proteção psíquica. O sistema nervoso da criança entra em estado de sobrevivência e cria estruturas internas capazes de organizar a experiência emocional. Esse processo é inconsciente: não há decisão, apenas resposta. A mente faz o que pode com o que tem.

Entretanto, não são todas as crianças que constroem esse mundo interno da mesma forma. Algumas organizam a dor em símbolos, imagens, narrativas silenciosas. Outras não conseguem simbolizar e ficam presas à experiência bruta. Aqui não há mérito nem culpa — há estrutura, temperamento e história mínima de vínculo.

Filosoficamente, isso se manifesta como dois modos de atravessar o sofrimento:

em um, a dor se torna matéria de sentido;

no outro, torna-se ruído fragmentado.

Psicologicamente, a diferença reside na capacidade de simbolização. Quando a mente consegue transformar a experiência em algo representável — mesmo que em fantasia, imaginação ou pensamento abstrato — o trauma não destrói o núcleo ético. Ele é integrado. Quando isso não ocorre, a fragmentação toma lugar.

Curiosamente, há crianças que, mesmo sem consciência formada, preservam uma noção silenciosa do que é justo. Elas sofrem a injustiça, mas não se confundem com ela. Não reproduzem automaticamente aquilo que as fere. Não porque saibam o que é ética, mas porque não se identificam com o agressor.

No campo filosófico, isso pode ser compreendido como a permanência de um ethos originário — um eixo interno que ainda não é pensamento, mas também não é instinto. No campo psicológico, trata-se da manutenção de um núcleo de coerência psíquica, frequentemente associado a uma sensibilidade elevada, a alguma experiência mínima de cuidado ou a uma organização emocional mais integrada desde o início.

Assim, o inconsciente não escolhe entre dois destinos. Ele apenas responde conforme a arquitetura disponível. Onde há sustentação simbólica, o sofrimento se transforma em elaboração. Onde não há, transforma-se em ruptura.

O que mais tarde chamamos de discernimento, maturidade ou sabedoria não nasce no trauma em si, mas na forma como o trauma foi metabolizado. A criança não entende o mundo, mas preserva a possibilidade de entendê-lo no futuro. E isso faz toda a diferença.

Por isso, quando observamos um adulto que atravessou contextos extremos sem perder o amor, a ética ou a capacidade de sentido, não estamos diante de alguém “escolhido”, nem de alguém “superior”. Estamos diante de alguém cujo mundo interno não desabou quando o externo falhou.

E essa sustentação, uma vez reconhecida, deixa de ser apenas proteção:

torna-se responsabilidade.

Pensamento Quântico

O que são campos morfogenéticos e campos mórficos?


Primeiro vamos entender um pouco sobre o que são campos de uma forma geral:

Os campos são regiões de influência não materiais. Ou seja, não é matéria, não se trata de energia, já que energia é matéria. Portanto não podemos falar campos de energia, ok?

Um exemplo de campo seria o campo de gravitação da Terra, que estende-se à nossa volta. Não nos é visível, mas nem por isso é menos real. Dá o seu peso às coisas e provoca a sua queda. Mantém-nos em contato com a Terra neste preciso momento; sem ele, flutuaríamos.

Também há campos eletromagnéticos, muito diferentes, pela sua natureza, da gravitação. Apresentam muitos aspectos e fazem parte integrante da organização de todos os sistemas materiais — dos átomos às galáxias. São essenciais à operação de toda a nossa maquinaria elétrica. E, à nossa volta, há, no campo, inúmeros padrões de atividade vibratórios que escapam aos nossos sentidos; podemos, todavia, distingui-los por meio de receptores de rádio ou de TV.

Tudo isto nos parece evidente. Vivemos, permanentemente, nestes campos, quer saibamos, quer não. Não duvidamos de que possuem uma realidade física.

E o que são, exatamente os campos morfogenéticos? Como é que funcionam?

Funciona através do que se chama ressonância mórfica. Quanto mais um organismo for semelhante a organismos anteriores, maior será a sua influência sobre ele por meio da ressonância mórfica. E quanto mais organismos semelhantes houver, maior será a sua influência cumulativa. Como todos os membros passados da espécie contribuem para formar estes campos, a sua influência é cumulativa: aumenta proporcionalmente ao número total dos membros da espécie.

