18/07/2026

PORQUE NÃO ATRAÍMOS AQUILO QUE DESEJAMOS? PORQUE ATRAÍMOS TUDO O QUE SOMOS!


O modo como você se trata, é o exato ponto que devemos focar!

Como você se vê?

Como você se percebe?

Você se admira, se respeita?

Se trata bem?

Respeita seus limites?

Cuida de você?

Você é a sua prioridade?

Se acolhe?

Se perdoa?

Se aceita?

Ou está sempre procurando defeitos, se culpando, se achando pior do que os outros?

Acha sempre que poderia ter feito mais, ou melhor?

Acredita que outras pessoas fariam melhor do que você?

Nosso ponto de atração é energético. O conjunto de energia que formamos com nossos pensamentos, emoções, sentimentos, crenças, palavras e ações, é nosso padrão energético. É através de nosso padrão energético que atraímos energias semelhantes. Ninguém consegue atrair um padrão energético que vibra em uma frequência diferente, a não ser que mude de frequência. Semelhante atrai semelhante. Padrões semelhantes vibram em uma mesma frequência, são recíprocos, solidários.

Em relacionamentos, atraímos pessoas semelhantes à energia de nosso padrão energético. Se estamos carentes, isto é, vibrando na energia da carência, vamos atrair uma pessoa que vibra na mesma sintonia e frequência de nossa carência.

Da mesma forma, se não nos respeitamos, vamos atrair pessoas que não se respeitam e não vão nos respeitar. Aquilo que falta em nós é o ponto de sintonia, de reciprocidade, que atrai energia semelhante.

O padrão energético, para relacionamentos, é formado com crenças que vão determinar que tipo de pessoa será atraída. Ele é formado na infância, através das experiências vivenciadas e pode conter um sistema de crenças sobre relacionamentos, que vai determinar o nível e a frequência de vibração. Por exemplo, se não acreditamos em relacionamentos saudáveis, ou acreditamos que relacionamento traz dor, podemos atrair pessoas indisponíveis. Desta forma, nos protegemos das relações e, com isso, nos colocamos também indisponíveis para assumir o relacionamento, nisso há a reciprocidade dos envolvidos.

Muitas vezes, idealizamos a pessoa que gostaríamos de atrair, criando mitos, fantasias e até virtudes, que não possuímos. O ponto de atração não vai funcionar, pois falta a reciprocidade. Então, a pessoa vai se frustrando e percebe que não consegue atrair nenhum par adequado ao seu grau de exigência e expectativa.

Primeiro, temos de colocar nosso objetivo, de forma congruente e adequada à nossa realidade. Para isso acontecer, devemos passar por um processo de autoconhecimento, para perceber quem realmente somos. Quais nossos defeitos e qualidades? Em que frequência estamos vibrando? Qual a sintonia de nosso padrão energético? Através desse processo, podemos conhecer nossas crenças, o que de fato está nos impedindo de ter um relacionamento saudável com alguém. Estamos identificados com características negativas, nas relações? Quais as virtudes que queremos no outro que ainda não possuímos?

Um ótimo exercício para ajudar a mudar nosso padrão energético e sair da vibração negativa, nos relacionamentos, é começar a identificar as virtudes desejadas, nas pessoas a nossa volta. De imediato, vamos perceber que enxergamos somente os defeitos e acabamos rotulando as pessoas por esse nível vibratório negativo.

Outro exercício é se auto perceber quando está julgando as pessoas e parar com esse comportamento automático. A maneira mais simples é resistir a repetir esses julgamentos, suposições e leituras mentais, que, muitas vezes, costumamos fazer. Por incrível que pareça, não percebemos esse nosso comportamento. Tudo isso faz parte do padrão energético que estamos emitindo. Se o sinal é fraco, negativo, ele repele ao invés de atrair aquilo que buscamos. É necessário mudar o foco para mudar nosso padrão energético, em conformidade ao tipo de virtudes que queremos que o outro possua. Todo ponto de atração encontra-se em nós mesmos. Se estamos atraindo o que não queremos, é hora de pensar e mudar para aquilo que queremos. Para isso, precisamos mudar a nós mesmos. Quando somos amáveis, solidários, leais, honestos, fies, bem humorados, gentis conosco mesmos, vamos atrair o mesmo padrão de virtudes em outras pessoas.

