30/09/2026

MOMENTO SELFIE


A imagem do casal de costas para a tragédia, sorrindo para a câmera enquanto pessoas lutam pela vida na água, é a máxima tradução visual da inversão de valores. Na era digital, essa cena deixa de ser uma ficção absurda e passa a ser um retrato fiel do nosso cotidiano, ilustrando que hoje o "parecer" engoliu completamente o "ser"

Para o casal da selfie, a realidade imediata o naufrágio, o frio, a morte iminente perde o sentido se não for capturada por uma lente. Eles não estão vivendo o momento; estão gerenciando sua própria marca. O espetáculo exige que tudo vire mercadoria visual: a dor alheia se transforma em "cenário", o perigo vira "adrenalina para os seguidores" e o egoísmo é mascarado como "registro histórico".

A verdadeira tragédia dessa reflexão não é o navio que afunda, mas a anestesia social que a imagem revela. Quando nos tornamos plateia permanente do mundo através das telas, perdemos a capacidade de agir. A mão que deveria estender um colete salva-vidas é a mesma mão que segura o bastão de selfie. O sofrimento do outro não gera mais revolta ou socorro imediato, gera apenas o impulso de registrar antes que o algoritmo mude de assunto.

Essa metáfora do Titanic nos deixa um alerta incômodo: enquanto nos ocupamos em garantir o melhor ângulo e a foto perfeita de nossas vidas falsamente editadas, a nossa própria humanidade corre o risco de afundar em silêncio logo atrás denós.

PENSEMOS NISSO!

Minha Fé

 


Minha FÉ.....Minha IGREJA eu chamo de *TERREIRO*

Meu ALTAR eu chamo de *CONGÁ* 

Minha missa eu chamo de *GIRA*

Acredito em DEUS a quem chamo de *OLORUM*, Acredito em JESUS a quem chamo de *OXALÁ*, Meu TERÇO chamo de *GUIA*, Minha ORAÇÃO chamo de *PONTO*, O meu CÉU é *ARUANDA*, Os meus SANTOS são *ORIXÁS* 

Apenas respeite o meu sagrado... EXÚ ENTIDADE

Me ensinou que se deseja algo, têm que conquistar.

POMBO GIRA

Me ensinou que amor verdadeiro é conquistado, não amarrado. PRETOS VELHOS

Me ensinaram que a humildade, cari paciência e amor!

Evolui o espírito

CABOCLOS 

Me ensinaram que a felicidade é uma permminhaissão que temos que nos dar.

BOIADEIRO

Me ensinou que os verdadeiros amigos são os que permanecem do seu lado sempre.

COSMINHOS

Me ensinaram que a fé é o único sentimento puro que existe.

OXUM

Me ensinou que o amor vale mais que o ouro.

OMOLU

Me ensinou que não existe sofrimento em recomeçar tudo outra vez.

OGUM

Me ensinou que nem sempre se vence uma batalha com guerra.

OXÓSSI

Me ensinou que só a coragem é o suficiente pra realizar meus sonhos.

XANGÔ

Me ensinou a acreditar em sua justiça divina, e não na minha.

IANSÃ

Me ensinou a vencer as tempestades da vida com a cabeça erguida.

IEMANJÁ

Me ensinou como é amar a todos os filhos, independente de suas características.

OXALÁ

Me ensinou que para ser bom não precisa ser santo, mas que eu não faça nada contra um outro irmão.

D A

CORAÇÃO


Nem sempre podemos escolher todas as coisas que a vida nos traz. Mas podemos deixar que o coração se abra para as coisas boas que podem chegar até nós. Elas existem. São reais. Só temos de deixar que elas aconteçam. O medo até pode andar por perto, mesmo assim não nos podemos fechar. A vida só acontece se nós deixarmos. E, se assim fizermos, as pessoas bonitas podem chegar. Não são pessoas perfeitas. São pessoas reais. São pessoas em construção, da mesma forma que também nós estamos nesse processo. Permitamo-nos ser amados e crescer ao lado de alguém. Permitamo-nos viver dias de cumplicidade. Permitamo-nos amar, com toda a entrega, com todo o coração. A reciprocidade é construída por duas pessoas que se dedicam, inteiramente. É assim que o coração recebe doçura. É assim que a vida tem mais sabor.

O Corpo Emocional – Corpo de Sentimentos


O corpo de sentimentos é a ponte entre nossos pensamentos e nosso corpo físico. Ele interpreta e projeta os pensamentos da consciência e do mental em estados de sentimento sou assinaturas de sentimentos. É uma forma de experienciar os pensamentos. Os pensamentos saem do estado abstrato e são interpretados pelo corpo físico. 

Por causa do corpo emocional, os pensamentos podem ser experienciados pelos humanos. 

Os pensamentos são convertidos em impressões de sentimento. O corpo físico, então, interpreta essas impressões como se estivesse traduzindo a mensagem. Ele converte essas mensagens de sentimentos em neuropeptídios e hormônios que causam reações físicas, as quais chamamos “emoções”. 

Elas vão desde raiva, medo, estresse, irritação até amor, compaixão, esperança e felicidade. Sentimento não é somente emoção, é muito mais que isso. Compreende emoção, sensação e percepção e está além do corpo emocional. Portanto, a emoção é uma experiência fisiológica deum sentimento. Um sentimento é uma sensação baseada na percepção em forma de consciência.

O corpo de sentimentos não tem forma como o corpo físico tem, mas pode assim ser representado. Quando você tem uma experiência fora do corpo, o corpo emocional se apresenta para você com uma forma.Com treino você pode focar sua atenção e ver nas pessoas essa camada de consciência que é o corpo de sentimentos. 

Quando tentamos perceber (ver) o corpo de sentimentos das pessoas, às vezes nos surpreendemos com pessoas que se mostram extremamente fortes, poderosas, autoritárias e confiantes e o corpo de sentimentos mostra-se fraco, degenerado, com cicatrizes e outras aberrações.

É interessante perceber que existe uma forma de compensação no Universo onde, quando uma parte do todo mostra-se com deficiência, outra parte se desenvolve de forma a compensar aquela fraqueza. 

Vemos isso acontecer bastante em indivíduos que tem um dos sentidos (audição, visão) prejudicados, acabam desenvolvendo outro sentido muito além do normal para compensar aquela fraqueza. Mas isso só vem mostrar que aquele individuo está não integrado. Vale aqui observar que quanto maior o nível de consciência e frequência vibratória, mais integrado tudo está no Universo. 

Do contrário, quanto menor a frequência, menos integrado. Quanto mais nos sentimos integrados entre nossos corpos, maior é o sentimento de bem estar. O corpo emocional é importante pois é o corpo que faz com que experienciemos os pensamentos como realidade. As conclusões a que chegamos sobre a experiência da vida, estão contidas no corpo de sentimentos. É como interpretamos a vida. 

Os sentimentos é que ditam o que é real ou não. 

Se sua interpretação da vida é experienciada com emoções dolorosas, se as conclusões que você chega sobre a vida são dolorosas, e seus sentimentos ditam o que é real ou não, então, seu corpo emocional continuará a trazer essas mensagens de dor para o corpo que serão interpretadas como emoções negativas. 

Isso leva a uma vida infeliz, a vícios, relacionamentos não saudáveis etc.. E a pessoa revive continuamente o mesmo drama. Fica bastante complicado conseguir viver no momento presente porque o drama do passado continua a se fazer presente a todo momento.

Um exemplo disso seria: se eu tive uma experiência onde me senti abandonado pelo meu pai quando criança, eu vou criar em minha vida em várias situações, em diversas áreas, onde eu me sinto abandonada. Atraio pessoas para minha vida que se encaixam no padrão de abandono e cada vez mais eu me sinto abandonada.

Se quisermos curar isso, devemos nos dirigir ao corpo emocional, de sentimentos, e não a qualquer outro. Tendemos a trabalhar com as emoções pelo nível mental, mas não é eficiente. 

Mas acontece que no minuto em que decidimos curar as emoções, tornamo-nos inimigos delas, pois nos colocamos em estado de resistência a elas. 

Decidimos que as emoções não são boa se que precisamos consertá-las. Colocamo-nos em um estado de desaprovação de nós mesmos.

A melhor forma de danificar o corpo emocional é olhar para si mesmo com a necessidade demudá-lo, isso significa que não nos aceitamos como somos. 

Esse estado de resistência é causa de mais separação, longe da integração.

Sabemos quão dolorido é ter alguém dizendo para você que não está ok do jeito que você é, que você precisa mudar.

Desta forma, a cura não acontece.

Então, a alternativa é aceitar e abraçar completamente as emoções que sentimos, não importa o quão doloroso isso seja. É estar presente e ficar com as suas emoções. Aprender com elas, vero que elas querem que você veja, é estar completamente presente sem pedir que elas mudem. Chamemos esse processo de integração ao invés de cura.

