30/04/2026

A ALMA QUE TROCOU DE ROUPA E NÃO AVISOU O CORPO


Você se olha no espelho do banheiro e sente um descompasso silencioso, como se o reflexo pertencesse a outra pessoa... O corpo está ali, biologicamente correto. Mas algo dentro grita que aquela imagem não é a casa certa. Ninguém viu. Ninguém vê.

Em 2008, num programa de televisão muito assistido, Divaldo Franco respondeu a uma pergunta sobre identidade de gênero a partir do princípio espírita da polaridade anímica e do equilíbrio das energias acumuladas em encarnações alternadas. A resposta abriu um debate que não fechou mais. De um lado, vozes conservadoras passaram a chamar de delírio o que estudos de neurobiologia já confirmam como diferença real na estrutura cerebral. Do outro, espíritas progressistas publicaram obras como Além do Rosa e do Azul, exigindo um espiritismo mais humano e menos dogmático. E você, leitor, crê mesmo que a alma tem genitália?

A polaridade anímica define que o espírito acumula experiências em ambos os sexos ao longo das encarnações, e a disforia pode ser o resultado de uma transição rápida em que o perispírito mantém a morfologia e os afetos da existência anterior. Estudos de neurobiologia, em convergência com essa tese, indicam diferenças cerebrais coerentes com a identidade sentida... padrão similar ao que o modelo organizador biológico descreve... mesma ação do perispírito sobre as células. A ciência tateia a borda. A doutrina ilumina o centro. A roupa não define a alma.

Ninguém nos ensinou que a essência divina não tem órgãos. Hoje, antes de julgar alguém pela aparência, pergunte... que jornada essa alma trouxe? Nós podemos acolher sem entender tudo, e este é, talvez, o gesto mais espírita que existe.

@espalhandoadoutrinaespirita

CURA FERIDA


Tem uma contradição que muita gente vive sem perceber… quer se curar, mas insiste em revisitar o que machuca. 

Parece inofensivo. Pensar de novo, analisar mais uma vez, tentar entender melhor. Só que, na prática, isso não é cura… é repetição.

Você não está resolvendo a dor. Está mantendo ela ativa.

Existe uma diferença clara entre aprender com o que aconteceu e ficar preso no que aconteceu. 

O primeiro te fortalece. 

O segundo te desgasta.

E aqui está o ponto que incomoda: muitas vezes, você volta para a ferida porque ainda espera um final diferente. Uma resposta que não veio, uma atitude que não aconteceu, um reconhecimento que nunca chegou.

Mas isso não depende mais de você.

E enquanto você insiste em revisitar esse cenário, continua se colocando no mesmo lugar emocional, como se nada tivesse mudado.

Curar não é esquecer. É parar de alimentar.

É aceitar que algumas coisas não vão se resolver do jeito que você queria. Que algumas respostas não virão. E que insistir nisso só prolonga um ciclo que já deveria ter terminado.

Outro erro comum é achar que, se você parar de pensar, está ignorando. Não está. Está escolhendo preservar sua energia.

Porque tudo que você alimenta, cresce. Inclusive a dor.

E no fim, a pergunta é simples… você quer entender mais… ou quer seguir em frente?

Porque os dois ao mesmo tempo não acontecem.

Conecte essa reflexão com alguém que ainda está voltando sempre no mesmo ponto.

Braga Conecta

PINEAL DESREGULADA


A pineal foi transformada em símbolo de despertar rápido demais. Qualquer aumento de sonho, imagem ou percepção de presença já é tratado como evolução. Não é. A pineal não serve só para ampliar recepção. Ela filtra, decodifica e separa origem de sinal. Quando essa função falha, o campo perde triagem e mistura percepção legítima com interferência.

O efeito bate no físico. A desregulação da pineal pode desorganizar o eixo sono-percepção, gerar exaustão ao despertar, pressão craniana e sensação de presença associada a colapso energético. Quando o filtro cai, o sistema nervoso recebe excesso de entrada sem separação.

Essa falha abre vulnerabilidade para captação cruzada: imagens que não pertencem ao campo, medo sem causa, comandos misturados à intuição, assinatura externa entrando como leitura própria. A recepção sobe, a triagem cai. O conteúdo entra já contaminando a interpretação.

A janela noturna piora esse quadro. No estado hipnagógico, hipnopômpico e campo onírico, a pineal afrouxa o filtro. É aí que entram imagens implantadas, falsas revelações e comandos travestidos de mensagem espiritual. O corpo acusa no dia seguinte: exaustão, pressão, taquicardia, oscilação entre hiperabertura e colapso.

No campo espiritual, a consequência é perda de eixo. A percepção perde a linha limpa e começa a responder por mistura. O campo fica mais exposto a acoplamentos, invasões oníricas e comandos repetidos operando por trás da recepção.

Pineal aberta sem filtro não é avanço. É aumento de exposição. Sem aterramento, barreira de frequência e triagem, a abertura vira porta. O problema nunca foi só a abertura. É abertura sem controle, porque aí o corpo paga e o campo perde soberania.

Luz e Consciência 

29/04/2026

Plano Espíritual


QUANDO CHEGAM AO PLANO ESPIRITUAL, A MAIORIA DOS ESPÍRITOS PENSAM ALGO MUITO PARECIDO:

SE EU SOUBESSE que a vida real não era na matéria... SE EU SOUBESSE que a realidade não é de sofrimento, mas de Paz e Liberdade.

SE EU SOUBESSE que nada que existia na matéria é permanente, que lá é tudo passageiro, eu não teria brigado no trânsito, batido nos meus filhos, me apegado a tantas coisas efêmeras.

Ah SE EU SOUBESSE.... teria ajudado muito mais gente, teria me enriquecido com Amor e Luz, teria deixado de lado esses problemas pequenininhos, teria feito caridade aos necessitados, teria deixado o Amor fluir, teria me atirado no bem sem nenhuma preocupação, teria sido mais humilde, teria vivido em paz...

Ah SE EU SOUBESSE... teria passado mais tempo com aqueles que amo, teria me preocupado menos, teria tido mais paciência, teria me soltado mais, me desprendido mais, teria vivido mais livre, de forma mais espontânea, mais natural, teria visto o lado bom de tudo, teria valorizado as coisas simples da vida. ⠀

SE EU SOUBESSE que os ricos podem se tornar pobres de espírito, e que os pobres podem ser muito ricos de espírito.

SE EU SOUBESSE que as diferenças sociais se extinguem, que sena morte todos somos filhos do universo, que a fome é saciada, que a sede é aliviada, que a violência só traz mais violência, que os injustiçados são compensados, que os perdidos sempre se encontram.

Ah SE EU SOUBESSE, teria menos pressa, olharia mais para a vida, veria mais o nascer do dia, comeria com calma o pão de cada manhã, teria plantado uma árvore, corrido no jardim, deitado no chão e rolado na grama.

Teria me desimpedido de auto cobranças, teria me aceitado como sou e aceitado o milagre da vida como ela é.

Se SE EU SOUBESSE, teria permanecido mais na natureza, observando os pássaros, molhando as mãos no rio, sentindo o vento, me aquecendo ao sol da manhã, sujado as mãos na lama e sentido o frescor da chuva.

SE EU SOUBESSE que sou um ser em desenvolvimento na essência inesgotável e eterna da vida, teria sido infinitamente mais livre e feliz.

Texto adaptado

📝Autor Hugo Lapa

Por@despertarodivino

Movimento Divino


Movimento do Masculino Divino & Reposicionamento do Feminino Divino: Um Momento de Viragem Energética.

A energia entre chamas gémeas está a atravessar um período intenso de movimento, despertar e profundidade emocional. Muitos Masculinos Divinos sentem uma inquietação crescente, como um impulso interno que os puxa de volta à ligação. Memórias começam a surgir —momentos que se sentiram seguros, autênticos e verdadeiramente felizes na ligação. E com essas memórias vem também a consciência: palavras ditas no impulso, silêncios prolongados, erros e afastamentos emocionais.

Agora, para muitos, o coração começa a falar mais alto do que a mente. Surge o desejo de reparar, de esclarecer, de voltar a um lugar mais verdadeiro e honesto.

Ao mesmo tempo, há um processo interno profundo a acontecer. Feridas antigas, padrões kármicos, pressões externas e emoções reprimidas estão a vir à superfície. Isto pode manifestar-se como cansaço, tristeza, solidão ou até desconforto físico. Para aqueles presos em relações ou situações desequilibradas, o desconforto torna-se cada vez mais evidente — quase impossível de ignorar. Nada disto é por acaso. É um chamado à verdade, à libertação e à tomada de decisões mais alinhadas.

Enquanto isso, o Feminino Divino já não se move pela necessidade de perseguir. Ela recolheu a sua energia e voltou-se para si. Está focada no seu crescimento, na sua cura, na sua vida, no seu poder. O seu silêncio não é ausência — é presença consciente. O seu afastamento não é perda — é escolha. E essa mudança torna-se impossível de ignorar.

