Posso ir além, quando adquiro a capacidade de voar como águia, e sonhar feito criança.
Boa sorte!
Esse é um espaço, para nos levar a refletir sobre autoconhecimento e autotransformação. Autoconhecer-se é descobrir suas forças e suas fraquezas e viver bem com isso. Estar em paz com quem você realmente implica em uma existência pacífica consigo mesmo e seus semelhantes.
Um oleiro faz potes e panelas a partir do barro da terra, que, por isso, é chamado mrinmaya (material e efêmero). Mas, você é Chinmaya (espiritual e transcendental), pois Brahma, o Oleiro Divino, o fez a partir da Verdade (Sat), da Consciência (Chit) e da Bem-aventurança (Ananda). Compreenda essa diferença e molde suas ações. Aja de acordo com o que professa ser; esse é o Dharma real (retidão).”
~ Sathya Sai Baba
http://www.sathyasai.org.br/
Todos nós temos um Eu Superior.
Sem exceção.
Ele não está fora de nós.
Não está distante.
Não está em algum lugar inacessível, esperando que um dia sejamos suficientemente evoluídos para encontrá-lo.
Ele está aqui.
Bem perto. Quase grudado em nós.
Tão próximo que, muitas vezes, é justamente por isso que não conseguimos percebê-lo.
Ele não está ausente.
Está apenas oculto.
Oculto por tantas camadas que fomos acumulando ao longo da vida: crenças, medos, expectativas, condicionamentos, necessidade de aprovação, necessidade de pertencer, necessidade de sermos aquilo que o mundo espera que sejamos.
E talvez o nosso maior propósito nesta experiência terrestre seja justamente esse:
desvendar aquilo que já somos.
A verdadeira libertação não está em fugir da Terra, abandonar o mundo ou encontrar alguém que nos mostre o caminho.
Está em estabelecer a verdadeira conexão com o nosso Eu Maior.
E o caminho até ele é o caminho da verdade.
Não da verdade que os outros esperam de nós.
Mas da verdade da nossa própria essência.
É escolher agir de acordo com aquilo que verdadeiramente somos, mesmo quando isso significa deixar de corresponder às expectativas de um sistema que nos ensinou, desde cedo, a olhar para fora para descobrir quem deveríamos ser.
E é justamente aí que o caminho pode se tornar desafiador.
Porque enquanto todos apontam para fora, você começará a fazer o movimento inverso.
Você começará a voltar para dentro.
E quando isso acontece, algumas coisas podem doer.
Você pode incomodar.
Algumas pessoas podem se afastar.
Relacionamentos podem mudar.
Você pode ser incompreendido.
E, no início, talvez surja um vazio.
Uma sensação estranha de não pertencer mais aos lugares onde antes você se encaixava.
Pode surgir até uma vontade enorme de gritar:
“E agora? Onde eu pertenço?”
Mas permaneça.
Respire.
Não tenha pressa de preencher esse vazio.
Porque talvez esse vazio não seja ausência.
Talvez seja espaço.
Espaço sendo criado para que você finalmente encontre a si mesmo.
E, pouco a pouco, aquilo que parecia solidão começa a se transformar em presença.
O silêncio deixa de assustar.
A necessidade de aprovação diminui.
A necessidade de explicar quem você é começa a desaparecer.
E uma paz começa, silenciosamente, a tomar conta do seu ser.
Você começa a perceber que não precisa mais correr atrás de algo que estava tão perto.
Não precisa mais pedir ao mundo autorização para existir.
Não precisa mais pertencer a qualquer sistema para sentir que pertence à vida.
Porque você começa a pertencer a si mesmo.
E então compreende:
o Eu Superior nunca esteve distante.
Era você quem estava distante de si.
A conexão não precisava ser criada.
Precisava ser desvendada.
E quando finalmente começamos a viver pela verdade da nossa essência, algo dentro de nós reconhece o caminho.
Não porque tudo se torna fácil.
Mas porque, mesmo diante dos desafios, existe uma paz que antes não existia.
E essa paz traz consigo algo precioso:
a liberdade.
A liberdade de ser.
A liberdade de escolher.
A liberdade de não precisar mais viver para caber.
E talvez seja esse o verdadeiro despertar:
não encontrar o Eu Maior em algum lugar além de nós,
mas retirar, camada por camada, tudo aquilo que nos impediu de perceber que ele sempre esteve aqui.
Tão perto.