Uma forma de fazer isso é sentar-se em um lugar calmo, interiorizar-se e aceitar a emoção que está no momento com você. Tome um tempo para fazer isso, se achar necessário diga “estou aqui com você completamente” – não recrimine, não pense que precisa curar, simples mente sinta a emoção. A nossa tendência é suprimir as emoções negativas, e essa é uma forma de reintegrá-las.

Você pode, inclusive, fazer algumas perguntas no sentido de explorar essa emoção:

- Como me sinto? É uma forma de trazer a emoção para a consciência e dar um nome a ela.

- Quando eu senti isso pela última vez? Deixe que a resposta venha para você.

- Quando eu senti isso pela primeira vez na minha vida? Da mesma forma deixe que a resposta venha para você.

Seja paciente, deixe as coisas virem, é um processo seu, então, não há regras de como ele vais e desenvolver. Aceite o que vier. Confie em você para saber o que precisa fazer para se reintegrar. A respiração é super importante para liberar as emoções negativas, especialmente a expiração.

Muitas vezes, você vai entrar em contato com emoções que sentiu quando era uma criança bem pequena. Na época, você não tinha condições cognitivas de interpretar aquela emoção. 

Então, o que pode fazer agora é mostrar a essa criança (o que chamamos “criança interior”) que você, agora adulto, pode ajudar essa criança a se sentir melhor. Converse com ela, dê a ela carinho, conforto, e segurança. Se a emoção com a qual você está lidando é um sentimento de rejeição, por exemplo, você vai dar a essa criança a aceitação total de todas as formas que você pode imaginar.

Diga a ela que você sempre estará com ela para o que ela precisar, que nunca vai abandoná-la. Na verdade, isso só possível no trabalho com a criança interna, pois na realidade da 3ª D, nós não podemos prometer isso, pois coisas fora do nosso alcance podem acontecer. Mas você e sua criança nunca vão se separar mesmo, então, você pode garantir isso a ela.

Quando você altera uma memória desta forma, realmente muda a causa deste trauma. E você também altera todas a emoções que derivam desta primária e por consequência os sintomas que são a o resultado delas. Isso afeta o padrão da sua realidade no geral. Tudo isso é perfeitamente possível, se lembrarmos que para o Universo o tempo não existe.

Depois de se entregar a essa experiência, dê-se um tempo para pensar nela. Traga o lado cognitivo, faça correlações com outras experiências em sua vida. Escreva sobre ela, isso o ajudará a entender e integrar essa experiência que você teve. O seu corpo emocional se sentirá integrado porque desta vez, ao invés de fugir da emoção, você a acolheu e a transformou.

Saiba que tudo o que você vive hoje que é frustrante ou o deixa chateado, é uma memória desencadeada por emoções refletidas da sua infância. Essa é a razão pela qual culpamos os outros, quando somos reativos, ficamos chateados com tudo o que “causa” essas sensações. Isso é porque não queremos ficar presentes com a emoção, isso é muito doloroso. Acabamos, então, colocando a causa de tudo fora de nós. Ao integrar essa emoção sentimo-nos mais felizes e capazes de nos ajudar sempre.

- Texto baseado no vídeo: How To Heal The Emotional Body - Teal Swan.**

29/09/2026

O TAMBOR DAS ÁGUAS SAGRADAS


Há uma memória que não foi escrita em pedra.

Foi escrita em água.

Corre desde antes dos nossos nomes,

atravessa montanhas, florestas e corpos,

desce pelas cascatas, repousa nos lagos,

serpenteia nas ribeiras e nos rios

até regressar ao ventre profundo dos oceanos.

O Tambor das Águas Sagradas nasce em memória de todas as Guardiãs das Águas.

Das Abuelas.

Das Anciãs.

Das Curandeiras.

Das mulheres antigas que escutaram a linguagem da água e aprenderam a reconhecer nela uma Medicina.

As que caminharam junto dos rios.

As que rezaram diante das nascentes.

As que recolheram plantas nas margens.

As que lavaram corpos, feridas, nascimentos e mortes.

As que conheceram a água não apenas como elemento, mas como presença, memória, movimento e Vida.

Este tambor guarda simbolicamente todas as águas.

A água salgada dos oceanos, ventre profundo da Terra.

A água que caminha nos rios, levando consigo histórias e territórios.

A água que se precipita nas cascatas, recordando-nos a força de entregar e deixar cair.

A água silenciosa dos lagos, espelho onde o céu encontra a Terra.

A água pequena e persistente das ribeiras, que encontra passagem mesmo entre as pedras.

A água escondida das nascentes, que emerge do ventre escuro da Terra para voltar a ver a luz.

E também a água que vive dentro de nós.

A água do ventre.

A água do sangue.

A água das lágrimas.

A água que envolve a vida antes do primeiro respirar.

No centro, a Guardiã das Águas permanece.

Anciã sem idade.

Abuela de muitas gerações.

Não pertence a um único povo nem a um único tempo.

Representa todas aquelas que souberam aproximar-se da água com respeito e escutá-la antes de lhe pedir alguma coisa.

Sobre ela, a Tartaruga recorda a Terra antiga, o tempo lento, a sustentação e a memória primordial.

A Baleia atravessa as águas profundas como guardiã de uma voz antiga — aquela que não necessita de palavras para atravessar grandes distâncias.

E do vaso sagrado nasce a água.

Água que transborda.

Água que percorre.

Água que limpa.

Água que alimenta.

Água que transforma.

Este tambor não pretende representar apenas a beleza das águas.

É uma homenagem à sua SACRALIDADE.

Porque onde existe água, existe possibilidade de vida.

E talvez a antiga Medicina das Guardiãs nos recorde precisamente isto:

Não somos donos da Água.

Somos seus filhos,

seus corpos temporários,

seus guardiões durante o breve tempo em que caminhamos sobre a Terra.

Que ao tocar este tambor possamos lembrar as águas exteriores e as águas interiores.

Que possamos agradecer aos Oceanos.

Aos Rios.

Às Cascatas.

Aos Lagos.

Às Ribeiras.

Às Nascentes.

E a todas as Abuellas, Anciãs e Curandeiras que, geração após geração, mantiveram viva a memória de que:

CUIDAR DAS ÁGUAS

É CUIDAR DA PRÓPRIA VIDA.

PALAVRA-MEDICINA

FLUIR

PERGUNTA INICIÁTICA

Que águas dentro de mim precisam voltar a encontrar o seu caminho?

O TAMBOR DAS ÁGUAS SAGRADAS

Em memória das Guardiãs das Águas.

Das que vieram antes.

Das que ainda guarda

E das que virão depois de nós.

João Pereira

Tecelão da Alma

Roots of Creation

Ancestralia Store

O que você escolhe carregar


Conta ao mundo o azul das tuas primaveras,

mas não entregues tua voz às tempestades que já passaram.

Guarda nas mãos as flores que a vida te ofereceu,

e deixa cair os espinhos que um dia te feriram.

Conserva nos lábios as palavras que trouxeram amor,

e não permitas que as palavras de ódio encontrem morada em teu coração.

Mostra as medalhas das tuas vitórias,

mas não permita que as cicatrizes das derrotas contem a história inteira sobre quem tu és.

Olha de frente para o sol que ainda ilumina teus caminhos.

Não gastes teus olhos contemplando sombras que ficaram para trás.

Conserva em teus ouvidos as palavras de amor,

e deixa que o ódio se perca no silêncio de onde veio.

Porque a vida não te pede para esquecer tudo o que viveste.

Ela te pede algo ainda maior: que não transformes aquilo que te feriu naquilo que irá te definir.

Há dores que ensinam.

Há perdas que libertam.

Há palavras que precisam ser esquecidas.

E há histórias que só encontram seu verdadeiro fim quando deixamos de carregá-las.

Não carregues para o amanhã aquilo que pertence ao ontem.

Escolhe o que merece permanecer em ti.

Guarda o amor.

Guarda os aprendizados.

Guarda a tua força.

E tudo aquilo que tentou apagar a tua luz,

deixa para trás.

Porque algumas das maiores vitórias da vida

não são aquelas que mostramos ao mundo.

São aquelas em que, silenciosamente,

escolhemos não nos tornar aquilo que um dia nos feriu.

Eliana Neves

A Voz do Silêncio


Mulher escuta...


A magia está no conhecimento que você tem, na sua força interior, espiritual, mental e na energia que possui!!!

Não tem um incenso? Abre a janela, deixa o ar entrar, convoca o vento, a brisa, deixa o perfume dos teus desejos subirem aos céus!

Não tem uma vela? Acende o fogão, invoca o poder do fogo e purifica. Não tem fogão? Acende o fogo dentro do teu corpo! Chama as tuas labaredas internas!

Não tem ervas para um banho? Abre a torneira e chama a água para te limpar... não tem uma torneira? Chama as lágrimas de dentro de ti, que te purifiquem! 

Se sente insegura e inconstante? 

Se aterra! Tira os sapatos e enfia o pé no chão! Sinta o coração da terra pulsando, te aterrando, te firmando, te assentando! 

