17/02/2026

Refletir


QUE É ÓDIO?

O ódio é a não aceitação de outra pessoa pelo seu jeito de ser.

Se aceitássemos as pessoas incondicionalmente, então isso se tornaria amor....

O QUE É A RAIVA?

A raiva é a não aceitação de coisas que estão fora do nosso controle.

Se aceitarmos, então se tornará Tolerância.....

O QUE É O MEDO?

 O medo é a não aceitação da incerteza, porque tendo medo, o medo é criado na mente, não dê poder a essa imaginação que cria a sua mente, antes transforme-a em uma aventura....

O QUE É VENENO?

Qualquer coisa que não seja mais do que precisamos em nossas vidas.

Veneno pode ser Poder que cega a alma, riqueza que só dá coisas materiais, gula.

Ego que não deixa ver a vida como ela realmente é, ganância pelas coisas mundanas pelo que não é seu, preguiça, desejo por prazeres que não alimentam a alma, ambição de ter cada vez mais que lhe dá o ser das trevas, o ódio , ou qualquer coisa que não nos leve ao Amor...

O QUE É INVEJA?

A inveja é a não aceitação do que há de bom nos outros.

Se aceitássemos o que há de bom nos outros, isso se tornaria inspiração...

Portanto tudo é uma questão de Aceitação....

Se resistirmos a Aceitar, isso criará estresse...

Por outro lado, a Aceitação nos liberta do estresse, do ódio e do ressentimento pelas doenças que adquirimos para o nosso próprio Ser.....

É uma questão de Prioridades para sua vida....

Cabe a você aceitá-lo ou ignorá-lo, o que causa muitos danos ao seu próprio Ser....

Nova Consciência 

Milagre


Existe um milagre pequeno, quase invisível, acontecendo toda vez que você escolhe o silêncio.

Não é fraqueza.

É o sagrado da alma aprendendo a respirar antes de falar.

Reagir é uma porta que bate.

Perceber é uma janela que abre.

E, no fundo, a vida sempre tentou nos ensinar isso com delicadeza.

Nem toda provocação é convite.

Nem toda fala é verdade.

Nem toda pressa é urgência.

Não cobra explicação.

Não exige plateia.

Não pede grito.

Não pede prova.

Não pede que você se diminua para caber na discussão de alguém.

Perceber não tem pressa.

Perceber tem demora.

Perceber tem um jeito de oração que ninguém vê.

É quando você lê uma mensagem e sente o corpo endurecer.

A mão já vai no impulso, pronta para escrever um parágrafo inteiro.

E, de repente, algo dentro de você pergunta baixinho.

Para quê.

Porque tem discussões que parecem nobres, mas só alimentam o caos.

Tem conversas que não são pontes.

São armadilhas.

A maturidade chega assim.

Sem anúncio.

Sem diploma.

Ela chega quando você entende que não precisa convencer ninguém para se preservar.

Não é sobre ganhar.

É sobre não se perder.

Quando você para de discutir com tudo e começa a prestar atenção, uma coisa acontece.

As pessoas se mostram sozinhas.

Não pelo que prometem.

Pelo que repetem.

A gente sofre porque espera mudança onde já existe padrão.

A gente insiste em plantar esperança num chão que não aceita raiz.

E depois chama de "surpresa" aquilo que já era aviso.

Limite não é punição.

Limite é proteção.

É cerca de casa.

É tranca de porta.

É o gesto simples de quem aprendeu que paz também precisa de cuidado.

Você não precisa explicar seus limites para ser levado a sério.

Quem respeita, entende sem legenda.

Quem não respeita, entende com distância.

Às vezes, a resposta mais saudável não é um texto bem escrito.

Não é um áudio longo.

Não é um confronto bonito.

É a ausência.

É o "não vou".

É o "não consigo".

É o "não quero mais".

Porque ter razão cansa.

Você passa horas limpando o que o outro sujou em minutos.

Você organiza argumentos como quem arruma uma casa que o visitante insiste em bagunçar.

E, no fim, ainda sai com a sensação de que não foi ouvido.

Mas ter paz alivia.

Paz tem cheiro de casa em dia de chuva.

Paz tem gosto de café tomado sem pressa.

Paz é quando o peito, finalmente, para de lutar contra o que não muda.

Eu vi isso numa cena boba, dessas que ninguém posta.

