10/09/2023

A Colher



No filme Matrix há uma cena com um diálogo interessante entre Neo e um garoto com veste budistas.

Por trás deste diálogo existe conceitos muito importante ligados a construção da realidade pela mente, à natureza do processo (de dentro para fora)e a nossa falha em não a perceber

Não Existe Colher. Só Você

PENSEMOS NISSO

 


O Significado de Ver Números Repetidos e Horas Iguais

É normal muitas pessoas se sentirem “perseguidas” por números repetidos. Isso acontece diariamente sem que estejamos procurando, porque simplesmente esses números insistem em aparecer em nossas vidas. Basta ficar um pouco mais atento que você poderá notar isso também. Este artigo é para você que deseja saber um suporto significado, destes números e horas repetidas que nós perseguem.

Mas antes pense, quantas vezes isso acontece por dia ? Qual sequencia acontece ?. Será que existe um “tesouro guardado” para você, por trás disto tudo ?!. Não são poucos os casos de pessoas que conseguem mudar radicalmente suas vidas, por conseguir enxergar algum significado por trás desta rotineira repetição.

A mecânica dos números é sem dúvidas maravilhosa. Sem que percebamos, tudo está interligado por uma força oculta e poderosa. Uma simples ou complexa combinação numérica pode revelar profundos significados em nossas vidas. O Universo da numerologia possui muitas engrenagens e teias de comunicações. Desta forma, fique sempre atento as mensagens do universo e a simbologia dos números.

Significados Descobertos Dos Números Repetidos

As sincronicidades ou coincidências diárias podem te mostrar que você está no caminho certo. Ou podem mostrar que você está perto de realizar o que tanto deseja. E uma das formas de entendermos é ficando atentos ao momento presente, analisando a tudo que nos rodeia, prestamos atenção aos sinais ou números repetidos que aparecem em nossa rotina.

Precisamos saber que os números são energia e informações. Cada numeral pode carregar um significado, um compartimento, um conselho ou uma energia maior. É importante ficar atento aos números que aparecem em sua vida em sequências. Como por exemplo: 11:11, 10:10, 777, 666, 444, 333, as sequências repetidas costumam informar que algo está entrando em alinhamento para chegar até você.

Alguns Dos Significados de Números Repetidos e Horas Iguais

Veja abaixo alguns significados das horas ou de números repetidos:

1:1 – Costuma-se falar em recomeço. Boas novidades podem estar a caminho. Mas tenha cautela e seja prudente no que vai falar para as pessoas.

2:2 – Significa proteção espiritual. Tenha cuidado com fofocas, seja grato e invoque seus anjos da guarda.

3:3 – Pode abrir caminhos amorosos, mudança de rumo ao seu caminho.

4:4 – Pode significar força material, caminhos abertos na matéria. Trabalhe sua frequência vibracional na energia dos elementos terrenos. Fique atento ao seu desenvolvimento financeiro e ganhos e perdas em suas finanças.

5:5 – Sua espiritualidade está pedindo atenção, fique atento e reveja seus valores, os anjos estão olhando para você.

6:6 – Cuidado com as dúvidas, procure por respostas e elas poderão chegar. Fique atento com suas amizades e analise se condiz com sua alma.

7:7 – Direcionamento a você, pessoas podem precisar vir ao seu encontro. Hora de tomar decisões e pensar o que é melhor para sua vida.

8:8 – Racionalidade e Justiça, pense mais em você e não se leve pela emoções.

9:9 – Tenha calma. Nem tudo que acontece é importante para você. Analise o contexto geral antes de reclamar.

10:10 – Pode significar momento de mudanças. Deixe tudo fluir e tenha fé !.

11:11 – Não “jogue a toalha !!”. Sua vitória vai chegar, confie em sua força interior e tenha paciência.

12:12 – Significa força. Pessoas em sua volta, estão com você para lhe ajudar. Não tenha medo, aceite ajuda se precisar.

13:13 – Dê adeus a situações indesejadas. Esteja pronto(a) para reformulação.Essa pode ser a chave para sua vitória.

14:14 – Tenha fé e acredite que todas as melhores situações lhe conduzirão a vitória. Não desanime!

15:15 – Você está atraente e com forte proteção. Use isso ao seu favor, busque por novas atividades. Porém tenha cuidado com fofocas.

16:16 – Pode significar renovação, o velho pode dar lugar para o novo. Tenha desapego e seja mais feliz.

17:17 – Tenha mais tempo para você. Você precisa fazer as coisas que te dão mais prazer.

18:18 – Fique atento para seu lado espiritual, renove sempre sua fé. Muitos conceitos e mentiras irão cair em breve.

