Talvez uma das perguntas mais profundas que um ser humano pode fazer não seja “Quem sou eu?”, mas:
“Quanto daquilo que penso ser eu foi realmente escolhido por mim?”
Antes de aprendermos a falar, já começámos a ser ensinados.
Disseram-nos o que era certo e errado, possível e impossível, aceitável e inaceitável. Ensinaram-nos a procurar aprovação, a temer o julgamento e, muitas vezes, a diminuir a nossa própria luz para cabermos no espaço que os outros tinham preparado para nós.
E assim crescemos.
Com tantas vozes dentro de nós que, por vezes, já não conseguimos distinguir a nossa.
É por isso que o autoconhecimento não é simplesmente aprender mais sobre nós.
É desaprender.
Desaprender o medo que confundimos com prudência.
Desaprender a culpa que confundimos com consciência.
Desaprender a necessidade de aprovação que confundimos com amor.
Desaprender a imagem que construímos para sermos aceites.
E, nesse silêncio que surge quando deixamos de representar, começa algo extraordinário:
começamos a encontrar-nos.
Talvez o despertar espiritual não seja alcançar um estado superior, mas retirar, pouco a pouco, tudo aquilo que nos impede de reconhecer a nossa própria essência.
Porque a verdade não precisa de ser inventada.
Precisa de ser descoberta.
E há uma liberdade que nasce quando finalmente compreendemos isto:
não viemos ao mundo para nos tornarmos aquilo que esperam de nós.
Viemos para descobrir, com consciência, aquilo que somos.
Essa descoberta é uma viagem que ninguém pode fazer por nós.
E talvez seja essa a mais profunda iniciação
passar uma vida inteira a procurar a luz…
até perceber que o verdadeiro caminho sempre foi para dentro.
Alma consciente.
✔️Curta
✔️ Compartilhe
✔️ Salve para lembrar depois
E se ainda não me segue…
✨ Seja bem-vindo(a) a essa corrente de luz e reflexão
🤝 Gratidão de coração❤️
Série Ecos da Alma.
#Jcuetto✍️

Nenhum comentário:
Postar um comentário