Passamos grande parte da vida procurando uma fórmula capaz de nos conduzir até uma versão melhor de nós mesmos(as).
Criamos planos, acumulamos estratégias, buscamos respostas, analisamos cada passo e tentamos controlar aquilo que ainda nem aconteceu.
Mas talvez o excesso de movimento seja exatamente o que nos mantém presos.
Parar não significa abandonar a vida. Significa interromper, por alguns instantes, a necessidade de conduzi-la o tempo todo.
Parar de se agarrar ao que já passou.
Parar de planejar cada possibilidade.
Parar de procurar uma resposta para tudo.
Parar de transformar pensamentos em sentenças sobre quem você é.
A mente oferece métodos porque precisa continuar no comando. A pausa começa quando deixamos de obedecer automaticamente a cada direção que ela aponta.
Talvez você não precise de outro caminho.
Talvez precise apenas parar — e perceber o que permanece quando a busca silencia. ▲
Rajna Lesch

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