24/12/2025

O que em mim ainda não foi olhado?


Nem toda dor grita. Algumas se disfarçam de rotina, se escondem atrás de sorrisos prontos ou se camuflam em respostas rápidas como “tá tudo bem”. Há partes de mim que aprenderam a sobreviver no silêncio, que se tornaram invisíveis até para os meus próprios olhos.

Talvez haja um medo que nunca foi nomeado. Um desejo que nunca ousou sair da sombra. Uma saudade que eu não reconheço, mas que pesa. Há gestos que repito sem saber por quê, palavras que evito, lugares dentro de mim que nunca visitei.

Convite: Olhe para dentro hoje, com olhos de curiosidade, não julgamento.  

Como quem encontra uma caixa antiga no sótão e decide abrir com delicadeza, respeitando o tempo das lembranças.  

Olhar para dentro como quem escuta uma criança tímida contar sua história. Sem pressa. Sem cobrança.

Porque há em mim mundos inteiros esperando por atenção.  

Há dores que não querem ser curadas, apenas reconhecidas.  

Há forças que ainda não foram ativadas, porque nunca foram vistas.  

E há beleza, mesmo nas partes que eu escondi.

Hoje, eu escolho ver. Escolho sentir. Escolho acolher.

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Exercícios de Autoconhecimento

1. Escreva sem filtro (Journaling)  

Pegue papel e caneta e responda:  

👉 O que estou sentindo agora?  

👉 O que em mim ainda não foi olhado?  

👉 O que estou evitando sentir ou dizer?

2. Medite por 5 minutos  

Sente-se em silêncio, respire fundo e observe seus pensamentos como nuvens passando.  

Não lute contra eles. Apenas veja.

3. Questione suas crenças  

Escolha uma frase que você repete, como “não sou capaz”.  

Pergunte:  

👉 De onde veio isso?  

👉 Ainda é verdade?  

👉 O que posso acreditar no lugar?

4. Converse com sua criança interior  

Feche os olhos e imagine você com 7 anos.  

👉 O que ela precisa ouvir hoje?  

👉 O que ela sente?  

👉 Como você pode acolhê-la?

5. Crie seu Espaço Sagrado  

Separe um cantinho só seu. Pode ter velas, cristais, um caderno ou apenas silêncio.  

Use esse espaço para se reconectar com você.

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Autoconhecimento não é sobre consertar, é sobre reconhecer.  

Você merece se olhar com gentileza. Comece hoje.

Portais Terapêuticos Consciência que Cura!


CO-CRIAÇÃO DIÁRIA


Quando alguém convence você de alguma coisa, esta pessoa está fazendo com que você co- crie aquilo de que esta pessoa te convenceu e isto torna-se a sua realidade. E aí você pensa: "É verdade, ele/ela tinha razão", mas o que aconteceu foi que você co-criou o que foi sugerido. A TV usa muito esta estratégia muito bem disfarçada, das mais diversas maneiras que você acaba nem notando.

O resultado é que você acaba por alterar a sua forma de pensar, a sua forma de interpretar as coisas em todos os níveis e além disto tudo, você acaba por co-criar algo que pode ser negativo para você, mas que é muito lucrativo para algumas empresas... 

Aquilo em que você realmente acredita que seja verdade, você torna verdade através das vibrações (pensamentos + emoções) emitidas.

Cada pensamento enviado ao Universo gera resultados e você recebe exatamente o que você enviou. Funciona como um bumerangue: vai e volta. Você pode usar o seu bumerangue aleatoriamente ou você pode usá-lo a seu favor e para o seu benefício, a escolha é sua.

Gratidão por estar aqui!

23/12/2025

O materialista só pode fazer sexo, ele não pode amar...


O materialista só pode fazer sexo, ele não pode amar, porque o sexo é temporal; o amor tem algo de eterno. Ele pode ter um contrato efêmero com as pessoas, mas não consegue se relacionar com elas. Ele está constantemente correndo, pois está identificado com o corpo. 

O corpo nunca tem descanso, ele está sempre em movimento. No máximo ele poder fazer sexo - uma coisa temporal, momentânea; nada mais profundo, nada que tenha relação com a alma ou com o seu centro mais profundo. 

Os seres ficam distantes; os corpos se encontram, se misturam e se separam outra vez. O materialista é pessoa mais idiota que existe, porque ele está tentando sobreviver à morte. Essa é a estupidez.

