24/04/2026

MEDICINA BEM COMPREENDIDA


Muitas doenças não são doenças, mas sim envelhecimento normal. 

O diretor de um hospital de Pequim deu estes conselhos aos idosos:

Você não está doente, você está envelhecendo. 

Muitas condições que você considera doenças não são doenças, mas sim sinais de que o corpo está envelhecendo.

1. Memória fraca não é Alzheimer, mas um mecanismo de autoproteção do cérebro idoso. Isso é o cérebro envelhecendo, não uma doença. Se você simplesmente esquece onde colocou as chaves, mas consegue encontrá-las sozinho, NÃO é demência.

2. Andar devagar e ter pernas e pés instáveis não é paralisia, mas degeneração muscular. A solução NÃO é tomar remédios, mas sim *se mexer*.

3. Insônia não é uma doença, mas o cérebro está ajustando seu ritmo. É uma mudança na estrutura do sono. Não tome remédios para dormir indiscriminadamente. A dependência prolongada de pílulas para dormir e outros medicamentos para adormecer aumenta o risco de quedas, comprometimento cognitivo, etc. 

A melhor pílula para dormir para idosos é tomar mais sol durante o dia e manter uma rotina regular.

4. Dores no corpo não são reumatismo, mas uma reação normal ao envelhecimento dos nervos.

5. Muitos idosos dizem: Meus braços e pernas doem em todos os lugares. É reumatismo ou hiperplasia óssea? Os ossos ficam frouxos e finos, mas 99% das "dores no corpo" não são uma doença, mas uma condução nervosa lenta, que amplifica a dor. Isso é chamado de sensibilização central, uma alteração fisiológica comum em idosos. Exercícios são a cura, em vez de tomar remédios.

6. Colesterol. Os idosos têm níveis de colesterol ligeiramente mais altos porque viveram mais. O colesterol é a matéria-prima para a síntese de hormônios e membranas celulares. Um nível muito baixo pode facilmente reduzir a imunidade. As Diretrizes para a meta de redução da pressão arterial em idosos são <150/90 mmHg, e não o padrão para jovens <140/90. Não trate o envelhecimento como doença.

7. Envelhecer não é uma doença, é um caminho necessário.

Algumas palavras devem ser ditas aos idosos e seus filhos:

Primeiro, lembrem-se: nem todo desconforto é uma doença.

Segundo, muitos idosos têm medo de ficar "assustados". Não se assustem com o laudo do exame físico nem se deixem enganar por propagandas.

Terceiro, o mais importante para as crianças não é levar os pais apenas ao hospital, mas acompanhá-los em caminhadas, banhos de sol, refeições, conversas e vínculos.

O envelhecimento não é o inimigo. É outra palavra para viver... mas a estagnação é o inimigo!

Mantenha-se saudável

Um oncologista brasileiro disse:

1. A meia-idade começa aos 50 e deve terminar aos 70.

2. Os anos dourados começam aos 70 e terminam aos 80.

3. A velhice começa aos 80 e termina aos 90.

4. A longevidade começa aos 90 e termina após a morte.

5. O principal problema de uma pessoa idosa é a solidão. Geralmente, os cônjuges não morrem juntos, alguém morre primeiro. Uma viúva ou viúvo se torna um fardo para a família. Por isso é tão importante não perder o contato com os amigos, reunir-se e se comunicar com frequência, para não ser um fardo para seus filhos e netos, que provavelmente nunca o dirão.

Minha recomendação pessoal é não perder o controle da sua vida. Isso significa decidir quando e com quem sair, o que comer, como se vestir, para quem ligar, a que horas dormir, o que ler, com o que se divertir, o que comprar, onde morar, etc. Porque se você não puder fazer todas essas coisas livremente e sozinho, você se tornará uma pessoa insuportável que será um fardo para os outros.

William Shakespeare disse: "Estou sempre feliz!" Sabe por quê? Porque eu não espero nada de ninguém. Esperar é sempre angustiante. Os problemas não são eternos; eles sempre têm uma solução. Acreditamos que somos os culpados pelos nossos problemas. O único para o qual não há cura é a morte.

Antes de reagir... respire fundo;

Antes de falar... ouça;

Antes de falar... ouça;

Antes de criticar... olhe para si mesmo;

Antes de escrever... pense com cuidado;

Antes de atacar... renda-se;

Antes de morrer... viva a vida mais bela que puder!