É precisamente esse reposicionamento que desperta no Masculino uma nova perceção do valor dela.

A comunicação começa a ganhar força, mas nem sempre de forma direta. Pode surgir em pequenos sinais: olhares à distância, mensagens escritas e apagadas, aproximações subtis. Ainda existem bloqueios na expressão, especialmente ao nível emocional, por isso a clareza e a intenção tornam-se essenciais quando as palavras finalmente chegam.

Este período traz também uma sensibilidade mais aguçada. Intuição forte, sonhos intensos, sinais repetidos, uma sensação de ligação que vai além do visível. O corpo também sente — com peso no peito, tensão, cansaço ou ondas emocionais que surgem sem aviso.

No fundo, tudo aponta para equilíbrio.

O Feminino é chamado a manter-se centrado, a proteger a sua energia e a não reagir ao tempo ou ao silêncio. O Masculino é levado a confrontar-se com o que evitou, a libertar o controlo e a agir com mais verdade.

Velhos ciclos estão a fechar-se.

Novos caminhos começam a abrir-se.

E aquilo que agora parece confuso ou pesado… está, na realidade, a preparar espaço para algo mais claro, mais maduro e mais verdadeiro.

Mensagem canalizada

Elisabete Mateus 

QUANDO A OBSESSÃO PARECE DEPRESSÃO


Você acorda exausto antes mesmo de levantar. A cama parece feita de chumbo, a luz da janela incomoda, a alegria virou substantivo abstrato, alheio. Você pergunta ao espelho onde foi parar a pessoa que vivia ali. E o espelho não responde.

Existe um caso documentado por Kardec na Revista Espírita de 1864, a jovem obsedada de Marmande, que ilumina uma zona delicada e perigosa de confundir. A moça apresentava sintomas que hoje qualquer ambulatório descreveria como depressivos, falta de vontade, choro sem causa, pensamentos sombrios sem fim. Mas havia, ali, uma camada que os médicos da época não conseguiram enxergar sozinhos. A questão nunca foi escolher entre psiquiatria e espiritualidade. Foi reconhecer que a alma humana habita os dois andares ao mesmo tempo. E você... há quanto tempo tenta resolver no nível errado o que pede cuidado em duas frentes?

A doutrina espírita ensina que a auto obsessão e a sintonia com Espíritos sofredores podem agravar quadros emocionais já fragilizados, sem nunca substituir o diagnóstico clínico. A psicoimunologia mostra padrão similar quando demonstra como o pensamento crônico altera neurotransmissores, sono e imunidade. Convergência integradora... Tristeza prolongada não é fraqueza moral, é alerta legítimo. Continue o tratamento médico, busque o psicólogo, mantenha a medicação prescrita. E adicione: prece sincera, leitura edificante, um abraço de quem ama. Cura verdadeira é trabalho coletivo.

Hoje, peça ajuda a alguém. Um amigo, um terapeuta, uma linha de apoio. Se a dor estiver insuportável, ligue para o CVV no 188, qualquer hora, qualquer dia. Nós carregamos noites que parecem eternas, e ninguém nos ensinou que pedir socorro é coragem, não derrota.

@espalhandoadoutrinaespirita

Canalização espiritual e terceiro olho


Canalização espiritual é a capacidade de receber e transmitir mensagens de planos sutis por meio da percepção sutil e da sintonia vibracional. Essa prática depende de harmonia energética, clareza interior e foco espiritual. O terceiro olho é o centro responsável por captar essas mensagens e organizá-las em forma de pensamentos, palavras, imagens ou sensações compreensíveis para a mente consciente.

A ativação do terceiro olho favorece a canalização espiritual, pois permite acesso direto a campos vibracionais elevados e facilita a interpretação das informações recebidas. Quando esse centro energético está em equilíbrio, ele atua como ponte entre a consciência e dimensões superiores, tornando possível a comunicação com guias, mentores ou fontes de sabedoria espiritual.

Canalização espiritual é o processo pelo qual uma pessoa recebe e transmite informações provenientes de planos sutis da consciência. Essas mensagens podem vir de consciências espirituais, guias, mentores, campos de sabedoria universal ou fontes vibracionais específicas. A canalização ocorre quando há sintonia energética entre o canal e a fonte de informação, permitindo que as mensagens fluam de forma clara, ordenada e compreensível. Esse processo depende da sensibilidade do indivíduo e do grau de desenvolvimento de seus centros de percepção sutil.

Diferente de práticas intuitivas comuns, a canalização espiritual envolve uma conexão mais direta e focada. Durante a experiência, a pessoa entra em estado de receptividade consciente, no qual reduz a atividade mental e abre espaço para que a informação chegue sem interferências. A mensagem recebida pode se manifestar por meio de palavras, imagens mentais, emoções ou percepções internas que são interpretadas e transmitidas pelo canal. Em alguns casos, a canalização pode ocorrer por escrita, fala, percepção silenciosa ou combinação dessas formas.

Esse processo não depende de rituais complexos, mas exige preparo, equilíbrio energético e intenção clara. A canalização espiritual não é um fenômeno aleatório ou místico, mas uma capacidade que se desenvolve naturalmente quando o campo vibracional da pessoa está alinhado com planos superiores. O canal age como uma ponte entre diferentes frequências de consciência, permitindo que informações sintonizadas sejam organizadas pela mente e transmitidas com clareza e coerência.

A canalização pode acontecer de forma espontânea, mas é mais segura e precisa quando há preparo prévio. Isso inclui o fortalecimento do campo energético, o desenvolvimento da escuta interna e o equilíbrio dos centros sutis, especialmente o terceiro olho e a glândula pineal. Esses elementos são fundamentais para garantir que a comunicação ocorra com estabilidade e sem contaminações mentais ou emocionais. Quando esses aspectos estão harmonizados, a canalização se torna uma ferramenta valiosa para o crescimento espiritual e a ampliação da consciência.

Canalizar não significa perder o controle ou permitir que uma consciência assuma o corpo. A canalização espiritual consciente ocorre com lucidez, presença e discernimento. O canal se mantém desperto, observa a experiência com clareza e transmite a informação com responsabilidade. Por isso, é essencial compreender que a canalização espiritual não é um dom reservado a poucos, mas uma capacidade humana que pode ser desenvolvida com dedicação, intenção elevada e preparo vibracional adequado.

Tiberio Z


28/04/2026

Conexão com os dedos


Conexão que existe entre os dedos da mão e os cinco elementos fundamentais da filosofia antiga.

- Polegar (Fogo - Agni): Representa o sol, transformação e energia.

- Índice (Ar - Vayu): Representa o vento, movimento e pensamento.

- Médio (Espaço - Akasha): Representa o vazio, som e conexão.

- Anelar (Terra - Prithvi): Representa o planeta, estabilidade e matéria.

- Mínimo (Água - Jala): Representa a lua, fluidez e emoção.

https://www.dreamstime.com/hand-fingers-spread-set-against-galaxy-backdrop-represents-four-classical-elements-each-fingertip-features-element-image402044156

OS ARCANJOS E AS FREQUÊNCIAS EMOCIONAIS


Os arcanjos não são entidades que agem no mundo em nome dos humanos. São frequências vivas, campos de consciência que vêm tocar o que já vibra dentro de cada um de nós, para o elevar, revelar e intensificar.

Não trazem algo externo. Despertam o que já está presente, mas ainda adormecido, reprimido ou disperso. Cada arcanjo transporta uma qualidade específica, uma vibração particular, não para resolver uma situação… mas para transformar o estado interior a partir do qual essa situação é vivenciada.

✨O Arcanjo Miguel eleva o medo em direção à clareza. Não remove o obstáculo; fortalece a capacidade de o enfrentar.

✨O Arcanjo Rafael amplifica a cura já em curso. Ele ativa o que procura curar-se.

✨O Arcanjo Gabriel abre a expressão. Ele liberta o que não ousou falar.

✨O Arcanjo Uriel ilumina a compreensão. Ele revela o que estava confuso.

✨O Arcanjo Chamuel amplifica o amor. Abre o que estava fechado.

✨O Arcanjo Zadkiel transforma memórias. Altera a vibração do passado.

Mas outras frequências também atuam, mais silenciosas, mais subtis.

✨O Arcanjo Haniel eleva a sensibilidade à intuição.

✨O Arcanjo Metatron realinha o que está disperso.

✨O Arcanjo Sandalfon ancora a luz na matéria.

✨O Arcanjo Raziel abre as portas ao mistério.

✨O Arcanjo Jofiel eleva os pensamentos em direção à beleza.

✨O Arcanjo Azrael acalma passagens e transições.

Todos seguem a mesma lei invisível.

Eles não agem.

Eles amplificam.

Eles não criam.

Eles revelam.

Não substituem os outros.

Elevam o que já existe.

