Há um tipo especial de pessoas neste mundo que, na maioria das vezes, são difíceis de compreender.
São pessoas que escolhem estar sozinhas e, ao mesmo tempo, profundamente ligadas aos outros.
São espíritos livres, amantes inocentes, que veem o mundo como ele deveria ser, como ele pode vir a ser.
São as almas antigas, os sonhadores, aqueles que vivem em harmonia com a vida — tão intuitivos em relação às suas emoções que, por vezes, nos assustam.
E não é aquilo que elas são que nos assusta, mas aquilo que pensamos não ser, aquilo que julgamos faltar-nos.
As almas íntegras alcançam profundezas que não conseguimos compreender. Têm uma ligação especial com o Universo, com a Natureza.
São elas que mudarão o mundo.
O seu toque é singular.
A intimidade com elas é singular.
Singular é também a clareza com que veem as coisas.
Muitas vezes sentimo-nos inferiores perante elas, como se tivéssemos de nos esforçar para alcançar o seu nível, para sermos dignos do seu amor.
Para amar uma alma íntegra, é preciso **confiar em si mesmo**.
Mas garanto-lhe: vale tudo a pena. Isso mudará a sua vida.
São românticas, fiéis, ajudam-nos a crescer, compreendem as ligações profundas da vida, são gratas, exemplos de fé e coragem.
Percorrem os caminhos mais dolorosos da existência, mas nunca perdem a coragem de sorrir, de serem altruístas, de apoiar os outros.
Amar uma alma antiga e ser amado por ela... é um presente do Universo.
As almas antigas estão espalhadas por todo o mundo.
E, se encontrar uma, terá ganho a lotaria da vida.
— Jorge Santos





