A Paz Profunda não é necessariamente silêncio, mas um estado de existência, animado pela consciência do mais importante "Eu existo".
FRC
Esse é um espaço, para nos levar a refletir sobre autoconhecimento e autotransformação. Autoconhecer-se é descobrir suas forças e suas fraquezas e viver bem com isso. Estar em paz com quem você realmente implica em uma existência pacífica consigo mesmo e seus semelhantes.
FRC
Está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil.
Está associado às glândulas pineal e pituitária e com as cores índigo e roxo; representa percepção, intuição e conhecimento.
Durante muito tempo, o terceiro olho foi colocado unicamente no campo do mítico, porém hoje a ciência acredita que estabeleceu uma conexão entre ele e as glândulas pineal e pituitária.
Seus olhos físicos permitem ver a dimensão do mundo material;
Porém o terceiro olho possibilita a visão, a profundidade e a dimensão dos mundos sutis.
A atribuição do Terceiro Olho é ver o invisível e conhecer o oculto.
É o centro da intuição e da nossa conexão direta com a infinita fonte de sabedoria.
Esta é uma experiência encantadora que une os seres que a realizam.
Pode ser praticado entre casais, irmãos, filhos e também com os amigos.
Este ato tem o poder de despertar sentimentos muito profundos e curativos, também é um método para curar doenças espirituais antigas.
A maneira de praticá-lo deve ser da seguinte forma:
֍ Tome as mãos da pessoa que você vai beijar;
֍ Olhe nos olhos da pessoa e lhe envie bênçãos;
֍ Depois de alguns segundos, segure-lhe a cabeça com as duas mãos sobre as orelhas e deposite o beijo entre as sobrancelhas;
֍ Ao beijar, feche seus olhos e pense em um triângulo com seus três lados iguais, no ângulo superior é Deus e, nos dois mais baixos, as duas pessoas que interagem nessa bela demonstração de amor fraternal.
֍ Esta é uma experiência extremamente gratificante, onde, você ajuda a ativar as Glândulas Pineal e Pituitária, com as quais as duas almas estão unidas com Alma do Criador, transmitindo a pessoa um sentimento de Amor, Paz, Harmonia, Bem estar e Segurança.
Namastê!
Fonte:Instituto Terapia de luz
Elas inspiram, acolhem, incentivam e mostram que há espaço para todos crescerem. Quem encontrou a própria paz não sente necessidade de competir, humilhar ou diminuir o outro.
A verdadeira iluminação não é sobre parecer superior. É sobre ter consciência, compaixão e coragem para estender a mão, mesmo quando a vida já ensinou através da dor.
Quando uma pessoa desperta para a própria essência, ela entende que a luz se multiplica quando é compartilhada. E quanto mais pessoas iluminadas existirem, mais esperança haverá no mundo.
Essa diferença de peso tem nome: É o racismo estrutural operando sob a máscara da religiosidade. O racismo religioso não ataca apenas o dogma, ele ataca o corpo, a história e a ancestralidade negra. Enquanto as religiões orientais foram, de certa forma, "elitizadas" no imaginário ocidental, as religiões de matriz africana continuam sendo alvo de um processo de demonização que vem desde o período da escravidão.
É uma tentativa perversa de manter o controle sobre o que é considerado "civilizado". Quando alguém ataca um terreiro ou um barracão, essa pessoa não está defendendo a Bíblia ou qualquer outro livro sagrado, ela está projetando um ódio histórico e tentando apagar uma identidade que sobreviveu a séculos de opressão. É a negação da humanidade do outro através da negação da sua fé.
O uso da divindade para validar o preconceito é um dos maiores sintomas de uma alma que adoeceu. Quando usamos o nome de Deus para justificar a exclusão, estamos criando um "deus" à nossa imagem e semelhança, ele fica pequeno, vingativo e intolerante. O verdadeiro sagrado, em qualquer tradição que se preze, deveria ser uma ponte para o reconhecimento da individualidade e das diferenças do "outro", aceitando que existem perspectivas, culturas e modos de vida distintos dos seus, e não um muro.
