28/01/2026

“Onde os Sonhos nos Abraçam”


Não nos falamos…

as palavras dormem silenciadas pelas circunstâncias,

e a distância estende seus braços longos entre nós.

Mas há algo mais forte que o tempo e o espaço:

essa ligação que não se explica,

esse amor que mora na alma.

Não há dia em que não te sinta,

mesmo no silêncio,

mesmo na ausência.

É nos sonhos que nos encontramos —

sem limites, sem medo,

livres como só as almas sabem ser.

Ali, teus olhos me dizem tudo

que a boca não pode pronunciar.

Ali, teu toque me alcança

como brisa suave num fim de tarde.

E por instantes,

o mundo inteiro se resume ao que somos…

ao que sempre seremos.

Mesmo que a vida nos separe em realidade,

sou feliz…

porque nas noites em que fecho os olhos,

te encontro —

e é lá que o nosso amor floresce

intocado, invisível, eterno.

Neusa Ribeiro Guimarães 🌹

Coração Alado

O medo da morte e o esquecimento de viver


Quem vive plenamente não teme o fim

Sêneca ensina que o medo da morte nasce da vida mal aproveitada. Descubra como o apego ao futuro e o adiamento dos sonhos nos afastam do agora.

"Tendes medo de tudo como mortais, desejais tudo como imortais". - Sêneca

Vivemos como se nunca fôssemos morrer - e morremos como se nunca tivéssemos vivido.

O medo da morte nasce da consciência de que a vida passou em vão.

Adiar a vida para "quando sobrar tempo" é o mesmo que esperar um trem que já partiu.

Para Sêneca, o sábio é aquele que pertence a si mesmo, que vive cada dia como se fosse o último - não com desespero, mas com plenitude.

Quem vive agora, não teme o depois.

Reflexões baseadas em trecho de Sobre a Brevidade da Vida, de Sêneca

Autoperdão


Muito se fala em perdoar os outros, mas aprender a perdoar a si mesmo é igualmente importante. Só que o autoperdão costuma ser mais difícil do que o perdão voltado aos outros, além de ser um conceito pouco conhecido pela maioria das pessoas.

O processo para aprender a perdoar a si mesmo tende a ser longo e trabalhoso, principalmente quando se é muito exigente consigo mesmo. Muita coisa precisa ser desconstruída, como, por exemplo, conceitos aprendidos na infância que passam a ditar as nossas vidas adultas. Como este assunto é complicado, separamos dicas sobre autoperdão neste post!

O que é autoperdão?

O autoperdão é o ato de perdoar a si mesmo. Perdoar os nossos erros, decisões equivocadas, palavras ásperas, defeitos, conflitos, entre outros.

Perdoar, no geral, é muito difícil. Quando um acontecimento desperta frustração, raiva, tristeza, ressentimento e outras fortes emoções, normalmente não se consegue perdoar de imediato.

O ditado popular "o tempo cura tudo" tem o seu fundo de verdade. É preciso esperar os sentimentos perderem a intensidade para conseguir analisar a situação de maneira lógica e tentar entender o lado do outro. Só assim conseguimos ter uma conversa sincera com a pessoa e entrar em acordo conosco para perdoá-la.

O mesmo se aplica quando se é preciso perdoar a si mesmo. Leva tempo para conseguirmos digerir os sentimentos voltados a nós e, enfim, chegar ao ponto do autoperdão.

O autoperdão costuma ser mais difícil do que o perdão concedido a terceiros.

Isso se dá por algumas razões: baixa autoestima, as pessoas tendem a ser mais duras consigo mesmas do que com os outros, perfeccionismo, excesso de autocrítica, postura rígida e falta de contato com o conceito de autoperdão.

Em vez de se perdoar, a maioria das pessoas se culpa e se pune por seus erros, colocando-os sob uma lente de aumento sem a necessidade. Há uma supervalorização do deslize cometido, ainda que ele seja pouco significativo e fácil de corrigir.  

Quando você compreende a importância de perdoar a si mesmo, automaticamente se dá permissão para cometer erros e aprender com eles. Defeitos, fracassos e falhas deixam de ser o fim do mundo e se tornam apenas mais uma parte dele.

Gratidão por estar aqui!