Rosana Medina – Terapeuta Sistêmica

Os três testes


Os três testes mais cruéis para os médiuns: Sexo, Depressão e Dinheiro.

Eu ainda não conheci um médium que não tenha sofrido as agonias do sexo, a força da depressão e o teste do dinheiro.

Mas por que os médiuns tem uma relação com esses assuntos?

Os médiuns, segundo José Mario, no livro "QUEM SABE PODE MUITO, QUEM AMA PODE MAIS", Editora Dufaux, somos espíritos com uma IDENTIDADE PSICOLÓGICA FRÁGIL. Renascemos com os efeitos lamentáveis de varias e várias reencarnações fixadas no egoísmo.

Afinal, o que é essa identidade frágil?

É o resultado de permanecermos milênios nesse egoísmo das opiniões próprias, dos caprichos satisfeitos e dos interesses atendidos. O fruto disso foi uma personalidade cheia de "mimimi", com muita vaidade, extremamente arrogantes e com um ego completamente desenfreado. Esses somos nós os médiuns.

Sexo tem tudo a ver com esse tipo de personalidade.

Depressão tem tudo a ver com esse tipo de psiquismo.

Dinheiro tem tudo a ver com esse tipo de tendências.

O sexo muito conectado com a energia do interesse pessoal.

A depressão muito conectada com a indisposição de ser contrariado.

O dinheiro muito conectado com uma vida fácil e sem esforço e persistência.

São os reflexos que ficaram de vidas sucessivas no egoísmo.

Devido a essa fragilidade, recebemos um ESCAFANDRO, a mediunidade, para dar proteção e solidificar uma identidade nova. Por essa razão, nossa maior missão como médiuns é construir UMA IDENTIDADE PSICOLÓGICA SÓLIDA, um processo demorado e paciente de autoeducação.

Quando, por exemplo, me relaciono com Ermance Dufaux, Pai João e outros "escafandros" pela mediunidade, eu me fortaleço e educo no ponto oposto ao meu egoísmo. Eles, quando se comunicam comigo, servem de "modeladores de caráter", fazendo despertar em mim os pontos contrários aos efeitos de meu egoísmo.

Assim funciona com todo médium. 

A relação com o mundo espiritual é modeladora. Por isso, os médiuns sinceros são muito aliviados enquanto trabalham mediunicamente.

O sexo ganha conotações afetivas.

A depressão serve para autoconhecimento e rigidez da força mental.

O dinheiro e as atrações materiais servem para ampliar o conceito de abundância e lei de prosperidade, ao invés de serem metas de vida.

Portanto, CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PSICOLÓGICA SÓLIDA, é um serviço essencial dos médiuns, é redimir a si próprio. Médium que avança nessa direção passa a ser mais assertivo, humilde, reconhece seus riscos e identifica claramente seus limites, fugindo das velhas ilusões que podem facilmente nos afundar no sexo, na depressão e na ambição do dinheiro.

Autor: Wanderley Oliveira

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE


O amor precisa de compreensão, um entendimento maior. Inicialmente, o amor que aprisiona, que toma posse e submete, não traduz a veracidade do sentimento. O amor liberta, permitindo ir, ao destino que é preciso alcançar. 

Não se tem divisão pelo amor, apenas soma-se. Amor sem admiração, é pena. 

Amor sem respeito, é rancor. Amor sem desejo, é comodismo. O amor levado pela mentira, é dissabor, uso inadequado da pessoa certa pelo motivo errado. O amor, por si só, é indefinido.

Ganha sentido quando qualificado pelas pessoas que o alcançam. É sublime, e está acima de tudo, não pelo o outro, mas porque dá razão para aquele o vive. 

Não tem idade, peso, situação financeira, nem condições para inclusão ou exclusão. O amor, simplesmente, é tudo que se busca, em cada fração de segundos, a cerca de sua identidade. O amor é aquilo que se responde e, imediatamente, após, questiona-se, sem parar, pois é inesgotável.