O silêncio diante dessas agressões também é um posicionamento. Se nos sentimos confortáveis com a perseguição de uma fé que não é a nossa, estamos comunicando que o nosso respeito tem cor e endereço. E isso é o oposto de qualquer espiritualidade genuína.
Olhar para dentro e questionar: "Por que o sagrado do outro me ameaça tanto?" é um exercício libertador.
*
Autor Valter Cichini Junior
A cura para a intolerância não está em convencer o mundo de que a nossa fé é a melhor, mas em entender que o respeito é a base de qualquer convivência ética. No fim das contas, a nossa verdadeira religião é a forma como tratamos quem não acredita nas mesmas coisas que nós.
Sempre se lembre que suas atitudes falam muito mais de você do que suas palavras!
Paz e luz.
Emmanuel ensinou que a intimidade não é apenas encontro de corpos: é fusão fluídica real. Duas psicosferas se interpenetram, e cada uma leva embora um pouco do que a outra trazia. Quando há afeto, a troca renova. Quando há apenas utilidade, a troca esvazia.
Na mecânica espírita, o intercâmbio genital mobiliza intensamente os centros de força genésico e esplênico. Encontros repetidos sem vínculo afetivo tendem a produzir dispersão de fluido vital e permuta de conteúdos densos, com sensação persistente de cansaço, irritabilidade e vazio que nenhum novo encontro resolve.
A psicologia converge. Pesquisas sobre relações casuais indicam que os desfechos emocionais variam conforme a motivação: quando o encontro nasce de desejo genuíno, os efeitos costumam ser neutros ou positivos; quando nasce de solidão, pressão social ou tentativa de reter alguém, associa-se com maior frequência a arrependimento e sintomas depressivos. Não é o ato que fere. É a fome que o motivou.
Isso não é sermão sobre pureza nem julgamento de ninguém. A doutrina espírita não trata a sexualidade como sujeira, e sim como força criadora que pede consciência.
E uma linha necessária: sexo sem consentimento pleno não entra nesta conversa. É violência, e a responsabilidade é inteira de quem violenta.
A pergunta é só sua: da última vez, você buscava o outro ou buscava não ficar sozinho consigo?
@espalhandoadoutrinaespirita
É preciso mais que aparência para fazê-la vibrar. É preciso essência, conexão e sintonia.
A alma vibra com aqueles que ela reconhece pertencer a mesma tribo da qual ela faz parte. E é ao lado destes que ela sente ter encontrado sua casa, o amor!
Alexandro Gruber
Tenham todos um ótimo e abençoado dia, cuidando para que sua felicidade aconteça conforme seus esforços, e tendo gratidão por outra oportunidade de vida. Fiquem e permaneçam bem.
Mas o que realmente significa trabalhar com as partes do nosso ser? E como a Apometria, enquanto ferramenta vibracional e multidimensional, atua para restaurar essa totalidade, promovendo a elevação da consciência?
O que são as partes do nosso ser na Apometria?
Na Apometria, o ser humano é visto como um sistema complexo e consciente, formado por múltiplas dimensões e corpos sutis.
Ao longo da vida, especialmente após experiências traumáticas ou intensas, porções da nossa essência podem se desconectar.
Essas desconexões fixam a energia em padrões que influenciam nossa percepção e geram reações inconscientes.
Compreender essas partes do ser na Apometria é essencial para o processo terapêutico e de harmonização vibracional.
Fragmentos Energéticos nos Corpos Sutis
Essas partes do ser na Apometria incluem desequilíbrios ou “pedaços” de energia que se desprenderam ou fixaram em um dos nossos corpos sutis (etérico, astral, mental ou espiritual).
Fixadas por choques, traumas ou estresse intenso, essas marcas energéticas afetam o fluxo vital, impactando a saúde integral.
A Apometria atua para dissolver esses nós e restaurar a fluidez.
Porções da Essência ou Fractais
As partes do ser na Apometria também são vistas como fractais que se desprendem em situações de dor ou trauma.
Esses fragmentos continuam conectados por laços energéticos e influenciam nossa percepção e comportamento.
A Apometria promove sua reintegração, restaurando a totalidade da consciência.