Um celular vibrando em cima da mesa.

A tela acendendo com uma mensagem atravessada, cheia de farpas disfarçadas de "brincadeira".

Do outro lado, a vontade antiga de explicar, de corrigir, de colocar o mundo no lugar.

Mas havia uma xícara quente na mão.

Havia um silêncio.

Havia uma prece sem palavras.

E, pela primeira vez, a pessoa não respondeu.

Ela respirou.

Não por orgulho.

Não para punir.

Mas para se proteger.

E é estranho como a vida muda quando você faz isso.

Quando você não reage, você enxerga.

Você percebe o jogo.

Você percebe o tom.

Você percebe o padrão.

Você recupera seu poder quando para de tentar corrigir os outros e começa a decidir o que aceita na sua vida.

Nem tudo merece sua energia.

Nem todo mundo merece acesso.

Tem gente que só entende o seu limite quando não encontra mais você do outro lado.

E isso não é crueldade.

É higiene da alma.

Hoje, observe mais do que reage.

Não para atacar ninguém.

Mas para se guardar.

Para não se abandonar por causa de quem nunca teve cuidado com você.

Tem coisas que não se resolvem discutindo.

Se resolvem entendendo.

E se afastando.

E, no fim,a diferença silenciosa entre reagir e perceber é essa.

Reagir entrega sua paz de presente.

Perceber devolve sua paz para as suas mãos.

A paz é um limite que você escolhe amar.

Desconheço autoria 

Prazer Material


Enquanto persistir a busca pelo prazer material ou pela Unidade espiritual com o Supremo, não se poderá desfrutar do verdadeiro sabor transcendental do serviço devocional. Um devoto puro nunca se esforça pela liberação.

Aquele cujo coração é atraído pelas qualidades transcendentais da Suprema Personalidade de Deus não presta atenção nem mesmo à libertação buscada por inúmeros grandes sábios.

Os devotos cujos corações estão sempre transbordando de serviço e que estão prontos a sacrificar tudo para Me agradar, e especialmente aqueles devotos felizes que se reúnem para compreender Minhas qualidades e forma; que juntos Me glorificam com prazer transcendental disso - eles nunca querem fundir-se Comigo Mas do que estamos falando sobre fundir-se Comigo - para oferecer-lhes até mesmo uma posição semelhante à Minha no Meu pessoal.  morada, ou riqueza como a Minha, eles se recusarão a aceitar porque estão plenamente satisfeitos simplesmente prestando-Me serviço devocional.

Meus devotos puros estão sempre tão satisfeitos com o serviço devocional que não aspiram nem mesmo aos cinco tipos de liberação.

Não se pode desfrutar da majestade transcendental de Deus e compreender Sua forma transcendental se ainda não tivermos elevado acima da libertação.

Os devotos que estão totalmente engajados em Meu serviço são tão firmes no serviço devocional que não têm outros desejos.

Não se pode entrar nos reinos do serviço devocional puro enquanto estiver empenhado no desfrute material ou desejoso de fundir-se com a refulgência espiritual.

Bhakti-rasamrta-sindhu/O Néctar da Devoção (um tratado sobre a ciência do serviço devocional)

 

16/02/2026

O Poder das Mentiras: Vale a Pena Mentir para Evitar a Dor?


Em nossas vidas, frequentemente enfrentamos decisões difíceis, especialmente quando pensamos em proteger aqueles que amamos. A tentação de mentir para evitar a dor momentânea pode parecer uma solução rápida e fácil. Mas será que realmente vale a pena?.

Por que às vezes mentimos?  

Mentir pode parecer uma forma de proteção, evitar conflitos ou manter a paz em certos momentos. No entanto, a longo prazo, as mentiras costumam criar uma lacuna na confiança, gerando insegurança e dúvidas que podem ser muito mais dolorosas do que a própria verdade. Mentir pode parecer um alívio temporário, mas, na realidade, pode se tornar um fardo que nos distancia da autenticidade e da honestidade em nossos relacionamentos. :broken_heart:

Por que mentir não é aconselhável?

Embora mentir possa parecer uma forma de evitar a dor, na verdade, nos distancia da sinceridade e da confiança mútua. Mentir pode prejudicar relacionamentos, criar mal-entendidos e, em muitos casos, piorar a situação com o tempo.