19:19 – Prosperidade e amizades fazem bem para sua vida. Momentos abençoados, você merece tudo de bom.

20:20 – Momento de olhar para as pendências e resolver os problemas. Sentar e chorar não funciona, apenas aumenta os problemas.

21:21 – O que você deseja chegará, é necessário que você confie em sua alma, pois ela o guiará.

22:22 – Quebre seu padrão comum e permita-se viver intensamente e livremente. Retire agora suas amarras ou censure suas limitações.

23:23 – A espiritualidade te convida para buscar mais equilíbrio. Busque seu eixo!

00:00 – Seja íntegro, começo de um novo dia de novas oportunidades. Arrisque-se, vale sempre a pena acreditar e fazer o que faz bem para seu coração e sua alma.

Fonte:drquantico.com


09/09/2023

UM DIA APÓS MEU SUICÍDIO

Um dia após o meu suicídio, eu me apaixonei pela a minha mãe ao vê-la chorando no chão do meu quarto, abraçando minha camiseta suja de sangue com minhas fotos espalhadas em seu redor.

Eu vi tanto amor em seus olhos!

Um dia após o meu suicídio, eu senti o quanto meu pai me amava, por mais que ele tivesse aquele jeito durão.

Em meio de tanta tristeza, ele falava com os olhos cheios de lágrimas o quanto sentia orgulho de mim e o quanto eu era sensível com o próximo!

Um dia após o meu suicídio, vi que a Lolla (minha gatinha de estimação) era mais incrível do que eu podia imaginar. Toda vez que alguém chegava em casa ela ia correndo até o portão esperando por mim e, ao ver que não era eu, ela deitava na frente da porta e continuava a me esperar!

Um dia após o meu suicídio, eu me encantei pelos meus irmãos ao vê-los sentados na sala com os olhos cheios de lágrimas, eles lembravam das vezes em que brincávamos na nossa linda infância.Que época boa!

Um dia após o meu suicídio, eu senti o quanto era querida por minha melhor amiga. Ela estava olhando nossas fotos juntas, e lembrando de todos os momentos!

Um dia após o meu suicídio, senti que era importante para os meus professores, eles estavam se culpando tanto por não terem percebido.

Já de noite, fui até o necrotério encontrar o meu corpo, aquilo me incomodou.

Olhei pra mim e disse: Tantos sonhos que tínhamos, tantos amores, tanta gente para conhecer.

Você tinha pessoas que te amavam e mesmo assim, jogou tudo para o alto, tem que ter muita coragem para tirar a vida, porque você não usou essa coragem para vencer? Graças a Deus, isso foi só uma visão. Você pode ler isso! Você ainda está aqui e pode mudar a sua vida para sempre. Ela não é tão ruim como parece.

Existem pessoas que te amam, que te querem por perto. Dê mais uma chance para a vida e as pessoas que estão ao seu lado.

Existe cura para a dor, se abra com alguém.

Você já superou tantas coisas, tente mais uma!

Wender Oliveira

Síndrome de Estocolmo: quando a agressão vira afeto

Apesar de ser um termo comum, “Síndrome de Estocolmo” ainda causa muita confusão na cabeça das pessoas.

Será que é possível alguém criar afeição por seu agressor? A síndrome existe mesmo? Neste artigo vamos sanar essas dúvidas e esclarecer para você o que é e como se desenvolve a famosa Síndrome de Estocolmo.

O que é a Síndrome de Estocolmo?

O que se sabe é que o termo foi cunhado pelo psiquiatra e criminologista Nils Bejerot e foi usada na mídia pela primeira vez em 1973 após um roubo a banco em Estocolmo, na Suécia.

Os assaltantes fizeram quatro reféns durante o roubo. Após a soltura dos reféns, realizada depois de seis dias de cerco ao banco, os quatro passaram a defender seus sequestradores e se recusaram a testemunhar contra eles.

Segundo os reféns, eles haviam sido bem tratados, mesmo com as ameaças e atos de violência sofridos. Os quatro ainda disseram que sentiram mais medo da polícia do que dos sequestradores.  

A definição “formal” da Síndrome de Estocolmo é: a vítima de agressão, sequestro ou abuso desenvolve uma ligação sentimental ou empatia por seu aproveitador.

As pessoas que desenvolvem a síndrome costumam apresentar sintomas como:

Confusão mental, depressão, agressão, culpa, dependência do aproveitador e distúrbio de estresse pós-traumático;

Ansiedade, irritabilidade, impulsividade e timidez;

Os problemas anteriores também podem gerar quadros de restrição de comida, sono e socialização

Como surge a Síndrome de Estocolmo?