“Eus” Interiores ou Subpersonalidades
Inspiradas na psicologia, essas partes do ser na Apometria correspondem a subpersonalidades estagnadas em estados emocionais passados. Atuam como mecanismos de defesa, mas bloqueiam o fluxo natural da energia.
A Apometria acolhe e reintegra essas subpartes, permitindo maior Harmonia Emocional.
Extratos de Personalidade ou Padrões Kármicos/Geracionais
Em uma visão expandida, as partes do ser na Apometria incluem consciências fragmentadas de outras vidas ou heranças ancestrais que moldam nossos padrões atuais.
A técnica reestrutura essas influências, dissolvendo programações vibracionais herdadas e promovendo cura em nível profundo.
Simone Kobayashi
Fonte:personare.com.br
E se tivermos sabedoria e consciência suficientes para entender e reconhecer isso, em vez de direcionar negatividade e agressão à pessoa que causou essa dor ou apontou sua presença, redirecionamos o foco da atenção para nós mesmos – para o reconhecimento de sua existência em nós e para seu subsequente reconhecimento, cura e liberação.
E, claro, não nos esquecemos de agradecer ao outro por esse serviço, ajuda e papel ingratos, mas tão necessários para o nosso próprio bem.
Porque ninguém em nosso ambiente é acidental e todos carregam uma mensagem importante para nós – contanto que sejamos humildes e sábios o suficiente para tentar ouvir além das emoções momentâneas que nos dominam, da dor, dos traumas e das reações e tendências usuais, completamente inconscientes.
Neste mundo, muitas coisas não são o que parecem à primeira vista e o que somos Acostumado a acreditar.
E, na maioria dos casos, tudo é exatamente o oposto.
Eduard Tarashansky
#ResistênciaAceitação
QUANTO MAIS VOCÊ CAMINHAR NA DIREÇÃO ERRADA
mais você deverá retornar ao seu Verdadeiro Caminho.
"Quanto mais próximo você estiver de si mesmo, menos espaço haverá para aqueles que tentarem influenciá-lo ou manipulá-lo."
"Quando você está focado em si mesmo - em seu Espírito - mesmo que haja tentativas de interferir em sua energia, psique e corpo, a possibilidade de uma verdadeira transformação é minimizada."
"Nenhum inimigo poderá tocá-lo. Sua mente é um escudo, seu espírito é uma espada. Permaneça desperto, aja através de seus movimentos internos e seja intocável."
"Quando a união com a Fonte for estável, ninguém terá poder sobre você."
"Se você se mantiver firme em si mesmo e não sucumbir a influências externas, tentações e manipulações, aqueles que ousarem lhe desejar o mal serão atingidos e feridos."
"Permaneça em si mesmo e não abandone sua Essência interior. Onde não há medo, não há acesso à manipulação. E onde a consciência permanece pura e calma, qualquer influência externa é fraca e impotente para lhe causar dano."
"A proteção mais forte é retornar a si mesmo – ao Espírito – ao silêncio, à clareza e ao apoio interior inabalável."
"Quando você sentir o medo corroendo sua alma, saiba que isso também não provém de sua Natureza Interior e que, para esse estado existir, significa que você não está em unidade consigo mesmo."
"E deixe que todo o resto siga sua aspiração de ser Você Mesmo. Tudo é importante, mas, acima de tudo, é preciso ser Um com sua Essência Interior."
"Você não pode ter prioridade maior do que a Unidade com a sua Essência Interior."
"A melhor coisa que pode lhe acontecer na vida é retornar ao seu Verdadeiro Lar - a Você Mesmo."
"Onde há poder verdadeiro, não há necessidade de demonstrações. Onde há profundidade, não há necessidade de ruído. E onde há Vazio, não há ego querendo se exibir."
Ernani Leal Paula
Um oleiro faz potes e panelas a partir do barro da terra, que, por isso, é chamado mrinmaya (material e efêmero). Mas, você é Chinmaya (espiritual e transcendental), pois Brahma, o Oleiro Divino, o fez a partir da Verdade (Sat), da Consciência (Chit) e da Bem-aventurança (Ananda). Compreenda essa diferença e molde suas ações. Aja de acordo com o que professa ser; esse é o Dharma real (retidão).”