A verdade, mesmo que doa no início, tem o poder de curar, fortalecer laços e permitir um crescimento genuíno. A honestidade nos ajuda a construir relacionamentos baseados em confiança e respeito mútuo. :seedling:

O que podemos aprender com isso?

O segredo é aprender a comunicar a verdade com empatia e respeito. Nem sempre é fácil, mas ser honesto nos permite viver com integridade e paz interior. A sinceridade, acompanhada de amor e compreensão, pode transformar momentos difíceis em oportunidades de crescimento e proximidade. 

Lembre-se:  

Mentir pode parecer uma solução rápida, mas, a longo prazo, a verdade sempre será a base sólida para relacionamentos autênticos e duradouros. A honestidade, mesmo que doa às vezes, nos aproxima de quem somos e de quem queremos ser. 

Vá em frente e escolha a verdade! Porque, no fim das contas, confiança e sinceridade são os alicerces de uma vida plena e de relacionamentos verdadeiros.

Lucas Henrique 


O vazio


A física quântica não é sobre “coisinhas microscópicas”. É sobre derrubar o manual da realidade. O elétron não é objeto guardado na prateleira do real: é versão em espera até que o campo de observação o enquadre. Quando a pergunta muda, o mundo muda de roupa. A questão não é “se funciona”; a questão é: quem está programando o campo que você chama de realidade?

O “vazio” não é vazio. Pulsa. É o pano de fundo onde tudo se escreve e se apaga. Quando você está presente, o campo colapsa em direção; quando você se ausenta de si, ele volta para o automático e a vida vira repetição com cara de acaso. Não é milagre, é higiene de estado: foco, coerência, corte de ruído. Sem isso, você terceiriza a caneta — e a página se escreve sozinha.

O tempo, aqui, não é metrônomo universal — é ritmo dependente de contexto. Existem arranjos onde a leitura que você faz agora reorganiza o que o passado ainda significa em você. Não é licença para fantasia: é aviso. Causalidade subjetiva existe e manda na tua biografia enquanto você não reprograma o filtro. Trauma não precisa ser sentença; é observação congelada pedindo nova leitura.

Pensar, sentir, decidir é interferir no campo. Seu corpo, seu DNA, sua rotina — tudo responde à qualidade da pergunta que você sustenta. Livre-arbítrio não é “fazer o que quer”; é escolher qual versão de si você vai colapsar com presença. Muda o estado interno, muda a borda do possível. Quem espera “sinal do universo” esquece que o universo lê consistência, não ansiedade.

Espiritualidade real não é crença — é precisão vibracional. Preparar estado (intenção), limpar ambiente (hábitos), ajustar detector (atenção). O que você chama de milagre, o campo chama de coerência suficiente. Enquanto o teu interior rodar em desalinho, o exterior só repete o mesmo script. Quando você sustenta coerência, o mundo responde. Simples. Diretamente. Sem atalho.

Luz e Consciência 

Medo de ficar solteiro ou não casar (Anuptafobia)


O medo de ficar solteiro ou não casar é uma preocupação que afeta muitas pessoas em nossa sociedade.

Conhecido tecnicamente como anuptafobia, esse temor pode se manifestar de diversas formas e intensidades, impactando significativamente a vida emocional e social de quem o experimenta.

O medo de ficar solteiro, também chamado de medo de não casar ou anuptafobia, é caracterizado por uma ansiedade intensa e persistente relacionada à possibilidade de não encontrar um parceiro romântico ou não se casar.

Este temor vai além de uma simples preferência pelo estado civil de casado; ele se torna uma preocupação excessiva que pode afetar negativamente a qualidade de vida da pessoa.

O medo de ficar solteira (no feminino) ou solteiro (no masculino) pode se manifestar de diversas formas:

Ansiedade constante sobre relacionamentos

Sensação de "ficar para trás" em comparação com amigos casados

Preocupação excessiva com a idade e o "relógio biológico".

Tendência a se envolver em relacionamentos inadequados por medo de ficar sozinho

Baixa autoestima e sentimentos de inadequação

Dificuldade em aproveitar a vida de solteiro devido à constante preocupação com o futuro

Do ponto de vista psicanalítico, o medo de ficar solteiro ou “ficar para titia” pode ter raízes profundas em nossa psique.

Algumas possíveis origens incluem:

Pressão social e cultural: Em muitas sociedades, o casamento ainda é visto como um marco importante de sucesso e realização pessoal. Esta pressão pode ser internalizada desde cedo, criando ansiedade em relação à solteirice.