O melhor relacionamento não é com a pessoa perfeita, mas com alguém que aprendeu e está aprendendo a viver da forma mais interessante e bela possível. Observe as deficiências dos outros... mas também admire e elogie suas virtudes.

Se você quer ser feliz, precisa fazer outra pessoa feliz. Se você quer algo, precisa primeiro dar algo de si. Você precisa se cercar de pessoas boas, amigáveis e interessantes e ser uma delas.

Lembre-se: em momentos difíceis, mesmo com lágrimas nos olhos, levante-se e diga com um sorriso: "Está tudo bem, porque somos frutos de um processo evolutivo."

Mensageiro da luz

José Martins 

Abraçando a vida


Nos tornamos muito mais inteiros quando podemos confiar na nossa dor, na nossa tristeza, na nossa confusão, confiando tanto nos nossos momentos de luz e abertura quanto nos de resistência e contração, nos abrindo para escutar aquilo que se passa dentro de nós.  

Neste momento, você está onde você precisa estar, sendo quem você precisa ser. Simplesmente porque é assim que a Vida se apresenta nesse momento. Sua vida, do jeito que ela é agora, é a sua prática espiritual.

Abraçando a sua Vida no presente, você abraça tudo o que você já viveu e tudo o que você ainda vai viver; você abraça a revelação do seu Ser.  

Namastê

Sexta de reflexão


Quando vemos alguém apenas como “mais uma pessoa”, é comum que venham junto julgamentos, expectativas, rótulos e até frustrações. A gente passa a analisar atitudes, comparar comportamentos e, muitas vezes, reagir com base em feridas nossas, não no que o outro realmente é.

Mas quando mudamos essa lente e começamos a enxergar o outro como “energia”, algo dentro de nós também muda. Não no sentido místico exagerado, mas como uma forma mais sensível de perceber o que aquela pessoa transmite: paz ou tensão, leveza ou peso, verdade ou desconforto. Você deixa de focar só no que a pessoa aparenta ou faz e passa a sentir o que ela te causa.

Essa mudança de perspectiva traz mais consciência para os relacionamentos. Você começa a entender melhor por que se sente bem perto de algumas pessoas e drenado perto de outras. Aprende a respeitar seus limites, a se afastar do que te faz mal sem culpa e a valorizar o que te faz bem sem medo.

Além disso, esse olhar reduz julgamentos. Porque, quando você entende que cada pessoa carrega sua própria energia — formada por histórias, dores, aprendizados e vivências — você passa a olhar com mais empatia. Nem tudo é sobre você. Nem toda atitude do outro é pessoal. Muitas vezes, é apenas o reflexo do que ele carrega por dentro.

No fim, essa visão não desumaniza — pelo contrário, ela humaniza ainda mais. Porque te faz perceber que todos somos feitos de algo que vai além do que se vê. E quando você aprende a sentir, em vez de apenas julgar, seus relacionamentos ficam mais leves, mais verdadeiros e muito mais conscientes.

Fonte: Evoluindo com Hooponopono 

23/04/2026

Lição de Jung


Carl Jung, aconselhou um amigo sobre a felicidade dizendo: "Mesmo a vida mais feliz não pode ser medida sem alguns momentos de escuridão".

Carl Gustav Jung deixou uma das reflexões mais provocativas da psicologia ao afirmar que nem mesmo a vida mais feliz pode ser vivida sem momentos de escuridão. Essa ideia continua atual porque confronta uma busca comum, a de eliminar toda dor, todo conflito e toda contradição. Na visão junguiana, a felicidade não nasce da ausência de dificuldades, mas da capacidade de compreender o que cada experiência revela sobre quem somos de verdade.

Para Jung, a felicidade não era um estado permanente de prazer, calma ou satisfação. Ele percebeu, ao longo de sua prática clínica, que muitas pessoas sofriam justamente por tentar sustentar uma imagem ideal de equilíbrio, escondendo sentimentos incômodos, frustrações e medos que continuavam vivos no inconsciente.


EU TAMBÉM!


"Não tenho mais paciência para algumas coisas da vida. Não porque me tornei arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto em que não quero mais perder meu tempo com coisas que me deixam infeliz ou triste.

Não tenho mais paciência para cinismo, críticas excessivas ou cobranças de qualquer tipo. Perdi a vontade de agradar quem não me valoriza, não tenho amor por quem não me ama e não quero sorrir para quem não sorri para mim.

Não vou perder mais um segundo com aqueles que mentem para mim ou tentam me manipular. Não quero nem estar perto de quem finge, de quem é desonesto ou superficial.