(Osho - O Livro do Viver e do Morrer)

Consciência do momento presente na vida cotidiana


Você pode aproveitar a vida aqui e agora, onde estiver e o que quer que faça. Além de fazer uma pausa no trabalho, sair de férias, estar com seus entes queridos ou fazer o que você ama, você pode experimentar a alegria de viver aqui e agora. Para isso, você tem que trazer sua mente de volta para onde você está e prestar atenção na vida que acontece ao seu redor.

Você não precisa sobrecarregar seu cérebro examinando cada detalhe por 24 horas. Os monges farão isso como parte de sua experiência espiritual porque não têm obrigações mundanas. Você não pode fazer isso quando você tem contas a pagar e obrigações a cumprir.

No entanto, você pode trazer atenção plena e consciência do momento presente para sua vida seletivamente para avivar suas percepções e aumentar sua consciência. Usando essa abordagem, você aprenderá a dirigir pela vida com habilidade, usando seus instintos e inteligência, sabendo onde desacelerar e onde acelerar, o que observar e o que ignorar.

Aplique a consciência do momento presente ao comer, caminhar em um parque, passar o tempo com seus amigos ou família, praticar um hobby, falar com alguém ao telefone, fazer exercícios, tomar banho, lavar pratos, cozinhar, limpar, relaxar, etc. São simples tarefas que não atrapalhem sua velocidade ou estilo ou suas obrigações profissionais. Na verdade, eles minimizam a possibilidade de negligência e descuido.

Sempre que estiver perturbado, sinta-se ansioso, zangado, preocupado, estressado, angustiado, com medo, leve sua mente ao momento presente e observe sua respiração, seus sentimentos e suas sensações corporais. Quando você está preso na teia da vida e se sente oprimido e deprimido, você tem a oportunidade de mudar seu pensamento, reconhecendo que qualquer escopo que você possa ter para aproveitar a vida ou experimentá-la está no presente, não em um futuro distante quando você renunciar do seu trabalho e quer viver de forma diferente.

Posso assegurar-lhe que, se não aprendeu a aceitar as suas condições presentes, também não será capaz de aceitar as suas condições futuras. Você pode se esforçar durante toda a sua vida para criar condições favoráveis e uma vida de seus sonhos. Mas tudo isso pode desaparecer em um momento, se você não estiver preparado para aceitar as incertezas e os caprichos da vida.

Quando você sentir dor e sofrimento, observe que parte do seu corpo é afetada por isso e de onde vem. Renda-se a essa dor e sinta compaixão por si mesmo e por seu corpo. Preste atenção às coisas que importam, às pessoas que importam, às ações que importam e aos sentimentos que importam.

Preste atenção ao que o perturba e perturba e saiba por que eles têm tanto poder sobre você. Seu sofrimento é sua solução se você souber observar e compreender. Seu sofrimento é uma dádiva se você souber como recebê-lo.

Sua vida é o que você experimenta conscientemente. O resto é o que acontece durante o sono ou como estados de sono. Assim, com discrição e sabedoria, você pode usar essa qualidade maravilhosa, que foi ensinada pelo Buda há milhares de anos.

Observe a vida com amor e compaixão sempre que encontrar tempo. Apenas esteja aqui e agora quando a vida exigir. Dê a si mesmo o dom da observação e seja abençoado por ele.

Elciene Galindo

NATAL FELIZ


Nem todos estarão "felizes" neste Natal.

Para alguns, esta época traz consigo uma cadeira vazia à mesa.

Um nome que não será chamado.

Uma voz que dariam tudo para ouvir mais uma vez.

Alguns sorriem em público, mas se desfazem silenciosamente em particular.

Não estão celebrando — estão lidando com a situação.

Sobrevivendo ao dia. Mantendo-se firmes. Tentando não desmoronar.

E alguns nem sequer pensam em presentes ou decorações.

Estão pensando nas contas.

Na saúde.

Na solidão.

Em como sobreviver a mais uma semana.

As luzes brilham, mas nem todos os corações se sentem aquecidos.

Então, antes de julgarmos o humor de alguém...

Antes de esperarmos alegria, risos ou entusiasmo...

Antes de presumimos que todos estão bem...

Lembre-se disto.

Gentileza não custa nada — mas pode significar tudo.

Uma palavra gentil.