Tão presente.
Tão nosso.
Esperando apenas que tivéssemos coragem de voltar para dentro.
E, ao encontrá-lo, descobrimos que o caminho estava correto desde o princípio.
O caminho de volta sempre foi o caminho de volta para nós mesmos.
Lindo dia, lindas almas!!
Espaço CAC
Campo de Ativação da Consciência
Fátima Sansone
Nós, humanos, podemos até matar, ofendemos, humilhamos, desprezamos e maltratamos pessoas em função da cor da pele ou porque é portadora de algum tipo de deficiência.
Dá para imaginar o que muitas pessoas são capazes de fazer com seres fisicamente totalmente diferentes? Com boca pequena; cabeça e olhos grandes; alguns com a pele azul, vermelha ou verde; outros com a aparência felina, de pássaro ou urso?
2. Histórias distorcidas:
Há dezenas de filmes e séries onde a Terra é invadida por seres monstruosos que vêm do espaço para destruir os humanos e ocupar o planeta ou roubar a água. Quantos filmes além de ET e Contatos Imediatos do Terceiro Grau mostram extraterrestres benevolentes?
São muitas as epopeias que provocam medo e promovem uma lavagem cerebral reptiliana/draconiana para manipular as massas em parceria com a indústria cinematográfica cujo objetivo é fortalecer a imagem de supremacia dos EUA.
Só para deixar claro: quem vem do espaço é o Comando Ashtar e os "monstros" já habitam o interior do nosso planeta há milênios.
3. Densidade da matéria:
Nosso corpo físico tem a matéria mais densa e na maioria (não em todos) dos extraterrestres ela é mais sutil, similar ao nosso corpo espiritual. Justamente por isso muitos contatos são feitos quando estamos desdobrados, enquanto dormimos ou meditamos, por exemplo. Também é o motivo das expedições da Nasa "não encontrarem" vida fora daqui, pois buscam matéria igual a nossa. Bom, ao menos é o que dizem.
Os extraterrestres podem adquirir a forma física igual a nossa em situações especiais e por determinados períodos de tempo. Outra possibilidade é através de projeções holográficas no mental, no consciente coletivo.
4. Ceticismo:
Esperamos naves aterrisarem no meio do Central Park, em frente ao Palácio de Buckingham, em plena Avenida Paulista ou na Praia de Copacabana, mas ignoramos os milhares de registros deixados através de esculturas, pinturas, construções e textos ao longo de séculos, milênios pelas civilizações antigas. Infelizmente a maioria da população mundial, inclusive pesquisadores e cientistas, trata tudo como arte, arquitetura, lenda ou mitologia.
5. Somos imaturos:
De modo geral (sim, há exceções) podemos dividir as pessoas em 02 grupos.
Os que não acreditam em sua presença na Terra mesmo com tantas evidências atuais e principalmente históricas. É uma herança da Igreja que através dos inúmeros Concílios realizados no início da era cristã, demonizou e destruiu todas as informações e documentos sobre os extraterrestres. Já os relatos foram tratados como heresia e paganismo. Por conta disso, a postura de olhar e não enxergar o óbvio é repassada automaticamente de geração em geração há séculos.
O outro grupo é menor e os vê como salvadores. Importante entendermos que não são deuses, santos, anjos ou arcanjos. São seres como nós, porém muito mais evoluídos moral e tecnologicamente.
Ajudam além do que conseguimos imaginar, mas não podemos delegar a eles a responsabilidade de cuidar da Terra. É o nosso planeta, é a nossa casa, é o nosso povo, é a nossa natureza, são os problemas nós criamos! Nada disso é deles. Mas, mesmo assim, zelam por nós ao absorver a energia atômica dissipada pelos testes balísticos nucleares cada vez mais frequentes, por exemplo.
Se cada humano fizer a sua parte estaremos salvos. Atitudes simples são o suficiente, não precisa ser nada grandioso. Basta fazer as coisas do dia-a-dia com amor, tratar o outro com respeito, ter empatia, perdoar-se, deixar crenças e comportamentos limitantes de lado, cuidar e preservar a natureza.
Sinalizam sua presença através dos avistamentos cada vez mais frequentes e que possam ser testemunhados por órgãos competentes como os que aconteceram em 11/2022 em Porto Alegre. A quantidade de canalizações realizadas por médiuns sérios onde são transmitidas mensagens de esclarecimento ou ensinamentos sobre técnicas de cura e ascensão também está aumentando.