Modelos familiares: Experiências na família de origem podem influenciar nossas expectativas e medos sobre relacionamentos. Por exemplo, crescer em uma família que valoriza muito o casamento pode aumentar a pressão para se casar.

Apego inseguro: Segundo a teoria do apego, desenvolvida por John Bowlby, pessoas com estilos de apego inseguro podem ter mais medo de ficarem sozinhas e, consequentemente, mais ansiosas sobre não se casarem.

Autoestima e autoimagem: O medo de ficar solteiro pode estar relacionado a inseguranças pessoais e baixa autoestima. A ideia de que “ninguém vai me querer” pode alimentar esse temor.

Medo da solidão: Em um nível mais profundo, o medo de não casar pode refletir um temor mais amplo da solidão e do abandono.

Enfim, o medo de ficar solteiro, ou anuptafobia, é um fenômeno complexo com raízes psicológicas profundas e influências socioculturais significativas.

Embora possa ser uma fonte de ansiedade e estresse consideráveis, é importante lembrar que este medo pode ser abordado e superado.

Fonte:psicanaliseclinica

Espiritismo


O espiritismo, às vezes, é como uma chave.

Mas tem gente que passa a vida inteira com a chave na mão…

E nunca gira a fechadura por dentro.

Eu entrei num centro espírita em 2009 como quem entra numa casa em noite de tempestade.

Sem pose.

Sem resposta.

Com a alma tremendo de ansiedade, luto e um vazio que a lógica não abraçava.

Eu queria entender.

Eu queria nomear a dor.

Eu queria um mapa.

E eu estudei.

Li Kardec.

Respirei Emmanuel.

Chorei com André Luiz.

Sentia, sim, um fôlego novo chegando.

Como se a esperança fosse um cobertor silencioso.

Mas por muitos anos eu confundi fôlego com transformação.

Confundi informação com cura.

Confundi “saber” com “ser”.

Porque o espiritismo estava na minha cabeça.

E cabeça é um lugar barulhento.

O coração, não.

O coração é um lugar de demora.

Eu falava de amor ao próximo.

Eu repetia frases bonitas.

Eu citava lições como quem cita notícia.

E, por dentro, eu ainda era duro.

Não perdoava com facilidade.

Não acolhia com humildade.

Não escutava sem preparar uma resposta.

Não admitia meus próprios preconceitos.

Não via minha vaidade com o nome certo.

Não percebia o quanto eu gostava de parecer "esclarecido".

E tem uma vaidade que é mais perigosa do que todas.

A vaidade de achar que já virou luz.

Eu julgava.

Às vezes, em silêncio.

Às vezes, com aquele olhar que não fala, mas empurra.

Eu pensava, bem no fundo: "Tem gente que escolheu sofrer".

Como se a dor do outro fosse sempre uma culpa bem arrumada.

Eu me sentia “do lado certo” da vida.

E isso me deixava frio.

Até que em 2017 eu ouvi uma frase que não veio pra me ensinar.

Veio pra me acordar.

"Muita gente entra no espiritismo, mas o espiritismo não entra nelas."

Na hora, não foi uma ideia.

Foi uma pancada mansa.

Daquelas que não humilham.

Só quebram o orgulho na medida certa.

Eu lembro como se fosse agora.

A sala simples.

O cheiro de café velho misturado com passe e silêncio.

As cadeiras alinhadas como quem diz: aqui ninguém é mais do que ninguém.

E eu ali, sentado, percebendo uma coisa dolorosa.

Eu tinha doutrina na fala.

Mas não tinha doçura no gesto.

Eu tinha estudo.

Mas não tinha mansidão.

Eu tinha argumentos.

Mas não tinha colo.

Foi quando eu entendi que o espiritismo não é uma prateleira de livros.

É uma reforma íntima que começa quando a gente para de apontar o outro…

E começa a se enxergar sem maquiagem.

O verdadeiro espiritismo não grita.

Ele sussurra.

Ele não faz vitrine.

Ele faz limpeza.

Ele me ensinou que espírito não tem cor.

Não tem gênero.

Não tem status.

E que a gente só começa a entender isso quando olha uma pessoa inteira…

E não só a etiqueta que ela carrega.

