O cérebro não busca o melhor.
Ele busca o conhecido.
Mesmo quando a situação machuca, cansa ou adoece, ela ainda é previsível. E previsibilidade, para o sistema nervoso, significa segurança.
Mudar exige atravessar o desconhecido.
E o desconhecido ativa os mesmos circuitos cerebrais do perigo.
Por isso tantas pessoas permanecem em relações que já não nutrem, em trabalhos que drenam a energia, em padrões emocionais que sabem que fazem mal. Não é falta de coragem. É um cérebro tentando evitar ameaça.
O sofrimento familiar é menos assustador do que uma felicidade que não se sabe sustentar.
A cura, muitas vezes, começa quando entendemos que resistir à mudança não é fraqueza.
É um reflexo de autoproteção que pode ser reeducado.
Mudar não é abandonar quem você foi.
É ensinar ao seu cérebro que agora é seguro viver de outra forma.
Texto por: Psicanalise Inconsciente

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