~ Sathya Sai Baba
http://www.sathyasai.org.br/
Todos nós temos um Eu Superior.
Sem exceção.
Ele não está fora de nós.
Não está distante.
Não está em algum lugar inacessível, esperando que um dia sejamos suficientemente evoluídos para encontrá-lo.
Ele está aqui.
Bem perto. Quase grudado em nós.
Tão próximo que, muitas vezes, é justamente por isso que não conseguimos percebê-lo.
Ele não está ausente.
Está apenas oculto.
Oculto por tantas camadas que fomos acumulando ao longo da vida: crenças, medos, expectativas, condicionamentos, necessidade de aprovação, necessidade de pertencer, necessidade de sermos aquilo que o mundo espera que sejamos.
E talvez o nosso maior propósito nesta experiência terrestre seja justamente esse:
desvendar aquilo que já somos.
A verdadeira libertação não está em fugir da Terra, abandonar o mundo ou encontrar alguém que nos mostre o caminho.
Está em estabelecer a verdadeira conexão com o nosso Eu Maior.
E o caminho até ele é o caminho da verdade.
Não da verdade que os outros esperam de nós.
Mas da verdade da nossa própria essência.
É escolher agir de acordo com aquilo que verdadeiramente somos, mesmo quando isso significa deixar de corresponder às expectativas de um sistema que nos ensinou, desde cedo, a olhar para fora para descobrir quem deveríamos ser.
E é justamente aí que o caminho pode se tornar desafiador.
Porque enquanto todos apontam para fora, você começará a fazer o movimento inverso.
Você começará a voltar para dentro.
E quando isso acontece, algumas coisas podem doer.
Você pode incomodar.
Algumas pessoas podem se afastar.
Relacionamentos podem mudar.
Você pode ser incompreendido.
E, no início, talvez surja um vazio.
Uma sensação estranha de não pertencer mais aos lugares onde antes você se encaixava.
Pode surgir até uma vontade enorme de gritar:
“E agora? Onde eu pertenço?”
Mas permaneça.
Respire.
Não tenha pressa de preencher esse vazio.
Porque talvez esse vazio não seja ausência.
Talvez seja espaço.
Espaço sendo criado para que você finalmente encontre a si mesmo.
E, pouco a pouco, aquilo que parecia solidão começa a se transformar em presença.
O silêncio deixa de assustar.
A necessidade de aprovação diminui.
A necessidade de explicar quem você é começa a desaparecer.
E uma paz começa, silenciosamente, a tomar conta do seu ser.
Você começa a perceber que não precisa mais correr atrás de algo que estava tão perto.
Não precisa mais pedir ao mundo autorização para existir.
Não precisa mais pertencer a qualquer sistema para sentir que pertence à vida.
Porque você começa a pertencer a si mesmo.
E então compreende:
o Eu Superior nunca esteve distante.
Era você quem estava distante de si.
A conexão não precisava ser criada.
Precisava ser desvendada.
E quando finalmente começamos a viver pela verdade da nossa essência, algo dentro de nós reconhece o caminho.
Não porque tudo se torna fácil.
Mas porque, mesmo diante dos desafios, existe uma paz que antes não existia.
E essa paz traz consigo algo precioso:
a liberdade.
A liberdade de ser.
A liberdade de escolher.
A liberdade de não precisar mais viver para caber.
E talvez seja esse o verdadeiro despertar:
não encontrar o Eu Maior em algum lugar além de nós,
mas retirar, camada por camada, tudo aquilo que nos impediu de perceber que ele sempre esteve aqui.
Tão perto.
Tão presente.
Tão nosso.
Esperando apenas que tivéssemos coragem de voltar para dentro.
E, ao encontrá-lo, descobrimos que o caminho estava correto desde o princípio.
O caminho de volta sempre foi o caminho de volta para nós mesmos.
Lindo dia, lindas almas!!
Espaço CAC
Campo de Ativação da Consciência
Fátima Sansone