Assim, os arcanjos não alteram a realidade de forma direta. Elevam a vibração interior até que esta se torne suficientemente forte para transformar a forma como somos, vemos e agimos.

E quando a vibração muda…

a realidade, naturalmente, começa a responder de forma diferente.💫

@Antoine LS (Histoire d’Âme) obrigado por este texto e obrigado 

@Dany Lea Bert por o partilhar.

Fonte: Elisabete Mateus 

Reflexão...


“É importante perceber que o despertar da vida depende de você.

Libere seu coração e deixe que ele construa seu destino.

A felicidade é uma experiência ligada à sabedoria.

Sua vida muda quando você muda.

Deixe as pessoas do passado no passado, a melhor cura do baixo-astral é abrir os olhos para o mundo.

Enquanto você acreditar, o medo não vai se instalar.

Para viver intensamente é necessário conviver com os riscos.

Por isso acredite sempre, por pior que seja a situação.

Não deixe a dúvida tomar conta de você.

Nosso maior adversário está dentro de nós.

É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que o rio se transforme em mar.

Poder é ser dono de sua atenção.

Alguém já disse que visão é a arte de ver o invisível.

Nós é que transformamos a semente em árvore para poder colher os frutos.

A primeira ponte é a do sentido da vida.

A segunda ponte é a do silêncio.

A terceira ponte é a da simplicidade.

A quarta ponte é a do sentimento.

Você é a pessoa que escolhe ser.

Um dos segredos da felicidade é saber criar condições para que a vida dependa de nós.

Viver é a arte de realizar sonhos.

Viver é ser o artista da auto-criação.

As mudanças ficam mais fáceis quando o que se passa dentro de você é explicado.

O grande néctar da vida é a possibilidade de realizar o divino que existe dentro de cada um de nós.”

(Roberto Shinyashiki)


27/04/2026

TEMPO PRA TUDO


Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha.

Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada. Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando: Fujam todos, a ilha vai ser inundada. 

Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa.

Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda. Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você. Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você. 

Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você... Sinto muito, mas você vai sujar meu barco. Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: 

Senhora Tristeza, posso ir com você? Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha. Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse: Sobe, amor, que eu te levo. O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho. 

Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria: Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou? Ela respondeu: O tempo. O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui? Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor. 

* * * 

Dentre todos os dons que a Divindade concede ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos. É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas. 

É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso. 

É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento. É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios. 

O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz. E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre. 

* * * 

Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo. Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir. 

Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. 

Tempo de espalhar pedras e de juntá-las. Tempo de abraçar e de se afastar. Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar. 

Texto História de amor, de autoria desconhecida

SE MOVA

 Se mova como se tudo vai dar certo.


Confie no caminho mas não como quem espera respostas prontas confie como quem aceita caminhar mesmo sem enxergar o final.

A fé verdadeira não é sobre certezas, é sobre movimento. É sobre dar um passo mesmo quando o chão parece invisível, mesmo quando o silêncio do mundo não te devolve sinais claros. Porque, no fundo, há uma inteligência maior operando nos bastidores da vida, organizando encontros, afastando o que não pertence mais e abrindo espaços que você ainda nem sabe que precisa.

Quando você se move com fé, algo muda dentro de você antes de mudar fora. Seu olhar se suaviza, seu coração se expande, e aquilo que antes parecia obstáculo começa a se revelar como direção. Nem tudo que dá errado é perda — muitas vezes é redirecionamento. Nem todo atraso é atraso às vezes é proteção.

O universo não responde à pressa, ele responde à coerência. Quando sua intenção, sua energia e suas ações entram em sintonia, as coisas começam a fluir de uma forma quase silenciosa, mas profundamente transformadora. Portas se abrem sem esforço forçado. Pessoas certas chegam sem necessidade de insistência. E o que não é para ficar, simplesmente perde a força.


Confiar no caminho é também abrir mão do controle excessivo. É entender que nem tudo precisa ser resolvido agora. Há processos que só o tempo consegue amadurecer. Há respostas que só aparecem quando você está pronto para compreendê-las.

E, acima de tudo, confiar é permanecer mesmo quando a dúvida sussurra, mesmo quando o medo tenta te paralisar. Porque a fé não elimina o medo, mas te ensina a caminhar apesar dele.

Continue. Mesmo devagar. Mesmo em silêncio. Mesmo com o coração cheio de perguntas.

Porque quando você escolhe seguir com fé, não é apenas você que está indo em direção ao que deseja… é a vida inteira se reorganizando para te encontrar. ✨💛

Evoluindo com Hooponopono 


A Força Vital e A Energia Sutil


Sabemos que todos os corpos celestes emitem e propagam ondas que se expandem de forma linear e circular e que se intercalam umas com as outras de outros corpos celestes que também emitindo e recebendo ondas formam figuras geométricas que são a base de tudo o que existe mediante a forma e quantidade de lados que formam os elementos da natureza e da vida: água , madeira, fogo, metal e terra.

Essas energias se interagindo vão sendo equilibradas no todo, mas o ser humano começa a interferir nelas causando desequilíbrios no todo que muito prejudicam o solo, as plantas, os animais e o próprio ser humano.

Para que haja uma melhor harmonização, portanto, é preciso trabalhar bem esta energia que age em cada um e no todo em geral, trabalhando incansavelmente para este aumento da energia boa porque muita coisa contribui para a desarmonia e o caos.

As energias sutis são a própria vida em si: somos seres de energia, vivendo em um universo composto de energia. Somos um sistema de centros de energia. Na física diz-se que qualquer coisa que produza um padrão rítmico, cíclico de movimentos ou energia é um ,"oscilador".

Há em cada um de nós, dois tipos de energia:

. CHI congênito é o que vem de nossos pais, nossa nutrição intrauterina, influências planetárias na concepção e talvez fenômenos herdados dos antepassados.

. CHI adquirido é o que obtemos dos alimentos, das ervas energéticas e do ar. Ajuda a conservar o chi congênito e os dois trabalham juntos sinergicamente pela longevidade e pelo poder pessoal.

A maioria dos estímulos energéticos positivos: Cromoterapia, Homeopatia, Cristais, Florais, Reiki, Arteterapia, Geoterapia, etc. agem de uma forma direta neste corpo de energia vital.

A vibração que aí acontecerá encontrará ressonância no corpo físico, como também nos corpos emocional e mental que são mais sutis (onde poderá ter algum agravamento, para que desta forma todas as obstruções energéticas sejam eliminadas vindo a ter posteriormente o equilíbrio.

A força vital e a energia sutil, portanto, se completam e se relacionam diretamente para que uma harmonização energética seja alcançada de forma eficaz, duradoura e holística, favorecendo a todos os envolvidos na terapia.

Mensagem da semana


“Eu tiro o chapéu pra vida. Pra quem sorri das coisas simples. Eu tiro o chapéu, pra quem tem coragem de amar... Tiro o chapéu, pra quem almeja o sucesso pra si e para os outros. Eu tiro o chapéu, pra quem trilha na oração o realizar dos seus sonhos. Eu tiro o chapéu pra quem pratica o bem. Pra quem ama as crianças e os animais. Pra quem educa e incentiva. Eu tiro o chapéu, pra quem nao denigre a imagem do outro. Eu tiro o chapéu, pra quem é amigo, pra quem é irmão. Eu tiro o chapéu para quem nos faz rir deixando nossos dias coloridos. Eu tiro o chapéu, para quem mesmo distante consegue ser presente em nossa vida.”

Martha Moreira

26/04/2026

Leis de Ma’at


As 42 Leis de Ma’at: o código moral secreto do Antigo Egito que julgava a alma após a morte

No coração da civilização do Antigo Egito, entre templos monumentais e rituais funerários elaborados, existia um princípio fundamental que sustentava toda a ordem do universo: Ma’at. Representada pela deusa Ma’at, ela simbolizava verdade, equilíbrio, justiça e harmonia — valores que guiavam tanto os deuses quanto os homens.

Durante o período do Novo Império do Egito, uma das fases mais marcantes da história egípcia, surgiu um dos textos funerários mais importantes da antiguidade: o Livro dos Mortos. Nele, encontramos o famoso julgamento da alma, presidido por Osíris.

Nesse julgamento, o coração do falecido era pesado contra a pena de Ma’at. Mas antes disso, o indivíduo precisava declarar sua inocência diante de 42 juízes divinos — é aí que entram as chamadas “42 Leis de Ma’at”, também conhecidas como Confissões Negativas.

Diferente do que muitos pensam, essas leis não eram mandamentos rígidos como os códigos modernos. Elas eram afirmações como: “não roubei”, “não menti”, “não causei sofrimento”, refletindo uma ética profundamente ligada à vida cotidiana no Egito. Curiosamente, algumas declarações tratavam de aspectos muito práticos, como não desviar água — algo essencial em uma civilização dependente do rio Nilo.

