O que vivemos na infância não fica na infância.
Fica no corpo. Nas relações. Nas escolhas que repetimos.
Tudo o que não foi sentido… volta.
Como medo de confiar.
Como dificuldade em receber.
Como relações onde o amor assusta quando chega.
Na visão sistémica do filme "Em Busca de Mim", percebemos que não é a falta de força, é a dor que ainda não encontrou lugar.
O alcoolismo não é o centro.
É muitas vezes uma tentativa de calar o que nunca pôde ser sentido com segurança.
E quando o amor não foi seguro… aprendemos a desejá-lo e a afastá-lo ao mesmo tempo.
Porque o corpo não esquece.
O corpo repete.
Talvez não seja sobre “o que está errado em mim”…
mas sobre o que ainda vive em mim do passado.
Se isto te tocou, não estás sozinho nesse caminho.
🌿 Teresa Diogo Terapias

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