Os seres humanos tendem a interpretar os outros a partir de seus próprios valores e crenças. Isso acontece porque o cérebro economiza energia criando modelos mentais simplificados das pessoas.
Ou seja, muitas vezes as pessoas não enxergam quem você é, mas sim quem elas esperam que você seja.
Biologicamente, o cérebro prefere simplificar pessoas complexas.
A liberdade começa quando você deixa de caber nas expectativas dos outros e rejeita projeções impostas.
Não vá para luta entre identidade interna vs narrativa social.
Não aceite o jogo que tenta te reduzir.
Eu não sou um personagem da sua expectativa social.
Quem tenta reduzir sua complexidade revela o limite da própria mente.
O ser não pode ser reduzido à interpretação de outro observador.
A identidade real existe além do julgamento coletivo.
O ser é algo em constante transformação.
Quem define o outro revela mais sobre si mesmo do que sobre o outro.
A mente que rotula não quer compreender, quer controlar.
A maioria não quer entender você.
Quer apenas que você se encaixe.
Quanto mais alguém precisa te rotular, menos entende a complexidade da existência.
Quem tenta te definir está tentando proteger sua própria visão frágil do mundo.
O presente muda e o futuro ainda não foi definido.
Toda convicção rígida é um medo disfarçado de certeza.
Quando você para de caber nos moldes, começa a existir de verdade.
A maioria das certezas humanas são apenas hábitos mentais herdados.
Quem precisa que você seja algo específico tem medo da sua liberdade.
A mente que precisa definir o outro ainda tem medo do desconhecido.
Eu não sou o que sua convicção quer que eu seja;
Sou aquilo que ainda está em transformação além do espaço tempo;
Sou um processo em movimento;
Seu julgamento não me define,
apenas revela o limite da sua percepção.
O julgamento é uma tentativa de congelar algo que está em transformação.
Rejeite identidades impostas.
Identidade é processo
Consciência está além do julgamento coletivo
E transformação além do espaço-tempo
Toda identidade definitiva é apenas uma pausa no movimento da consciência.
Ser livre é não aceitar a versão de você que criaram sem sua permissão.
O universo experimenta a si mesmo através de identidades em transformação.
J.H. Lich

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