Desde que nascemos, aprendemos a desempenhar papéis. Nos ensinam o que devemos sentir, como devemos agir, o que é aceitável sonhar e até quem deveríamos ser para sermos amados.
Aos poucos, vamos vestindo identidades que não escolhemos: a filha perfeita, a pessoa forte, a que nunca erra, a que sempre agrada. E, sem perceber, acabamos nos afastando da nossa própria essência.
Por isso, tornar-se quem você realmente é não é um processo de adicionar mais coisas a si mesmo.
É um processo de remover. De questionar crenças herdadas, expectativas impostas e versões de si que foram construídas apenas para sobreviver ou ser aceita.
O autoconhecimento exige coragem, porque significa olhar para dentro e perguntar: 'O que é verdadeiramente meu e o que apenas me ensinaram a acreditar?'
Somente quando começamos a desaprender quem nos ensinaram a ser, podemos descobrir quem sempre estivemos destinados a nos tornar.
Afinal, a liberdade mais profunda não está em ser quem os outros esperam, mas em ter a coragem de ser quem você é.
Desidentifique-se Da Mente

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