Do ponto de vista psicológico, é argumentado que a Síndrome de Estocolmo é resultado da situação de desamparo e submissão extremados. Isso permite que os aproveitadores se passem por piedosos quando eles agem com qualquer ato considerado como bondade ou quando eles falham em bater, estuprar ou abusar da vítima.

Argumenta-se que a situação extrema faz com que a vítima se apegue a esses momentos e que crie a partir deles esperança e sentimentos positivos pelo abusador.  

A Síndrome de Estocolmo é real?

Apesar de muitos casos na mídia tocarem no assunto, não há respaldo científico. Há poucas publicações sobre o assunto e pouco suporte para a Síndrome de Estocolmo como um caso psiquiátrico válido e que pode ser diagnosticado.

Até o próprio termo Síndrome de Estocolmo é um gerador de ambiguidade, pois o termo não se encaixa bem na definição de síndrome usada e bem estabelecida pela comunidade psiquiátrica.

A síndrome não é utilizada na literatura e nunca foi colocada no “Diagnostic and Statistical Manual” (DSM5), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria e usado e reconhecido mundialmente como um manual de referência de doenças mentais.

Conclusão

A descrição da Síndrome de Estocolmo se encaixa em alguns casos de abuso e sequestro descritos pela mídia. Mas não é uma doença mental reconhecida e aceita pela comunidade psiquiátrica.

No entanto, a desvalidação do termo não diminui a importância e a relevância dos quadros de sofrimento mental. A Síndrome de Estocolmo pode não existir, mas existem uma série de outras síndromes, distúrbios e doenças mentais que diminuem significativamente a saúde do paciente e afetam sua vida.

Por isso, não podemos negligenciar nenhuma tipo de doença mental e muito menos situações de abuso que podem resultar em danos mentais muito graves e permanentes.

Fonte: psiquiatra.com.br




5 dicas para Transcender os Medos


Antes de mais nada, algo importantíssimo de se destacar é que essas dicas não se aplicam apenas ao medo, mas para qualquer desafio mental que você está passando, busque captar a essência dos ensinamentos e verá que entender os padrões em que a mente opera irá lhe ajudar a entender a si mesmo, as pessoas e a vida em geral, de uma maneira muito mais produtiva.

1. Aceitá-lo

Engana-se aquele que crê poder superar seus temores renegando-os. Também se engana quem pensa em confrontá-los achando que irão terminar com eles através do conflito. Em ambos os casos o que existe é apenas a permanência do medo. Ele é uma criação perpetuada no reino das emoções, logo sua dissipação naturalmente não se dá por si só. Da mesma forma, confrontá-lo é realimentá-lo, pois é disso que ele vive.

Existe algo que suporta toda a matéria e tudo o que dela provém. É um fluxo constante, como a correnteza de um rio. Quando esse fluxo é bloqueado, diz-se que se está distorcendo a natureza da própria existência. Bem-aventurados são os que o compreendem e seguem-no em harmonia e paz. Quando isso é aprendido, o homem torna-se senhor de sua vida, pois não está mais contra a natureza.

Logo, ele compreende que para vencer o medo é necessário aceitá-lo, pois sendo sua própria cria, renegá-lo ou confrontá-lo é ferir o próprio filho. O medo existe e continuará existindo a menos que você o eduque e o transforme em algo melhor. Deste modo, reconhecê-lo como existente é o primeiro passo para instruí-lo corretamente, recolocando-o de volta a favor do Dharma, do fluxo da Criação.

2. Conhecê-lo Profundamente

Dizia-se que na antiga arte da guerra, a tarefa principal do estrategista era a de conhecer o inimigo para então poder derrotá-lo. Aqui não há guerra, não há luta, não há conflito. Todavia, mesmo numa atitude pacífica ainda se faz necessário conhecer aquele o qual se deseje instruir. "Vencer o medo" é apenas uma alegoria. De fato, o que se pretende é purificá-lo, transformando-o em outra coisa.

Conhecê-lo não é apenas no reino da superficialidade, mas em todas as nuances na qual ele age e por quais razões o faz. É preciso desmistificá-lo, destrinchá-lo a fim de entendê-lo de maneira profunda. Sendo parte de você, sendo sua cria, o mínimo que lhe é pedido pela naturalidade da situação é que conheça seu filho.

Saiba por que ele surge, por que ele está sempre à espreita, por que você ainda não foi capaz de superá-lo. Conheça-o como a você mesmo.