O amor não interfere no sujeito do amor, apenas nas condições que o fazem crescer, igualmente, ao lado de quem é parceiro(a) desse afeto. O amor é a direção que aponta para todas as demais demandas erguidas na vida.

É o que dá consistência para o que se senti, indo-se além daquilo que se pensa que é, ou, do mero estado que se está. É a fonte de matéria viva para doar-se, entregar-se, e assim conseguir compartilhar e estar vivendo. 

Amar é não saber decifrar se significado, porém, tocá-lo n âmago da alma. É viver pelo outro, mas sem se anular, pois a fonte do amor encontra-se do indivíduo que oferta, e não no sujeito que recebe.

É dar valor ao que se elabora, não manipulando esse sublime sentimento, como se nada o fosse. E que a vida nos reencontre, sem que a matemos a cada dia e, com isso, a morte nos separe.

Fonte: filosmitosritos.wordpress.com


Maturidade

Reconhecer que nós somos a raiz do conflito exige maturidade. Ao invés de buscar culpados, usar a auto-responsabilidade é a chave para transformar desafios em crescimento e melhorar a forma como nos relacionamos com o mundo.Pensw nisso !


17/07/2026

TEXTO ANÔNIMO, TRADUÇÃO DO ÁRABE

 


"Silêncio" é um dos meus desenhos a lápis.

O desenho retrata uma cena trágica que mergulha nas profundezas da alma, num momento de tomada de consciência e arrependimento. 

Aqui, o silêncio não é tranquilidade... é isolamento. O contraste entre luz e sombra materializa o conflito interno entre uma realidade dura e ilusões que se esvaem, entre a sensação de sufoco e o peso das preocupações, e uma vida despojada de alegria.

Na beira da cama, senta-se o velho, representando o passado e a impotência. Ao centro, a jovem está estendida, representando a beleza, o presente e o arrependimento.

No desenho, observamos uma separação visual dentro do mesmo espaço confinado. Não há toque, nem conexão visual; apenas a ausência do outro na presença um do outro, e sentimentos de arrependimento que os distanciam.

O velho está sentado como uma estátua de desespero, curvado sob o peso de anos de adversidades vividos apenas para "sobreviver"; viveu tanto que esqueceu tudo... exceto o hábito de simplesmente continuar existindo.

Ele percebe que, numa época que não é a sua e com uma mulher que não é sua, anseia pelas mesmas coisas que ela deseja... coisas que ele não possui.

Tudo o que lhe resta agora é o amargor do arrependimento e a consciência de sua própria fragilidade. Na obra, vemos a jovem abraçando a si mesma, descoberta, fugindo da realidade para um sono profundo, semelhante a um coma.

Sua postura revela um recolhimento total. As dobras do cobertor ao seu redor lembram as rugas de uma mulher idosa.

No fundo de sua alma, residem o amargor do fracasso e o vazio que espreita por trás de tudo. Seu arrependimento não é um pecado... é uma constatação fatal: a de que não podemos mudar o passado e de que o futuro talvez já esteja traçado.

A janela iluminada na obra oferece um panorama de uma vida perdida ou vendida por uma ninharia.

Lá fora, o mundo segue seu curso... enquanto, aqui dentro, o tempo estagna. A obra encarna a promessa de uma falsa esperança. Ela retrata a condição de muitos que riem, comem, amam e sonham lá fora... enquanto, aqui dentro, nada acontece, exceto o esmorecimento e uma morte lenta.

Silêncio... uma obra que retrata uma espera sem fim. Onde ambos encaram, à sua maneira, um fato: que estavam perdidos a meio caminho entre o que queriam e o que se tornaram.

SÓ LEMBRANDO


 

Sexta de reflexão


Viver na Terra é aprender a caminhar um dia de cada vez.  

É compreender que, mesmo rodeados de pessoas, existem partes da alma que atravessam o caminho em silêncio.  

E ainda assim… seguimos buscando conexão.

Conexão com o outro.  

Com o invisível.  

Com algo maior que sustenta a vida mesmo quando tudo parece escuro.

Eu já tive medo da escuridão.  

Hoje compreendo que ela também pode ser abrigo.  