27/01/2026

Religiosidade


Religiosidade sem fanatismo é algo desejável. É quase um ponto pacífico para todos. No entanto, cabe, antes de tudo, descrever o que é religiosidade. Em poucas palavras, é a capacidade que todos podemos desenvolver de estabelecer uma relação com uma prática transcendente baseada na fé, seja ou não institucionalizada.

Já o conceito de religião, por exemplo, difere um pouco, pois pressupõe a existência e repetição de práticas, crenças e ritos específicos, compreendida como meios que levam à relação com o que chamamos de transcendência, algo além, maior do que nós

Viver a religiosidade sem cair no fanatismo é buscar um equilíbrio onde a fé guia a vida pessoal sem anular o pensamento crítico ou o respeito ao próximo.

A espiritualidade sadia valoriza a convivência.

O OUTRO


☮️ O outro não existe para te agradar ou te desagradar. O outro existe para te ensinar.

🕉️ Ninguém é culpado pelo que você sente. Você é quem escolhe os sentimentos que têm agora. Só você.

💟 A arte de viver sem expectativas, mas com perspectiva, é a chave para não se frustrar.

✡️ Cure em si mesmo o vício da necessidade de aprovação do outro. Só assim você poderá desfrutar da ousadia e da confiança natural do seu espírito, da sua essência.

☯️ Você não tem o controle de nada, não importa o quanto você pense que tem. Solte o controle, só assim você terá domínio sobre você e sua vida. O controle é um reflexo do medo, e o domínio é um reflexo do estado de absoluta ausência de tensões internas e seu encontro com a paz.

☪️ Quando você se anula para agradar alguém, a sua luz se apaga.

✡️ Não acredite em tudo o que os outros lhe dizem, por mais romântico e poético que seja.⁣ O que importa são as atitudes, não as palavras.

☮️ Abandone o orgulho e a ilusão de acreditar que tudo será como você quer, deseja ou precisa.

🕉️ Você é responsável por tudo o que acontece em sua vida. Seus pensamentos e sentimentos predominantes moldarão sua realidade, quer você goste ou não. Então, se você quer mudar sua realidade, mude seus pensamentos e sentimentos.

☪️ Só você pode atender às suas necessidades emocionais. Projetá-las no outro é o mesmo que pedir a ele que se alimente para saciar a sua fome.

⁣⁣Por: [@pazeequilibrio](https://www.instagram.com/pazeequilibrio/) 


MÁGOA E O CHAKRA CARDÍACOS


A mágoa está diretamente relacionada ao chakra cardíaco, localizado no centro do peito. Esse chakra é o centro energético do amor, da empatia, do perdão e da capacidade de se conectar emocionalmente com o outro e consigo mesmo.

Quando a mágoa se instala, especialmente quando não é expressa ou acolhida, o chakra cardíaco tende a se fechar ou se contrair como um mecanismo de proteção diante da dor emocional. Esse fechamento bloqueia o fluxo natural do amor e da energia vital.

Quando a mágoa não é liberada, ela começa a se manifestar no corpo de forma progressiva. Inicialmente, pode surgir como sensação de peso no peito, aperto na região cardíaca, respiração curta, suspiros frequentes e cansaço emocional. Com o tempo, o acúmulo dessa emoção pode contribuir para tensão crônica no tórax, rigidez nos ombros, dores nas costas superiores e sensação constante de defesa ou endurecimento emocional.

Em níveis mais profundos, a mágoa prolongada pode impactar o sistema respiratório, o sistema imunológico e o equilíbrio cardiovascular, refletindo um estado interno de tristeza contida, ressentimento ou falta de alegria. O corpo passa a carregar aquilo que o coração não conseguiu expressar ou liberar.

A harmonização do chakra cardíaco começa pelo reconhecimento da dor, sem negação ou julgamento. Ao permitir sentir e compreender a origem da mágoa, o coração inicia um processo natural de liberação. O perdão, nesse contexto, não significa concordar com o que foi vivido, mas libertar-se do peso emocional que mantém o chakra bloqueado.

Quando o chakra cardíaco se reequilibra, o fluxo do amor volta a circular de forma saudável, trazendo leveza, paz interior, maior capacidade respiratória, fortalecimento emocional e relações mais conscientes, começando pela relação consigo mesmo.

