Entidades energéticas não são ficção. São programas e energias reais que penetram nosso campo energético e parasitam nossa força vital. Elas não podem simplesmente chegar e tomar posse de uma pessoa. Para isso, precisam de um ingresso – uma diminuição nas vibrações e em qualquer ressonância. Quando seu campo energético enfraquece e começa a funcionar em baixas frequências, o ambiente se torna ideal para a patogenicidade.
As principais "portas" são:
Alimentação. O que ingerimos afeta diretamente nossa energia e reduz significativamente as vibrações do corpo.
Sexo. Relações sexuais promíscuas são um dos caminhos mais diretos e espaços abertos para a troca de energia.
Vícios e intoxicação. Álcool, tabaco e drogas destroem ainda mais o campo protetor. Basta se embriagar em tal companhia uma vez para que haja uma grande probabilidade de você levar esses "passageiros" consigo.
Medo e horror. Choques severos vivenciados na infância ou em situações difíceis da vida criam lacunas na estrutura energética.
Violência, estresse, tensão e depressão. A permanência prolongada em emoções polarizadas esgota o campo energético e drena a energia." Recursos energéticos.
Certos lugares. Hospitais, funerais, cemitérios, centros de ioga e escolas místicas são considerados locais com alta concentração de energias limítrofes, onde uma pessoa deve ser especialmente vigilante.
As entidades energéticas são excelentes "alunas". Elas se adaptam rapidamente, aprendem a se disfarçar e se manifestam através do comportamento e das percepções humanas.
Os principais sintomas são: uma deterioração acentuada do estado geral; dores súbitas e doenças estranhas; perda constante de força, apatia e fadiga crônica; uma série de situações negativas na vida em que tudo parece sair do controle, e muitos outros.
Sua segurança energética está em suas mãos. Clareza de pensamento, estilo de vida, alimentação consciente, seletividade na comunicação, troca de energia, manutenção e estabilização de altas vibrações são a melhor proteção.
Julia Svet

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