No escuro eu me recomponho.  

Me escuto.  

Me reorganizo por dentro.

Nem toda sombra veio para destruir.  

Algumas chegam para silenciar o excesso do mundo e devolver a nossa própria presença.

Aprendi que criar vínculos é uma das formas mais profundas de existir.  

Vínculos com o que conheço…  

e até com aquilo que ainda não compreendo totalmente.  

Porque a alma reconhece antes mesmo da mente explicar.

Tudo é compreensão.  

E quando algo é verdadeiramente compreendido, uma parte nossa se liberta.

Não porque a dor desaparece,  

mas porque deixamos de lutar contra aquilo que já mostrou sua natureza.  

A compreensão salva porque ilumina.  

Integra.  

Pacifica.

Existe um éter divino sustentando a vida o tempo inteiro.  

Uma presença silenciosa que abastece a alma até nos dias mais difíceis.  

E talvez maturidade espiritual seja isso:  

continuar conectado à luz sem negar a existência da sombra.

No fim, não é sobre nunca cair.  

É sobre continuar sentindo a vida pulsar dentro de si, mesmo depois de ter atravessado a própria escuridão.Viver na Terra é aprender a caminhar um dia de cada vez.  

É compreender que, mesmo rodeados de pessoas, existem partes da alma que atravessam o caminho em silêncio.  

E ainda assim… seguimos buscando conexão.

Conexão com o outro.  

Com o invisível.  

Com algo maior que sustenta a vida mesmo quando tudo parece escuro.

Eu já tive medo da escuridão.  

Hoje compreendo que ela também pode ser abrigo.  

No escuro eu me recomponho.  

Me escuto.  

Me reorganizo por dentro.

Nem toda sombra veio para destruir.  

Algumas chegam para silenciar o excesso do mundo e devolver a nossa própria presença.

Aprendi que criar vínculos é uma das formas mais profundas de existir.  

Vínculos com o que conheço…  

e até com aquilo que ainda não compreendo totalmente.  

Porque a alma reconhece antes mesmo da mente explicar.

Tudo é compreensão.  

E quando algo é verdadeiramente compreendido, uma parte nossa se liberta.

Não porque a dor desaparece,  

mas porque deixamos de lutar contra aquilo que já mostrou sua natureza.  

A compreensão salva porque ilumina.  

Integra.  

Pacifica.

Existe um éter divino sustentando a vida o tempo inteiro.  

Uma presença silenciosa que abastece a alma até nos dias mais difíceis.  

E talvez maturidade espiritual seja isso:  

continuar conectado à luz sem negar a existência da sombra.

No fim, não é sobre nunca cair.  

É sobre continuar sentindo a vida pulsar dentro de si, mesmo depois de ter atravessado a própria escuridão.

Lucas Henrique 

Seja amigo dos sentimentos


O único problema com os sentimentos de tristeza, desespero, raiva, desesperança, ansiedade, angústia, miséria, é que você quer se livrar deles. Essa é a única barreira.

Você terá que conviver com eles. Você não pode escapar. Eles são a própria situação na qual a vida tem que se integrar e crescer. Eles são os desafios da vida. Aceite-os. Eles são bênçãos disfarçadas. Se você quer fugir deles, se você de alguma maneira quer se livrar deles, então surge um problema – porque se você quer se livrar de algo você nunca olha diretamente e assim a coisa começa a se esconder de você porque você começa a condenar. 

Assim a coisa continua afundando no inconsciente, se escondendo no mais escuro canto de seu ser onde você não pode encontrá-la. Ela vai para os fundamentos de seu Ser e se oculta lá. E, é claro, quanto mais fundo for, mais problemas irá criar – porque então começa a funcionar de cantos desconhecidos de seu Ser e você fica completamente desamparado.

Então a primeira coisa é: nunca reprima. O que quer que seja o caso, é o caso. Aceite-o e deixe-o vir; deixe-o vir em frente a você. De fato, apenas dizer “não reprima”, não é suficiente. Se você me permite, gostaria de dizer: “Seja amigo disso”.