Alquimia Violeta

✡️ Emilia Morales 


Inimigo visível


Pare de procurar inimigos visíveis. A hierarquia dos arcontes que controlam o mundo não opera por medo medieval, e sim por burocracia cósmica. Ela define a moldura da realidade, o que é “normal” e o que é “loucura”. Quando essa moldura fecha, suas opções fecham junto, e o controle vira consenso: quem discorda vira ruído e é descartado pela própria sociedade que defende a prisão.

A prisão mais eficiente é semântica. Engenheiros de linguagem reescrevem o dicionário e matam perguntas perigosas antes de nascerem. A cultura vira manual de comportamento com estética de liberdade. Você repete ideia pronta achando que está pensando, e defende o script deles como se fosse sua identidade.

O centro do comando é jurídico. Administradores de contrato fabricam culpa como moeda e transformam obrigação moral em coleira. Você assina cláusulas invisíveis de missão e sacrifício, vive em auditoria contínua e paga juros de dívidas kármicas que nem lembra ter contraído, mas aceita como verdade.

O controle final é logístico. Gestores de reencarnação mantêm a roda girando prometendo evolução e entregando looping: muda o cenário, o programa continua. A correção é infinita porque o objetivo não é libertar, é manter sua energia alimentando o sistema.

Liberdade não é decorar grade. É reconhecer a estrutura e parar de aplaudir o teatro. Enquanto você achar que o problema é o cenário ou as pessoas, você fica preso. Quando você enxerga os bastidores e a engenharia do palco, a ilusão perde força e a soberania volta pra sua mão.

Luz e Consciência 

26/01/2026

O Arquétipo do Rebelde Iluminado


O arquétipo do rebelde iluminado representa a força transformadora daquele que desafia o status quo com consciência e propósito. Ele não é simplesmente alguém que se rebela por insatisfação ou raiva, mas uma figura que questiona normas, tradições e estruturas obsoletas, buscando a verdade e a evolução para si mesmo e para o coletivo.

O rebelde iluminado carrega a coragem de enfrentar desafios, enfrentando julgamentos e resistências sociais, mas age movido por um profundo alinhamento com valores superiores e uma visão clara de um mundo mais justo e harmonioso. Ele reconhece que a rebeldia não está em destruir por destruir, mas em transformar o velho em algo mais alinhado com a essência da humanidade e do cosmos.

Esse arquétipo é movido pela autenticidade e pela inquietação criativa. Ele sabe que a verdadeira liberdade começa internamente, desafiando suas próprias crenças limitantes e enfrentando seus medos mais profundos. Ao fazer isso, torna-se um exemplo vivo de que a mudança é possível e inspira outros a questionarem suas próprias verdades.

O rebelde iluminado transita entre mundos. Ele compreende as regras da sociedade, mas escolhe não se prender a elas quando não ressoam com a verdade de sua alma. Por isso, age como um mediador entre a velha e a nova consciência, trazendo clareza e iluminação para os que ainda estão presos a padrões repetitivos.

No entanto, ele não luta contra o sistema com violência ou raiva. Sua arma é o despertar. Ele utiliza a sabedoria, a compaixão e o exemplo para abrir portas que pareciam trancadas. Essa postura o diferencia de uma rebeldia imatura, que apenas reage. O rebelde iluminado age com intenção, guiado pela percepção de que a transformação coletiva nasce da transformação individual.

Em sua jornada, o rebelde iluminado integra sombras e luzes, assumindo a responsabilidade de crescer internamente para que suas ações externas sejam coerentes com seus ideais. Ele reconhece que a verdadeira revolução começa dentro de cada um de nós.

Esse arquétipo, não é apenas uma força de oposição, mas um convite à evolução consciente.

Fonte: Registro de mim

O Masculino


Muito se fala sobre espiritualidade, mas pouco sobre como ela se manifesta no dia a dia.

O Sagrado Masculino não é teoria, nem símbolo distante. Ele se revela nas pequenas atitudes repetidas todos os dias.

Na prática, o Sagrado Masculino é:

estar presente de verdade

sustentar a palavra dada

agir com firmeza sem perder a sensibilidade

colocar limites sem precisar ferir

assumir responsabilidade sem carregar o mundo nas costas

Espiritualmente, o masculino não é dominação.

É estrutura consciente.

É a capacidade de permanecer inteiro:

quando a pressão aumenta

quando o conflito aparece

quando o medo surge

quando o impulso pede reação imediata

O masculino ferido reage, controla, endurece.