Essas confissões revelam algo fascinante: os egípcios acreditavam que a justiça não era apenas divina, mas também social e moral. Viver em harmonia com Ma’at significava respeitar o próximo, agir com honestidade e manter o equilíbrio do mundo ao seu redor.

Ao observar essas antigas declarações, percebemos que, apesar da distância de milênios, muitos desses valores continuam atuais. A busca pela verdade, justiça e equilíbrio permanece como um ideal universal — talvez essa seja a verdadeira herança do Antigo Egito.

Ivone Pedroso Moraes Assalin


Campo Morfológico: Uma Rede Quântica de Memória e Informação


O campo mórfico não se reduz a uma dimensão física ou metafísica no sentido tradicional desses termos. Antes, configura-se como uma programação quântica uma arquitetura de informação não-local que se entrelaça às estruturas energéticas e informacionais subjacentes à realidade fenomênica. A mente humana, fortemente condicionada por múltiplas camadas de codificação socioperceptiva (a chamada "matrix"), opera dentro de um espectro de percepção severamente limitado, o que a impede de apreender o campo mórfico em sua natureza integral.

Essa programação quântica atua como uma rede invisível de correlações não-temporais e não-espaciais, conectando todos os sistemas por meio de padrões informacionais que transcendem a linearidade causal. Tais padrões, atuantes no domínio subquântico e energético, carregam memórias tanto coletivas quanto individuais que ressoam, se auto-replicam e se consolidam através do tempo, condicionando comportamentos, estruturas cognitivas e a própria tessitura da realidade experienciada.

A matrix, compreendida como o conjunto de programações implícitas e explícitas internalizadas desde a infância e reforçadas por instituições, linguagens e práticas sociais, funciona como um mecanismo de bloqueio epistêmico. Ela mantém a consciência humana operando em níveis de densidade ontológica restritos, onde a percepção fica cativa das categorias da mente discursiva e da materialidade grosseira.

Portanto, o campo mórfico revela-se como uma rede quântica inteligente, uma matriz de ressonância que transcende as cosmologias lineares e dimensionais convencionais. Ele constitui um sistema de memória universal e interconexão radical, mas seu acesso pleno permanece vedado enquanto não dissolvemos os véus perceptivos impostos pela matrix. Vislumbrar sua totalidade exige uma expansão da consciência para além dos modos sensoriais e cognitivos ordinários uma verdadeira desautomatização da percepção.

Luz e Consciência 

ESCOLHO

Hoje, eu escolho não tolerar o que me machuca.

Eu escolho não aceitar migalhas disfarçadas de afeto.

Eu escolho não silenciar minha dor só para manter a paz dos outros.

Eu escolho não justificar o que me fere, nem carregar culpas que não são minhas.

Não importa quem seja.

Não importa se é amigo, família ou parceiro.

Não importa há quanto tempo essa pessoa caminha ao meu lado.

Não importa o quanto ela já foi importante um dia.

Porque amor verdadeiro não machuca em silêncio.

Amor verdadeiro não faz pedir desculpa por existir.

Amor verdadeiro não me obriga a diminuir quem eu sou.

Hoje, eu reconheço que tenho direito de colocar limites.

Tenho direito de dizer o que dói.

Tenho direito de falar sobre o que me feriu.

Tenho direito de me afastar de quem insiste em me machucar.


Deixar ir quem já foi importante não é fácil.

Mas continuar onde me tratam mal é ainda mais cruel com a minha alma.

Eu não vim ao mundo para suportar tudo em nome do passado.

Eu vim para aprender, evoluir e cuidar do meu espírito.

Ninguém tem o direito de me maltratar em nome do tempo, do sangue ou da história.

E eu não tenho o dever de aceitar o que fere o meu coração.

Hoje, eu me escolho.

Hoje, eu escolho a paz. Eu escolho a cura. Eu escolho a mim .

@espalhandoadoutrinaespirita

25/04/2026

Labirintite


Labirintite emocional

A labirintite é uma doença cujos principais sintomas são os que estão na figura, e ela pode ser de origem emocional. Os médicos sabem desta doença, e aconselham que o tratamento deverá ser feito por um psicólogo ou psiquiatra,pois, ao tratar doenças como ansiedade e depressão, é esperado que os sintomas da doença sejam eliminados.

Mas será mesmo assim?

Vamos ao cerna na questão, o que está por detrás da labirintite?

A labirintite, que é uma inflamação no ouvido interno, no labirinto, responsável pela audição e equilíbrio, geralmente é causada por uma infecção no ouvido.

E o que provoca tal infecção?

Como o Organismo é uma organização com várias valências, mais uma vez, no caso de uma valência estiver em baixa, e esconder isso, irá se sentir noutras valências também. Explicando:

No caso da pessoa sentir que está a ter muitos problemas na sua vida, sobrecarregada com os problemas da sua vida, com os problemas do seu marido/ esposa, com os problemas dos seus filhos, por exemplo, fica confusa, não sabendo para onde se virar. Esquecendo-se completamente de si. Como se está a sentir desorientada com tantos problemas, fica a reprimir nervosismo, pois quer manter as aparecias, que vai dar conta do recado.

No meio de tantos afazeres esquecesse de si, necessita de parar para pensar, tempo para planear, para saber agir, mas nunca arranja esse tempo. Como anda tão envolvida nos problemas dos outros, que acha que também são seus, dá demais ao outro e espera demais do outro, claro. Desta forma fica com a sensação de falta de amor e com a sensação de solidão, com esta carga emocional toda, esta confusão, a pessoa sente dificuldade em expressar as emoções.

O que fazer para ultrapassar esta situação?

Para além de procurar um bom profissional de saúde mental (psicólogo/psiquiatra).

No caso da pessoa continuar a reprimir os medos, acabará por ter crises de pânico. É por isso que se pensa que a labirintite emocional gera ansiedade.

Abra o jogo e liberte-se das amarras que o/a sufocam, colocando os seus sonhos, anseios, sentimentos em primeiro plano.

A sua saúde está a transmitir-lhe uma mensagem: pare e pense na sua felicidade. Coloque numa folha todos os eus problemas. Agora numa segunda folha coloque o que acha que é o 1º lugar, aquele que será o primeiro a ser resolvido e por ai fora. Irá perceber que alguns nem são seus, outros ne vai colocar na sua lista. O seu cérebro vai se organizar.

Dê se mais valor, seja o/a sua melhor amigo/a, não se anule. Deite fora o lixo do passado, que guarda no seu coração e imagine-se a fazer o que lhe dá mesmo prazer.

Deixe para resolver os problemas na hora certa, pois vivê-los no dia-a-dia é prejudicial ao coração. Acredite que a sua felicidade só depende de sí e da sua atitude forte e decidida. Agir com humildade, e ser firme nas suas opiniões é só para os assertivos, que é o que deve tentar ser. Aprender a acalmar-se, lembrando-se das coisas boas que tem ao seu redor e principalmente do tesouro que tem no seu interior.

Você já é feliz!

Pois ninguém e nada neste mundo poderão fazê-lo infeliz. A não ser que você permita.

Somos nós, e não os outros, os únicos responsáveis pela nossa existência. Reaja! Acorde!

Permita-se ser feliz!

Fonte:psidinamicus

Minha Religião


-Santo anjo do Senhor, o que vendes?

Respondeu-me: -Todos os dons de Deus.

-Custa muito caro?

-Não, tudo é de graça.

Contemplei a loja e vi vasos de vidro de fé, pacotes de esperança, caixinhas de felicidade e sabedoria.

Tomei coragem e pedi:

-Por favor, quero muito amor de Deus, todo o perdão Dele, vidros de fé, bastante alegria e felicidade eterna para mim e para minha família.

Então, o anjo do senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.

-É possível, tudo aqui?

O anjo respondeu sorrindo:

-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.

Plante a sua e seja feliz.

Autor Desconhecido

24/04/2026

Geração Z: Autenticidade, Desafios e Caminhos para o Crescimento Pessoal


A Geração Z, formada por jovens que cresceram em meio à revolução digital, carrega consigo uma energia transformadora. Seus pontos fortes incluem a capacidade de adaptação, a valorização da diversidade e a busca por propósito em tudo o que fazem. São criativos, conectados e engajados em causas sociais, o que lhes dá um papel relevante na construção de um futuro mais inclusivo e consciente.  

Por outro lado, também enfrentam fragilidades como ansiedade, insegurança financeira e dificuldade em lidar com compromissos de longo prazo. A pressão por resultados rápidos e a comparação constante nas redes sociais podem gerar frustração e sensação de insuficiência.  

Para que essa geração alcance um crescimento pessoal sólido, o autoconhecimento é essencial. Ele permite que cada jovem reconheça suas forças, enfrente suas vulnerabilidades e construa uma identidade mais equilibrada.  

Dicas Práticas para o Autoconhecimento e Crescimento

✨️Escreva um diário reflexivo: registre emoções, conquistas e desafios para identificar padrões de comportamento.  