Não tolero a arrogância acadêmica e não aceito a trivialidade popular. Eu odeio conflitos. Acredito em um mundo cheio de diversidade e por isso evito pessoas com atitudes rígidas e traços inflexíveis.

Na amizade, não tolero falta de lealdade e traição. Não concordo com quem não sabe fazer um elogio ou uma palavra de incentivo.

Tenho dificuldade em entender as pessoas que não gostam de animais. E acima de tudo, não tenho paciência para quem não merece a minha paciência."

- Meryl Streep e eu também!

Fonte:magiadasiluminadas

Perversidade


O perverso usa o mecanismo do desmentido para lidar com a castração, numa tentativa de ficar imune. A castração é aquilo que simbolicamente dará sustento à lei (dizendo de forma bem simplista). O uso desse mecanismo (o desmentido), é a forma do perverso mostrar que sabe que a castração existe (ou que a lei existe), porém não a considera.

Segundo Freud, a função ética, nasce da vivência edipiana, na relação com a castração, onde o sujeito tem a possibilidade de deixar para trás a onipotência e a arbitrariedade. A modalidade perversa se coloca como tendência a desconsiderar a submissão à lei, dando continuidade ao arbitrário.

A perversão não se restringe àquilo que é sexualmente bizarro ou maligno (no sentido de assassinato), mas incide na possibilidade de satisfação e sustentação do desejo atualizado.

Da mesma forma, lida com a própria angústia, negando sua existência. Para isso, institui um objeto (material ou comportamental), que é colocado no lugar da falta (consequência da castração e motivo de angústia). Quase que numa indicação de não repressão.

Ao desmentir a castração, a lei, a falta e a angústia, o perverso indica sua forma de lidar com o outro – desconsiderando. O outro existe, mas como possibilidade de uso para sua satisfação. Por isso, o perverso o manipula.

O perverso entrega sua angústia ao outro como enigma. Não se inibe, nem se recrimina, pois para isso teria que considerar o outro na relação. Sua via é de manipulação, para assim, acessar a satisfação. O outro é então objeto de manobra para o gozo.

O objeto do perverso é como um véu, que faz duplo efeito: aponta a falta e a desmente. O objeto, nem sempre é material, nem sempre tem foco no prazer sexual, mas se remete àquilo da falta e da angústia que o perverso não quer saber. Dessa forma, o poder (arbitrário) pode ser objeto do perverso.

Os outros se colocam à disposição da manipulação do perverso pelo enigma que concerne. A idolatração do perverso de cunho submisso, se instaura na medida em que o perverso faz por que quer, faz por satisfação. Ele faz aquilo que os outros (manipulados) gostariam de fazer, mas seu conflito com a lei (interna) não permite.

Com isso, o perverso submete o outro à sua culpa. Ou seja, já que ele não reconhece a castração, não reconhece a falta, não considera o outro, também não sente culpa (o que não significa, em hipótese alguma, que não tem responsabilidade) e a entrega para que o outro a sinta: “a culpa é sua”. Essa culpa está no sentido subjetivo, da constituição do sujeito. O perverso coisifica o outro e ainda o torna culpado.

Contudo, a modalidade perversa não é simples de ser manejada. O perverso precisa de investimento psíquico, intelectual e corporal para manter sua satisfação, por isso, vemos o perverso por vezes como grande articulador, como grande calculista, como grande incitador. Ou seja, a manipulação é necessária para sustentar seu objeto.

Neste sentido, o perverso usa o poder como objeto de satisfação fetichista. Daí desmente as leis, desmente as normas, desmente a ética. O poder é o objeto que constitui sua subjetividade e, portanto, sua manutenção é imprescindível. Para fazer valer esse objeto, o perverso manipula o outro (que deve se submeter), com encantamento.

Torna-se, então, uma figura idealizada daquele que tudo pode, pois tudo faz. Os submetidos não percebem sua manipulação porque sua articulação tem caráter de montagem, fazendo o submetido se considerar importante. Mas o perverso não liga para o submetido, pois o que realmente importa é a manutenção de seu objeto de gozo.

Por Fernanda Tomaz

A razão não faz escândalo.


Ela não precisa gritar para existir, nem se impor no tom para ter valor. Quem tem clareza não sente necessidade de transformar tudo em confronto. Sabe que nem toda conversa precisa acabar ali, nem toda provocação merece resposta, nem toda insistência vale o desgaste.

