Dentro da visão espiritualista, nenhum espírito é deixado à deriva. A jornada de cada ser é acompanhada com cuidado, independentemente da forma como sua vinda ao plano físico se interrompe. Quando ocorre um aborto, seja ele espontâneo ou provocado, o espírito que estava ligado àquele ciclo reencarnatório é naturalmente amparado e direcionado a esferas preparadas para acolher esse tipo de transição.
Esses lugares se assemelham a colônias de cura, ambientes luminosos conduzidos por equipes de elevada vibração. Ali, tudo é organizado para restaurar o equilíbrio emocional e energético do espírito, que muitas vezes chega sensível, confuso ou trazendo impressões sutis da tentativa de renascer.
Nesses espaços, o trabalho é profundo e compassivo. Há hospitais espirituais, setores de orientação e núcleos de apoio onde cada espírito é recebido sem pressa e sem julgamentos. O objetivo é ajudá-lo a compreender que não houve perda do seu propósito, apenas uma pausa. A vida não se interrompe; ela se reorganiza.
Essas colônias também atuam na integração dos vínculos afetivos. Com muita delicadeza, mentores explicam sobre os laços criados com aqueles que seriam seus pais, trazendo serenidade ao coração e preparando o espírito para futuros reencontros, muitas vezes ainda mais amorosos e maduros.
Não existe punição. Existe amparo. Existe educação espiritual. Existe amor em estado contínuo.
Para esses espíritos, as colônias de acolhimento são verdadeiras margens de luz: lugares onde a ruptura se transforma em entendimento, onde a dor se dissolve em sabedoria e onde a esperança se reorganiza para um novo começo, no tempo certo e na vibração certa.
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