✨️Defina metas pequenas e alcançáveis: celebre cada vitória para fortalecer a confiança.  

✨️Pratique o equilíbrio digital: reduza o tempo em redes sociais e invista em experiências presenciais.  

✨️Busque feedback construtivo: ouvir colegas e mentores ajuda a enxergar pontos cegos.  

✨️Invista em inteligência emocional: aprenda a lidar com frustrações e a transformar erros em aprendizado.  

✨️Cultive hábitos saudáveis: sono adequado, alimentação equilibrada e atividade física fortalecem corpo e mente.  

"O verdadeiro crescimento começa quando você se permite olhar para dentro e transformar suas fragilidades em força."  

Portais Terapêuticos


MEDICINA BEM COMPREENDIDA


Muitas doenças não são doenças, mas sim envelhecimento normal. 

O diretor de um hospital de Pequim deu estes conselhos aos idosos:

Você não está doente, você está envelhecendo. 

Muitas condições que você considera doenças não são doenças, mas sim sinais de que o corpo está envelhecendo.

1. Memória fraca não é Alzheimer, mas um mecanismo de autoproteção do cérebro idoso. Isso é o cérebro envelhecendo, não uma doença. Se você simplesmente esquece onde colocou as chaves, mas consegue encontrá-las sozinho, NÃO é demência.

2. Andar devagar e ter pernas e pés instáveis não é paralisia, mas degeneração muscular. A solução NÃO é tomar remédios, mas sim *se mexer*.

3. Insônia não é uma doença, mas o cérebro está ajustando seu ritmo. É uma mudança na estrutura do sono. Não tome remédios para dormir indiscriminadamente. A dependência prolongada de pílulas para dormir e outros medicamentos para adormecer aumenta o risco de quedas, comprometimento cognitivo, etc. 

A melhor pílula para dormir para idosos é tomar mais sol durante o dia e manter uma rotina regular.

4. Dores no corpo não são reumatismo, mas uma reação normal ao envelhecimento dos nervos.

5. Muitos idosos dizem: Meus braços e pernas doem em todos os lugares. É reumatismo ou hiperplasia óssea? Os ossos ficam frouxos e finos, mas 99% das "dores no corpo" não são uma doença, mas uma condução nervosa lenta, que amplifica a dor. Isso é chamado de sensibilização central, uma alteração fisiológica comum em idosos. Exercícios são a cura, em vez de tomar remédios.

6. Colesterol. Os idosos têm níveis de colesterol ligeiramente mais altos porque viveram mais. O colesterol é a matéria-prima para a síntese de hormônios e membranas celulares. Um nível muito baixo pode facilmente reduzir a imunidade. As Diretrizes para a meta de redução da pressão arterial em idosos são <150/90 mmHg, e não o padrão para jovens <140/90. Não trate o envelhecimento como doença.

7. Envelhecer não é uma doença, é um caminho necessário.

Algumas palavras devem ser ditas aos idosos e seus filhos:

Primeiro, lembrem-se: nem todo desconforto é uma doença.

Segundo, muitos idosos têm medo de ficar "assustados". Não se assustem com o laudo do exame físico nem se deixem enganar por propagandas.

Terceiro, o mais importante para as crianças não é levar os pais apenas ao hospital, mas acompanhá-los em caminhadas, banhos de sol, refeições, conversas e vínculos.

O envelhecimento não é o inimigo. É outra palavra para viver... mas a estagnação é o inimigo!

Mantenha-se saudável

Um oncologista brasileiro disse:

1. A meia-idade começa aos 50 e deve terminar aos 70.

2. Os anos dourados começam aos 70 e terminam aos 80.

3. A velhice começa aos 80 e termina aos 90.

4. A longevidade começa aos 90 e termina após a morte.

5. O principal problema de uma pessoa idosa é a solidão. Geralmente, os cônjuges não morrem juntos, alguém morre primeiro. Uma viúva ou viúvo se torna um fardo para a família. Por isso é tão importante não perder o contato com os amigos, reunir-se e se comunicar com frequência, para não ser um fardo para seus filhos e netos, que provavelmente nunca o dirão.

Minha recomendação pessoal é não perder o controle da sua vida. Isso significa decidir quando e com quem sair, o que comer, como se vestir, para quem ligar, a que horas dormir, o que ler, com o que se divertir, o que comprar, onde morar, etc. Porque se você não puder fazer todas essas coisas livremente e sozinho, você se tornará uma pessoa insuportável que será um fardo para os outros.

William Shakespeare disse: "Estou sempre feliz!" Sabe por quê? Porque eu não espero nada de ninguém. Esperar é sempre angustiante. Os problemas não são eternos; eles sempre têm uma solução. Acreditamos que somos os culpados pelos nossos problemas. O único para o qual não há cura é a morte.

Antes de reagir... respire fundo;

Antes de falar... ouça;

Antes de falar... ouça;

Antes de criticar... olhe para si mesmo;

Antes de escrever... pense com cuidado;

Antes de atacar... renda-se;

Antes de morrer... viva a vida mais bela que puder!

O melhor relacionamento não é com a pessoa perfeita, mas com alguém que aprendeu e está aprendendo a viver da forma mais interessante e bela possível. Observe as deficiências dos outros... mas também admire e elogie suas virtudes.

Se você quer ser feliz, precisa fazer outra pessoa feliz. Se você quer algo, precisa primeiro dar algo de si. Você precisa se cercar de pessoas boas, amigáveis e interessantes e ser uma delas.

Lembre-se: em momentos difíceis, mesmo com lágrimas nos olhos, levante-se e diga com um sorriso: "Está tudo bem, porque somos frutos de um processo evolutivo."

Mensageiro da luz

José Martins 

Abraçando a vida


Nos tornamos muito mais inteiros quando podemos confiar na nossa dor, na nossa tristeza, na nossa confusão, confiando tanto nos nossos momentos de luz e abertura quanto nos de resistência e contração, nos abrindo para escutar aquilo que se passa dentro de nós.  

Neste momento, você está onde você precisa estar, sendo quem você precisa ser. Simplesmente porque é assim que a Vida se apresenta nesse momento. Sua vida, do jeito que ela é agora, é a sua prática espiritual.

Abraçando a sua Vida no presente, você abraça tudo o que você já viveu e tudo o que você ainda vai viver; você abraça a revelação do seu Ser.  

Namastê

Sexta de reflexão


Quando vemos alguém apenas como “mais uma pessoa”, é comum que venham junto julgamentos, expectativas, rótulos e até frustrações. A gente passa a analisar atitudes, comparar comportamentos e, muitas vezes, reagir com base em feridas nossas, não no que o outro realmente é.

Mas quando mudamos essa lente e começamos a enxergar o outro como “energia”, algo dentro de nós também muda. Não no sentido místico exagerado, mas como uma forma mais sensível de perceber o que aquela pessoa transmite: paz ou tensão, leveza ou peso, verdade ou desconforto. Você deixa de focar só no que a pessoa aparenta ou faz e passa a sentir o que ela te causa.

Essa mudança de perspectiva traz mais consciência para os relacionamentos. Você começa a entender melhor por que se sente bem perto de algumas pessoas e drenado perto de outras. Aprende a respeitar seus limites, a se afastar do que te faz mal sem culpa e a valorizar o que te faz bem sem medo.

Além disso, esse olhar reduz julgamentos. Porque, quando você entende que cada pessoa carrega sua própria energia — formada por histórias, dores, aprendizados e vivências — você passa a olhar com mais empatia. Nem tudo é sobre você. Nem toda atitude do outro é pessoal. Muitas vezes, é apenas o reflexo do que ele carrega por dentro.

No fim, essa visão não desumaniza — pelo contrário, ela humaniza ainda mais. Porque te faz perceber que todos somos feitos de algo que vai além do que se vê. E quando você aprende a sentir, em vez de apenas julgar, seus relacionamentos ficam mais leves, mais verdadeiros e muito mais conscientes.

Fonte: Evoluindo com Hooponopono 

23/04/2026

Lição de Jung


Carl Jung, aconselhou um amigo sobre a felicidade dizendo: "Mesmo a vida mais feliz não pode ser medida sem alguns momentos de escuridão".

Carl Gustav Jung deixou uma das reflexões mais provocativas da psicologia ao afirmar que nem mesmo a vida mais feliz pode ser vivida sem momentos de escuridão. Essa ideia continua atual porque confronta uma busca comum, a de eliminar toda dor, todo conflito e toda contradição. Na visão junguiana, a felicidade não nasce da ausência de dificuldades, mas da capacidade de compreender o que cada experiência revela sobre quem somos de verdade.

Para Jung, a felicidade não era um estado permanente de prazer, calma ou satisfação. Ele percebeu, ao longo de sua prática clínica, que muitas pessoas sofriam justamente por tentar sustentar uma imagem ideal de equilíbrio, escondendo sentimentos incômodos, frustrações e medos que continuavam vivos no inconsciente.