Muita gente levanta a voz achando que isso fortalece o argumento. Quase nunca fortalece. Só mostra pressa, descontrole ou necessidade de vencer de qualquer jeito. A razão costuma andar mais devagar. Observa mais. Fala menos. E, quando precisa, espera.

Esperar também é inteligência.

Tem coisa que o impulso bagunça, mas o tempo ajeita. Tem discussão que só existe porque alguém quer plateia. Tem momento em que responder na hora só alimenta o ruído. Nesses casos, o silêncio não é fraqueza. É escolha.

Quem amadurece aprende isso. Aprende a não gastar energia para provar o óbvio a quem não quer entender. Aprende a sair de debates inúteis sem achar que perdeu. Aprende que paz vale mais do que ter a última palavra.

No fim, o tempo costuma mostrar quem tinha consistência e quem só tinha barulho.

A razão não grita.

Ela senta e espera.

Andante, o caminho faz-se caminhando 

22/04/2026

TÁBUA DE ESMERALDA


A Tábua de Esmeralda e as civilizações Atlântida e Lemúria... _Mu_... A história perdida, os segredos e mistérios. Também já li essa Tábua de Esmeralda, mas não acredito em tudo que está aí. A história tem que ser bem esclarecida. Se a gente souber isso, vamos descobrir nossas origens.

Existiu o continente de Mu, Lemúria, Atlântida... Andromeda e Síriano... Esses são seres evoluídos, e muitos chamam de alienígenas ou extraterrestres por não os compreender e não entender a história e as nossas origens estelares.

Esses seres evoluídos desceram e começaram a coabitar com os humanos. Naquela época, os humanos estavam em boa evolução. Tudo era tão lindo antes da queda!! Os seres de outras galáxias se juntaram com os humanos que Deus fez e os Elohim. Aí houve híbridos. Mas em uma comunhão perfeita de amor.

Eu sei que Thoth foi da civilização Atlântida, não só ele, mas muitos outros seres, como Jesus, Buda, El Morya, Saint Germain e muitos outros. Alguns deles são seres da Lemúria... Atlântida e Lemúria.

Antes de catástrofes que foram a queda, atrás de água ou dilúvio, muitos deles foram para as superfícies da Terra, como Agartha, Shamballa, etc... Essas civilizações são muito evoluídas. E até agora existem.

As civilizações, como Lemúria e Atlântida, antes da queda... Alguns foram para o Egito, outros ocuparam parte da Ásia. Ou seja, as civilizações da Atlântida foram para o Egito Antigo... Os Lemúrianos foram para o continente asiático.

Por isso mesmo se vê a tecnologia antiga do Egito, são muito evoluídas, aí temos as pirâmides, entre outras criações. Foram esses seres com uma sabedoria incrível na tecnologia...

Att: os seres humanos não são os únicos filhos de Deus. Deus ou o Divino tem muitos filhos em muitos mundos além da Terra física.

Professor Ricardo.

Reflexão do dia


Achar que ser mentalmente forte é nunca sentir medo ou tristeza é a maior mentira que já inventaram para você.

Muita gente acredita que ter saúde mental de ferro significa ser uma rocha, alguém que acorda todos os dias motivado, sorrindo e imune aos problemas da vida. Vendem a ideia de que o forte não chora, não fraqueja e não pede ajuda. Mas a grande verdade é que a força mental não tem nada a ver com fingir que está tudo bem. Ela tem a ver com a capacidade de encarar o caos de frente, aceitar que a vida é cheia de situações difíceis e entender que você não tem o controle sobre tudo o que acontece ao seu redor.

Se você olhar para a imagem, vai ver que a nossa mente funciona como um motor cheio de engrenagens interligadas. Para que essa máquina rode perfeitamente, a gente precisa parar de gastar energia com aquilo que não podemos mudar. O último passo desse ciclo desenhado na imagem é justamente focar no que é controlável. Você não controla o trânsito, a atitude das outras pessoas ou os imprevistos, mas você tem nas mãos a direção de como vai reagir a tudo isso. E o primeiro passo para não pifar esse motor é aprender a abraçar o que te assusta em vez de fugir.

A curiosidade que poucas pessoas aceitam é que o fracasso é o melhor professor que existe. A gente cresce com pavor de errar, mas é justamente quando as coisas dão errado que a gente aprende a consertar a rota. A imagem mostra bem isso apontando que fracassos são lições. Superar os próprios limites e construir uma mentalidade inabalável não é algo que acontece do dia para a noite. A mudança leva tempo. É como treinar um músculo na academia, exige paciência, constância e uma dose diária de esforço para não desistir no meio do caminho.