Uma pausa paciente.

Uma mensagem que diz: "Estou pensando em você." 

Neste Natal, que a compaixão seja a verdadeira celebração.

Porque para muitos, simplesmente estar aqui…

já é um ato de coragem. 🤍🎄

Elisabete Matheus 

Não é um computador


A Matrix real não é um computador escondido controlando tudo por trás. Ela é a soma de três camadas rodando ao mesmo tempo: estrutura social, programação mental e campo sutil. Governo, religião, mercado, mídia, escola e tecnologia funcionam como interface. Não precisa de cabo na nuca. Basta que a maioria concorde, sem perceber, com os mesmos padrões de sucesso, fracasso, normalidade e loucura. Quando todo mundo repete o script, o sistema se mantém sozinho.

No cérebro, a Matrix age como filtro. Seu sistema nervoso foi treinado para prestar atenção em certas coisas e ignorar o resto. Ele cria atalhos, distorce, simplifica, apaga o que não encaixa no mapa mental que você herdou de família, cultura, religião e internet. O mundo continua amplo, mas a sua percepção encolhe. Você sente que está escolhendo, mas na prática só navega em um cardápio limitado de opções pré-formatadas.

Na camada mais profunda, a Matrix opera nos registros da alma. Memórias não resolvidas, traumas antigos, lealdades invisíveis e padrões kármicos criam um campo que puxa você para os mesmos tipos de relação, de erro, de queda. O que você chama de azar ou destino, muitas vezes, é só o mesmo roteiro rodando em outra cena. A prisão aqui já não é só social, é vibracional. Você entende que algo está errado, mas sente uma força silenciosa te arrastando pro mesmo lugar de sempre.

Em termos quânticos, a realidade não é bloco rígido, é campo de probabilidade. A Matrix entra justamente aí: ela reduz o leque de possibilidades que você acessa, fecha rotas, repete contextos, te mantém previsível. Quanto mais previsível você é, mais fácil de administrar. Um ser humano que reage sempre igual é um recurso estável para qualquer sistema de controle.

O ponto mais cruel é que, com o tempo, o sistema externo nem precisa pressionar. Você instala o vigilante dentro de si. Passa a se censurar, a se diminuir, a defender estruturas que te machucam. A Matrix real não é só o que fizeram com o mundo, é o que conseguiram instalar dentro da tua cabeça do campo a da tua alma.

Luz e Consciência 

22/12/2025

RUPTURAS NECESSÁRIAS: O QUE ESTÁ ACONTECE COM TODOS NÓS

Sim, está acontecendo em todo lugar.

Com famílias. Amizades. Relacionamentos. Filhos. Pais. Parceiros.

Pessoas que sempre estiveram ali… de repente deixam de caber na tua energia.

E, às vezes, o rompimento vem em explosões que você nem queria ter.

Mas acontece. Porque o campo está apertando.

O que era suportável antes, agora pesa.

O que você engolia por anos, hoje te sufoca.

O que você tolerava, hoje te atravessa como faca.

E o corpo reage. A alma reage. A verdade aparece.

Por quê?

Porque estamos num ciclo coletivo onde a consciência está subindo rápido demais para comportamentos antigos.

E quando a energia sobe, tudo o que não está alinhado com ela… rompe.

Não é castigo.

Não é fracasso.

É ajuste.

Às vezes, esse ajuste é silencioso.

Outras vezes, ele vem como um trovão, um grito, uma frase que escapa, uma linha que você finalmente diz:

“Eu não aceito mais isso.”

Isso é uma ruptura necessária.

Ela dói?

Dói.

Mas ela liberta.

Ela te tira do script da culpa, do papel de vítima ou de salvador.

Ela quebra o vício emocional que te mantinha preso.

Ela te chama para um novo padrão vibracional.

E sim, muitas vezes você vai agir com mais força do que gostaria.

Muitas vezes vai perder o controle.

Vai dizer coisas que guardou por anos.

Vai assustar pessoas que nunca viram você colocar limite.

Mas entenda isso:

A ruptura não é sobre destruir.

É sobre finalizar um ciclo emocional que não pode seguir.

O que acontece depois?

Depois vem a reorganização.

Em você e no outro.

O campo se ajusta.

A verdade se assenta.

O vínculo, se for verdadeiro, volta de outra forma.

E se não for, se dissolve sem ruído.