EU TAMBÉM!


"Não tenho mais paciência para algumas coisas da vida. Não porque me tornei arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto em que não quero mais perder meu tempo com coisas que me deixam infeliz ou triste.

Não tenho mais paciência para cinismo, críticas excessivas ou cobranças de qualquer tipo. Perdi a vontade de agradar quem não me valoriza, não tenho amor por quem não me ama e não quero sorrir para quem não sorri para mim.

Não vou perder mais um segundo com aqueles que mentem para mim ou tentam me manipular. Não quero nem estar perto de quem finge, de quem é desonesto ou superficial.

Não tolero a arrogância acadêmica e não aceito a trivialidade popular. Eu odeio conflitos. Acredito em um mundo cheio de diversidade e por isso evito pessoas com atitudes rígidas e traços inflexíveis.

Na amizade, não tolero falta de lealdade e traição. Não concordo com quem não sabe fazer um elogio ou uma palavra de incentivo.

Tenho dificuldade em entender as pessoas que não gostam de animais. E acima de tudo, não tenho paciência para quem não merece a minha paciência."

- Meryl Streep e eu também!

Fonte:magiadasiluminadas

Perversidade


O perverso usa o mecanismo do desmentido para lidar com a castração, numa tentativa de ficar imune. A castração é aquilo que simbolicamente dará sustento à lei (dizendo de forma bem simplista). O uso desse mecanismo (o desmentido), é a forma do perverso mostrar que sabe que a castração existe (ou que a lei existe), porém não a considera.

Segundo Freud, a função ética, nasce da vivência edipiana, na relação com a castração, onde o sujeito tem a possibilidade de deixar para trás a onipotência e a arbitrariedade. A modalidade perversa se coloca como tendência a desconsiderar a submissão à lei, dando continuidade ao arbitrário.

A perversão não se restringe àquilo que é sexualmente bizarro ou maligno (no sentido de assassinato), mas incide na possibilidade de satisfação e sustentação do desejo atualizado.

Da mesma forma, lida com a própria angústia, negando sua existência. Para isso, institui um objeto (material ou comportamental), que é colocado no lugar da falta (consequência da castração e motivo de angústia). Quase que numa indicação de não repressão.

Ao desmentir a castração, a lei, a falta e a angústia, o perverso indica sua forma de lidar com o outro – desconsiderando. O outro existe, mas como possibilidade de uso para sua satisfação. Por isso, o perverso o manipula.

O perverso entrega sua angústia ao outro como enigma. Não se inibe, nem se recrimina, pois para isso teria que considerar o outro na relação. Sua via é de manipulação, para assim, acessar a satisfação. O outro é então objeto de manobra para o gozo.

O objeto do perverso é como um véu, que faz duplo efeito: aponta a falta e a desmente. O objeto, nem sempre é material, nem sempre tem foco no prazer sexual, mas se remete àquilo da falta e da angústia que o perverso não quer saber. Dessa forma, o poder (arbitrário) pode ser objeto do perverso.

Os outros se colocam à disposição da manipulação do perverso pelo enigma que concerne. A idolatração do perverso de cunho submisso, se instaura na medida em que o perverso faz por que quer, faz por satisfação. Ele faz aquilo que os outros (manipulados) gostariam de fazer, mas seu conflito com a lei (interna) não permite.

Com isso, o perverso submete o outro à sua culpa. Ou seja, já que ele não reconhece a castração, não reconhece a falta, não considera o outro, também não sente culpa (o que não significa, em hipótese alguma, que não tem responsabilidade) e a entrega para que o outro a sinta: “a culpa é sua”. Essa culpa está no sentido subjetivo, da constituição do sujeito. O perverso coisifica o outro e ainda o torna culpado.

Contudo, a modalidade perversa não é simples de ser manejada. O perverso precisa de investimento psíquico, intelectual e corporal para manter sua satisfação, por isso, vemos o perverso por vezes como grande articulador, como grande calculista, como grande incitador. Ou seja, a manipulação é necessária para sustentar seu objeto.

Neste sentido, o perverso usa o poder como objeto de satisfação fetichista. Daí desmente as leis, desmente as normas, desmente a ética. O poder é o objeto que constitui sua subjetividade e, portanto, sua manutenção é imprescindível. Para fazer valer esse objeto, o perverso manipula o outro (que deve se submeter), com encantamento.

Torna-se, então, uma figura idealizada daquele que tudo pode, pois tudo faz. Os submetidos não percebem sua manipulação porque sua articulação tem caráter de montagem, fazendo o submetido se considerar importante. Mas o perverso não liga para o submetido, pois o que realmente importa é a manutenção de seu objeto de gozo.

Por Fernanda Tomaz

A razão não faz escândalo.


Ela não precisa gritar para existir, nem se impor no tom para ter valor. Quem tem clareza não sente necessidade de transformar tudo em confronto. Sabe que nem toda conversa precisa acabar ali, nem toda provocação merece resposta, nem toda insistência vale o desgaste.

Muita gente levanta a voz achando que isso fortalece o argumento. Quase nunca fortalece. Só mostra pressa, descontrole ou necessidade de vencer de qualquer jeito. A razão costuma andar mais devagar. Observa mais. Fala menos. E, quando precisa, espera.

Esperar também é inteligência.

Tem coisa que o impulso bagunça, mas o tempo ajeita. Tem discussão que só existe porque alguém quer plateia. Tem momento em que responder na hora só alimenta o ruído. Nesses casos, o silêncio não é fraqueza. É escolha.

Quem amadurece aprende isso. Aprende a não gastar energia para provar o óbvio a quem não quer entender. Aprende a sair de debates inúteis sem achar que perdeu. Aprende que paz vale mais do que ter a última palavra.

No fim, o tempo costuma mostrar quem tinha consistência e quem só tinha barulho.

A razão não grita.

Ela senta e espera.

Andante, o caminho faz-se caminhando 

22/04/2026

TÁBUA DE ESMERALDA


A Tábua de Esmeralda e as civilizações Atlântida e Lemúria... _Mu_... A história perdida, os segredos e mistérios. Também já li essa Tábua de Esmeralda, mas não acredito em tudo que está aí. A história tem que ser bem esclarecida. Se a gente souber isso, vamos descobrir nossas origens.

Existiu o continente de Mu, Lemúria, Atlântida... Andromeda e Síriano... Esses são seres evoluídos, e muitos chamam de alienígenas ou extraterrestres por não os compreender e não entender a história e as nossas origens estelares.

Esses seres evoluídos desceram e começaram a coabitar com os humanos. Naquela época, os humanos estavam em boa evolução. Tudo era tão lindo antes da queda!! Os seres de outras galáxias se juntaram com os humanos que Deus fez e os Elohim. Aí houve híbridos. Mas em uma comunhão perfeita de amor.

Eu sei que Thoth foi da civilização Atlântida, não só ele, mas muitos outros seres, como Jesus, Buda, El Morya, Saint Germain e muitos outros. Alguns deles são seres da Lemúria... Atlântida e Lemúria.

Antes de catástrofes que foram a queda, atrás de água ou dilúvio, muitos deles foram para as superfícies da Terra, como Agartha, Shamballa, etc... Essas civilizações são muito evoluídas. E até agora existem.

As civilizações, como Lemúria e Atlântida, antes da queda... Alguns foram para o Egito, outros ocuparam parte da Ásia. Ou seja, as civilizações da Atlântida foram para o Egito Antigo... Os Lemúrianos foram para o continente asiático.

Por isso mesmo se vê a tecnologia antiga do Egito, são muito evoluídas, aí temos as pirâmides, entre outras criações. Foram esses seres com uma sabedoria incrível na tecnologia...

Att: os seres humanos não são os únicos filhos de Deus. Deus ou o Divino tem muitos filhos em muitos mundos além da Terra física.

Professor Ricardo.

Reflexão do dia


Achar que ser mentalmente forte é nunca sentir medo ou tristeza é a maior mentira que já inventaram para você.

Muita gente acredita que ter saúde mental de ferro significa ser uma rocha, alguém que acorda todos os dias motivado, sorrindo e imune aos problemas da vida. Vendem a ideia de que o forte não chora, não fraqueja e não pede ajuda. Mas a grande verdade é que a força mental não tem nada a ver com fingir que está tudo bem. Ela tem a ver com a capacidade de encarar o caos de frente, aceitar que a vida é cheia de situações difíceis e entender que você não tem o controle sobre tudo o que acontece ao seu redor.

Se você olhar para a imagem, vai ver que a nossa mente funciona como um motor cheio de engrenagens interligadas. Para que essa máquina rode perfeitamente, a gente precisa parar de gastar energia com aquilo que não podemos mudar. O último passo desse ciclo desenhado na imagem é justamente focar no que é controlável. Você não controla o trânsito, a atitude das outras pessoas ou os imprevistos, mas você tem nas mãos a direção de como vai reagir a tudo isso. E o primeiro passo para não pifar esse motor é aprender a abraçar o que te assusta em vez de fugir.