3. Desvendar Sua Origem

Tudo o que é da matéria, tudo o que é do limitado tem uma origem. A própria manifestação tem uma origem. Logo, para instruir o seu medo a fim de sublimá-lo é necessário ir fundo e desvendar sua origem. Em algum momento o medo foi criado. No instante de seu nascimento, sua inconsciência permitiu que esta cria se tornasse senhora de seu criador, você. Volte no tempo e tente encontrar o momento exato em que o medo surgiu.

Isso abrirá seus olhos para uma nova perspectiva, a do observador distante. Entenderá, deste modo, o quão necessário ou tolo foi ao aceitar a vinda desta criação para sua vida, uma vez que os motivos, agora a olhos distantes, são infantis, e quem sabe, sem sentido.

Compreender a origem do medo é saber o ponto exato em que o sentimento da verdade, do não-medo, deixou de existir. E trazer de volta, ou reavivar, tal verdade, tal sentimento torna-se muito mais simples quando sabemos exatamente do que se trata.

4. Entender Suas Implicações

O medo traz diversas implicações que só podem ser compreendidas quando se tem total aceitação sobre ele e total conhecimento a respeito de sua personalidade e origem. Logo, após estar ciente do que o medo é e de onde ele surgiu, você será capaz de olhar de forma contumaz e atenta para todos os efeitos colaterais advindos dele.

Entender essas implicações traz de volta a razão, uma vez que agora, consciente do que está acontecendo, pode-se compreender que nada do que se origina do medo deveria estar presente em sua vida. A paranóia, a ansiedade, a irritação, a reclusão, o cansaço, a ignorância, tudo isso são implicações do medo. Identificá-las só é possível através dos três estágios citados acima.

Logo, fica bastante evidente que não existe nenhum benefício para que o medo continue instalado em sua vida. Essa constatação não é superficial ou mental, mas profunda. Aqui já se está pronto para sublimá-lo.

5. Positivá-lo

Uma vez que esteja completamente consciente de que o medo não tem mais motivos para estar em sua vida agora, o próximo passo é de uma simplicidade absurda. Trata-se de olhá-lo profundamente nos olhos e amá-lo verdadeiramente. Isso só é possível após aceitá-lo e compreendê-lo em todas as suas variantes, pois se percebe o quão frágil ele é, assim como você era quando o criou. Por isso não alimente rancor em relação ao seu passado, não leve tão a sério, essa é a chave para conseguir deixar essa energia estagnada fluir.

Naturalmente, de maneira silenciosa, ele irá desvanecer por completo. Ao notar-se sem qualquer motivo para existir, tende a dissipar-se, pois só pode existir como medo. Ao transformar-se em coragem, já não mais é o que era. Diz-se que ele foi sublimá-lo. Ao não ter mais motivos para existir e mesmo assim recebendo amor de seu criador, o medo se transforma em sua contraparte. Esse então é o desapego amoroso.

Logo, de forma natural, silenciosa e pacífica, o medo desaparece e jamais tornará a nascer, uma vez que cada medo é um ser individual e único. Quem aprende a transformar seus temores, desejos, anseios, tristezas e raivas em suas contrapartes, torna-se seu próprio mestre. Isso é alquimia interior.

Fonte: Evolução da Consciência

08/09/2023

A importância de um bom detox emocional

Sensação de esgotamento e cabeça confusa? Pode ser o momento para um detox emocional. Saiba como fazê-lo!

Você já percebeu que, às vezes, viver de forma mais leve parece simplesmente impossível? A gente absorve energias negativas de muitos relacionamentos, recebe notícias a todo momento (e muitas bem pesadas, você sabe bem) e está sempre fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Uma "pausa" para almoçar enquanto não largamos o celular é um bom exemplo.

As consequências, você sabe quais são: esgotamento, cansaço mental e físico, estresse e falta de clareza na nossa rotina. Se você tem sentido esses sintomas e parece que tudo está mais complicado de fazer, um detox emocional pode trazer mais tranquilidade e paz à sua vida.

A seguir, falamos mais sobre o tema e mostramos como você faz um detox emocional com atitudes bem simples. Só é preciso uma boa dose de força de vontade. Veja só!

O que é detox emocional?

Detox emocional é uma forma de repensar seus hábitos para que você tenha mais tranquilidade para realizar todas as tarefas de que precisa e possa ter mais paz em seu dia a dia. Às vezes, não reparamos o quanto nossa rotina é intensa, o que nos desgasta tanto mental, quanto física e emocionalmente.

Por isso, o detox emocional nos ajuda a focar o que (e quem) é importante, ao mesmo tempo que valoriza a paz interior. Aos poucos, essa prática alivia a sensação de esgotamento e frustração diante da vida e da nossa rotina.