Você, mesmo sem saber, está conectada com a natureza:terra, sol, lua, estrelas, universo, cosmos!

Então, por favor não esmoreça só porque as coisas, às vezes, perdem o foco.

Você é eterna! 

Tantas vidas você já viveu!

E talvez outras tantas mais viverá! 

Então não tenha medo!

Agradeça pelo equilíbrio da espiral, o começo e o fim sem fim e os recomeços!

Nós estamos aqui de passagem para evoluírmos!

Mulher lembra: Tua voz, tua respiração, teus olhos, teus ouvidos, teu corpo, teu sexo, teus pensamentos, teus sentidos, tua energia, TEU ESPÍRITO! Tudo o que você foi, é, e ainda será!"

Arte @awelarte

 @puroaxeoficial

ALDEIA TUPINAMBÁ

28/09/2026

MAGIA PRÁTICA


Ao contrário do que se imagina a Magia não soma. Multiplica.

Se realmente desejamos desenvolver uma VONTADE poderosa e realizadora é indispensável que saiamos por nós próprios do casulo, do contrário os músculos de nossas asas não terão força suficiente para um dia voar.

Um indivíduo fraco, sem autodomínio e psiquicamente raquítico é facilmente sugestionado por Ens (Entidades) trevosas e obsediado.

Ou seja, se o indivíduo é problemático, sem poder de concentração e auto-direcionamento, a Magia vai intensificar essa deficiência. Se a pessoa tem o espírito da pobreza, do azar e da derrota, é exatamente isso que a Magia vai lhe proporcionar. A Magia não lhe dá nada que já não possua, apenas amplia o que já existe.

É por conta deste princípio simples mais ignorado que muitos queixam-se pelos cantos, dizendo que “depois que iniciaram as práticas” a vida só fez piorar. Sem executar a necessária “reforma íntima” já se lançam nas práticas evocativas, associações com Egrégoras e Ens cuja missão é realizar os mais profundos desejos que não se vêem nas palavras vãs, superficiais, e sim na própria vida.

O que esta “classe” não compreende é que, antes de se tentar dominar o que está fora, tem que se dominar o que se está dentro, que sem uma Vontade desperta e suficientemente desenvolvida o indivíduo torna-se uma marionete sob o domínio dos Ens que pretende evocar. É sugado, arrastado, vampirizado sem dó e sem piedade.

A Magia não é cruel, é indiferente.

Vence e prevalece o mais forte, a Vontade mais forte. Portanto, se me permitem a sugestão, antes de qualquer trabalho desta natureza dedique-se a arrumar sua própria vida, seus pensamentos, sentimentos, sua relação com família, finanças, sociedade e etc.. O Iniciado é aquele que utiliza seu autocontrole pra conduzir as energias do universo e não o contrário.

A carteirinha de membro, um avental colorido, meia dúzia de palavras de passe e alguns segredinhos infantis não farão de ninguém verdadeiramente melhor, muito menos Iniciado. Antes de mais nada, é necessário eliminarmos a ideia de que a Iluminação Espiritual seja algo gratuito que um dia descerá do céu simplesmente porque o desejamos, ou nos será misteriosamente concedida em algum “grau” iniciático nesta ou naquela Ordem. Não; o desenvolvimento astral e a “descida” da Luz Espiritual requer um continuado esforço sobre si mesmo na direção do Autodomínio.

Nosso corpo é como uma criança mimada que desconhece limites, viciada em satisfazer imediatamente todos os seus desejos. Resultado: Não possui resistência, força, disciplina e capacidade de enfrentar as intempéries da vida. Esse constante mergulho nas facilidades do dia a dia, ainda mais ampliadas pelas tecnologias atuais, vai aos poucos enfraquecendo as capacidades físico-mentais e criando um exército de pessoas fracas, débeis e dúbias.

Sem tecer os laços de causa e efeito que ligam a extrema comodidade às mais variadas doenças psico-fisiológicas, lembremo-nos que a força nasce do esforço e que o que não mata apenas fortalece. A ascese é como um “programa de treino” que eleva nosso poder de Concentração e maximiza o poder do Pensamento.

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz

In Lumem Lumine,

C.C.C.M.R+C

O Fluxo da Vida e o Desapego


A sabedoria de deixar fluir... Na natureza, nenhuma árvore segura suas folhas secas para sempre. Elas caem não porque a árvore desistiu, mas porque ela sabe que o ciclo se renovou e que novas flores precisam de espaço para nascer.

No autoconhecimento, o desapego espiritual funciona da mesma forma. Às vezes, insistimos em carregar pesos que já não nos pertencem: mágoas antigas, expectativas irreais ou o controle sobre o futuro.

Confiar no fluxo do universo é entender que o que é seu encontrará um caminho até você, e o que não for, precisa ir para que o novo floresça. 

Pare de forçar portas que a vida já fechou.

Respire fundo, entregue e confie. 

O universo sabe exatamente o que faz.

Qual peso você escolhe deixar ir hoje para caminhar mais leve?

Pense nisso!

Pensamento da semana


Nietzsche sobre amor e vida: “Amamos a vida não porque estamos acostumados à vida, mas porque estamos acostumados ao amor.” Uma reflexão sobre aquilo que nos dá motivos para continuar .

Nietzsche relaciona amor e vida para mostrar como vínculos, interesses e experiências podem dar significado ao presente.

Nietzsche aproxima amor e sentido da existência ao perguntar, de maneira provocadora, o que nos mantém ligados à vida. 

A reflexão permite olhar para vínculos, desejos e interesses que tornam os dias significativos. 

Entre obrigações e preocupações, reconhecer aquilo que queremos cuidar, conhecer ou reencontrar ajuda a pensar sobre nossa relação com o presente.

Os motivos para continuar também podem mudar

Uma pessoa pode encontrar significado em criar os filhos e, anos depois, descobrir novos interesses quando eles ganham autonomia. Outra pode encerrar um projeto e precisar de tempo para escolher o próximo. Essas mudanças não tornam menos verdadeiros os afetos anteriores. Mostram que nossa relação com pessoas, atividades e expectativas acompanha as transformações da própria trajetória.

A frase de Nietzsche pode ser lida como um convite a reconhecer essa capacidade de envolvimento. Amar a vida não exige considerar todos os seus momentos agradáveis. Pode significar perceber que, mesmo entre dificuldades, existem relações que desejamos cuidar e experiências às quais queremos dedicar atenção. O sentido, nessa leitura, ganha forma nos encontros, nos interesses e nas escolhas que continuam nos mobilizando.

Larissa Hisashi


27/09/2026

Lucidez de uma Encarnação ...


O processo de EVOLUÇÃO MENTAL, em uma encarnação, é o que todos NÓS HUMANOS, buscamos nesta vida.

Consciente ou inconscientemente, precisamos definir e entender, o que REALMENTE SOMOS.

Esta é a razão e, o Caminho de uma Vida Humana. Passaremos, para evoluir mentalmente, por todos os signos.

Dependendo do meio em que nascemos, ou vivemos, fica mais fácil, ou se torna mais complicado, aprendermos a CAMINHAR PELAS NOSSAS PRÓPRIAS PERNAS, e assim crescermos mentalmente.

É óbvio que isso não é por um acaso. Tudo em nossa vida foi e É atraído por nós. Mas, como isso acontece? Vou lhes dar alguns pontos para serem analisados e, que desta forma poderão se tornar suas "pistas evolutivas". Contudo, cabe a cada um de nós, escolher seguir crescendo mentalmente, ou simplesmente abandonar a nossa evolução.

Uma coisa é certa: um dia, nesta ou vida futura, irá ter que prestar atenção em si mesmo e, em suas atitudes.

O que realmente faz a diferença em uma vida são os Valores Mentais que consideramos verdadeiros para a caminhada evolutiva. Eles criam nossos pensamentos, na sequência palavras e depois atitudes.

Para nos tornarmos, efetivamente, seres lúcidos, precisamos levar em consideração alguns pontos, os quais destaco:

1. REENCARNAÇÃO. Por que será que ela existe e qual a finalidade? Admitir, ou achar que é uma grande besteira, tem tudo a ver com o que vou aceitar, como possível, em meus Valores Mentais.

2. VALORES MENTAIS. Já pensou sobre isso e o que eles representam em sua vida? Já sabe que eles estão em quatro grupos: Família, Sociedade, Profissional e Fé?

3. DINHEIRO. Pode ser a causa ou a consequência de minha vida? Como o encaro ou, o que faço com ele, pode determinar o meu sucesso ou a minha derrota?

4. DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO. Será que sou vítima dos outros ou de mim mesmo?

5. MINHA ENERGIA. O que é? Como ela nasce e de que maneira a produzo? Será que isso tem tudo a ver com os VALORES MENTAIS que vou aceitar como verdadeiros para a minha vida?

6. SENTIMENTOS. Eu os administro ou me torno consequência deles? Será que isso interfere em minha vida? Como vivo, tem a ver com os sentimentos, e palavras que eu produzo?