No coletivo, isso também está acontecendo.

Países rompendo narrativas antigas.

Pessoas largando papéis emocionais herdados.

Famílias recolocando cada um no seu lugar.

Almas despertando de padrões que já não têm espaço.

É um movimento de depuração.

Não peça para voltar a ser como antes.

Peça para ser quem você é agora.

E se você precisou explodir, gritar, colocar limite, sair de uma situação — saiba:

Você apenas respondeu ao chamado do teu campo dizendo:

“Eu não posso mais me diminuir para caber.”

Rupturas necessárias não são finais.

São portais.

E quem precisa caminhar contigo vai encontrar o caminho de volta — não para o lugar antigo, mas para o novo você.

Magda Bicca Vieira.

Elah’Shiara

DIREITOS AUTORAIS © 2025 MAGDA BICCA VIEIRA — TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Não busca o melhor

 


O cérebro não busca o melhor.

Ele busca o conhecido.

Mesmo quando a situação machuca, cansa ou adoece, ela ainda é previsível. E previsibilidade, para o sistema nervoso, significa segurança.

Mudar exige atravessar o desconhecido.

E o desconhecido ativa os mesmos circuitos cerebrais do perigo.

Por isso tantas pessoas permanecem em relações que já não nutrem, em trabalhos que drenam a energia, em padrões emocionais que sabem que fazem mal. Não é falta de coragem. É um cérebro tentando evitar ameaça.

O sofrimento familiar é menos assustador do que uma felicidade que não se sabe sustentar.

A cura, muitas vezes, começa quando entendemos que resistir à mudança não é fraqueza.

É um reflexo de autoproteção que pode ser reeducado.

Mudar não é abandonar quem você foi.

É ensinar ao seu cérebro que agora é seguro viver de outra forma.

Texto por: Psicanalise Inconsciente

Outra lição de nossa mãe Terra


“Você sabe o que é micélio? Quem produziu o Filme Avatar sabia bem. 

O micélio ou micorriza, é um fungo que se expande no subsolo criando uma rede de conexão entre todas as espécies de plantas, algo como a internet, que lhes permite não só se comunicar, mas também cuidar de si, se proteger, se alimentar., Estoque na água.

Quando uma árvore da floresta é cortada, este micélio comunica às demais árvores da floresta que uma delas está morrendo e todas as outras árvores através do micélio começam a cuidar do tronco remanescente para tentar salvar aquela vida. Eles o alimentam, dão água, protegem. Porque aquele tronco moribundo faz parte da família da floresta.

Tudo tem uma linguagem. É a linguagem universal.

Aprendamos a nos reconectar com essa linguagem que não é verbal e entender que todos fazemos parte da mesma coisa.

Não somos superiores nem inferiores. Somos como crianças que ainda tem muito que aprender com os nossos irmãos mais velhos, com as árvores e com a floresta e, sobretudo, com a Nossa Mãe Terra ”.

(Fonte: Bancada Ecossistema)

Orgulho: a Muralha Invisível da Alma


O orgulho costuma ser visto como força, como defesa contra aquilo que ameaça. Mas, na realidade, ele é apenas uma muralha invisível. Uma barreira que não protege, apenas aprisiona. Quem ergue o peito e fecha o coração diante do sagrado acredita estar no controle, mas apenas repete a mesma mentira a si mesmo: a de que pode silenciar o chamado interior.

A espiritualidade, porém, não exige fé cega nem entrega absoluta. Ela pede apenas um passo. E esse passo não precisa nascer da pureza: pode vir da raiva, da desconfiança, do cansaço, da curiosidade ou da necessidade. O movimento importa mais que o motivo. Até quem se aproxima para negar já está, de alguma forma, respondendo ao convite da vida.

Quem persegue o que não entende acredita estar atacando o outro, mas na verdade está fugindo de si mesmo. A intolerância é sempre a máscara do medo. O perseguidor pensa ser caçador, mas invariavelmente é prisioneiro de sua própria sombra.

E, ainda assim, até a perseguição carrega uma semente de aprendizado. Por mais que alguém corra para longe, existe um fio invisível puxado pelo destino. Esse fio sempre reconduz ao ponto em que a lição precisa ser aprendida. Porque não se foge para sempre de si mesmo: mais cedo ou mais tarde, a vida nos coloca diante do espelho.