Como fazer o detox emocional?

Se a sensação de esgotamento, como o famoso "burnout", tem sido frequente. As dicas a seguir vão ajudar muito. Confira quais são!

Reduza seu tempo online

Se você trabalha online, ok, não vai ter como mudar isso. Mas, após as horas de trabalho, tente se desconectar e olhar pra si. Às vezes passamos mais de dez horas conectados e ainda ficamos com a sensação de que estamos por fora de tudo o que acontece, muito pelo excesso de exposição.

Experimente fazer períodos sem checar suas redes sociais, como Instagram e Facebook, além de delimitar um tempo para ver o WhatsApp. Aos poucos, você sente a tranquilidade que vai tendo. Dá até para usar o tempo para ler algumas páginas de um livro, ouvir uma música ou tomar um chá.

Repense relacionamentos

O esgotamento também vem de relacionamentos que trazem muita negatividade à nossa vida. Como pessoas que estão sempre se comparando, pedindo favores e tendo atitudes mais egoístas.

Será que você precisa mesmo de tanta proximidade com quem suga sua energia? Afastar-se pode ser uma boa, da mesma forma que vale refletir se você, às vezes, não está demandando demais dos outros.

Filtre as notícias que vai absorver

Hoje, estamos informados 24h por dia. Por essa razão, filtrar sites e redes sociais de informação é supernecessário. Verifique, por exemplo, se não são canais focados em fake news.

Outro ponto: não há a necessidade de saber de todas as notícias pesadas. Se algo não lhe faz bem, tudo bem não acompanhar. Detox emocional também tem a ver com autoconhecimento e imposição de limites.

Estude

Gastamos tanto tempo conectados que falta chance de estudar o que gostamos, como um artesanato, uma nova língua etc. Então, que tal olhar para si e descobrir o que gostaria de aprender? Aí é só dar continuidade — mas sem obrigações e metas difíceis de cumprir. O foco é o prazer na jornada de aprendizado.

Tenha bons hábitos

Aqui, vale tanto a prática de atividade física quanto a alimentação saudável e as idas ao médico e à terapia. Coloque-se no comando da sua vida e cuide da sua saúde. Quando o corpo está em dia, é mais fácil fazer esse detox emocional.

Repare em sua respiração

Pare durante o dia para respirar fundo e expirar, percebendo o movimento da respiração. Não precisa ficar 10 ou 15 minutos assim. Mas várias pequenas pausas ajudam muito você a se conectar consigo. Bateu um estresse? Respire fundo. Pode ser até o momento de sentir fragrâncias que relaxam, seja no difusor ou em velas. A lavanda é uma pedida e tanto! 

Saiba que não existe certo e errado no detox emocional, o segredo é entender quais dessas dicas funcionam e colocá-las em prática, sem pressão, só com foco em seu bem-estar, combinado?

Fonte:Perfumaria Phebo


Cada um tem seu deserto a atravessar…


Gostaria de compartilhar uma reflexão de Jean-Yves Leloup (Doutor em Psicologia, Filosofia e Teologia, escritor e conferencista) sobre os desertos que temos que atravessar.

Vale a pena refletir…

“O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões… e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?

Existem os desertos de pedras e de areias, o deserto do Hoggar, de Assekrem, de Ténéré e do Sinai e de outros lugares ainda… o deserto é sempre o alhures, o outro lugar, um alhures que nos conduz para o mais próximo de nós mesmos.

Existem os desertos na moda, onde a multidão se vai encontrar como um pode tagarela, em espaços escolhidos, onde nos serão poupadas as queimaduras do vento e as sedes radicais; deles se volta bronzeado como de uma temporada na praia, mas ainda por cima, com pretensões à “grande experiência”, que nos transformaria para sempre em “grandes nômades”…

Existem, enfim, os desertos interiores. Temos que falar deles, saber reconhecer o que apresentam de doloroso e tórrido, mas tentando também descobrir, aí, a fonte escondida, o oásis, a presença inesperada que nos recebe, debaixo de uma palmeira sorridente, em redor de uma fogueira onde a dança dos “passantes” se junta à das estrelas. Pois o deserto não constitui uma meta; é, antes, um lugar de passagem, uma travessia. Cada um, então, tem a sua própria terra prometida, sua expectativa que deverá ser frustrada, sua esperança a esclarecer.

Algumas pessoas vivem esta experiência do deserto no próprio corpo; quer isto se chame envelhecer, adoecer ou sofrer as conseqüências de um acidente. Esse deserto às vezes demora muito a ser atravessado.