7. FAMÍLIA. Para que serve? Como cheguei nela? O que aprendo?

8. SÍMBOLOS. Para que servem no mundo espiritual E MENTAL e o que representam em minha vida atual?

9. SER. Como me comporto frente a esta verdade? O que realmente significa SER?

10. TER. Sei TER ou sou refém da matéria?

11. RELIGIÕES. O que são e, como me comporto com referência a elas, vão me permitir saber ver, ser lúcido ou apenas um seguidor cheio de bengalas?

12. DEUS. Deus Energia, deus pai, deus criador ou simplesmente energia? Com qual destas opções vou pautar a minha vida?

13. SATANÁS. Ele realmente existe ou foi criado para gerar medo e obediência?

14. ATEU. O que significa de fato ser Ateu?

15. FILOSOFIA DE VIDA. Será suficiente para mim? Tenho que me apegar há mais coisas ou, o que até aqui sei, e como me comporto, já basta?

16. CAUSA e EFEITO. Será verdadeiro que minha vida é mesmo CAUSA E EFEITO de meus valores mentais e do que penso e falo?

17. LIVRE-ARBÍTRIO. O que acontece, e será que acontece mesmo, alguma coisa em minha vida, quando interfiro no Livre-Arbítrio de outros seres vivos?

18. FAZER PARA AGRADAR. Será que devo ser um ator no meu dia-a-dia e faço o que os outros querem que eu faça, ou anseio que me aceitem como sou?

19. PLANETA TERRA. O que estou fazendo aqui, nesta família, nesta sociedade, nesta cidade, neste emprego, neste Estado e neste País? O que este planeta representa no Universo e para que ele existe?

20. SAUDADES. Qual o melhor tipo de saudades? Quando a saudade é ausência? Quando a saudades vem do verdadeiro amor?

21. APEGO. O que acontece quando me apego demais às pessoas e às coisas materiais?

22. POSSE. O que é, efetivamente meu, nesta vida? O que vou levar quando partir desta encarnação?

23. EU. Quem sou? O que deve fazer numa encarnação? Quem manda em mim? Estou cuidando de mim ou sou um pária?

24. SABEDORIA. Já sei que, quando desencarnar, nada levo de material, e sim, a Evolução Mental?

Quando você tiver respondido a todas estas perguntas, irá descobrir quem é e, o que está fazendo neste planeta, e ainda, qual o seu grau de evolução mental, nesta encarnação...

Se existirem muitas perguntas, as quais não consegue responder, é óbvio que você ainda segue e obedece alguém ou uma instituição...

Cuide de sua Lucidez Mental. Somos únicos e singulares em nossa evolução.

Sobre o Silêncio e as Respostas Internas


Onde estão as suas respostas? 

Muitas vezes, passamos dias, meses ou anos procurando fora as respostas para as nossas angústias mais profundas. 

Buscamos a validação do outro, o caminho que o mundo diz ser o certo, ou a fórmula mágica para a paz de espírito.

Mas a espiritualidade nos ensina uma verdade silenciosa: a alma não fala alto. 

Ela não grita no meio do caos.

As respostas que você tanto procura só conseguem ser ouvidas quando você silencia o barulho do mundo e se permite apenas ser. 

Silenciar não é a ausência de pensamentos, mas a presença absoluta de si mesmo no agora.

Uma reflexão para hoje: O que o seu silêncio tem tentado te dizer ultimamente?

Pense nisso!

 

NOVO TEMPO


Por um Novo Tempo!

Sentimentos complexos,

multidões em silêncio.

Notas em profusão;

luz nos movimentos.

Sonhos diversos

afetando universos...

Dança das emoções,

pulsando respirações.

Raros momentos,

grandes efeitos...

Vozes nas gotas

do profundo silêncio.

Marcas geométricas

nos mares do tempo...

Levezas acalmando

corações.

Seres em busca do Amor,

no autoconhecimento.

Clara expansão

dos sentidos que orientam...

Entre sombras e luz,

aprendendo na experiência

a unidade de todas as coisas.

E na fraternidade universal,

sob o sopro do infinito,

renasce em todos nós

a esperança serena

por um Novo Tempo.

Desconheço autoria 

Estamos nos perdendo

Não é difícil adivinhar a causa de tanto vazio existencial,a causa de um século que é chamado de "século do pensamento acelerado"(ansiedade).

Corremos o tempo todo sem saber exatamente para que e porque.

Vivemos em uma sociedade de excessos,a pressa do mundo roubou nossa paz.

A busca por "ter" sequestro o "ser". Um retrocesso está assolando a humanidade,há mais de dois mil anos Jesus veio o deixou toda sua sabedoria,para o caminho da felicidade.

Amar o próximo como a ti mesmo.

Ou foi amar as "coisas" como a ti mesmos?

Gratidão por estar aqui!


Gratidão por estar aqui!

26/09/2026

Savana


Viemos da savana, nus, frágeis, acuados pela noite, pela fome, pelos animais, pelo frio, pelas doenças que não compreendíamos. Tudo podia nos matar. E aquele animal assustado aprendeu a cooperar, a falar, a cuidar dos seus mortos, a transmitir memória, a cultivar a terra, a construir cidades, a escrever, a curar, a dividir o átomo, a decifrar o genoma, a sair do planeta e olhar a Terra de fora.

Depois de tudo isso, ainda temos medo uns dos outros.

Há uma obscenidade nisso.

A violência nunca saiu de nós. O medo, a vaidade, a inveja, o desejo de domínio, a crueldade e a embriaguez do poder continuam aqui. Mas aqui também estão o cuidado, a amizade, a compaixão, a criação, a beleza, a capacidade de sofrer por alguém que não somos nós.

O problema é que já não podemos alegar ignorância.

Sabemos o que a fome faz com uma criança. Sabemos o que a guerra faz com uma cidade. Sabemos como o medo fabrica obediência, como a humilhação produz ressentimento, como a mentira prepara a violência. Sabemos curar, alimentar, educar, prevenir, distribuir, comunicar. Temos ciência, tecnologia, riqueza e capacidade material em escala que nenhuma geração anterior conheceu.

Por isso, grande parte da miséria contemporânea já não nasce do que não podemos fazer, mas do que aceitamos não fazer. E, pior, do que organizamos para continuar não fazendo.

Nossos ancestrais temiam feras escondidas no escuro. Nós tememos guerras que fabricamos, mercados que desenhamos, máquinas que construímos, instituições que corrompemos, tecnologias que soltamos no mundo sem saber governar.

Conquistamos poderes de deuses com nervos de primatas.

Somos capazes de observar galáxias a bilhões de anos-luz e incapazes de conviver com o vizinho; capazes de transplantar um coração e dispostos a negar humanidade a quem nasceu do outro lado de uma fronteira.

Depois de tudo o que aprendemos, continuar produzindo fome, abandono, medo e brutalidade não é destino, nem fatalidade, nem natureza.

É fracasso de civilização.

Fonte: A caminhada 

PENSEMOS NISSO

Não estás sozinho em momento algum na jornada da vida. Ainda que por um instante te vejas abandonado, crê que ao teu lado segue uma falange de espíritos que trabalham por tua vitória. Não temas o amanhã, não sofras antecipadamente por problemas que, na maioria das vezes, são frutos de tua mente fértil e teu coração ansioso. Lembra-te das conquistas que já alcançaste até aqui. Tudo dará certo. 

Que assim seja!

Andante, o caminho faz-se caminhando 


O ANJO NEGRO


E, então, no meio de uma multidão algo caiu com tanta intensidade que causou um deslocamento de ar que a todos derrubou. E, junto havia uma luz tão forte que cegou a todos momentaneamente, além de causar ânsia e vômitos em alguns e diarreia a outros, e, para muitos uma comoção e, outros, um pavor que era difícil de entender. Era como se um raio caísse num lago e o secasse de tão forte e intenso. E, do meio de tudo aquilo surgiu um ser negro, poderíamos chamar de anjo negro, pois parecia em tudo com aqueles que os homens estavam acostumados a apreciar em todo lugar...

Sua beleza era estonteante. Seus dentes perfeitos. Forte. Com grandes asas em suas costas. Olhos azuis e cara de poucos amigos. Então, no meio da multidão pegou um homem, ou seria uma mulher, não sei estava um pouco longe, mas o levou ao palco, onde havia um show que, naquele momento estava totalmente em silêncio. Ele falava, mas não havia som, embora todos entendessem, compreendiam e tanto fazia estar na frente quanto nos fundos, ouvia-se da mesma forma. Parecia o próprio trovão. 

Ele pegou o homem pelas costas, estava inerte, o elevou e, começou a falar: “Este que vês, é um marginal, um maldito e a desgraça da raça. Lascivo, beberrão, maledicente, vagabundo, vaidoso, soberbo, briguento, não colabora, reclama e não quer compromisso”. 