6. Forças armadas:
Naves alienígenas já foram abatidas e seres já foram capturados pelo exército, marinha e aeronáutica de dezenas de países inúmeras vezes. Esses eventos são tratados como Segredo de Estado, assunto de Segurança Nacional. A verdade nunca vêm à tona, quando vaza alguma notícia logo é desmentida ou distorcida. Sabe-se apenas que alguns sobreviventes foram torturados, assassinados ou transformados em cobaias.
7. São pacíficos:
Convenhamos, se quisessem tomar o planeta só para eles já o teriam feito há muito tempo. E quando suas naves são perseguidas ou os tripulantes capturados não reagem. Tecnologia e inteligência para nos dominar há de sobra. Seguem as Leis Universais que estabelecem respeito à vida e à paz, ou seja, nada de morte e de guerra.
Estão cientes que ao contrário do que aconteceu no passado, se aparecerem no momento atual certamente serão atacados. Se não for pelas Forças Armadas, o que já aconteceu diversas vezes, será pela própria população que foi induzida a vê-los como inimigos. Não querem causar medo, pânico ou tumulto, sabem que já temos problemas, atritos, violência e guerras demais que ainda não conseguimos resolver.
Agora, vamos à pergunta que não quer calar: "E você? Se estivesse no lugar dos extraterrestres iria se expor?"
Ernani Leal Paula
Rose de Camargo
Está tentando nomear algo mais sutil: a consciência que não é apenas força, mas também intenção.
Se existe consciência em nós — fragmentada, instável, às vezes confusa — é razoável supor que a origem de tudo não seja menos consciente, mas mais.
Não uma energia cega, nem um conceito distante, mas um princípio vivo que sustenta, observa e se relaciona.
Por isso, o Absoluto não é visto de uma única forma.
Há momentos em que ele é percebido como silêncio infinito, sem forma nem atributos.
Em outros, como presença íntima, silenciosa, habitando o centro de cada ser.
E há também o modo em que o infinito se revela como pessoa, não no sentido humano, mas como consciência capaz de relação.
Essas não são ideias que competem entre si.
São camadas de aproximação da mesma realidade.
A forma, aqui, não limita o divino.
Ela é apenas uma linguagem que a consciência usa para se tornar compreensível.
Assim como o pensamento usa palavras sem ser prisioneiro delas.
Falar em uma personalidade suprema é reconhecer que o mistério não é vazio,
que o fundamento da existência não é indiferente,
e que o sentido não nasce apenas do acaso, mas de uma inteligência que sustenta o jogo.
Não se trata de abandonar a razão, nem de exigir crença.
Trata-se de ampliar o campo de escuta.
Talvez compreender isso não seja sobre concordar ou discordar,
mas sobre perceber que, em algum ponto,
o silêncio, a presença e a relação
são apenas nomes diferentes para o mesmo mistério.
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- A interpretação apresentada nasce diretamente de uma das passagens mais antigas e profundas dos Upaniṣads.
* Īśā Upaniṣad, mantra 5
#pensamentoquantico #supremapersonalidadeõ
A Página em Branco da Alma
Você fez o trabalho árduo. Confrontou as partes de si que preferia ignorar, curou as feridas antigas e integrou seu eu fragmentado. Esperava se sentir mais leve, até mesmo triunfante. Mas, em vez disso, sente-se apenas vazio, e o fato de não conseguir encontrar uma saída racional para isso é a parte mais perturbadora.
Mas e se esse vazio não for um sinal de fracasso, mas de sucesso? E se essa profunda quietude for um sinal de que sua alma simplesmente parou de funcionar sob demanda? Quando você se conecta profundamente com sua sombra e integra os aspectos rejeitados de si mesmo, seu antigo sistema motivacional se dissolve. Essa dissolução é a essência da transformação.
As ambições que você nutria já não parecem genuinamente suas. Os prazeres que você buscava eram, muitas vezes, apenas distrações da dor que você finalmente enfrentou. Aquele motivo familiar que o impulsionava a alcançar constantemente não era inteiramente seu; ele se baseava no medo, na obrigação e em antigas estratégias de sobrevivência. O silêncio que você ouve agora não é a ausência de vida, mas a ausência de seu zumbido ruidoso e desesperado.