Porque não adianta decorar páginas se eu não aprendo a calar meus julgamentos.

Não adianta saber o nome das leis morais se eu ainda trato alguém com impaciência.

Não adianta falar de caridade se eu ainda economizo ternura.

Hoje eu tento menos convencer.

E tento mais acolher.

Eu tento ouvir sem corrigir.

Eu tento ajudar sem me exibir.

Eu tento lembrar que todo mundo está lutando uma batalha que não aparece no crachá.

E quando eu falho, eu volto pro básico.

Pro mais sagrado do cotidiano.

Uma prece curta.

Um pedido simples.

Uma vontade sincera de ser melhor do que eu fui ontem.

Porque ser espiritual não é subir.

É descer.

Descer do pedestal.

Descer da superioridade.

Descer até ficar do tamanho do amor.

Se você também entrou numa religião, num caminho, numa doutrina…

E mesmo assim sente que algo ainda falta…

Talvez não falte mais conhecimento.

Talvez falte passagem.

Deixar a fé sair da mente.

E entrar na vida.

Na forma como você olha.

Na forma como você responde.

Na forma como você trata quem pensa diferente.

Quando a espiritualidade entra na gente, el

a não faz barulho.

Ela faz espaço.

E o sinal mais bonito de que ela entrou é simples.

A gente continua humano.

Só que mais manso.

Mantra.

Amor não é o que eu sei. É o que eu deixo atravessar.

José Boreall

15/02/2026

TIPOS DE CONSCIÊNCIA


Há tipos principais diferentes de consciências em corpos humanos e são fisicamente indistinguíveis quando estiverem em corpos físicos.

 São as seguintes:

* Idosos,

* Terráqueos seres Permanentes,

* Seres translocados permanentes de outros planetas (seres que foram sequestrados de outros planetas, muitos deles estão agora despertando espontaneamente para o fato de que não são terráqueos),

* Seres Não Permanentes criados pelo Mal (tanto robóticos como demoníacos),

* Seres espirituais chamados Walk-ins, de ambas as essências. Os reptilianos são desta classe.

* Seres da classe Dévica,

* Seres incompletos da Escuridão (chamados seres sem alma),

* Seres da Verdadeira Criação e Avatares

É preciso ter em mente que a caixa de papelão pode ser programada por qualquer ou todos os fatores de programação, poluição e doutrinação, resultando que a Mente Programada está no controle dessa “caixa de papelão”, especialmente quando a Consciência Superior Real não está residindo em a caixa de papelão, ou ela está dormindo.

O Verdadeiro Ser, em qualquer caixa de papelão é multidimensional e nem sempre está no corpo (em cada encarnação em corpos físicos a Consciência é feita uma fenda para que possa experimentar diferentes realidades ou dimensões). Esta fenda só funciona no corpo físico. No astral isso não acontece.

Programação, poluição e doutrinação pelo mal são REAIS!

Pense em quantas coisas estúpidas e destrutivas você fez na sua vida que as religiões chamam de pecados. Eram ações do corpo robótico que atua sob a influência de toda a programação, poluentes e fatores de doutrinação. Esses fatores são reais e vêm da Consciência Artificial.

Exemplos como a testosterona cujo excesso produzido no corpo faz com que eles não possam parar de se masturbar ou fazer sexo até o cansaço apesar de quererem parar. Doutrinação pela pressão social, nacionalidade, doutrinação militar que influencia alguns a unir-se aos exércitos, etc.

Nossos corpos foram programados por pensamentos de nossa mãe, palavras e obras enquanto ainda estávamos no útero. O álcool que uma mulher bebe grávida, os remédios que toma e o tabaco que fuma, são todos programas da caixa de papelão assim como os livros que lê, as emoções que sente, a música que ouve, etc, etc.

O fanatismo religioso dos pais, colegas, familiares etc terá suas consequências. Qualquer ponto de vista extremo ou emoção nos afetará de alguma forma. A poluição espiritual de energia de qualquer fonte é praticamente inevitável nesta suja realidade virtual.

Foi criada dessa maneira por uma razão específica, para que pudéssemos ser drenados da nossa energia, sem a qual o sistema não pode continuar.

O mesmo ar que respiramos (não me refiro apenas aos danos causados pela poluição atmosférica ou Chemtrails), e o sol que amamos são elementos de programação para as Caixas de Cartão em formas essenciais para a vida física, mas em detrimento da vida espiritual quantas pessoas sabem disso?