Você está se sentindo triste? Seja amigo disso. Tenha compaixão disso. A tristeza também possui um ser. Permita-o, sente-se com ele, segure as mãos dele. Seja amigável. Apaixone-se por ele. A tristeza é bela! Não há nada de errado nela. Quem lhe disse que algo está errado em ser triste? Na verdade, só a tristeza lhe dá profundidade. A risada é superficial, a felicidade tem a profundidade da pele. A tristeza penetra até os ossos, até a medula. Nada penetra mais fundo do que a tristeza.

Assim, não se preocupe. Permaneça com isso e a tristeza lhe levará para o seu âmago mais profundo. Você pode passear nisso e você será capaz de conhecer umas coisas novas sobre seu ser que você nunca tinha conhecido antes. Essas coisas só podem ser reveladas num estado de tristeza, elas nunca podem ser reveladas num estado de felicidade. A escuridão também é boa e a escuridão também é divina.

Uma pessoa que pode ser pacientemente triste subitamente descobrirá numa manhã que uma felicidade está surgindo em seu coração de alguma fonte desconhecida. Essa fonte desconhecida é a existência. Você ganhou isso se você esteve verdadeiramente triste, se você esteve verdadeiramente sem esperança, desesperado, infeliz, miserável, se você viveu no inferno, você ganhou o paraíso. Você pagou o preço.

Confronte a vida. Encontre a vida. Momentos difíceis acontecerão, mas um dia você verá que esses momentos difíceis lhe deram força porque você os enfrentou. Eles foram feitos para ser assim. Esses momentos difíceis são duros quando você está passando por eles, mas depois você verá que eles lhe tornaram mais inteiro. Sem eles você nunca teria ficado centrado, fundamentado.

Deixe que a expressão seja uma das regras mais importante da sua vida. Mesmo que você tenha que sofrer por isso, sofra. Você nunca será um perdedor. Esse sofrimento lhe tornará cada vez mais capaz de desfrutar da vida, de regozijar-se na vida.

(por Rajneesh Osho, em The Art of Dying, Discurso #10)

16/07/2026

Entidades Energética


Entidades energéticas não são ficção. São programas e energias reais que penetram nosso campo energético e parasitam nossa força vital. Elas não podem simplesmente chegar e tomar posse de uma pessoa. Para isso, precisam de um ingresso – uma diminuição nas vibrações e em qualquer ressonância. Quando seu campo energético enfraquece e começa a funcionar em baixas frequências, o ambiente se torna ideal para a patogenicidade.

As principais "portas" são:

Alimentação. O que ingerimos afeta diretamente nossa energia e reduz significativamente as vibrações do corpo.

Sexo. Relações sexuais promíscuas são um dos caminhos mais diretos e espaços abertos para a troca de energia.

Vícios e intoxicação. Álcool, tabaco e drogas destroem ainda mais o campo protetor. Basta se embriagar em tal companhia uma vez para que haja uma grande probabilidade de você levar esses "passageiros" consigo.

Medo e horror. Choques severos vivenciados na infância ou em situações difíceis da vida criam lacunas na estrutura energética.

Violência, estresse, tensão e depressão. A permanência prolongada em emoções polarizadas esgota o campo energético e drena a energia." Recursos energéticos.

Certos lugares. Hospitais, funerais, cemitérios, centros de ioga e escolas místicas são considerados locais com alta concentração de energias limítrofes, onde uma pessoa deve ser especialmente vigilante.

As entidades energéticas são excelentes "alunas". Elas se adaptam rapidamente, aprendem a se disfarçar e se manifestam através do comportamento e das percepções humanas.

Os principais sintomas são: uma deterioração acentuada do estado geral; dores súbitas e doenças estranhas; perda constante de força, apatia e fadiga crônica; uma série de situações negativas na vida em que tudo parece sair do controle, e muitos outros.

Sua segurança energética está em suas mãos. Clareza de pensamento, estilo de vida, alimentação consciente, seletividade na comunicação, troca de energia, manutenção e estabilização de altas vibrações são a melhor proteção.