Se os campos morfogenéticos são responsáveis pela organização e forma de sistemas materiais, eles devem ter estruturas características. E de onde vêm estes campos-estruturas? Derivam dos campos morfogenéticos associados a sistemas similares anteriores: os campos morfogenéticos de todos os sistemas passados tornam-se presentes para qualquer sistema similar subsequente; as estruturas de sistemas passados afetam sistemas similares subsequentes por uma influencia cumulativa que age tanto através do espaço quanto do tempo.

Enquanto os campos morfogenéticos influenciam a forma, os campos comportamentais influenciam o comportamento. Os campos organizadores de grupos sociais, como bando de aves, cardume de peixes e colônias de cupins, são chamados de campos sociais. Todos eles são campos mórficos. Todo campo mórfico tem uma memória inerente dada pela ressonância mórfica. Campos morfogenéticos, os campos organizadores da morfogênese, são um tipo da categoria mais ampla de campos mórficos, como uma espécie dentro de um gênero.

Resumindo, os campos morfogenéticos são campos não materiais que acumulam informações sobre a gênese (forma física/estrutura da espécie) e funcionam através de ressonância mórfica (quanto mais seres semelhantes dessa espécie, mais esse campo influenciará os próximos a nascer dessa espécie).

Enquanto Campos Mórficos, são subdivisões, onde essas forças, por ressonância mórfica influenciam o comportamento da espécie. Segue o mesmo padrão: quanto mais seres dessa espécie reproduzem um determinado tipo de comportamento, mas o campo será fortalecido e influenciará os descendentes dessa espécie.

Aline Charane

10/02/2026

Alquimista


Somos alquimistas da nossa própria essência.

Devemos sempre buscar compreender a esperança, puxar da força a firmeza e seguir, com coragem, a busca pelo caminho verdadeiro.

É nesse caminho que a limpeza e a organização caminham juntas, retirando os entulhos que se agarraram à alma e lançando para fora tudo aquilo que já não serve.

Assim, abrimos portais, purificamos o espaço e preparamos o terreno para o novo, para o bom, para o vivo.

Nosso desenvolvimento vem com potência,

carregado de energia boa e sonhos reais.

A ilusão também faz parte do processo, pois sempre pensamos além das nossas capacidades, e é exatamente por isso que o mérito é nosso por estarmos tão próximos daquilo que buscamos.

Eu sou o entendedor da vida e dela escrevo o meu livro, cheio de páginas.

Algumas poderiam ser arrancadas, é verdade…

mas em uma bela história,

cada página precisa da outra

para que o sentido exista.

Pensamento : Rafael Gomes 

A Sombra como Guia: enfrentando o que evitamos para descobrir quem somos


Carl Gustav Jung dizia que “ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão”.

A sombra, em sua concepção, não é apenas aquilo que escondemos dos outros, mas sobretudo o que escondemos de nós mesmos. É o território dos medos, das culpas, dos desejos reprimidos. E, paradoxalmente, é também o caminho para a autenticidade.  

Platão, em sua alegoria da caverna, já sugeria que vivemos presos às sombras projetadas na parede, evitando encarar a luz que revela a realidade. Mas Jung nos convida a inverter o olhar: não fugir das sombras, mas entrar nelas, pois é ali que mora a chave de nossa individuação.  

Conto da Floresta

Conta-se que um jovem guerreiro, ao atravessar uma floresta escura, encontrou um monstro que o aterrorizava desde a infância. Em vez de lutar ou fugir, decidiu sentar-se diante dele. O monstro, surpreso, perguntou: “Por que não corres?”. O guerreiro respondeu: “Porque já corri demais. Quero saber quem você é”. O monstro sorriu e se dissolveu em fumaça, revelando apenas um espelho. O reflexo que o guerreiro viu não era de um inimigo, mas de si mesmo.  

Filosofia e Existência

Nietzsche afirmava que “aquele que combate monstros deve cuidar para que não se torne um monstro”. A sombra nos lembra disso: ao negá-la, projetamos nos outros o que não aceitamos em nós. Kierkegaard, por sua vez, via o desespero como a recusa de ser quem realmente somos. Enfrentar a sombra é, portanto, aceitar o desespero como parte da jornada, até que ele se transforme em liberdade.  