O Sagrado Masculino pausa, escuta e escolhe.

No cotidiano isso aparece quando:

você age alinhado ao que sente, não ao que espera-se de você

você sustenta decisões difíceis sem fugir nem agredir

você cuida do que ama sem posse

você protege sem controlar

você lidera pelo exemplo, não pela força

Espiritualidade aplicada não é escapar da vida.

É habitar a vida com presença e responsabilidade.

Talvez o verdadeiro despertar do masculino não seja “ser mais forte”,

mas ser verdadeiro sem precisar de armaduras.

💬 E pra você, onde o Sagrado Masculino aparece — ou faz falta — no dia a dia?

Pensamento Quântico 

SUPEREGO


Nosso superego não reflete como foram nossos pais, mas como era o superego deles.

No texto “A Dissecção da Personalidade Psíquica”, de 1933, Freud faz uma afirmação muito esclarecedora a respeito do superego. Veja: “Assim, o superego de uma criança é, com efeito, construído segundo o modelo não de seus pais, mas do superego de seus pais; os conteúdos que ele encerra são os mesmos, e torna-se veículo da tradição e de todos os duradouros julgamentos de valores que dessa forma se transmitiram de geração em geração”. 

Essa formulação nos ajuda a responder uma dúvida que frequentemente aparece quando falamos sobre a origem parental do superego: — Lucas, se o superego se forma por meio da introjeção dos pais no ego da criança, por que há pessoas que sofrem com um superego extremamente severo mesmo tendo sido criadas por pais liberais, flexíveis e tolerantes? A resposta pode estar justamente no trecho citado acima. 

Com efeito, o superego não é um mero espelho das práticas educativas dos pais. Se assim fosse, não haveria tradição. Valores, princípios e normas de conduta facilmente se perderiam, já que frequentemente não nos comportamos de acordo com tais parâmetros. 

Nesse sentido, se a criança tomasse o COMPORTAMENTO dos pais como modelo, em três ou quatro gerações não haveria mais qualquer tradição moral. Pais e mães que adotam uma postura muito complacente e compreensiva em relação aos filhos podem, por exemplo, transmitir, nas entrelinhas de seu DISCURSO cotidiano, que se sentem culpados por não conseguirem ser mais rígidos e exigentes. 

A criança, dotada de toda a perspicácia que a natureza lhe deu, percebe intuitivamente o que está em jogo e acaba internalizando os ideais dos pais — inclusive para tentar aliviar o sentimento de culpa deles… 

O que conta na formação do superego é muito mais o que os pais DIZEM — explicitamente e nas entrelinhas — do que aquilo que fazem. Assim, podemos concluir que, para a formação de superegos mais brandos, mais flexíveis e menos “canceladores”, precisaremos necessariamente construir UMA NOVA TRADIÇÃO MORAL — mais branda, mais flexível e menos canceladora. 

AUTOR:LUCAS NÁPOLI 

🔇 O Som do Silêncio


Escutando o que não se diz

A palavra é poderosa, mas o silêncio é soberano.  

Na quietude, o Uno sussurra.  

Na pausa entre os pensamentos, o Eterno se revela.  

Escuta, ó buscador: o que procuras fora, dorme dentro.

Vivemos em uma era de ruído constante — notificações, opiniões, estímulos visuais, cobranças internas. O silêncio, antes natural, tornou-se um luxo. Mas é justamente nesse silêncio que habita a sabedoria mais antiga: aquela que não precisa ser dita para ser compreendida.

🌿 O Silêncio como Portal

Na tradição hermética e em diversas escolas espirituais, o silêncio não é ausência, mas presença plena. Ele é o espaço onde o ego se dissolve e o Self pode emergir. É no silêncio que ouvimos a voz do coração, que percebemos o sutil, que nos reconectamos com o Uno — a Fonte de tudo o que é.

Na prática contemporânea, o silêncio pode ser cultivado como um antídoto à ansiedade, à dispersão e à superficialidade. Ele nos devolve ao centro, ao agora, ao essencial.

🧘‍♀️ Exercício Prático: O Ritual dos Três Silêncios

1. Silêncio Exterior (3 minutos)  

Desligue todos os aparelhos eletrônicos. Sente-se em um espaço tranquilo. Apenas esteja. Observe os sons ao redor sem julgá-los. Deixe que passem como nuvens.