E, enquanto falava, girava aquele homem para que todos vissem, e, numa virada ou outra, para espanto geral aquele homem se transformava em mulher, depois numa velha, menina, velho, homem, criança... E continuou a falar: “Este que bebe e gosta de bar, vai continuar e, assim, será a vergonha para si e sua família, será motivo de brigas e discórdias”

“Esta vaidosa e soberba, sempre será assim e, vai pensar em si mesma e, um dia será a vergonha para si e sua família, será motivo de brigas, intrigas e isolamentos”

“Estas pessoas um dia, e, será mais rápido que imagina, e ficarão sozinhas, embora sempre estivessem, mas, antes, ainda tinham alguma saúde e beleza, mas isso o tempo se encarrega de levar e, junto vai também a saúde e a beleza e, assim perderá a coisa mais importante, embora não se perceba, seu sono. Terá insônia e, então não poderá mais dormir de tantos cadáveres que deixou em seu caminho, de tantas viúvas e órfãos. Se tornou um meliante e, meliantes não dormem, não enquanto não forem julgados, mas há tantos e, não há coisa mais angustiante e que tira o sono de qualquer um do que esperar o julgamento”

E o anjo negro, que mais parecia uma mulher, parou de falar. O silêncio era amedrontador. Muitas pessoas perderam a cor ou caiam, pois suas pernas não suportavam seu peso. 

E, continuou: "Os tempos estão chegados! Torçam para que não caia num final de semana ou feriado. Um será levado e outro deixado, muitos ficarão”

E, da mesma forma que chegou, partiu!

E, naqueles dias dançavam, comemoravam, casavam, tinham filhos, se divertiam, brigavam, separavam, viajavam, delegacias, fóruns, advogados, hospitais. Um médico após uma cirurgia difícil... “Pode fechar! Não há nada que se possa fazer. Tão jovem. É a vida”

Ei você! Quem, eu? Sim, você que bebe, ou então você que é lascivo, ou então você que engana as pessoas, ou então você que trabalha em demasia, ou você que é sovina, ou você pródigo, ou quem sabe você que não dorme, ou então você, neste asilo, esperando a morte, ou talvez você com esta doença terminal... O que acham?

Pois é, acho que somos replicadores de NADAS. Mas, também, o que há após a morte que não o NADA? Então se preocupar com o quê? Todos morrem mesmo?

E aquele anjo negro ainda deixou um recado: “Todos morrem, é um fato, mas a semente também, e, todos sabem o que acontece depois, mas, claro, tem que ser uma boa semente e o terreno mais ainda"

Alias, como anda sua semente?

E como anda preparando seu terreno?*

Desconheço autoria

Labirinto Subterrâneo

Não é preciso continuar refém desse labirinto subterrâneo de preocupações para conseguir viver com leveza. Mudar a forma como você olha para essas raízes e trazer a luz da consciência para o agora é o caminho mais seguro para reorganizar o que estava travado.

Para começar a desemaranhar essa tensão e reencontrar o seu eixo hoje mesmo, siga estes 3 passos simples:

Reconheça a raiz: Quando a angústia subir, pause e observe sem julgamento: "Isso é uma velha memória tentando me assustar agora".

Afrouxe o aperto físico: Relaxe os ombros, afaste a língua do céu da boca e respire fundo pelo nariz, soltando o ar devagar pela boca.

Ancore no presente: Sinta o contato firme dos pés no chão e repita mentalmente que você está seguro(a) neste exato segundo.

Continuar ignorando esse emaranhado interno vai manter o seu corpo esgotado, sugando a sua energia e roubando o prazer das coisas simples da vida por causa de velhos nós que continuam apertando por dentro.

A sua rotina pode ser guiada por uma clareza profunda e duradoura. Visualize a leveza de caminhar pelos dias com o coração tranquilo, a mente limpa e a certeza acolhedora de que você sabe exatamente como cuidar das suas emoções. Se você quer aprender a cultivar essa paz profunda e ter um direcionamento prático para cuidar das suas raízes, conheça o meu "Método Respira, você está aqui". Clique no link do meu PERFIL e dê o primeiro passo para transformar a sua jornada hoje mesmo.

@pequenohabitos




25/09/2026

Reflexão

Tudo em sua vida existe como um veículo para sua transformação.

Use-o!

Pensamento Quântico 




Mensagem do dia



Às vezes tocamos muito e sentimos pouco, às vezes tocamos em nada e sentimos o todo.

O MINOTAURO SOU EU, É VOCÊ, SOMOS NÓS

O labirinto mudou de formato, mas o monstro continua o mesmo. Na mitologia grega, o Minotauro era uma criatura isolada em uma prisão de paredes infinitas, alimentando-se do sacrifício de jovens. 

Nos dias atuais, o verdadeiro Minotauro somos nós, presos no labirinto invisível da vida moderna.

O nosso labirinto não é feito de pedra. Ele é feito de algoritmos, notificações, boletos e cobranças invisíveis. Andamos em círculos entre as telas dos celulares, a pressão pelo sucesso e a busca incessante por aprovação. 

Cada corredor sem saída representa a nossa ansiedade, o cansaço crônico e a sensação de correr sem sair do lugar.

Essa criatura metade homem, metade touro reflete perfeitamente o nosso conflito atual:

O lado humano: Tenta planejar o futuro, manter a sanidade e buscar conexões reais. 

O lado animal: É alimentado pelo imediatismo, pelo consumo e pelo estresse que nos faz reagir com agressividade.

Sacrificamos diariamente nossa saúde mental, nosso tempo e nossa paz para alimentar essa engrenagem.

O Minotauro moderno não está escondido em uma ilha distante; ele habita o espelho. Nós nos tornamos os prisioneiros e, ao mesmo tempo, os monstros que nos devoram por dentro.

Para escapar, não basta procurar a saída das redes e da rotina é preciso, primeiro, domesticar a fera que criamos dentro de nós. 

E você, em qual parte desse labirinto sente que está preso hoje? 

Pense nisso!

SENHORAS E SENHORES: O PRODUTO MAIS DIABÓLICO QUE A HUMANIDADE CRIOU


O que mais dói não é – desengana-te – a infelicidade. A infelicidade dói. Magoa. Martiriza. É intensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar. Mas a infelicidade não é o que mais dói. A infelicidade é infeliz – mas não é o que mais dói.

O que mais dói é a subfelicidade. A felicidade mais ou menos, a felicidade que não se faz felicidade, que fica sempre a meio de se ser. A quase felicidade. A subfelicidade não magoa – vai magoando; a subfelicidade não martiriza – vai martirizando. Não é intensa – mas é imensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar – mas em silêncio, em surdina, em anonimato. Como se não fosse. Mas é: a subfelicidade é. 

Sair da subfelicidade é um drama. Um pesadelo. Sair da subfelicidade é mais difícil do que sair da infelicidade. Para sair da infelicidade, toda a gente sabe – tu mesmo o sabes: tens de tomar medidas drásticas. Medidas radicais. Porque a infelicidade é, também ela, radical. Mas sair da subfelicidade é uma batalha interior muito mais dolorosa. Desde logo, porque não sabes se queres, mesmo, sair da subfelicidade. Porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a desilusão – terás, no máximo, a subdesilusão; porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a perda – terás, no máximo, a subperda. Estás a ficar perdido com o que te digo?

A subfelicidade é o produto mais diabólico que a humanidade criou. A felicidade segura não existe. A felicidade segura é segura, sim – mas não é felicidade. A felicidade pacífica é pacífica, sim – mas não é felicidade. A felicidade, quando é felicidade, assolapa, euforiza, arrebata. E não deixa respirar, e não deixa sequer pensar. A felicidade, quando é felicidade, é só felicidade. E tudo o que existe, quando existe felicidade, é a felicidade. Só ela e tu. Ela em ti. Ela em todo o tu. A felicidade, para ser felicidade, não tem estratos, não tem razão. Ou é ou não é. A felicidade é animal, de facto – mas é ainda mais demencial. Deixa-te louco de felicidade, maluco de alegria, passado dos cornos. Só quando estás dentro da felicidade é que estás fora de ti. Liberto do corpo, da matéria, da sensação – e imerso naquela indizível comunhão. Tu e a felicidade. Já a sentiste, não?

Não há como dizer de outra maneira: se estás acomodado à subfelicidade, se tens medo de ser feliz e preferes a certeza de seres subfeliz: és um triste de todo o tamanho. A subfelicidade é uma tristeza. Uma tristeza de hábitos, de rotinas, de sorrisos – uma tristeza que inibe a surpresa, o imprevisível, a gargalhada. Uma tristeza que te faz refém do que fazes e te impede de te seres o que és. Olha em redor: a toda a volta há pessoas subfelizes, pessoas que dizem “vai-se andando”, pessoas que dizem “tem de ser”, pessoas que dizem “é a vida”. Mas não é. A vida não é a quase felicidade. A vida não é a subfelicidade. E, se é a primeira vez que vês isso, fica entendido o que sentes. Ou subentendido, pelo menos. 

