18/12/2025

Beber o próprio veneno


"Beber o próprio veneno esperando que o outro morra" 🍷

Essa frase resume o ciclo destrutivo que o ódio, o rancor e o repúdio criam na existência humana. Muitas vezes, acredita-se que guardar esses sentimentos é uma forma de justiça ou proteção, mas a psicologia revela uma realidade diferente: eles consomem quem os abriga.

🔍 O que acontece por dentro?

Manter o rancor é como manter o corpo em estado de guerra constante. O cérebro libera doses contínuas de cortisol e adrenalina — as mesmas substâncias associadas ao estresse crônico. Enquanto o alvo do ódio muitas vezes segue a vida indiferente, quem guarda a mágoa carrega um peso que desgasta o coração, o sono e a saúde mental.

🧠 A prisão invisível

O repúdio excessivo acaba por criar um vínculo eterno com o agressor. É o paradoxo do ódio: quanto mais se detesta algo, mais espaço mental se dá a isso. A mente fica “sequestrada” pelo passado, impedindo que novas experiências positivas floresçam.

🌿 O caminho da libertação

A psicologia nos ensina que o oposto do ódio não é necessariamente o amor, mas a indiferença. Abrir mão do rancor não é perdoar o erro do outro por bondade, mas sim por autopreservação. É compreender que a paz interior é um patrimônio valioso demais para ser deixado nas mãos de quem nos fere

No fim das contas, a cura começa quando se decide que o veneno alheio não tem mais lugar na nossa própria taça. ✨

Fonte:Alma Expansão 

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