A reflexão que fica é sobre o peso que tentamos carregar sozinhos nas costas. Ser forte também é ter a humildade de criar uma rede de apoio e entender que ninguém vence todas as batalhas sem conversar com alguém de confiança. Em um mundo que exige resultados imediatos e perfeição o tempo todo, praticar a atenção plena e focar no tempo presente é um ato de sobrevivência e inteligência. A verdadeira força não está em nunca cair, mas na sabedoria com que você decide se levantar para tentar de novo.

Nota: este conteúdo (texto e imagem) é educativo e informativo. Não substitui avaliação médica presencial nem deve ser usado para autodiagnóstico. Se houver sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional qualificado.

Obs: Imagem gerada por inteligência artificial.

Levando Esperança 

TIPOS DE FERIDAS EMOCIONAIS E O QUE ATRAEM


As feridas emocionais não só doem: também moldam aquilo que você atrai e tolera nas suas relações. A partir da psicologia — especialmente da Psicologia e da teoria do apego — entende-se que aquilo que não está resolvido tende a repetir-se, não por “destino”, mas por padrões aprendidos.

Vou explicar de forma clara, direta e útil:

🌑 1. Ferida de abandono

Origem possível: infância com ausência emocional ou física, falta de atenção.

Como se sente: medo de ficar sozinho, ansiedade quando alguém se afasta.

Que tipo de pessoas atrai ou escolhe:

Pessoas distantes, frias ou que não se comprometem.

Porquê:

A sua mente tenta “resolver” a ferida repetindo o cenário.

🔥 2. Ferida de rejeição

Origem: sentir que não é suficiente ou que era comparado.

Como se sente: insegurança profunda, medo de não ser amado.

Atrai:

Pessoas críticas, pouco afetivas ou que invalidam.

Verdade dura mas real:

Aceita migalhas porque duvida do seu valor.

⚖️ 3. Ferida de humilhação

Origem: vergonha, críticas constantes, exposição emocional.

Como se sente: culpa, necessidade de agradar.

Atrai:

Pessoas dominantes ou que te fazem sentir inferior.

🧊 4. Ferida de traição

Origem: enganos, promessas quebradas.

Como se sente: desconfiança, necessidade de controlo.

Atrai:

Pessoas instáveis ou pouco claras.

Paradoxo:

Quer controlo, mas escolhe o imprevisível.

🧩 5. Ferida de injustiça

Origem: educação rígida, exigência extrema.

Como se sente: rigidez emocional, dificuldade em mostrar vulnerabilidade.

Atrai:

Pessoas frias ou muito exigentes.

⚠️ Agora, algo importante (sem romantizar):

Não é que “atraia magicamente” certas pessoas…

é que as suas feridas filtram quem escolhe, o que tolera e quando decide ficar.

🌱 **Como começar a mudar esse padrão?**

Aqui liga-se com o que mencionava sobre Osho:

✨ Observe sem julgar (auto-observação):

  Que padrão se repete nas suas relações?

✨ Torne consciente o inconsciente:

  O que não vê, repete.

✨ Sinta sem fugir:

  A ferida cura-se quando é atravessada, não quando é evitada.

✨ Quebre a escolha automática:

  Escolha de forma diferente, mesmo que no início seja desconfortável.

🧠 Uma verdade incómoda mas libertadora:

Curar não é encontrar alguém melhor…

é deixar de aceitar aquilo que antes você tolerava.

Elisabete Mateus 

Frodo Explica...


Id, Ego e Superego são instâncias na nossa psique. São conceitos criados por Sigmund Freud para explicar o funcionamento da mente humana, considerando aspectos conscientes e inconscientes. 

Seriam três “partes” da mente que, integradas e atuando em conjunto, determinam e coordenam o comportamento humano.

O Id é regido pelo “princípio do prazer”. Profundamento ligado a libido, está relacionado a a ação de impulsos é considerado inato. Está localizado na zona inconsciente da mente, sem conhecer a “realidade” consciente e ética, agindo portanto apenas a partir de estímulos instintivos, o que lhe atribui a característica de amoral.

O ego é a parte consciente da mente, sendo responsável por funções como percepção, memória, sentimentos e pensamentos. É regido pelo “princípio da realidade”, sendo o principal influente na interação entre sujeito e ambiente externo. É um componente moral, que leva em consideração as normas éticas existentes e atua como mediador entre id e superego.