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Pedro Chagas Freitas 

Todos os meus livros estão disponíveis em todos os hipermercados e livrarias.

Para encomendares exemplares autografados e com dedicatória, envia mensagem privada.

[imagem: Julie de Waroquier]


24/09/2026

LUGAR ERRADO


Nem sempre o problema está em quem somos. Às vezes, estamos tentando florescer em lugares que não comportam quem estamos nos tornando.  

E talvez a pergunta não seja “o que há de errado comigo?”, mas:  

“Por que continuo tentando caber onde preciso me diminuir para permanecer?”  

Reconhecer que determinado lugar já não combina com você também é uma forma de autoconhecimento.  

Você não precisa se deformar para caber. Você está tentando florescer no lugar errado?

Tânia Galvão 

Camadas


👉-Somos repletos de camadas.

Ninguém nos vê como somos.

Vêm-nos sob aquilo que são.

Há quem nos veja através das suas feridas.

Dos seus medos.

Das suas certezas.

Do pouco que conhece de nós.

E nós deixamos.

Uma camada de cada vez.

Às vezes por medo,

outras por proteção.

Há quem conheça o nosso riso

e nunca tenha visto a tristeza.

Quem conheça a nossa força

e nunca tenha assistido ao nosso desabar. Quem tenha tocado a pele sem nunca chegar perto de nós.

Somos repletos de camadas.

E há camadas de nós que nunca ninguém viu.

Talvez nem nós.

Salto Quântico 

Natureza

A razão pela qual nos sentimos tão à vontade na natureza é que a natureza não tem opinião sobre nós Friedrich Nietzsche


Para Nietzsche, estar diante da natureza significa encontrar um ambiente que não cobra explicações, resultados ou comportamentos adequados.

Árvores, rios, montanhas e paisagens não avaliam nossas escolhas nem determinam nosso valor pessoal. A reflexão ganha força porque grande parte da vida acontece cercada por expectativas.

No trabalho, em casa ou nas redes sociais, existe constante preocupação com aquilo que outras pessoas pensam.

Na natureza, essa pressão pode diminuir. O silêncio, o espaço aberto e a ausência de julgamento permitem que cada pessoa perceba melhor seus pensamentos, emoções e necessidades.

O pensamento de Nietzsche não significa abandonar responsabilidades ou ignorar a opinião de quem está ao redor. A proposta pode ser compreendida como convite para reduzir a dependência da aprovação externa.

Pensemos nisso!

SEXO TÂNTRICO


O sexo tântrico parte da ideia de libertar a energia sexual que muitas vezes fica bloqueada pelas crenças, pelos preconceitos e pelas ideias que fomos adquirindo ao longo da vida, através da sociedade, da educação e até da nossa própria família.

Ao longo do tempo, o sexo foi muitas vezes associado à vergonha, ao silêncio e à culpa. Por isso, a sexualidade pode acabar por ser vivida de forma automática, como se o objetivo fosse simplesmente chegar rapidamente ao prazer final.

No tantra, a experiência é diferente.

O foco não está apenas no resultado, mas na própria vivência do momento. Trata-se de estar presente, de sentir, de escutar o corpo e de estabelecer uma ligação profunda com a energia e a presença do outro.

O contacto íntimo pode fazer parte dessa experiência, mas não é necessariamente o centro de tudo. O tantra procura criar uma harmonia entre duas pessoas, como se as suas energias encontrassem um ritmo comum e o amor pudesse circular livremente entre ambas.

Em vez de correr para o orgasmo, procura-se viver plenamente o AGORA. Deixar de lado a ansiedade, as expectativas e os pensamentos que tantas vezes nos afastam do momento, permitindo que os sentidos, as emoções e a intimidade assumam o seu espaço.

Cada olhar, cada toque, cada beijo e cada abraço pode tornar-se uma forma de presença e de conexão. O prazer deixa de ser visto apenas como um ponto de chegada e passa a ser vivido como uma experiência contínua, profunda e consciente.

No tantra, a intimidade não precisa de ser uma corrida até ao fim. Pode ser uma experiência de entrega, de respiração, de presença e de ligação emocional.

Quando duas pessoas se permitem estar verdadeiramente presentes uma para a outra, podem descobrir uma forma diferente de viver a sexualidade: menos centrada no desempenho e mais centrada na conexão.

A vergonha e os bloqueios podem dar lugar à liberdade, à aceitação do corpo, à confiança e à intimidade.

Porque, no fundo, o tantra não procura apenas unir dois corpos.

Procura criar uma ligação profunda entre duas pessoas, onde o desejo, a presença, a emoção e o amor possam ser vividos de forma consciente e plena.

— Paraskiv César

23/09/2026

Primavera

A primavera chegou trazendo o lembrete de que a vida, assim como as estações, sempre recomeça. É tempo de ver as flores desabrocharem e as folhas renascerem.  

Procure fazer da sua vida o que a primavera faz com as flores.

Luiz Lira 


Reflexão do dia


O bumerangue é uma das metáforas mais perfeitas da vida: tudo o que a gente lança, volta.

A grande pergunta que deveríamos nos fazer todos os dias é: como temos jogado os nossos bumerangues?

Com amor ou com violência?

Quando jogamos com violência (na pressa, na palavra áspera, no julgamento ou na impaciência), o retorno costuma vir na mesma moeda. 

Esse bumerangue volta desgovernado e pode machucar a nós mesmos.

Quando jogamos com amor (com escuta, gentileza, paciência e empatia), ele não precisa de força. 

Ele voa leve e traz de volta paz, conexões verdadeiras e reciprocidade.

O bumerangue não julga a nossa intenção; ele apenas obedece à física do que a gente entregou para ele. 

Se o que tem voltado para a nossa vida hoje está pesado, talvez seja a hora de mudar o jeito de arremessar. 

Que a gente escolha lançar mais leveza e amor no dia de hoje! 

Um ótimo dia a todos!

Gratidão por estar aqui


Não esqueça


 

SER LIVRE

 **“Ser livre não significa simplesmente estar livre de amarras e constrangimentos.  Não é a ausência de laços e raízes que liberta, mas a presença de laços e integração.  A absoluta falta de relacionamentos, ao contrário, gera angústia e inquietação.  A mesma raiz indo-germânica fri, da qual derivam termos como frei (livre), Friede (paz) e Freund (amigo) em alemão, significa "amar".  Neste sentido, "livre" originalmente significa "pertencente a amigos e amantes".**  

 **#ByungChulHAN*


*

BOM DIA


Mensagem recebida durante uma terapia, e que senti que tinha mesmo de ser partilhada 💜

"Precisamos de nos focar no que traz paz ao nosso coração.

Perante cada escolha, cada decisão, pergunta-te "Isto alimenta a paz dentro de mim? Ou afasta-me dela?"

Se te afasta... qual a decisão que te fará voltar à paz?

Uma decisão, um passo, um dia de cada vez...

O caminho vai-se definindo, vai-se desenhando. 

Vai ficando mais claro e mais firme, mais forte.

Não te preocupes com o que não podes controlar neste momento, com o que não depende de ti.

Faz parte do caminho e do processo para te levar de volta a ti e te ajudar a viver a aprendizagem que a tua alma necessita de fazer agora.


Não te preocupes.

Entrega-te.

Rende-te.

A paz que sentes (ou não sentes) vai mostrar-te o caminho e a direção a seguir,

Confia.

Está tudo certo.

Cuida da tua base, da tua estrutura, das tuas fundações.

Nenhum castelo se constrói de cima para baixo.

O teu castelo, a tua vida, começará a construir-se também de baixo para cima.

Começa por baixo.

Começa agora.

Em paz, em amor.

E não estás sozinha/o, nunca.

Lembra-te sempre disso."

Cristina Gomes

22/09/2026

Mensagem da noite

"


Você Está no Controle … "seja gentil consigo mesmo! Você é um ser único — jamais houve outro igual a você — e sua presença é imensamente necessária neste plano terreno. Qualquer cura que você escolha realizar irradia-se para todo o planeta."

Respire fundo... está quase na hora de recomeçar. O Universo ouve o clamor interior de alguns de vocês, acompanhado pelo pensamento: "Quando isso vai acabar?" Ele sabe que essa jornada é desafiadora em todos os níveis do seu Ser e que o trabalho interior pode ser exaustivo; mas, minha querida Criança, seguir em frente é a sua missão aqui!                          

Se você se sente estagnado ou desequilibrado, lembre-se de que tem total controle sobre o ritmo; a maneira como você avança depende inteiramente de você. Se sentir que lhe faltam forças neste momento, permita que a energia que chega agora o eleve e o conduza adiante até que você as recupere."

~Criador por Jennifer Farley

O Poder das Metáforas: Da Caverna à Luz do Autoconhecimento


"Mudar a metáfora é mudar a vida."