2. Silêncio da Fala (3 minutos)  

Feche os olhos. Evite qualquer fala, inclusive interna. Se pensamentos surgirem, apenas observe. Não os alimente. Respire.

3. Silêncio Interior (3 minutos)  

Leve a atenção ao coração. Imagine uma luz suave pulsando ali. Permaneça nesse espaço, sentindo. Não busque respostas. Apenas escute.

Esse exercício pode ser feito diariamente, como um banho de alma. Com o tempo, o silêncio deixa de ser um vazio desconfortável e se torna um lar.

📱 Aplicações no Cotidiano

- Antes de responder uma mensagem difícil, respire e fique em silêncio por 10 segundos. O que surge após esse espaço é mais sábio.

- Durante uma caminhada, deixe o celular em casa. Caminhe em silêncio, ouvindo os sons da natureza ou da cidade com atenção plena.

- Ao acordar, antes de pegar o celular, sente-se por 2 minutos em silêncio. Observe como isso muda o tom do seu dia.

✨ Frase Reflexiva

> “O silêncio não é ausência de som, mas presença de escuta. É onde o sagrado se revela sem palavras.”

Portais Terapêuticos Consciência que Cura!


OS PODERES OCULTOS DO SER HUMANO


A ficção científica nos levou a acreditar que os poderes mágicos são uma questão de fantasia. No entanto, *culturas milenares e atualmente os últimos avanços da ciência mostraram que os seres humanos possuem faculdades psíquicas latentes e potencial mental além do que poderíamos suspeitar*.

Como o seguinte:

*Telecinesia*

É o poder de afetar a matéria com a mente. Ou seja, *objetos poderiam ser movidos à distância sem a ação da força de algo físico*, mas apenas *energética*.

*Telepatia*

É a habilidade sobrenatural de se comunicar através do pensamento. Os que o possuem, dizem que *basta-lhes pensar numa pessoa e começam a falar com ela como se estivesse presente*; então esse indivíduo ouvirá em sua mente a voz que está falando com ele à distância, não importa o quão longe esteja.

*Intuição*

É o poder que permite *saber tudo, sem a necessidade de pensar ou raciocinar*. Você simplesmente sabe algo em seu coração, como tudo o que um livro contém, o que acontecerá em um futuro próximo ou distante, *o que realmente acontece em uma determinada situação*, o caminho a ser escolhido, a resposta correta, a decisão certa no momento todos os níveis, etc.

*Orelha Mágica*

É o poder conferido por *ouvir as outras dimensões, aqui e agora*. Por exemplo, ouvir as vozes dos mortos, anjos, seres de outros mundos, o Espírito, etc. Da mesma forma, é a capacidade de ouvir a qualquer distância, não importa o quê. Alguém com essa habilidade ativada, de Nova York poderia ouvir uma conversa no Peru, em tempo real, apenas se concentrando.

*Polyvoidance*

É a capacidade psíquica de *ver ao mesmo tempo, vários cenários do globo*. Algo como várias câmeras dispostas e um grande número de monitores atribuídos a cada uma. É um dos *poderes que só os médiuns mais avançados possuem, segundo o esoterismo*. É como a clarividência, só que múltipla.

*Clarividência*

No Oriente, eles o chamam de *"Terceiro Olho"*. É um olho espiritual que segundo os espíritas, todos nós temos entre as sobrancelhas, mas desativado. Aqueles que conseguirem acordá-lo, todos os especialistas em ciências ocultas concordam, *ele poderá ver a vida após a morte sempre que quiser, estando presente na carne*. Além de ver a cor da aura de uma pessoa, ver qualquer cena à distância, ler mentes, prever o futuro, ver o passado, etc.

*Projeção astral*

É uma das faculdades mais latentes no ser humano, segundo o médico ocultista Arnold Krum Heller. Toda vez que adormecemos, *a alma deixa o corpo físico e entra em uma dimensão superior da natureza, sem que muitos percebam*, pois segundo Krum Heller, quase todos nós temos uma Consciência adormecida e, portanto, não nos lembramos de nosso astral. viagens todas as noites.

