E aqui está um exemplo de COMO FUNCIONAM AS CÉLULAS TRONCO.
Quando corta o dedo, o seu corpo precisa de reparar a lesão na pele. O trauma físico local envia um sinal para os genes fora da célula. Os genes são ativados e produzem as proteínas apropriadas, que, por sua vez, instruem as células estaminais a desenvolverem-se em células da pele saudáveis e funcionais. O sinal do trauma é a informação que a célula estaminal necessita para se diferenciar numa célula da pele.
Milhões destes processos ocorrem em todo o nosso corpo a todo o momento. Temos evidências médicas de que uma cicatrização semelhante, resultante da expressão dos genes descritos, pode ocorrer no fígado, nos músculos, na pele, nos intestinos, na medula óssea e até no coração e no cérebro.
Nos estudos sobre a cicatrização de feridas, quando a vítima se encontra num estado emocional altamente negativo, como a raiva, as células estaminais não recebem um sinal claro. Quando há interferência nos sinais, a célula potencial não recebe a estimulação correta de forma coordenada para se transformar numa célula útil.
A cicatrização levará mais tempo porque a maior parte da energia do seu corpo está a ser utilizada para lidar com a emoção da raiva." os seus efeitos químicos. Este não é um momento para criação, crescimento e nutrição – este é um momento para lidar com uma situação de crise.
Assim, quando o efeito placebo entra em ação e se atinge o nível certo de concentração, combinado com uma intenção clara e uma emoção nutritiva e inspiradora, o sinal correto consegue chegar ao ADN celular. Esta mensagem não só influenciará a produção de proteínas saudáveis que contribuirão para uma melhor estrutura e função corporal, como também criará novas células saudáveis a partir de células estaminais dormentes, que estão apenas à espera de serem ativadas pela mensagem correta.
"No momento em que alguém começa a formar uma intenção clara para um novo futuro — viver sem dor ou doença — e então combina essa intenção com uma emoção intensa — entusiasmo, esperança e antecipação de uma vida sem dor ou doença — nesse preciso momento o corpo deixa de habitar o passado. Ele já vive no novo futuro, pois, como vimos, não distingue uma emoção nascida da experiência real de uma criada meramente pelo pensamento. Portanto, esse estado emocional intenso em resposta ao novo pensamento é um componente vital do processo em questão, porque se trata de uma nova informação vinda de fora da célula — e para o corpo, a experiência gerada pelo ambiente exterior e a experiência gerada pelo ambiente interior são a mesma coisa.
Joe Dispenza

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