Outras pessoas vivem o deserto no coração das suas relações, deserto do desejo ou do amor, das secas ou dos aborrecimentos que não aprendemos a compartilhar.

Há também os desertos da inteligência, onde o mais sábio vai esbarrar no incompreensível e o mais consciente no impensável. Só conseguimos conhecer o mundo e as suas matérias, a nós mesmos e às nossas memórias quando atravessamos os desertos.

Temos, finalmente, o deserto da fé, o crepúsculo das idéias e dos ídolos, que havíamos transformado em deuses ou em um Deus, para dar segurança às nossas impotências e abafar as nossas mais vivas perguntas.

Cada pessoa tem seu próprio deserto a atravessar. E a cada vez será necessário desmascarar as miragens e também contemplar os milagres: o instante, a aliança, a douta ignorância e a fecunda vacuidade.”

Bons ventos lhe soprem o que precisa para ser feliz!

Márcia de Lucena Saraceni

07/09/2023

SETEMBRO AMARELO

Setembro Amarelo é uma oportunidade para promover a conscientização sobre a prevenção ao suicídio e oferecer apoio a quem precisa.

Para quem está enfrentando dificuldades, não hesite em procurar ajuda de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental.

Às vezes, pedir ajuda é o ato mais corajoso que alguém pode fazer. Não tenha medo de buscar apoio.

Sua vida é um presente único e valioso. Não desista dela, mesmo nos momentos mais sombrios. Busque ajuda não só no Setembro Amarelo, mas sempre que clamar por apóio.




TRÊS ESTÁGIOS DO ESTRESSE: ESTRATÉGIAS PARA AUMENTAR NOSSA RESILIÊNCIA EM CADA UM DELES


Estresse. Todos nós sabemos, sentimos, reprimimos, lidamos, superamos, reclamamos e fazemos o nosso melhor para evitá-lo. Mas a verdade é que, especialmente se você atuar no meio corporativo, o estresse é uma grande parte da equação do bem-estar.

É comum ouvirmos frases como “me sinto no limite”, “não consigo desligar minha mente”, “estou inquieto", “ando tão irritado e mal humorado” ou, ainda, “não tenho energia para nada”. Parece que boa parte das pessoas estão nervosas ou entorpecidas e, às vezes, um pouco dos dois. Ainda que cada um expresse esses sentimentos de formas diferentes, as experiências internas são as mesmas. 

O primeiro pesquisador a analisar a fundo esses sintomas fisiológicos foi o endocrinologista Hans Selye. Ele mapeou as três fases do estresse, identificando as respostas pelas quais o corpo passa após ser estimulado por um estressor. 

Seus estudos lançaram luz sobre uma questão ainda pouco explorada pela área médica. De acordo Selye, a palavra estresse nem fazia parte do nosso vernáculo até os anos 1930. Sua definição foi: "estresse se refere à reação e adaptação de qualquer organismo a uma ameaça percebida. No nível celular, o estresse é fundamental para a vida porque motiva a ação e o comportamento".

Neste sentido, o estresse é uma faca de dois gumes. Às vezes, é exatamente o que nos motiva a agir com rapidez. Por outro lado, quando o estresse se torna contínuo, é como se uma sirene se mantivesse acesa e barulhenta. 

Nem todos passarão por cada estágio sequencialmente, mas ao se familiarizar com o estágio de estresse em que pode estar atualmente, você terá mais probabilidade de tomar medidas positivas para acelerar a recuperação após um período estressante ou ser capaz de criar um plano para gerenciar o estresse no futuro. Para ajudá-lo a visualizar, pense em uma escada com três degraus:

Primeira etapa do estresse: fase do alarme

Sentir-se pressionado a ter um desempenho consistente com alto padrão e, ao mesmo tempo, lidar com várias responsabilidades, pode torná-lo mais suscetível a desencadeadores de estresse. Na fase do alarme, entramos em contato com o fator estressante e, em seguida, o corpo inicia a resposta de luta ou fuga. 

Soa o alarme e a atividade nas glândulas tireóide e adrenal aumenta. Seu corpo tenta manter as coisas o mais normal possível. O cortisol, um dos hormônios anti inflamatórios, é secretado para controlar a inflamação que está acontecendo. Esta etapa visa resolver um problema imediato e, em seguida, retornar os níveis ao normal.  

Quando você não presta atenção a esses alertas, outras coisas dentro do seu corpo começam a acontecer. Há aumento dos hormônios do estresse, frequência cardíaca e pressão arterial. Com o estresse, vem boca seca, ansiedade, dor no estômago, suor, tensão/dor no corpo, agitação, respiração ofegante, vontade de roer unhas e até diarréia passageira.