O caminho espiritual não se trata de fórmulas prontas nem de certezas absolutas. É, antes de tudo, um convite à honestidade. Um chamado para abrir uma fresta, ainda que pequena, onde a luz possa entrar. O orgulho endurece e fecha. A humildade, ao contrário, abre e liberta.

A espiritualidade não pede que sejamos perfeitos. Pede apenas que sejamos verdadeiros. Que reconheçamos nossos limites, nossos medos, nossos erros. É nesse reconhecimento que o coração se suaviza e encontra espaço para algo maior.

Cada passo dado nessa jornada — mesmo os passos vacilantes e contraditórios — tem valor. O tropeço também ensina. O recuo também revela. A vida não exige pressa, apenas movimento.

E quando, após tantas tentativas, a muralha do orgulho começa a se desfazer, descobrimos algo simples e profundo: nunca estivemos sozinhos. O sagrado, que tantas vezes julgamos distante, sempre esteve dentro de nós, aguardando apenas a coragem de ser reconhecido.

O orgulho aprisiona. A entrega liberta. E no instante em que aceitamos dar esse passo, por menor que seja, o caminho se abre diante de nós.

João Ribeiro - Pai Joaquim

21/12/2025

O Escritor


Havia uma vez um escritor apaixonado por suas palavras, suas histórias e seus poemas. Ele não ligava para quem chegava depois, apenas se dedicava a colocar no papel tudo o que sua mente criativa imaginava.

Ele abriu as portas de sua alma para todos que quisessem entrar, sentar e se deliciar com suas palavras. Ele não prendia ninguém, pois acreditava na liberdade de ir e vir.

Um dia, alguém decidiu partir sem dizer adeus. O escritor não entendeu o motivo, mas deixou essa pessoa seguir o seu caminho levando consigo o que veio buscar.

Ele entendia que cada um colhe o que planta e ele preferia semear a honestidade e a autenticidade em tudo o que fazia. Assim, ele continuou firme em sua jornada, sem se abalar com aqueles que tentavam desestabilizá-lo.

A escrita era sua paixão, sua força, sua verdade. Ele não permitiria que ninguém tirasse isso dele. Ele sabia que seu lugar era ali, colocando no papel seus sonhos e suas histórias.

Nada poderia detê-lo. Ele iria continuar a escrever, a inspirar e a encantar todos que tivessem a sorte de ler suas palavras. E assim, ele seguiu em frente, determinado e corajoso, afirmando para si mesmo e para o mundo: "Eu vou continuar a escrever".

O escritor

Escrevo com paixão, palavras que fluem do coração

Sempre em busca de inspiração, conto minhas histórias com emoção

Com meu papel e minha caneta, crio mundos de pura fantasia

Revelando meus pensamentos, minhas ideias, minha poesia

Insisto em seguir adiante, mesmo diante das adversidades

Trazendo à tona meus sentimentos, minha verdadeira identidade

Em cada letra, em cada verso, revelo a minha alma...

By Lucia

COMO DIFERENCIAR INTUIÇÃO DE IMPULSO EMOCIONAL


Saber distinguir intuição de impulso emocional é um dos pontos mais importantes para quem está no caminho do autoconhecimento. Ambos chegam rápido, ambos geram sensação forte, ambos impulsionam movimento — mas têm naturezas completamente diferentes.

Muita gente confunde os dois porque não aprendeu a observar o próprio corpo, o próprio estado interno e o próprio funcionamento emocional.

E sem essa autoescuta, aquilo que é só reação parece mensagem;

aquilo que é só carência parece sinal;

aquilo que é só ansiedade parece direção.

A intuição é silenciosa.

O impulso emocional é barulhento.

A intuição não grita, não pressiona, não exige que você faça algo imediatamente.

Ela surge como um reconhecimento interno, uma lucidez repentina, uma compreensão direta sem esforço.

Não cria tensão; cria clareza.

Já o impulso emocional nasce do desequilíbrio.

É rápido, reativo, quente.

Ele aparece para aliviar desconforto, proteger uma ferida, buscar validação, fugir de algo, ou tentar resolver imediatamente um incômodo interno.

Uma boa forma de diferenciar é simples:

A intuição aponta.

O impulso empurra.

A intuição não tem pressa.

Ela simplesmente sabe.

Mesmo quando fala de algo desafiador, ela traz uma sensação de “coerência”, de “isso faz sentido”, ainda que seja difícil.