Exemplos cotidianos

- O medo de fracassar pode esconder um desejo profundo de criar.  

- A raiva reprimida pode revelar uma necessidade de justiça.  

- A tristeza persistente pode ser um chamado para mudar de caminho.  

Assim, o que evitamos é muitas vezes o que nos guia.  

Conto do Espelho Partido

Uma mulher vivia em uma casa cheia de espelhos, mas todos estavam cobertos por panos. Um dia, um vento forte arrancou os tecidos e ela viu sua imagem fragmentada em mil pedaços. Chorou, pensando estar quebrada. Mas ao recolher cada fragmento, percebeu que podia montar um mosaico novo, mais belo e verdadeiro do que o reflexo perfeito que antes evitava.  

“A sombra não é o fim da luz, mas o convite para descobrir quem realmente a projeta.”  

Portais Terapêuticos

Consciência que Cura!

EVOLUIR


Evoluir é honrar quem você é hoje,mesmo que isso implique soltar quem você foi.

E não, nem sempre é fácil.

Existem versões suas que sustentaram você

quando ainda não sabia como fazê-lo.

Versões que nasceram para sobreviver,

para se encaixar, para não sentir tanto.

Soltá-las não é ingratidão.

É consciência.

Crescer dói quando você percebe

que já não cabe em certos lugares,

em certas dinâmicas,

em determinadas formas de se relacionar consigo e com o mundo.

Mas permanecer onde já não existe honestidade consigo mesmo dói ainda mais.

Evoluir não é mudar por moda nem por pressão externa.

É escutar a si com coragem.

É permitir-se atualizar.

É parar de se trair por hábito.

Hoje, você não precisa justificar quem está se tornando.

Precisa apenas respeitar isso.

Porque honrar o seu presente

também é uma forma profunda de amor-próprio.

Terapias de Luz

10 SINAIS DE QUE VOCÊ É UMA PESSOA SENSITIVA


1- Os sensitivos sabem coisas sem que elas lhes sejam ditas. É um conhecimento que vai além da intuição.

2- Se sentem sobrecarregados em lugares como shoppings, supermercados ou estádios, onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor

3- Sentem emoções vindas daqueles que estão perto e outras poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas.

4- Geralmente sabem quando alguém está mentindo para ele.

5- Muitas vezes se sentem esgotados ou sem energia, principalmente depois de estarem perto de pessoas densas e que reclamam muito.

6- Tem intuições constantes sobre o que pode acontecer, lugares que devem ou não devem ir.

7- São muito conectados com quem amam, geralmente pensam as mesmas coisas na mesma hora, sentem sua chegada ou a aproximação de algum contato.

8- Não suportam assistir ou ficarem sabendo de crueldades. Costumam não assistir noticiários.

9- Gostam de estarem sozinhos, de terem tempo para ler, aprender, porém são ótimos ouvintes.

10- Sentem-se atraídos por assuntos ligados a espiritualidade, terapia holística e metafísicos.

Comente aqui se você tem alguns desses sinais ou marque aquela pessoa sensitiva que você conhece!🌸💜

Texto: Alexandro Gruber

Por: Terapia Interior

Código da Verdade

🌺 Lakshmi e o sentido da prosperidade


Na tradição hindu, Lakshmi não é apenas a deusa do dinheiro.

Ela representa aquilo que faz a vida prosperar — por dentro e por fora.

Prosperidade, aqui, não é só ter.

É conseguir sustentar o que se tem, com equilíbrio, cuidado e sentido.

Por isso se diz que Lakshmi não é algo que se “conquista”.

Ela permanece onde existe harmonia.

🪔 Onde a prosperidade gosta de ficar

Lakshmi é associada à ordem simples das coisas:

um ambiente cuidado

relações mais claras

intenções mais honestas

Não porque isso “agrada aos deuses”,

mas porque onde tudo flui melhor, a abundância encontra espaço.

É como a água:

ela não briga para entrar,

ela ocupa o lugar onde há passagem.

🪷 O mantra não é um pedido

Quando alguém entoa

Om Shreem Maha Lakshmiyei Namaha,

não está implorando por riqueza.