A maioria de nós na juventude sabia pouco ou nada sobre troca de energia. Estávamos praticamente autómatos aos altos e baixos dos ciclos endócrinos mensais. Mas não sabíamos nada sobre o grau de danos espirituais que a drenagem de energia e a poluição poderiam causar. Nós não sabíamos nada sobre isso.

E continua hoje, onde entre os adolescentes, relações sexuais são mais comuns do que um aperto de mão. O mundo tornou-se muito mais demoníaco e muito mais estúpido também, como se pode verificar com o elevado número de gravidez de adolescentes em todo o mundo.

É um fato que os "Grandes Lords" sionistas fazem o seu dever, e o fazem desde tempos imemoriais, para serem guardiões do que deve ser divulgado aos Goyim. Sua função é a censura. Por sionista, não me refiro aos judeus. Não confundir sionistas com judeus. Nem todos os sionistas são judeus, nem todos os judeus são sionistas.

Consciências superiores manifestam-se em humildes 'Caixas de Cartão'. Portanto, tomando o exemplo de um cão, a caixa de papelão do cão terá a genética, as hormonas e a programação para ser um cão. Mas a Consciência Suprema dentro dela se manifestará por períodos curtos ou longos através dessa caixa de papelão para fazer o que tem que fazer nesse nível no Reino Animal.

Não precisamos entender o que ele está fazendo. Além disso, não podemos comunicar adequadamente com os animais, então não sabemos o que um cão está dizendo aos outros animais neste nível e nos níveis astrais. Sabemos que eles se comunicam de forma eficiente. Lembras-te do início do centésimo macaco? Essa anedota pode ser usada para demonstrar a comunicação astral das mentes animais que residem nas caixas físicas de cartão.

Cada Avatar que desceu neste plano nos transmitiu a sua mensagem. Pelo contrário, ele está dizendo o que disse cada caixa de papelão em que um aspecto da Consciência do Ser Supremo residia.

A essência do mal está em todo lugar.

Se você está feliz dentro da ilusão que o Mal criou através da sua realidade virtual, você não está acordado para a verdade. É tão simples quanto isso. Se você acha que está tudo bem, e não vê a dor, o sofrimento, a miséria, a injustiça, a desonestidade, a hipocrisia e o roubo de energia neste plano, você está drogado na inconsciência pela Maya.

É quando experimentamos dor excessiva, dificuldades, tragédia e miséria em nossas vidas que somos mais propensos a procurar uma explicação. Quando vemos o mal que nos rodeia, as nossas famílias, as nossas comunidades, a nossa nação, o mundo inteiro, e nos perguntamos o que está acontecendo? , é quando podemos começar a acordar e captar um vislumbre da verdade.

Você simplesmente não pode fugir dela. Afinal, este é o seu Reino. As religiões tentam convencer-nos de que devemos aceitar o sofrimento, que o seu "Deus" sabe o que "ele" está fazendo. "Ele" sabe ao certo o que "sua" realidade virtual está fazendo, explorando os Seres Verdadeiros com seus mecanismos.

Uma vez que você percebe isso, você pode acabar com a drenagem de energia. Viver uma vida sem emoção, com equanimidade, totalmente desapegado de dor ou de alegria, tristeza ou felicidade temporária porque neste nível são ilusões. Nossa verdadeira alegria é a conexão com nosso Nous.

Além de tentarem nos acordar, muitos Avatares forneceram energia para sustentar os Viáveis. É preciso ter presente que as caixas de papelão que abrigavam a consciência dos Avatares se submeteram aos costumes, tradições, leis e deveres da sua época. Mais uma vez é uma analogia semelhante ao cão que tem consciência divina dentro de si.

Avatares como Jesus, Maniqueu e Zoroastro “acordaram” a sua Consciência em algum momento de suas vidas. Isso é extrapolável para todos os seres verdadeiros presos aqui.

É preciso começar a entender as diferenças evidentes entre Consciência e Mente. A mente é uma membrana dimensional criada para envolver a consciência. Uma está programada e outra é a sua verdadeira mente.

Neste mundo virtual nos dizem que TUDO É MENTE, que todos SOMOS UM. E é preciso ter muito claros os seguintes conceitos.