A curiosidade que poucas pessoas aceitam é que o fracasso é o melhor professor que existe. A gente cresce com pavor de errar, mas é justamente quando as coisas dão errado que a gente aprende a consertar a rota. A imagem mostra bem isso apontando que fracassos são lições. Superar os próprios limites e construir uma mentalidade inabalável não é algo que acontece do dia para a noite. A mudança leva tempo. É como treinar um músculo na academia, exige paciência, constância e uma dose diária de esforço para não desistir no meio do caminho.

A reflexão que fica é sobre o peso que tentamos carregar sozinhos nas costas. Ser forte também é ter a humildade de criar uma rede de apoio e entender que ninguém vence todas as batalhas sem conversar com alguém de confiança. Em um mundo que exige resultados imediatos e perfeição o tempo todo, praticar a atenção plena e focar no tempo presente é um ato de sobrevivência e inteligência. A verdadeira força não está em nunca cair, mas na sabedoria com que você decide se levantar para tentar de novo.

Nota: este conteúdo (texto e imagem) é educativo e informativo. Não substitui avaliação médica presencial nem deve ser usado para autodiagnóstico. Se houver sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional qualificado.

Obs: Imagem gerada por inteligência artificial.

Levando Esperança 

TIPOS DE FERIDAS EMOCIONAIS E O QUE ATRAEM


As feridas emocionais não só doem: também moldam aquilo que você atrai e tolera nas suas relações. A partir da psicologia — especialmente da Psicologia e da teoria do apego — entende-se que aquilo que não está resolvido tende a repetir-se, não por “destino”, mas por padrões aprendidos.

Vou explicar de forma clara, direta e útil:

🌑 1. Ferida de abandono

Origem possível: infância com ausência emocional ou física, falta de atenção.

Como se sente: medo de ficar sozinho, ansiedade quando alguém se afasta.

Que tipo de pessoas atrai ou escolhe:

Pessoas distantes, frias ou que não se comprometem.

Porquê:

A sua mente tenta “resolver” a ferida repetindo o cenário.

🔥 2. Ferida de rejeição

Origem: sentir que não é suficiente ou que era comparado.

Como se sente: insegurança profunda, medo de não ser amado.

Atrai:

Pessoas críticas, pouco afetivas ou que invalidam.

Verdade dura mas real:

Aceita migalhas porque duvida do seu valor.

⚖️ 3. Ferida de humilhação

Origem: vergonha, críticas constantes, exposição emocional.

Como se sente: culpa, necessidade de agradar.

Atrai:

Pessoas dominantes ou que te fazem sentir inferior.

🧊 4. Ferida de traição

Origem: enganos, promessas quebradas.

Como se sente: desconfiança, necessidade de controlo.

Atrai:

Pessoas instáveis ou pouco claras.

Paradoxo:

Quer controlo, mas escolhe o imprevisível.

🧩 5. Ferida de injustiça

Origem: educação rígida, exigência extrema.

Como se sente: rigidez emocional, dificuldade em mostrar vulnerabilidade.

Atrai:

Pessoas frias ou muito exigentes.

⚠️ Agora, algo importante (sem romantizar):

Não é que “atraia magicamente” certas pessoas…

é que as suas feridas filtram quem escolhe, o que tolera e quando decide ficar.

🌱 **Como começar a mudar esse padrão?**

Aqui liga-se com o que mencionava sobre Osho:

✨ Observe sem julgar (auto-observação):

  Que padrão se repete nas suas relações?

✨ Torne consciente o inconsciente:

  O que não vê, repete.

✨ Sinta sem fugir:

  A ferida cura-se quando é atravessada, não quando é evitada.

✨ Quebre a escolha automática:

  Escolha de forma diferente, mesmo que no início seja desconfortável.

🧠 Uma verdade incómoda mas libertadora:

Curar não é encontrar alguém melhor…

é deixar de aceitar aquilo que antes você tolerava.

Elisabete Mateus 

Frodo Explica...


Id, Ego e Superego são instâncias na nossa psique. São conceitos criados por Sigmund Freud para explicar o funcionamento da mente humana, considerando aspectos conscientes e inconscientes. 

Seriam três “partes” da mente que, integradas e atuando em conjunto, determinam e coordenam o comportamento humano.

O Id é regido pelo “princípio do prazer”. Profundamento ligado a libido, está relacionado a a ação de impulsos é considerado inato. Está localizado na zona inconsciente da mente, sem conhecer a “realidade” consciente e ética, agindo portanto apenas a partir de estímulos instintivos, o que lhe atribui a característica de amoral.

O ego é a parte consciente da mente, sendo responsável por funções como percepção, memória, sentimentos e pensamentos. É regido pelo “princípio da realidade”, sendo o principal influente na interação entre sujeito e ambiente externo. É um componente moral, que leva em consideração as normas éticas existentes e atua como mediador entre id e superego.

O superego é o componente inibidor da mente, atuando de forma contrária ao id. Considerado hipermoral, segue o “princípio do dever” e faz o julgamento das intenções do sujeito sempre agindo de acordo com heranças culturais relacionadas a valores e regras de conduta. O superego é, então, componente moral e social da personalidade.

Achou um pouco confuso? São conceitos bastante abstratos e talvez de difícil compreensão à primeira vista, mas que podem ser demonstrados mais claramente através de exemplos. 

Para aqueles que assistiram a trilogia ou leram os livros de O Senhor dos Anéis de J.R. Tolkien, é possível fazer uma boa analogia usando seus personagens para dar vida as representações das estruturas psíquicas propostas por Freud.

Frodo explica

O Ego (Frodo)

Comandada pelo “princípio da realidade”, essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o ego está “preso” entre os desejos do id (tentando encontrar um jeito adequado de realizá-los) e as regras ditadas pelo superego. Do mesmo modo, Frodo se vê tentando conciliar as necessidades de Gollum e Sam em sua jornada.

O Id (Gollum)

A ânsia selvagem de Gollum pelo “precioso” anel é um bom símbolo para essa parte da nossa psique, responsável pelos nossos impulsos mais primitivos: as paixões, a libido, a agressividade… O id (“isso”, em alemão) está conosco desde que nascemos e é norteado pelo “princípio do prazer”, mas seus desejos são frequentemente reprimidos.

O Superego (Sam)

Também chamado de “ideal do ego”, tem a função de conter os impulsos do id. Suas regras sociais e morais não nascem com a gente: nós as aprendemos na sociedade para que possamos conviver nela corretamente. 

Em O Senhor dos Anéis, esse é o papel de Samwise, a bússola moral de Frodo, que o impede de ser seduzido pelo diabólico Anel.

Leandro Zanon


 

21/04/2026

MECÂNICA QUÂNTICA


A mecânica quântica não fala de partículas bonitinhas orbitando como bolas de bilhar ela fala de possibilidades em espera. O elétron não está “ali” até que o olhar pergunte onde ele deveria estar. Isso é superposição: várias versões coexistindo, colidindo, disputando qual delas vai se tornar palco.

O erro é pensar que livre-arbítrio é poder absoluto. Não é. Você não cria do nada você colapsa entre possibilidades já escritas no campo. É escolha dentro de um cardápio de estados possíveis. A questão é: quem está escolhendo? Você, presente e consciente, ou o ruído automático das tuas repetições?

Toda vez que você decide sem presença, o campo decide por você. Padrões herdados, memórias congeladas, crenças familiares: tudo isso colapsa realidade sem que você assine embaixo. É por isso que tanta gente vive a mesma história com atores diferentes. Não é destino, é superposição colapsada no piloto automático.

Mas quando você sustenta foco, corta o ruído e limpa o estado interno, o colapso muda. O livre-arbítrio real não é “fazer o que quiser”; é sustentar a versão de si que você escolhe ver aparecer no mundo. Isso exige disciplina, não fantasia. É atenção radical à qualidade da pergunta que você lança no campo.

No fundo, a física já mostrou o que a vida insiste em repetir: a realidade não é bloco fixo, é função de onda em espera. O mundo não responde ao desejo ansioso, responde à coerência vibracional. Quem se ausenta de si, terceiriza. Quem sustenta presença, escreve.

Luz e Consciência 

ORAÇÃO PARA CURAR AS FERIDAS INTERNAS

Eu invoco nesse momento a grande luz Universal. A chama violeta que cura, restaura e transmuta para que ela limpe todo o meu subconsciente.

Sinto e visualizo essa luz que jorra do alto, que envolve e penetra meu ser, identificando cada parte minha que ainda precisa de cura.

Eu estou aberto (a) e disposto (a) para neste momento cicatrizar todas as feridas internas do meu ser.

Que todo o passado doloroso se converta em aprendizado.

