Tem uma contradição que muita gente vive sem perceber… quer se curar, mas insiste em revisitar o que machuca.
Parece inofensivo. Pensar de novo, analisar mais uma vez, tentar entender melhor. Só que, na prática, isso não é cura… é repetição.
Você não está resolvendo a dor. Está mantendo ela ativa.
Existe uma diferença clara entre aprender com o que aconteceu e ficar preso no que aconteceu.
O primeiro te fortalece.
O segundo te desgasta.
E aqui está o ponto que incomoda: muitas vezes, você volta para a ferida porque ainda espera um final diferente. Uma resposta que não veio, uma atitude que não aconteceu, um reconhecimento que nunca chegou.
Mas isso não depende mais de você.
E enquanto você insiste em revisitar esse cenário, continua se colocando no mesmo lugar emocional, como se nada tivesse mudado.
Curar não é esquecer. É parar de alimentar.
É aceitar que algumas coisas não vão se resolver do jeito que você queria. Que algumas respostas não virão. E que insistir nisso só prolonga um ciclo que já deveria ter terminado.
Outro erro comum é achar que, se você parar de pensar, está ignorando. Não está. Está escolhendo preservar sua energia.
Porque tudo que você alimenta, cresce. Inclusive a dor.
E no fim, a pergunta é simples… você quer entender mais… ou quer seguir em frente?
Porque os dois ao mesmo tempo não acontecem.
Conecte essa reflexão com alguém que ainda está voltando sempre no mesmo ponto.
Braga Conecta

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