O impulso emocional, ao contrário, traz urgência.

Ele quer resolver agora.

Ele quer resposta agora.

Ele quer ação imediata para aliviar a emoção que está pulsando.

Outro ponto importante:

A intuição não nasce do medo.

O impulso emocional quase sempre nasce.

Se a sensação vem junto de medo, ansiedade, carência, necessidade de controle ou de não perder algo — é impulso.

A intuição não dramatiza, não cria cenários, não alimenta fantasias, não te coloca em tensão.

Ela é simples, direta e limpa.

O impulso é denso.

A intuição é leve — mesmo quando aponta algo difícil.

Para sentir essa diferença, você precisa se observar.

Sem essa observação, tudo vira um borrão: emoção parece intuição, intuição parece dúvida, e a pessoa se perde entre as próprias reações.

A pergunta que ajuda é:

Isso vem de um lugar tranquilo ou de um lugar aflito?

Se vem de tranquilidade, mesmo envolvendo algo desconfortável, é intuição.

Se vem de aflição, urgência, ansiedade, expectativa, perda de controle — é impulso emocional.

E não existe intuição verdadeira quando você está emocionalmente tomado.

Primeiro acalme o corpo.

Respire.

Sente-se.

Espere a onda baixar.

A intuição não compete com a tempestade — ela aparece quando o mar volta a ficar liso.

Por isso, alguém que não se conhece bem pode achar que vive “intuições” o tempo todo, quando na verdade está apenas reagindo. O discernimento nasce quando você aprende a diferenciar seu próprio barulho do silêncio onde a intuição realmente aparece.

No fim, a intuição fala com quem consegue ouvir.

E ouvir não é um dom — é uma prática.

Quanto mais você se observa, mais claro fica o que é percepção verdadeira e o que é só movimento emocional pedindo saída.

Assê

https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse.

Gravidez Indesejada


1 - Sou solteira, estudante, 17 anos. Estou grávida. Por que Deus fez isso comigo? 

Se você sai na chuva e se molha ou põe a mão no fogo e se queima, pode culpar Deus? Qualquer adolescente sabe que a relação sexual envolve a possibilidade de concepção.

2 - Mas não é tudo programado pelos Espíritos prepostos de Deus?

Não confunda os programas de Deus com os “programas” dos homens.

Deus sustenta a vida, mas sua manifestação, condição e qualidade dependem de nossas iniciativas.

3 - Se não é pela vontade de Deus que fiquei grávida, então posso abortar e livrar-me do problema?

Deus nos consente fazer o que desejamos, embora nem sempre façamos o que Ele deseja. “Transar” indiscriminadamente, por exemplo. O mal está em fazer o que Ele não deseja nem consente. Aqui situa-se o aborto. No primeiro caso temos uma experiência que acabará nos ensinando que o sexo não deve ser inconsequente. No segundo temos um lamentável gesto de rebeldia e crueldade para com o filho asilado em seu ventre.

4 - Vai complicar. Meus pais querem que eu aborte.

Os problemas que enfrentará com seus pais são insignificantes, diante dos que resultam do aborto.

5 - E se eu procurar um bom médico?

Nenhum médico a livrará das consequências funestas do aborto, que é crime diante das leis divinas.

6 - Isso não importa agora. Quero resolver o presente. Do futuro cuidarei depois.

Se você quebrar a perna e precisar engessá-la, preferirá mandar amputá-la?

Um filho, você saberá um dia, é muitas vezes um “engessamento” existencial, impondo-nos proveitosas disciplinas. O aborto é lamentável amputação moral que lhe reservará muitos dissabores.

7 - O casamento seria uma solução, mas meu namorado não quer. Devo pressioná-lo?

No passado fazia-se isso para salvar a reputação da jovem e a honra da família. Não importava se o casamento forçado inviabilizaria uma convivência feliz. Hoje sabemos que o único nome pelo qual devemos zelar é o de filhos de Deus, procurando cumprir suas leis, a partir do inconfundível “não matarás”, contido no decálogo moisaico.

8 - Não me sinto preparada para a maternidade.

Raras mulheres sentem-se. A maternidade é sempre um desafio, mas um bom desafio que vencerá tranquilamente, se confiar em Deus e dedicar-se ao filho.

Richard Simonetti;

Do livro: Não Pise na Bola.