Porém, Samael Aun Weor, outro renomado ocultista do século 20, garante que desenvolvendo essa habilidade inata, *poderia-se viajar a outras dimensões com a alma, investigar os mistérios da vida e da morte, entre outras maravilhas*. Examine tudo o que quiser saber, porque o *Mundo Astral* é algo como uma super mega internet, onde está toda a informação que você quiser.

Vários autores mencionaram que certos órgãos de segurança do governo, por décadas *treinam soldados especializados em visão remota*, mesmo que por exemplo, concentrando sua mente *conseguem ver no olho de seu pensamento, as bases, reuniões, pontos estratégicos e seja o que for*, do inimigo ou de qualquer indivíduo na *Terra*.

A ciência, por sua vez, avança nas investigações e experimentos de tudo isso e a cada dia comprova mais que a *"mente humana é um universo desconhecido e poderoso"*.

Nova Terra Nascendo

A forma como enxergamos a vida muda com o tempo.


Na juventude, temos energia de sobra e queremos abraçar o mundo. Mas, com o passar dos anos, percebemos que nossa energia é um recurso finito e aprendemos a escolher melhor nossas batalhas. Aquilo que antes seria motivo de drama, hoje recebe apenas um “deixa para lá”.

⏳ O valor do tempo também se transforma. Quando somos jovens, ele parece infinito. Mais tarde, a consciência da finitude nos torna mais seletivos: não é mais sobre quantidade, mas sobre qualidade. É por isso que um café tranquilo ou uma boa conversa passam a valer mais do que grandes eventos agitados.

🧠 A impulsividade dá lugar à sabedoria. A ciência mostra que o cérebro maduro usa mais o córtex pré-frontal, permitindo decisões mais ponderadas e menos reativas. Isso se reflete em nossas prioridades: o sucesso material perde espaço para a saúde e a paz de espírito.

💬 O que geralmente muda na nossa visão da vida:

Prioridades: paz e saúde acima de conquistas materiais.

Relacionamentos: poucos e bons amigos em vez de uma multidão de conhecidos.

Autoaceitação: a opinião dos outros pesa menos; importa estar bem consigo mesmo.

Como disse Stanislaw Jerzy Lec: “A juventude é um presente da natureza, mas a velhice é uma obra de arte.”

Envelhecer não é perder, é refinar. Ficamos mais essenciais, mais conscientes do que realmente importa. 🌸

Rubens Stefano 

25/01/2026

Eu sei, mas não devia


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque esta cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Marina Colasanti, escritora ítalo-brasileira uma das mais premiadas de nossa literatura, publicou "Eu sei, mas não devia", em 1972, no Jornal do Brasil. Mas pela primeira vez em formato de livro, junto com outras crônicas, no ano de 1995, pela editora Rocco. Em 1997, a publicação recebeu um prêmio Jabuti. Faleceu em 28/01/25.

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Colasanti nos convida a refletir sobre a sociedade de consumo, sobre como lidamos com as injustiças presentes no mundo e sobre a velocidade do tempo em que vivemos, que nos obriga a avançar sem apreciar o que está ao nosso redor.Vamos no dia a dia esbarrando com uma série de situações marcadas pelo conformismo e pela acomodação.Em prol de vivermos uma vida que achamos que devemos viver, acabamos privados de uma série de experiências que nos dariam prazer e nos fariam sentir especiais.

 

VOCÊ FICOU COM VOCÊ


"Você ficou com você. Quando a noite foi mais longa. Quando a dor se esparramou. Quando o breu foi tão grande que acordou o medo. 

Você ficou com você. 

Quando poucos ficaram. 

Quando o vento fechou as janelas. 

Quando a alegria quase morreu de inanição.

Você ficou com você. Assustada, cansada à beça, vida atravessando desertos, nada de oásis, olhos de inverno desejando jardins de novo.

Você ficou com você. Remando, remando, remando. Jogando a rede na praia todo começo de dia outra vez. Perseverando, apesar de. Contrariando expectativas alheias.

Você ficou com você e se trouxe até aqui. Corajosamente."

~ Ana Jácomo ~ 

@blogdecoracaoacoracao

A tolerância não exige que você concorde com os dogmas de outra religião, mas que reconheça o direito inalienável do outro de professar sua fé (ou não ter nenhuma). O respeito é fundamental!


 

ESPÍRITOS PRESOS EM ALGUM LUGAR DO PASSADO...