As metáforas são mais do que adornos da linguagem: são lentes que moldam nossa forma de pensar e agir. Platão, em sua célebre Alegoria da Caverna, mostrou como vivemos muitas vezes presos a sombras — interpretações limitadas da realidade — até que decidimos sair em busca da luz. Essa travessia é também uma metáfora do autoconhecimento: abandonar crenças que nos aprisionam e enxergar o mundo com clareza.  

Nietzsche reforçou essa ideia ao afirmar que “toda verdade é uma metáfora esquecida”, lembrando que nossa mente é tecida por símbolos que orientam nossas escolhas. George Lakoff e Mark Johnson, na filosofia da linguagem, demonstraram que até nossos pensamentos cotidianos são estruturados por metáforas conceituais. Quando dizemos que “a vida é uma batalha”, nos preparamos para o confronto; quando dizemos que “a vida é um jardim”, cultivamos paciência e crescimento.  

Aplicações práticas para o autoconhecimento

- Reconheça suas cavernas pessoais: Quais metáforas você usa para falar de si mesmo? São sombras que limitam ou imagens que libertam?  

- Reescreva sua narrativa: Troque metáforas de peso por metáforas de movimento. Em vez de “carregar um fardo”, experimente “atravessar uma ponte”.  

- Aceite o desconforto da mudança: Sair da caverna pode doer, mas é nesse choque com a luz que nasce a transformação.  

- Use metáforas para clareza emocional: Se o tempo é visto como “inimigo”, ele gera ansiedade; se é “companheiro”, traz serenidade.  

- Compartilhe sua jornada: Ao iluminar suas próprias sombras, você inspira outros a buscar a saída da caverna.  

As metáforas são sementes que plantamos na mente. Elas podem nos manter acorrentados às sombras ou nos conduzir à luz. Escolher conscientemente nossas imagens internas é escolher o caminho do autoconhecimento.  

"A caverna é confortável até que você descobre que há um mundo inteiro lá fora."  

Portais Terapêuticos 

Consciência que Cura!

O método é parar


Passamos grande parte da vida procurando uma fórmula capaz de nos conduzir até uma versão melhor de nós mesmos(as).

Criamos planos, acumulamos estratégias, buscamos respostas, analisamos cada passo e tentamos controlar aquilo que ainda nem aconteceu.

Mas talvez o excesso de movimento seja exatamente o que nos mantém presos.

Parar não significa abandonar a vida. Significa interromper, por alguns instantes, a necessidade de conduzi-la o tempo todo.

Parar de se agarrar ao que já passou.

Parar de planejar cada possibilidade.

Parar de procurar uma resposta para tudo.

Parar de transformar pensamentos em sentenças sobre quem você é.

A mente oferece métodos porque precisa continuar no comando. A pausa começa quando deixamos de obedecer automaticamente a cada direção que ela aponta.

Talvez você não precise de outro caminho.

Talvez precise apenas parar — e perceber o que permanece quando a busca silencia. ▲

Rajna Lesch

21/09/2026

O Sexo quase nunca é apenas sexo


UMA DAS LIÇÕES MAIS DESCONFORTÁVEIS SOBRE A INTIMIDADE É QUE O SEXO QUASE NUNCA É APENAS SEXO.

O acto em si pode ser breve, quase ridículo na sua simplicidade, e, ainda assim, as pessoas constroem vidas inteiras à sua volta.

Mentem, casam-se sem desejo, permanecem em relações que já morreram, traem-se a si próprias, comparam corpos, enganam-se a si mesmas e, no entanto, a verdadeira pergunta continua a ser:

"Do que tenho realmente fome?"

Porque, muitas vezes, essa fome não é apenas física.

É a fome de ser desejado sem ter de implorar.

De ser visto sem ter de explicar cada ferida, cada dor.

Por um instante, já não precisas de desempenhar um papel.

O homem forte.

A boa esposa.

A pessoa bem-sucedida.

A pessoa espiritual.

A pessoa independente.

A pessoa que tem tudo sob controlo.

Muitas pessoas acreditam que querem mais sexo, melhor sexo, sexo mais intenso ou mais ousado.

Mas, por baixo de tudo isso, existe algo muito mais vulnerável.

"Querem presença."

Querem alívio para a solidão.

Querem sentir-se vivos dentro de um corpo que aprenderam a controlar, mas que talvez tenham deixado de verdadeiramente habitar.

E é precisamente aqui que começa a doer.

Porque o controlo pode proteger-nos durante algum tempo.

Pode ajudar-nos a sobreviver ao desgosto, à humilhação, à rejeição, à desilusão e àquela velha sensação de querer demasiado e receber demasiado pouco.

Aprendes a precisar de menos.

Aprendes a esperar menos.

Transformas o teu corpo em algo funcional, o teu desejo em algo privado e o teu coração em algo que tens de proteger.

Chamas-lhe liberdade, porque parece melhor do que depender de alguém.

"Mas, por vezes, aquilo a que chamamos liberdade é apenas uma forma elegante de evitar aquilo que realmente sentimos."

A verdadeira liberdade não é a ausência de necessidades.

É a capacidade de amar sem querer possuir.

De desejar sem querer ferir.

De permanecer ligado a alguém sem te perderes a ti próprio.

E de partir sem destruíres a ti mesmo nem a outra pessoa.

É muito mais difícil viver assim do que fingir que nada importa.

E talvez seja por isso que ser verdadeiramente visto possa ser mais assustador do que ser desejado.

Ser desejado ainda permite usar uma máscara.

“Alguém pode desejar o teu corpo sem nunca chegar verdadeiramente à tua alma.”

Mas quando alguém vê aquela parte de ti que está escondida por baixo da competência, do cinismo, da sexualidade, da independência, da beleza, da disciplina ou até da linguagem espiritual...

algo começa a estremecer dentro de ti.

Porque, quando a tua dignidade ainda é visível, quando a tua ternura ainda está presente, quando a tua luz não morreu completamente, começa a desmoronar-se a história de que estás destruído, de que és demasiado frio, demasiado distante, demasiado intenso, demasiado ou insuficiente.

E essa brecha, no início, parece uma ameaça antes de começar a parecer cura.

"O corpo sabe disso antes de a mente compreender."

O corpo sabe quando o sexo é vazio.

Sabe quando o toque é apenas uma representação.

Sabe quando confundimos intensidade com intimidade.

Mas o corpo também sabe quando algo é verdadeiro:

Uma pausa.

Um olhar.

Uma mão que não tem pressa.

Uma pergunta em que tu também estás incluído.

Um momento em que ninguém está a consumir o outro.

É aí que o sagrado entra na intimidade.

Não através da técnica.

Não através de rituais exóticos.

Mas através da PRESENÇA.

Através da coragem de permitir que o outro exista verdadeiramente.

Através da vontade de dar, e não apenas do desejo de impressionar.

Através da capacidade de esperar o tempo suficiente para que o desejo se torne honesto.

Talvez esta seja a lição mais profunda:

"Podes ser desejado e, ainda assim, não ser verdadeiramente visto."

Podes ser escolhido e, ainda assim, não ser amado.

Podes ter relações sexuais e, ainda assim, sentir que ninguém realmente te tocou.

Podes levar uma vida respeitável e, mesmo assim, vender a tua alma à segurança, à aprovação, ao conforto, ao dinheiro ou ao medo.

E também podes regressar a ti próprio num único momento de honestidade — aquele instante em que o corpo, o coração e a verdade finalmente ocupam o mesmo espaço.

Talvez a pergunta mais importante que possas fazer a ti próprio seja.

Consegues permitir que a vida te toque verdadeiramente, sem transformar tudo em controlo, representação, posse, fuga ou mecanismo de defesa?

~ Joe Turan

ARRISQUE


Se você não arriscar nunca saberá. Não basta querer, desejar, até mesmo amar se lhe faltar a "coragem". 

Eu sei que é uma terra desconhecida, eu sei que você não sabe de nada ainda, sei que o "passeio" está apenas começando... Mas uma coisa eu digo, se algo lhe atiçou, lhe despertou a ponto de lhe balançar, de lhe impactar, a ponto de lhe colocar contra a parede... 

Acredito que a vida esteja realmente te chamando pra você ir além. Há algo a ser enfrentado, há algo novo pra você, há algo pra ser entregue a você... 

E isso é "pra você". Não são pra todos, não é sempre que a vida (dá dessas) não será o tempo todo que você enfrentará esse conflito, essa dúvida, ou até mesmo certeza... é agora. 

Talvez seja uma vez só, uma única alternativa, um único voo que se você não aceitar, não for, não pular, não terá uma próxima vez.

E sei que lá na frente, depois de um tempo de você ver tudo exatamente no mesmo lugar, ao ver que nada mudou, você irá dizer: - Eu deveria ter ido, deveria ter arriscado. Não há escolhas sem renuncias. E na maioria delas é preciso deixar e deixar muito.