O superego é o componente inibidor da mente, atuando de forma contrária ao id. Considerado hipermoral, segue o “princípio do dever” e faz o julgamento das intenções do sujeito sempre agindo de acordo com heranças culturais relacionadas a valores e regras de conduta. O superego é, então, componente moral e social da personalidade.

Achou um pouco confuso? São conceitos bastante abstratos e talvez de difícil compreensão à primeira vista, mas que podem ser demonstrados mais claramente através de exemplos. 

Para aqueles que assistiram a trilogia ou leram os livros de O Senhor dos Anéis de J.R. Tolkien, é possível fazer uma boa analogia usando seus personagens para dar vida as representações das estruturas psíquicas propostas por Freud.

Frodo explica

O Ego (Frodo)

Comandada pelo “princípio da realidade”, essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o ego está “preso” entre os desejos do id (tentando encontrar um jeito adequado de realizá-los) e as regras ditadas pelo superego. Do mesmo modo, Frodo se vê tentando conciliar as necessidades de Gollum e Sam em sua jornada.

O Id (Gollum)

A ânsia selvagem de Gollum pelo “precioso” anel é um bom símbolo para essa parte da nossa psique, responsável pelos nossos impulsos mais primitivos: as paixões, a libido, a agressividade… O id (“isso”, em alemão) está conosco desde que nascemos e é norteado pelo “princípio do prazer”, mas seus desejos são frequentemente reprimidos.

O Superego (Sam)

Também chamado de “ideal do ego”, tem a função de conter os impulsos do id. Suas regras sociais e morais não nascem com a gente: nós as aprendemos na sociedade para que possamos conviver nela corretamente. 

Em O Senhor dos Anéis, esse é o papel de Samwise, a bússola moral de Frodo, que o impede de ser seduzido pelo diabólico Anel.

Leandro Zanon


 

21/04/2026

MECÂNICA QUÂNTICA


A mecânica quântica não fala de partículas bonitinhas orbitando como bolas de bilhar ela fala de possibilidades em espera. O elétron não está “ali” até que o olhar pergunte onde ele deveria estar. Isso é superposição: várias versões coexistindo, colidindo, disputando qual delas vai se tornar palco.

O erro é pensar que livre-arbítrio é poder absoluto. Não é. Você não cria do nada você colapsa entre possibilidades já escritas no campo. É escolha dentro de um cardápio de estados possíveis. A questão é: quem está escolhendo? Você, presente e consciente, ou o ruído automático das tuas repetições?

Toda vez que você decide sem presença, o campo decide por você. Padrões herdados, memórias congeladas, crenças familiares: tudo isso colapsa realidade sem que você assine embaixo. É por isso que tanta gente vive a mesma história com atores diferentes. Não é destino, é superposição colapsada no piloto automático.

Mas quando você sustenta foco, corta o ruído e limpa o estado interno, o colapso muda. O livre-arbítrio real não é “fazer o que quiser”; é sustentar a versão de si que você escolhe ver aparecer no mundo. Isso exige disciplina, não fantasia. É atenção radical à qualidade da pergunta que você lança no campo.

No fundo, a física já mostrou o que a vida insiste em repetir: a realidade não é bloco fixo, é função de onda em espera. O mundo não responde ao desejo ansioso, responde à coerência vibracional. Quem se ausenta de si, terceiriza. Quem sustenta presença, escreve.

Luz e Consciência 

ORAÇÃO PARA CURAR AS FERIDAS INTERNAS

Eu invoco nesse momento a grande luz Universal. A chama violeta que cura, restaura e transmuta para que ela limpe todo o meu subconsciente.

Sinto e visualizo essa luz que jorra do alto, que envolve e penetra meu ser, identificando cada parte minha que ainda precisa de cura.

Eu estou aberto (a) e disposto (a) para neste momento cicatrizar todas as feridas internas do meu ser.

Que todo o passado doloroso se converta em aprendizado.

Que toda mágoa vire perdão.

Que toda culpa se transforme em auto-aceitação.

Que todo apego seja liberdade.

Que todo ressentimento torne-se compaixão.

Que todo julgamento vire respeito.

Que todo sentimento de rejeição se converta em força.

Que toda dor se transforme em amor.

Eu expiro todas as feridas para fora do meu ser e coloco um ponto final em todas as situações mal resolvidas. Não julgo, nem condeno e nem me vitimizo. Eu me liberto de toda dor. Inspiro todo o Amor Universal que me cura por dentro.

Eu me sinto preparado e firme para deixar as dores no passado e me abro para uma nova fase em minha vida.

Assim é!

Alexandro Gruber