Uma jovem de 16 anos recebeu um aviso espiritual claro: não saia, não beba. Ela ouviu. E desobedeceu.
Drogada sem saber, espancada e abandonada no meio de uma mata fechada às duas da madrugada, com a cabeça aberta e o corpo destruído, ela começou a caminhar no breu sem saber para onde ia.
Foi então que uma senhora vestida de branco apareceu.
Ela não se assustou com o sangue. Não perguntou o que havia acontecido. Lavou a ferida, impediu que ela dormisse e, quando os próprios agressores voltaram fingindo socorro, essa mulher os encarou e disse com firmeza: ela não vai.
Eles recuaram. Foram embora.
Quando a jovem pediu água num vilarejo próximo e pediu um copo para a senhora também, o morador olhou confuso e disse a frase que arrepia até hoje: "Moça, você está sozinha."
Ninguém a viu. Ninguém a conhecia. Ela não era deste plano.
A doutrina nos ensina que os Espíritos protetores não são figuras poéticas nem consolo de almas frágeis. São inteligências superiores que acompanham cada ser humano na jornada encarnada. Eles advertem. E quando ignoramos o aviso e caímos, muitos descem até a lama conosco para que não morramos nela.
A ciência chama de "alucinação de presença" o que ocorre em estados de choque severo. Mas como explicar que essa presença lavou uma ferida real, conseguiu um pano, e bloqueou um segundo ataque?
Hoje, aquela jovem tem 20 anos, cursa Psicologia e espera seu primeiro filho. O erro foi real. A queda foi real. Mas o amor que a recolheu do chão também foi.
Quantas vezes você foi protegido por mãos que não consegue explicar?
Fonte: Espalhando A Doutrina Espírita

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