Julia Svet

BOM DIA


 

O Pai-Nosso dos Templários


Senhor, perdoa-me se não rezo a oração que teu filho nos ensinou pois julgo-me indigno de tão bela mensagem. Refleti sobre esta mensagem e cheguei as seguintes conclusões: Para dizer "Pai Nosso", antes devo considerar todos os homens, independente de sua cor, raça, religião, posição social ou política, como meus irmãos, pois eles também são teus filhos; devo amar e proteger a natureza e os animais, pois se tu és o meu pai, também é meu criador, e quem criou a mim também criou a natureza. Para dizer "Que estais no céu" devo antes fazer uma profunda análise em minha consciência, procurando lembrar-me de quantas vezes o julguei como um pai celestial, pois, na realidade, sempre vivi preocupado com as coisas materiais. Para dizer "Santificado seja o Vosso Nome", devo antes verificar se não cometi sacrilégios ao adorar outros deuses acima de ti. Para dizer "Venha a nós o Vosso Reino", devo antes examinar minha consciência e procurar saber se não digo isto apenas por egoísmo, querendo de ti tudo, sem nada dar em troca. Para dizer "Seja feita a Vossa Vontade", devo antes buscar meu verdadeiro Ser e deixar de seu um falso cristão, pois tua vontade é a união fraternal de todos os seres que criastes. Para dizer "Assim na Terra como no Céu", devo antes deixar de ser mundano e me livrar dos desenfreados prazeres, orgias, orgulho e egoísmo. Para dizer "O Pão nosso de cada dia nos dai hoje", devo antes repartir o pão que já me destes, com os meus irmãos mais carentes e necessitados, pois é dando que se recebe; é amando que se é amado. Para dizer "Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido", devo verificar se alguma vez tornei a estender a minha mão àquele que me traiu; se alimentei quem me tirou o pão; se dei esperanças e consolei àquele que me fez chorar; pois só assim terei perdoado àquele que me ofendeu. Para dizer "E não nos deixai cair em tentação, mas livrai-nos do mal", devo antes deixar limpo o foco de meus pensamentos, amparar a mão estendida, socorrer o pedido de aflição, alimentar a boca faminta, iluminar o cego e amparar os aleijados, ajudando na construção de um mundo melhor. E, finalmente, quando dizer "Amém", deverei fazer tudo isso, agradecendo ao meu Criador, cada segundo de minha vida, como a maior dádiva que poderia receber. No entanto Senhor, embora procure assim proceder, ainda não me julgo suficientemente forte, no intuito de tudo isto te prometer e cumprir. Perdoa-me, Senhor meu Pai, porém minha perfeição a tanto ainda não chegou.

Retirado do Livro: Orações ao Entardecer 

Autor: Princípe Asklépius D'Sparta

Reflexão de Osho


As pessoas têm se tornado tão voltadas para fora que não conseguem, nem mesmo por um simples momento, sentar em silêncio. Esta é a coisa mais difícil no mundo. As pessoas não param quietas. 

Qual é o medo? O medo é de encontrar o seu próprio Vazio, e uma vez que ele seja encontrado, a sua vida perde todo o interesse, todo o sabor, todo o sentido e significado.

Todo mundo está fugindo de si mesmo. E chamam de divertimento a essa fuga de si mesmo. 

Osho

HOJE


Hoje, eu escolho cuidar das minhas palavras.

Eu escolho falar com intenção, não com impulso.

Eu escolho lembrar que cada palavra que sai de mim é uma semente que volta pra minha própria vida.

Palavras têm poder. Elas constroem ou destroem, curam ou machucam, elevam ou aprisionam.

Nem sempre é fácil calar o que a mágoa quer gritar. Mas falar de qualquer jeito, só pra aliviar por um segundo, quase sempre custa caro depois.

Eu escolho parar antes de falar. Respirar antes de reagir. Pensar antes de plantar uma semente que não quero colher.

Porque quando há paz na minha mente, há calma na minha voz. E quando há clareza no meu pensamento, há propósito em cada palavra que escolho dizer.

Eu não preciso me calar. Eu preciso falar com verdade, com amor, com consciência.

Hoje, eu escolho ser dona da minha voz. Eu escolho ser arquiteta do meu futuro. Eu escolho a paz..

Fonte Despertar da Consciência