Que toda mágoa vire perdão.

Que toda culpa se transforme em auto-aceitação.

Que todo apego seja liberdade.

Que todo ressentimento torne-se compaixão.

Que todo julgamento vire respeito.

Que todo sentimento de rejeição se converta em força.

Que toda dor se transforme em amor.

Eu expiro todas as feridas para fora do meu ser e coloco um ponto final em todas as situações mal resolvidas. Não julgo, nem condeno e nem me vitimizo. Eu me liberto de toda dor. Inspiro todo o Amor Universal que me cura por dentro.

Eu me sinto preparado e firme para deixar as dores no passado e me abro para uma nova fase em minha vida.

Assim é!

Alexandro Gruber


VOLUNTÁRIOS


Quem foi voluntário para encarnar neste Planeta?

Durante todos esses anos encarnaram no planeta Terra várias ondas de voluntários.  

E esses voluntários vieram para transformar o meio que eles vivem, quebrar paradigmas, trazer o novo e transmutar.  

Mais afinal quem são esses voluntários?  

São seres que vieram de várias partes do universo, de várias galáxias, de vários Orbes para ajudar na transição planetária do nosso Planeta.  

São aqueles que levantaram a mão quando foram perguntados quem queria ajudar a terra!  

São vocês que agora leem esse texto! Sim vocês.  

Alguns se sentem deslocados, não se encaixam e sentem saudades de um lugar que não sabem onde é.  

Adoram olhar as estrelas!  

O DNA de todos no planeta já está sendo ativado e isso vai ajudar a aqueles que ainda não descobriram sua missão, despertar.  

Muitos perguntam qual é a missão de um voluntário?  

E eu respondo: Você só precisa existir aqui!  

A energia que você emite é tão forte e tão poderosa que ajuda a mudar o mundo!  

Se você não se encaixa é porque veio criar novas formas de existir!  

Você não está aqui para ser igual, está aqui para transformar!  

No seu interior já existe um modelo de um mundo maravilhoso onde o amor, a paz e a gentileza reina, e é essa energia que você trouxe pra cá!  

Sinta o amor que você é!  

Muitos de nós não sentem mais vontade de estar aqui e querem voltar pra casa!  

Mas você está aqui com um propósito e quando entender isso você saberá a importância do seu papel no todo!  

Não se desanimem achando que vocês não estão fazendo nada, porque estão!  

Cada um tem o seu papel, uma parte no quebra cabeça.  

É sutil, mais muito importante por causa da energia que acumula e vai criando uma transformação positiva para o mundo!  

E é isso que você veio ser. É isso que se trata sua vinda ao planeta Terra!  

Apenas ser quem você veio ser! Completo e preparado.  

Ser diferente faz parte de sua origem cósmica!  

Então aprecie e traga felicidade para sua vida!  

Aprecie a natureza e o que está a sua volta!  

Você está aqui para isso!

20/04/2026

Reflexão da semana


Conhece aquela sensação de parecer que está a carregar o mundo inteiro às costas?

Eu sei… pesa. E muito. Às vezes, o maior peso nem é físico — está todo ali, na sua cabeça.

Essa pedra enorme que arrasta consigo?

Não é o seu problema. É tudo aquilo que se recusa a largar. Está na hora de fazer uma limpeza e deixar isso no chão.

Aqui vão 7 coisas que tem mesmo de parar de carregar se quer respirar um pouco melhor. É inegociável para a sua saúde mental:

▪️1. A opinião dos outros

Sinceramente, porque é que isso pesa tanto? A opinião deles não paga as suas contas. Deixe-os falar… e siga o seu caminho.

▪️2. A culpa

Errou? Ok. Aprenda a lição e siga em frente. Ficar a remoer não muda nada — só o desgasta.

▪️3. Os problemas dos outros

É bonito estar presente para quem gosta, mas não é terapeuta nem uma esponja. Não absorva o stress dos outros — já tem o seu.

▪️4. A comparação

As redes sociais não é a vida real. Comparar-se a versões filtradas de pessoas que nem conhece é meio caminho andado para se sentir mal. Foque no seu percurso.

▪️5. O passado

Já foi. Não dá para reescrever. Se continuar a olhar para trás, ainda bate contra uma parede. O presente é agora.

▪️6. O “o que vão dizer”

O medo do julgamento é uma prisão. Seja quem você é, mesmo que incomode alguém. A liberdade começa quando deixa de ter medo de desiludir.

▪️7. O medo

Vai sempre existir. Mas não o deixe decidir por si. Pode ter medo… e avançar na mesma. É assim que se cresce.

Largue tudo isso. A sério — vai sentir-se muito mais leve.

Abra espaço para o que realmente importa.

Elisabete Mateus 


AFORISMO


Nietzsche acertou em cheio ao dizer que a gente rejeita ideias pelo tom, não pelo conteúdo, e a ciência confirma isso com viés de confirmação e reatância hoje na prática

Um aforismo de 1878 antecipa o que a ciência cognitiva descreve hoje como viés de confirmação, reatância e racionalização, o trio que trava o diálogo antes mesmo de a gente perceber

O viés de confirmação aparece de um jeito meio constrangedor no dia a dia: você ouve alguém falando, decide em segundos se gosta ou não daquela pessoa e, só depois, começa a “provar” para si mesmo que ela está errada. Nietzsche resumiu isso de forma cruelmente simples ao dizer que muitas vezes contradizemos uma opinião quando o que realmente nos desagrada é o tom.

E o mais incômodo é que essa intuição não ficou presa na filosofia. A ciência cognitiva aponta que o viés de confirmação não nasce do conteúdo que recebemos, mas do pacote inteiro, especialmente da forma como o conteúdo chega, porque o tom aciona defesas e empurra nosso cérebro para justificar uma decisão que já foi tomada.

O que Nietzsche quis dizer com “o tom nos incomoda mais do que a ideia”

Em 1878, durante sua ruptura com Wagner e Schopenhauer, Nietzsche publicou Humano, Demasiado Humano, seu primeiro livro de aforismos, tentando olhar para a mente humana com outra lente. Ele escreveu coisas como “as opiniões nascem das paixões” e que convicções podem ser inimigas mais perigosas da verdade do que mentiras.

Mas o ponto que interessa aqui está no aforismo 303, quando ele observa que muitas vezes não avaliamos a opinião em si, e sim o jeito como ela foi dita. É uma frase pequena, mas ela aponta para um mecanismo enorme: primeiro vem a antipatia, depois vem o argumento.

Onde entra o viés de confirmação nessa história

O texto conecta diretamente esse aforismo ao viés de confirmação, definido como a tendência de buscar, interpretar e lembrar informações de um jeito que reforça crenças e expectativas que já existiam.

Em outras palavras, o viés de confirmação costuma funcionar como advogado de defesa de uma decisão emocional, não como juiz imparcial avaliando provas. A pessoa fala num tom que soa agressivo, condescendente ou arrogante, você fecha a porta por dentro, e daí em diante tudo o que ela diz vira “mais um motivo” para manter a porta fechada.

Reatância: quando o tom vira gatilho de resistência automática

A reatância é aquele impulso de resistir quando sentimos que alguém está tentando nos empurrar para uma conclusão, mandar, controlar ou “dar lição”. O conteúdo pode até estar certo, mas a sensação de pressão transforma a conversa em disputa.

Quando o tom ativa reatância, o viés de confirmação entra em cena para encontrar qualquer detalhe que justifique a resistência. E aí o diálogo vira uma sequência de pequenos “não” internos, mesmo quando a gente continua falando “ok, entendi”.

Racionalização posterior: a história que a gente inventa para parecer lógico

O texto chama esse combo de perfeito para agir no automático: reatância, viés de confirmação e racionalização posterior. A racionalização posterior é o momento em que a mente organiza argumentos para deixar elegante uma decisão que já foi tomada por outro caminho.

Você não diz para si mesmo “não gostei do tom”, você diz “não faz sentido”, “não tem dados”, “isso não se aplica”, mesmo sem ter checado direito. E assim o viés de confirmação fica alimentado: ele seleciona só o que confirma a sua reação inicial.

O lado útil: como isso muda a forma de conversar e de escutar

A parte mais prática dessa ideia é simples: se o tom pesa tanto, então ele não é um detalhe, ele é parte do conteúdo. Uma mensagem boa dita do jeito errado pode morrer antes de nascer. E uma mensagem fraca dita com confiança pode ganhar um crédito que não merecia.

Do outro lado, também tem um alerta pessoal: quando você sente o impulso imediato de discordar, pode valer uma pausa curta para perguntar o que está falando mais alto ali, a ideia ou a sensação que o tom provocou. Nem sempre dá para “desligar” o viés de confirmação, mas dá para perceber quando ele assumiu o volante.

Na última conversa em que você se irritou de verdade, você acha que foi mais pelo que a pessoa disse ou pelo jeito que ela falou com você?

Carla Tales