Segunda etapa do estresse: fase de resistência

Se o estresse percebido continuar, o corpo permanece ativado em um nível metabólico mais alto em um esforço para compensar o estresse persistente. É como se você estivesse dizendo ao seu corpo que esse nível de estresse não vai desaparecer tão cedo. Então, ele começa a se estabelecer na sensação de estresse constante e se adapta de acordo.

Porém, nossos sistemas não podem manter esse nível de estresse indefinidamente. É comum que se sinta falta de concentração, problemas com a memória; mal-estar, formigamento nas extremidades, sensação de desgaste físico constante, mudança no apetite aparecimento de problemas de pele; imunidade baixa, hipertensão arterial; cansaço constante; gastrite e azia prolongada; tontura; sensibilidade emotiva excessiva; irritabilidade excessiva; libido diminuída e criatividade bloqueada.

É neste degrau que podemos remediar a situação, se criarmos algumas mudanças para hábitos saudáveis e reorganizarmos nossa rotina. É a chamada fase de recuperação, um período em que seu corpo faz o possível para retornar seus sistemas internos aos níveis originais e saudáveis.

Se ignorarmos os sintomas e continuarmos no mesmo nível de esforço, o sistema corpo-mente não sustenta e passamos para a fase seguinte. Começa então o burnout. 

Terceira etapa do estresse: fase de exaustão

Esse estágio é o resultado de estresse prolongado ou crônico. Lutar contra o estresse por longos períodos pode esgotar seus recursos físicos, emocionais e mentais a ponto de seu corpo não ter mais força para lutar contra o estresse. 

“A exposição prolongada ao estressor resultará no esgotamento dos recursos do corpo e o desgaste suprimirá o sistema imunológico e causará a deterioração das funções corporais. Isso pode levar a uma variedade de desequilíbrios no sistema corpo-mente”, explica a médica Carolina Presotto, idealizadora do Instituto Medicina da Consciência.

Os sinais de exaustão incluem cansaço excessivo, apatia, irritabilidade, tontura frequente, insônia, dificuldade para trabalhar e criar, e diversos desequilíbrios, incluindo doenças cardíacas, problemas digestivos, depressão e diabetes.

Sinais de que você pode estar com sobrecarga de estresse e seu sistema não está respondendo

 Dores no corpo

 Ansiedade

 Insônia

 Sensação de cansaço

 Falta de concentração

 Irritabilidade e reatividade

 Preocupando-se o tempo todo

 Sentindo que você está sob pressão constante

 Beber ou usar drogas para lidar com o momento

 Comer demais e compulsão alimentar

 Estar fazendo somente o que é obrigatório

 Sem ânimo para fazer o que você gosta

 Estados deprimidos

 Afastamento da família e amigos

Fonte: Medicina da Consciência 

A Incapacidade Física


Uma tendinite, nos faz parar para analisar a vida, a nossa e a de nosso semelhante.

Passamos tantas vezes pelas ruas, vemos cadeiras de rodas, cegos, muletas e muitas vezes desconhecemos a dor.

A dor do próximo, que muitas vezes passa despercebida por nós, daquele que pede no semáforo,

daqueles que nunca puderam enxergar a luz, as flores, o sol, os mares.

Daqueles que já puderam ver, mas perderam esse dom maravilhoso.

Aqueles que não podem sair de casa, facilmente como nós, pois não podem andar, nasceram assim ou algo os deixou assim, um acidente, uma doença ...

É maravilhoso ter o dom de andar, para o trabalho, para um passeio.

Como são preciosas as mãos que criam, trabalham sem cessar e muitas vezes, nem lembramos delas.

Quantos as perderam, na sua função ou não mais as tem.

Como deve ser difícil querer trabalhar, criar e não poder, porque muitos podem trabalhar, mas o trabalho não os desperta, só perdendo a função é que muitos irão sentir falta.

Quantos saem em seus carros, desrespeitando a vida e quantos voltam paraplégicos.

Vários adolescentes degradam seu corpo , no mundo dos vícios.

Muitos deficientes não podem falar e nem ouvir, muitas vezes ignoramos ...

Quanta deficiência, neste mundo que é de matéria e quão podemos ser falíveis e atingíveis.

Mas nem sempre o homem pensa nisto.

Nem sempre as autoridades, os governos fazem algo para minorar a dor destas pessoas, que também são seres humanos.

Porém grande é a luta humana e a capacidade do homem.