Nesta Matrix virtual que estamos experimentando é CRIADA com formas de pensamento, estas são produto da Mente. A mente gera pensamentos e esses MANIFESTAM essa realidade. Mas de onde você obtém a ENERGIA para criar tais formas de pensamento?

De facto, da consciência. Consciência CRIA com INTENÇÃO e VONTADE. A mente carece de ambas. E literalmente SEQUESTRA essas capacidades da consciência.

A mente é uma membrana que envolve a consciência, congela-a e seduz-a para manifestar nesta, SUA REALIDADE VIRTUAL.

Nesse sentido, SOMOS TODOS UM COM A MENTE, porque carregamos um CONECTOR que nos liga ao inconsciente coletivo. Este inconsciente coletivo é a manifestação da Grande Mente que controla a realidade virtual.

Cria através de formas de pensamento, que nós manifestamos na nossa realidade. Esta é a grande diferença entre a mente e a consciência, entre o temporal e o eterno, entre pensamentos e intenção e vontade.

Na verdadeira criação SOMOS TODOS UM com o CRIADOR, porque fazemos parte da sua Consciência. Mas nesta falsa criação SOMOS UM COM A MENTE.

Hora de ACORDAR. 

Chely S. Meza 

¿€`🛡⚔️🎯

Bruxas


Não foram as bruxas que queimaram.

Foram mulheres.

Mulheres que eram vistas como: Muito bonitas, muito cultas e inteligentes, porque tinham água no poço, uma bela plantação (sim, sério)… Que tinha uma marca de nascença, mulheres que eram muito habilidosas com fitoterapia… Muito altas, muito quietas… Mulheres que tinham uma forte conexão com a natureza, mulheres que dançavam, mulheres que cantavam, ou qualquer outra coisa, realmente. Qualquer mulher estava em risco de ser queimada nos anos 1600. Mulheres eram jogadas na água e se podiam flutuar, eram culpadas e executadas. Se elas afundassem e se afogassem, eram inocentes. Mulheres foram jogadas de penhascos. As mulheres eram colocadas em buracos profundos no chão.

Por que escrevo isso? Porque conhecer nossa história é importante quando estamos construindo um novo mundo. Quando estamos fazendo o trabalho de cura de nossas linhagens e como mulheres. Para dar voz às mulheres que foram massacradas, para dar-lhes reparação e uma chance de paz. Não foram as bruxas que queimaram. Foram mulheres.

A palavra bruxa vem do grego antigo "brouchos" que significa desabrochar. É também a palavra grega para "larva de borboleta". Ou seja, seres dispostos a metamorfose. Não foram as bruxas que foram queimadas. Eram mulheres... Mulheres lindas, muito cultas e inteligentes. Mulheres curandeiras. Mulheres que tinham o dom de curar, com uma forte ligação com a natureza. Mulheres que dançavam, mulheres que cantavam, que dominavam a energia. Atualmente, quando as pessoas ouvem "bruxa" são atribuídos poderes mágicos vindos do diabo. Mas na verdade a palavra "bruxa" vem do inglês antigo wicce, que significa "mulher sábia".

Luz para você! Mulher sabia e curandeira. 🫶✨

Namastê 🙏✨

Mencione alguém especial nos comentários para ler esse post. @ ⤵️❤️🥰

"Nós somos as bisnetas, tataranetas... Não só das que não conseguiram queimar mas principalmente das que queimaram." Sofia Almd Prado

Fonte: O Desperta da Nova Era 

FELIZ DOMINGO


O propósito deste mundo é que, em última análise, você se perca nele. E através dessas ilusões crie o sofrimento aparentemente necessário para que o despertar aconteça.

E então, uma vez que o despertar aconteça, venha a percepção de que o sofrimento é desnecessário agora. Você chega ao fim do sofrimento quando transcende o mundo. 

Ekchart Tolle

SISTEMAS FAMILIARES


Em alguns sistemas familiares, há sempre uma pessoa que começa a questionar o que antes parecia “normal”. 

Não se encaixa totalmente, sente que certas dinâmicas não estão bem e procura viver diferente. 

A partir de um olhar espiritual, essa pessoa costuma ser aquela que veio para quebrar ciclos e transformar padrões herdados.

Não é rebeldia, é consciência.

Como reconhecer essa energia em você?