Está dizendo, em som e intenção:

“Que minha vida esteja em sintonia com o fluxo da prosperidade.”

O som acalma, organiza e alinha.

E quando a mente se organiza,

as escolhas mudam.

E quando as escolhas mudam,

a vida responde.

🌿 Prosperidade não é só dinheiro

Na visão hindu, não existe riqueza verdadeira se:

ela destrói a paz

rompe vínculos

cria vazio por dentro

Por isso Lakshmi também é:

bem-estar

clareza

beleza simples

sensação de estar no lugar certo

Quando o material e o interior caminham juntos,

a prosperidade deixa de ser esforço

e vira continuidade.

🐘 O que os símbolos querem dizer (sem mistério)

O lótus mostra que algo belo pode nascer mesmo em águas turvas

O ouro fluindo lembra que o que não circula, apodrece

Os elefantes representam força tranquila e estabilidade

A luz indica clareza, não excesso

Cada símbolo aponta para a mesma ideia:

prosperidade é equilíbrio em movimento.

✨ Em poucas palavras

Lakshmi não chega quando se pede muito.

Ela chega quando a vida está preparada para receber e sustentar.

Quando existe cuidado, presença e intenção,

a abundância não precisa ser forçada.

Ela simplesmente… acontece.

E talvez seja por isso que esse símbolo atravessa séculos:

não promete milagres,

mas ensina como viver de um jeito que o milagre se torna possível.

Pensamentos Quântico 

Unificando a Fonte Criadora com a Nossa Consciência


Desde o nascimento você é treinado para manter a atenção na matéria, não na energia. Você é condicionado a acreditar que precisa dos sentidos para experimentar a realidade; em outras palavras, se você não vê, ouve, sente, cheira, toca ou prova algo, a coisa não existe. 

Por causa disso, a maioria das pessoas coloca a maior parte da atenção na matéria, nos objetos e nas partículas como a salvação de todos os problemas, dedicando muito pouco tempo a colocar atenção na energia, na informação existente nas ondas vibratórias. 

Você não tem consciência do dedão do pé esquerdo até dar atenção a ele. O dedo sempre existiu, mas você não prestava atenção. Porém, no momento em que coloca a atenção no dedo, ele passa a existir. É assim com o campo unificado. Quanto mais tomar consciência dele, mais ele existirá em sua realidade. Ao focar apenas na matéria, as pessoas excluem de sua vida a possibilidade. 

A Fonte de Origem é isso, uma energia emitindo várias frequências de possibilidades. Quanto mais você prestar atenção nela, mais possibilidades devem aparecer em sua vida.

Como onde você coloca a atenção é onde coloca sua energia, no momento em que fica ciente do campo unificado, sua atenção faz com que ele se expanda. Quando você coloca atenção e consciência na dor, ela se expande, porque você a experimenta mais. Se continuar dando atenção à dor e a experimentando cada vez mais, ela se tornará parte de sua vida. 

O mesmo acontece com o campo unificado; quando você coloca a atenção nele e se torna mais consciente dele, o campo se expande. E, assim como a dor, quando você o experimenta mais, ele existe como parte de sua vida.

Simplesmente por colocar a atenção nele se conscientizar, perceber, experimentar, sentir, interagir e permanecer presente momento a momento, o campo unificado aparece e se projeta em sua realidade no dia a dia. Como o campo aparece e se projeta? 

Como desconhecidos: serendipidades, sincronicidades, oportunidades, coincidências, sorte, estar no lugar certo na hora certa, momentos cheios de admiração.

A partir de minha experiência, a melhor descrição do campo unificado é como uma inteligência divina e amorosa e um amor inteligente que está dentro de você e ao seu redor; toda vez que você dirige sua atenção a ele, torna-se consciente da presença do divino dentro de você e ao seu redor. Ao colocar a atenção nele, o divino deve aparecer mais em sua vida. Como consciência é percepção e percepção é prestar atenção, quando você está consciente dele e prestando atenção a ele, começa a se fundir com ele. Sua experiência do divino o fará literalmente se tornar divino; à medida que você se projeta cada vez mais fundo dentro do campo unificado, há mais e mais a explorar e experimentar.

Marcus Saback