Você está em uma fase sagrada de transição. Os muros que você ergueu para se proteger caíram, mas seu novo eu ainda está por vir. O vazio dentro de você não é um vazio de fracasso; é a sua psique sendo reconstruída. Se tentarmos preencher esse vazio rapidamente, acabaremos repetindo os mesmos erros. Reflita sobre quantas de suas ações passadas foram motivadas por uma busca por validação externa, um medo profundo de nunca ser suficiente ou ansiedade disfarçada de ambição.
Todas as suas antigas motivações desapareceram. Seu eu autêntico não grita; ele sussurra. Esse vazio cria o espaço silencioso necessário para finalmente ouvir seu chamado.
Sinais do Eu Emergente
1. Uma mudança na motivação
Essa mudança é caracterizada por uma diminuição tangível do poder que a opinião alheia exerce sobre você. Seu valor deixa de ser algo a ser conquistado externamente por meio de realizações, status ou aprovação; ele se torna um fato intrínseco e reconhecido. A motivação para agir surge de um lugar de plenitude e expressão não de carência.
2. Alinhamento em vez de análise
Você não toma decisões movido pela ansiedade , mas sim pela verdade. As escolhas não são mais feitas por meio de análises tediosas; em vez disso, você é guiado por uma intuição que o impulsiona em direção ao que é autêntico para você. Você não se detém em listas de prós e contras. Você passa a ser guiado pela sua bússola interna e suas decisões estão em sintonia com seus valores mais profundos.
3. Engajamento sem esforço
O ego força, pressiona e luta contra a realidade, causando esgotamento. O Eu, por outro lado, flui com a vida. A ação se torna uma colaboração harmoniosa com ela. Os desafios são encarados não como ameaças a serem derrotadas, mas como situações a serem navegadas. É um estado de movimento onde suas ações estão em sintonia com o momento, tornando-as mais eficazes e menos desgastantes.
4. Certeza de Pertencimento
Você não tem mais aquela sensação de estar separado e isolado. A ansiedade não parece mais destruir sua autoestima.Todas essas emoções negativas são substituídas por uma sensação inabalável de ser parte fundamental de toda a tapeçaria da vida. Esse pertencimento é uma experiência palpável.
Essa sensação de pertencimento te enraíza firmemente em seu corpo e em suas emoções. A partir desse lugar de equilíbrio, sua intuição floresce, abrindo um canal para um poder superior. Você é guiado a receber sabedoria no momento certo, a perceber suas emoções com clareza e a agir a partir de um lugar de conhecimento intencional.
5. Curiosidade em vez de compulsão
A paixão movida pelo ego é uma forma enganosa de orientação,frequentemente atrelada a um resultado específico e rígido. Mas a paixão que flui do Eu abrange a curiosidade genuína e o desejo de conhecimento; é uma atração magnética em direção ao sucesso e à individualidade. A primeira busca adquirir, a segunda, experimentar. A verdadeira alegria não se encontra no destino, mas na própria jornada.
6. Plenitude Interior
Existe uma compreensão profunda e não conceitual de que você não está quebrado e não precisa ser consertado. As partes fragmentadas de si mesmo — a sombra, os aspectos negligenciados, a criança interior começamos a se integrar. Essa é a essência da “individuação” de Jung: tornar-se o indivíduo completo e único que você sempre foi em sua essência.
O vazio não deve ser temido; é um sinal sagrado do seu eu superior. Você sabe que atravessou o vazio não quando ele desaparece, mas quando sua relação com ele se transforma. O trabalho não se concentra tanto em emergir como perfeito, mas sim no cultivo contínuo de uma psique resiliente.
Cada vez que você se depara com essa sensação de vazio, descobre um fragmento perdido da sua alma. Uma vez integrado, seu eu superior ilumina a próxima lacuna a ser preenchida com consciência e compaixão. Assim, a cura não é um ponto final, mas uma bela espiral do propósito da vida: curar-se continuamente, evoluir e aumentar sua capacidade de sentir alegria.
[Descubra como esvaziar a mente.](https://www.spiritualityhealth.com/articles/2012/06/25/how-empty-your-head?utm_source=article&utm_medium=backlink)*
Características-chave da Inteligência Interpessoal:
Empatia: A capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo seus sentimentos e perspectivas.
Comunicação Eficaz: Habilidade de expressar pensamentos e sentimentos claramente, e também de ouvir ativamente.
Construção de Relacionamentos: Capacidade de criar e manter laços fortes e positivos com diferentes tipos de pessoas.