Quantos paraplégicos se tornaram atletas, quantos que perderam suas pernas, estão dando aulas afora pelos mares, carregando próteses.

Vários tornaram-se campeões no salto, carregando uma perna protética.

Perde-se uma função, mas o homem aprende a desenvolver outra que a compense.

Muitos cegos sabem ler, muitos cantam, paraplégicos podem trabalhar, podem ser bons locutores, vendedores, pintores.

Mas estão por aí afora, carregando suas dores, mas dando lições de vida, de luta, de amor.

Porque pior que aquele que é deficiente da matéria, é aquele que tem a matéria perfeita e a destroe, no trânsito, nas drogas, na violência.

Pior, é aquele que tem as mãos perfeitas e não podem estender a mão a seu semelhante, tem o reumatismo no espírito.

Quantos ainda tem as usado para matar.

Pior aquele que usa as mãos para praticar o mal ao próximo.

Melhor se ter a deficiência da fala, que usar a fala para denegrir, desunir, degradar.

Quantos tem pernas perfeitas e não são capazes de caminhar até aquele que sofre o frio, a fome, a dor,

mas ficam em suas casas, lastimando a vida, reclamando de tudo e de todos, muitas vezes, criticando aqueles que estão no trabalho, ou mesmo aquele deficiente que está nas ruas trabalhando para ganhar seu sustento.

Pior deficiente é o deficiente do espírito.

Valorizemos o instrumento que Deus nos deu para o trabalho. Se falha-nos uma mão, temos outra, se não as temos, podemos usar as palavras para orientar, podemos caminhar até aquele que sofre mais. Uma pessoa paraplégica, se tem as mãos, podem trabalhar com elas de muitas formas, pode criar muitas coisas.

A maior bênção que o ser humano pode conhecer, que o faz crescer sempre, é o trabalho honesto, caritativo, seja como for.

Mas se ele não puder trabalhar, se a deficiência o limita num cárcere de dor, que entregue a Jesus a sua dor.

Que possamos sempre agradecer as bênçãos em nossas vidas, e nunca esquecermos daqueles que tem tão menos que nós.

Que não sejamos deficientes da alma.

Por: Desconhecido,

05/09/2023

A vida pode ser difícil, mas também é surpreendente


Setembro Amarelo chegou e, com ele, um lembrete importante: você não está só.
Valorize sua vida. Peça ajuda!

FALTA DE OXIGÊNIO, EXCESSO DE NEGAÇÃO


O que está gerando sofrimento nos dias atuais é o automatismo em negar, a capacidade recorrente de fechar os olhos e de rapidamente criarmos justificativas para colocarmos uma venda.

Está faltando o primordial para a vida, o oxigênio.

“Ah, mas é lá em Manaus, aqui tá tudo certo.”

O que está por trás de tanta cegueira voluntária?

A incapacidade de se relacionar compassivamente.

A impulsividade de suprir nossas necessidades instantâneas leva ao afastamento, o outro então está longe de mim e não me conecto, não o sinto, não me relaciono, então ele “não existe”.

Estamos conectados

Mas não nos sentimos

O que nos leva a fechar os olhos?

A distância que colocamos entre nós.

Sim, hoje é necessário respeitar o distanciamento físico, mas tão importante quanto é a capacidade de sustentar nossa percepção sensível e abrangente e não criar barreiras emocionais internas ou véus mentais de separação. O medo e a incerteza podem construir muros no coração se não reconhecidos e trabalhados. O negacionismo faz você ficar cercado de muros e ainda não querer sair.

Pergunte-se agora, estou criando agora, muros internos?

Se sua resposta sincera for sim, comece a remover os tijolos.

Nesta nossa reflexão, faço o convite para abrirmos os olhos.

Reconheçamos as comprovações científicas. A ciência e a espiritualidade são complementares, a experiência do material e do imaterial não conflitam, se somam. A ciência está a favor do coletivo e por isso justificativas individuais não são argumentos para negá-la.

Assumamos o nosso compromisso neste coletivo, levantemos e sejamos voz. Chegou a hora de parar de negarmos nossa capacidade de transformação.

Abramos nossos olhos e nossos corações para cada ser, reconheçamos ele parte de nós. Façamos por cada um, o que fazemos por aqueles que amamos e nos relacionamos. Observe que esse amor se expande e se você sente amor por alguém este amor pode expandir para todos.

Sinta o amor que nos une. Reconheça nossos elos invisíveis e indivisíveis.

Sua jornada aqui é integrar-se:

Pratique a compaixão transparente e de olhos abertos manifeste a união em suas ações e suas escolhas.

Com amor,

Simrat

Fonte :Medicina da Consciência