A pergunta é até onde e até quando esse "muito" irá ser tudo pra você? Aprenda a separar o muito do tudo, o agora do depois, o poder do querer, o chegou a hora do se acovardar... Agarre, cole, penetre, fixe-se naquilo que o seu coração grita, pede e cobra. 

Realmente não será fácil o trabalho será árduo mas o resultado será satisfatório, se você falar, fazer e agir conforme conduz e diz o seu coração. 

(Thaís Fernanda)

Levitação


Teoricamente, quando uma entidade levita, é porque o campo de ressonância de suas faixas muda. Ela é envolta em uma bolha de frequência mais alta do que a dimensão do espaço-tempo em que ela atualmente reside. Para tornar isso mais simples, isso significa que uma pessoa que está ao seu lado vibra na mesma velocidade que você; é si bemol. Não importa o quão iluminado você acha que é, se você consegue ver, tocar e sentir aquela pessoa, eles são si bemol. Agora, isso significa que eles ressoam assim como o campo material ressoa neste momento.

Se vamos aceitar uma filosofia excepcional como levitação, devemos mudar certas perspectivas convencionais. Devemos mudá-las, porque se não o fazermos, nunca experimentaremos levitação. Isso é verdadeiro genial. Vou ensinar você a levitar quando trabalharmos no seu foco. O que você começará a fazer é mudar o campo de ressonância em que você atualmente está localizado.

Vamos intervir aqui antes que isso escape-me. Lembre-se disso quando ler qualquer literatura sobre o fenômeno do campo de ressonância. O fenômeno do campo de ressonância é semelhante à radiação, aos campos de microondas, aos campos eletromagnéticos. Ouça-me com atenção: todos os campos são o produto de uma corrente de consciência; eles são um fenômeno de consciência. Então, mantendo isso em mente, todos os conhecidos e desconhecidos campos de consciência estão sujeitos a correntes de consciência. E o mais magnífico acelerador que você possui é o cérebro. Mantenha isso em mente.

Aprender a levitar é mudar o campo de ressonância em que você atualmente reside. Isso significa que, se você é o si bemol que está no topo da tabela, e nós o fazemos, você ainda será si bemol, mas sua frequência mudará. Sua frequência está aumentando em volume. Em outras palavras, vamos intensificar esse campo de ressonância, não para que você possa ouvir, mas para que você possa ver. E a frequência será diferente, mas você ainda é si bemol. É um paradoxo. No entanto, se você não aceitar isso, mesmo que seja contra a ciência da física, então você nunca experimentará a levitação. Isso é verdadeiro genial. Vou ensinar você a levita quando trabalharmos no seu foco. O que você começará a fazer é mudar o campo de ressonância em que você está atualmente localizado.

Vamos intervir aqui antes que isso escape-me. Lembre-se disso quando ler qualquer literatura sobre o fenômeno do campo de ressonância. O fenômeno do campo de ressonância é semelhante à radiação, aos campos de microondas, aos campos eletromagnéticos. Ouça-me com atenção: todos os campos são o produto de uma corrente de consciência; eles são um fenômeno de consciência. Então, mantendo isso em mente, todos os campos conhecidos e desconhecidos estão sujeitos a correntes de consciência. E o mais magnífico acelerador que você possui é o cérebro. Mantenha isso em mente.

Aprender a levitar é mudar o campo de ressonância em que você atualmente reside. Isso significa que, se você é o si bemol que está no topo da tabela, e nós o fazemos, você ainda será si bemol, mas sua frequência mudará. Sua frequência está aumentando em volume. Em outras palavras, estamos mudando seu campo de ressonância. Você ainda é si bemol, porque ainda podemos ver e tocar você, mas nossa frequência mudará. Sua frequência será diferente, mas você ainda é si bemol. É um paradoxo. No entanto, se você não aceitar isso, mesmo que isso vá contra a ciência da física, então você nunca experimentará o que os cientistas não sabem.

Não vamos trabalhar dentro do quadro de pensamentos aceitos, porque você não gostaria que eu fizesse isso com você; estamos além do que a ciência ainda não conhece. Mas então, em vista disso, você vai aprender a acelerar seu campo de ressonância. Isso causa as faixas a entrar em um fluxo magnético. Nesse estado, elas são na verdade comídas da gravidade. O campo é a antigravidade, porque ela não ressoa mais no bem-estar, está ressoando em um harmônico mais alto e mais forte, e, portanto, consome a gravidade, o que torna possível para a entidade se desfazer e flutuar no ar. Na realidade, é o campo de bem-estar que o rodeia e o leva a um vórtice de energia que torna possível a antigravidade existir, e que produz o estado de levitação.


Vamos olhar para outro paradoxo. Por que eu disse que o campo de ressonância que é criado pelo campo de ressonância começa a consumir a gravidade? Por que eu diria isso? Por que eu diria isso? Por que eu diria que o novo campo criado pelo bem-estar, embora tenha mudado, ainda é bem-estar? Por que eu fiz esse comentário extravagante? Por que ela consumiu a gravidade?

Eu lhe dou um indício. Quando Yeshua ben José apareceu na montanha antes da sua crucificação, ele apareceu na companhia de alguns indivíduos muito famosos do antigo tempo. Está escrito que ele foi visto com eles. Você se lembra de quem eles eram? Bem, foi há muito tempo. Você nem consegue lembrar o que aconteceu trinta e dois dias atrás às 10:00 da manhã. Bem, eu entendo que os indivíduos foram chamados de Elías, Moisés e Jacó. E ele fez um comentário interessante aos seus pobres e ignorantes discípulos. Ele disse: "Não me toque." E eles responderam: "Por que não? Você está brilhando." Ele lhe disse: "A este momento, estou neste mundo, mas não estou neste mundo." "Você é deste mundo, mas não está neste mundo? Isso vai manter você ocupado por dois mil anos." [A história da transfiguração de Jesus (Marcos 9, 2-8; Mateus 17, 1-8; Lucas 9, 28-36) e a aparência de Jesus para a Maria Magdalena após a sua ressurreição (João 20, 11-18)]

O que ele estava a referir era que havia criado um campo alternativo, e, como o fez, rapidamente se mudou para outra dimensão em que podia falar com camaradas que estavam no mesmo nível, num tempo que não tinha nada a ver com o tempo aqui. Por isso, podia falar com essas entidades que supostamente haviam morrido e ressuscitado, já que podia vê-las, não estava nesse mundo. A razão pela qual disse "não me toque" é explicada em suas próprias palavras: "Porque vou consumir a sua energia se o fizeres, porque vibro a uma velocidade tão alta que estou a consumir tempo e espaço na virtude de ocupar este espaço onde estou atualmente."

O si bemol pode ser si bemol porque ocupa um certo campo; está a pagar aluguel para viver aqui. Está a alugar o tempo e o espaço para ser si bemol. O momento em que muda e se torna um campo de rotação completamente estranho – embora ainda seja o mesmo – consome tudo ao seu redor, porque tudo ao seu redor ocupa o espaço que ocupa porque está sujeito à gravidade. Quando muda, consome toda a gravidade que o rodeia, pois o seu espaço atualmente.

Então, o que acontece se de repente não estiver mais num campo gravitacional? O que aconteceria se a atração que a Terra exerce sobre ti desaparecesse? É teoricamente possível? Acontece todos os dias. Quando você muda a sua frequência de ressonância, altera o campo em que está e o campo se torna malleável à dica da consciência focada. Esse campo, superposto a este campo, será um campo anti-gravidade, porque vai consumir a gravidade para manter a sua maior ressonância.

Ramtha, Buddha e a Ciência da Levitação

A.H. 

FIQUE SÓ


“Fique só. Não para sempre, não por todos os momentos, mas o suficiente para você se sentir bem consigo e lembrar o prazer da própria companhia.

Fique só nem que seja só por um tempo. Para que você possa se autoconhecer, fazer as pazes consigo, assimilar os seus sentimentos, filtrar as suas emoções e cuidar das suas dores.

Fique só para você tenha a oportunidade de descobrir (ou relembrar) os seus dons e valores, os seus gostos e desagrados, os seus hobbies, os seus risos, os sonhos que a poeira da rotina e das companhias superficiais acabou ofuscando.

Fique só para você reencontrar aquelas partes suas que você deixou de lado para abrir espaço para pessoas que não te acrescentavam muito.

Fique só até que você encontre alguém que seja uma companhia de corpo e de alma. Até que você esteja com alguém que seja uma companhia que acrescente, que te estimule e ajude você a crescer emocionalmente e espiritualmente.

Fique só porque é preciso ter momentos de solidão. A solidão tem poder de ressignificar a nossa existência, de criar um vínculo profundo conosco que nos permite perceber o que merecemos ou não em nossas vidas.

A solidão não é um castigo, é um tempo para o nosso emocional respirar e recuperar as suas forças.

Só a solidão tem o poder de nos devolver a nós mesmos e de nos fazer perceber que os contatos são extremamente importantes, mas que apreciar a própria companhia é um privilégio e uma necessidade da alma.”

Alexandro Gruber