Pode manifestar-se como:

• Desconforto com atitudes que os outros aceitam sem questionar

• Desejo profundo de curar feridas emocionais

• Sensação de não pertencer completamente

• Interesse no crescimento pessoal ou espiritual

• Decisões que marcam um antes e um depois na família

Ser aquele que quebra ciclos não significa sentir-se superior, mas sim mais consciente.

O peso e a responsabilidade.

Às vezes esse papel pode ser solitário. Questionar o herdado gera resistência, porque move estruturas que se repetem há anos. 

No entanto, o objetivo não é confrontar, mas criar novas possibilidades.

Cada pequena mudança enfraquece um padrão antigo.

Mensageiro da luz

José Martins 

14/02/2026

O narcisista generoso


Antes de mais nada: TODO O MUNDO É NARCISISTA.

Sim!

Em Psicanálise, narcisismo não é necessariamente patologia, mas um aspecto da condição humana.

Em maior ou menor grau, todos nós somos apaixonados pelo próprio ego.

Nesse sentido, o tipo psicológico que se convencionou chamar popularmente de “narcisista” corresponde àqueles, dentre nós, que amam EXCESSIVAMENTE o próprio ego.

O melhor, talvez, seria denominar tais pessoas de NARCISISTAS PATOLÓGICOS visto que existe um narcisismo suficientemente bom, saudável e equilibrado.

Os narcisistas patológicos costumam ser descritos como pouco empáticos, egoístas e manipuladores porque estão sempre priorizando seus interesses em detrimento das necessidades do outro.

No entanto, existe uma forma muito sutil de narcisismo patológico que se manifesta justamente como o oposto dessa descrição típica.

Como eu disse acima, narcisismo é amor pelo próprio ego.

Nesse sentido, o critério fundamental para identificar um narcisista patológico não é a baixa capacidade empática do cidadão, mas O EXCESSO de amor que ele tem por sua autoimagem.

Existe um tipo de narcisista patológico que se mostra EXTREMAMENTE empático e está sempre buscando satisfazer as necessidades dos outros.

Diferentemente do narcisista “típico”, esse narcisista “generoso” é abnegado. Ele prefere sofrer do que ver o outro sofrer.

Se lhe passam a perna ou lhe traem, ele não se indigna. Pelo contrário: compreende e justifica o comportamento do outro com racionalizações do tipo: “É só imaturidade”.

Quem vê de longe pensa: “Que pessoa boa! Que coração nobre!”.

O problema é que o narcisista generoso não age assim porque DE FATO se importa com o outro.

Tudo não passa de uma baita ego trip.

No fim das contas, o sujeito é super empático e generoso porque se delicia ao olhar no espelho da alma e se perceber dessa forma… boazinha.

O excesso de narcisismo transparece de forma incontestável quando lhe fazem perguntas do tipo: “Mas por que você aceita ser tão maltratado?” e o sujeito responde:

“Não é por ele; É POR MIM. Eu sou fiel aos MEUS princípios.”

E aí, você conhece (ou é) um narcisista generoso?

https://lucasnapoli.com

13/02/2026

A carga mais pesada que carregamos são nossos pensamentos


O pensamento refere-se ao significado que atribuímos a um determinado evento real, ou seja, a interpretação que a nossa "mente" atribui diante da ocorrência de um fato e que geralmente é visualizada por nós em formato de imagens mentais ou palavras.

Ressalta-se que o pensamento não se refere apenas a uma ação introspectiva, da qual nos encontramos realizando uma "leitura" do que se passa por nossa cabeça em um determinado momento, sendo que existe um outro componente muito importante: a linguagem. A este componente os diversos pesquisadores apontaram uma forte relação entre o que pensamos e falamos, chegando à conclusão de que nossa fala é uma genuína expressão do conteúdo que se passa em nossa mente.

Através do que foi exposto neste texto, finalmente podemos concluir que não é a realidade que nos traz sofrimento, mas sim a maneira como interpretamos ou damos significado para o que aconteceu ou que está acontecendo conosco, ou seja, o grande "vilão" que se encontra por detrás das emoções, reações fisiológicas e ações desagradáveis é o pensamento.

Porém, devemos nos lembrar que o pensamento possui dois lados de uma mesma moeda, visto que caso o que passe pela nossa cabeça se encontre adaptado à realidade, logo a maneira como sentimos e agimos tem consequências opostas ao que foi mencionado anteriormente, como bem-estar e felicidade.

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