Resolução de Conflitos: Habilidade de mediar disputas e encontrar soluções que satisfaçam todas as partes envolvidas.
Autoconsciência Social: Reconhecer e entender as dinâmicas sociais e as normas culturais que influenciam as interações humanas.
Exemplos Práticos no Cotidiano:
No Trabalho: Imagine um gerente que consegue perceber quando um membro da equipe está passando por dificuldades, mesmo sem palavras explícitas. Ele usa essa percepção para oferecer apoio ou ajustar cargas de trabalho, mantendo a harmonia e a produtividade da equipe.
Na Vida Pessoal: Pense em um amigo que sempre sabe a hora certa de oferecer um conselho ou simplesmente ouvir. Esse amigo tem a habilidade de ler as situações e oferecer o tipo de suporte que você realmente precisa.
Na Resolução de Conflitos: Considere alguém que, durante uma discussão, consegue entender ambos os lados e ajudar a encontrar um meio-termo, sem que as partes se sintam desvalorizadas ou ignoradas.
Na Educação: Um professor que identifica diferentes estilos de aprendizagem em seus alunos e adapta suas aulas para atender a essas necessidades, promovendo um ambiente de aprendizagem inclusivo e eficaz.
Estes exemplos ilustram que a Inteligência Interpessoal se manifesta em diversas situações do dia a dia, tornando-se uma ferramenta valiosa para melhorar a forma como interagimos e nos conectamos com os outros.
Fonte:Focus
As pessoas têm uma necessidade natural de serem aceitas e pertencerem a grupos. É uma busca que inicia na infância e se estende até o fim da vida. Quando isso não acontece, um indivíduo pode acreditar que o problema é com ele e desenvolver mecanismos de defesa pouco saudáveis para lidar com a dor causada pela rejeição.
O maior dano causado pela rejeição é, na verdade, cometido por nós mesmos. É a maneira como respondemos a ela que lhe atribui tanto poder. Ser rejeitado causa ansiedade, medo, dúvidas e um sentimento incômodo de dor.
A sensação de não ser aceito pelos demais desperta uma série de especulações destruidoras de autoestima. Quando a rejeição acontece, nos culpamos e buscamos a razão para não sermos apreciados em nossa personalidade, condutas, formas de expressão, competência, intelecto, aparência, entre outros. Será que há algo de errado conosco? O que fizemos para causar isso?
A nossa apreciação por nós mesmos naturalmente fica lá embaixo e ainda esfregamos sal na ferida. Apesar de essa conduta ser altamente autodestrutiva, a maioria das pessoas já engajou em devaneios desse gênero.
A ausência de respostas, na verdade, pode ser a pior parte de tudo.
Raramente o grupo ou a pessoa que rejeita alguém é franco sobre isso. Para não causar conflitos verbais ou uma situação ainda mais desconfortável, simplesmente cortam relações. Assim, nasce uma sensação de algo inacabado no indivíduo rejeitado. Ela é extremamente aborrecedora e pode perturbar o emocional, levando-o a uma busca infrutífera pela razão da rejeição.
Pense nisso!
Segundo ele, a sociedade trocou o hábito de consertar sapatos, computadores e até relações por outra lógica, a de simplesmente substituir o que já não funciona perfeitamente.
O que Karnal quer dizer com "trocar em vez de consertar"? A reflexão compara objetos do cotidiano, que hoje se descartam com facilidade, ao jeito como muitas pessoas passaram a tratar amizades e relacionamentos: ao primeiro sinal de desgaste, a saída mais comum virou romper, não dialogar.
PENSEMOS NISSO!
Enquanto você olha para as telas, ela captura sua atenção.
Enquanto você busca aprovação, ela alimenta o ego.
Enquanto você vive no automático, ela mantém o controle.
Despertar é recuperar a própria consciência.
É questionar. É enxergar. É escolher.
A verdadeira prisão não está ao redor do corpo.
Está na mente de quem nunca questionou.
DESPERTE. ENXERGUE. LIBERTE-SE.
Desperta de Consciência
Que os corações se acalmem mesmo diante de tantas injustiças e barbaridades. Que a fé não enfraqueça quando o corpo estiver cansado. Que orações alcancem e confortem almas entristecidas (e enegrecidas) e que o amor, presente nelas, faça com que a solidão deixe de existir (e a maldade também)
Andante, o caminho se faz-se caminhando