Quantas vidas já vivemos e amores que perdemos? Conflitos, dramas, experiências que desenham a nossa vida atual. Cada um de nós guarda na aura espiritual suas vivências... Moldando sua condição espiritual, seu tom vibratório, numa melodia que o representa. Emoções que trazemos e que nos movem em nossas escolhas no presente. Quantos de nós estamos presos ao passado? Sem cosciência de quanto nos deixamos levar pelas experiências que já se foram, repetindo os mesmos erros, os mesmos padrões emocionais. 

Afastando-nos da felicidade, de uma vida mais plena. Como mudar a frequência vibratória e alterar a melodia? Quando alguém passa por uma situação difícil, é comum reagir tentando se proteger. O instinto de preservação, para evitar o sofrimento, concede ao corpo e à mente caminhos para bloquear qualquer outra experiência dolorosa, antecipando-se no automatismo, fugindo ou atacando aquilo que inspira perigo. 

A postura defensiva, quando não passageira, acaba construindo um muro, que o separa de novas experiências e oportunidades. Nem sempre percebemos as barreiras mentais e as couraças do corpo. A rigidez que se instala a partir de vivências passadas, que se manifesta no comportamento e na condição energética. 

São padrões repetitivos que assumimos sem consciência e que projetam uma energia que afasta a possibilidade de novas perspectivas. A cristalização de uma experiência negativa é uma memória que se detém nos corpos emocional e mental, destituindo o espírito de clareza e liberdade de ação no aqui e agora. Impregnada ao corpo sutil, ela se mantém viva, como uma ferida que continua a lembrar e reforçar o sofrimento que a causou. A autonomia para fazer escolhas se perde em meio ao passado que interfere no presente. 

O apego exacerbado em forma de ressentimento. Têm espíritos que passam milênios, após desencarnarem, presos ao passado e retornam à vida terrena, ainda atrelados a ele. Nas reencarnações sucessivas, o espírito retoma do ponto em que estacionou. Disto surgem as configurações familiares e de outras relações que têm o objetivo de ajudar a dissolver e curar as estagnações passadas. 

Tudo o que lhe pareça estagnado na vida e causa sofrimento, tem como causa alguma vivência e fixação mental-emocional, que continua ativa energeticamente em sua aura. 

Tornou-se um problema crônico. Pode ser um acontecimento desta ou de outras vidas, que continua vivo como uma realidade energética, que o espírito carrega como bagagem na aura e que impede o livre e saudável fluxo energético. 

O passado sobrevive em seu campo sutil e se alimenta dos seus próprios padrões de comportamento repetitivos. Qual área de sua vida você sente que está estagnada? Pode ser profissional, familiar, amorosa, financeira... 

Seja uma ou mais áreas problemáticas, sempre haverá um aprendizado que precisa ser realizado. E quando você conseguir trazer à tona o significado, a estagnação começa a se dissolver. 

Fonte:Psicologia Transpessoal

Mensagem do Domingo


Às vezes, não é a vida que pesa.

É o que foi ficando sem nome dentro de você.

Você aprendeu a seguir.

A se adaptar.

A dizer "tá tudo bem" quando ainda não estava.

Não por negação mas por sobrevivência.

O problema é que emoções não desaparecem quando são ignoradas.

Elas se acumulam.

Virando cansaço que não passa, irritação sem causa clara, uma tristeza que chega atrasada quando já não sobra espaço para conter.

Não é fraqueza.

Não é drama.

Não é exagero.

É o corpo, o coração e a alma pedindo escuta.

Cuidar de si não é evitar conflitos externos,

é não criar um conflito interno silencioso.

É sentir aos poucos para não transbordar de uma vez.

É honrar o que se passa dentro antes que vire peso demais.

Que você se permita pausar.

Nomear.

Sentir com gentileza.

Porque a água que afunda o barco quase sempre vem de dentro.

Fonte: Desidentifique-se Da Mente 

24/01/2026

NÃO desconte sua raiva em NINGUÉM!


Está com raiva? Bata no travesseiro!

A raiva é apenas um vômito mental. Algo que você ingeriu está errado, e todo o seu ser psíquico quer colocar para fora. Mas não é preciso jogar sua raiva sobre outra pessoa. É porque as pessoas jogam sua raiva em outras que a sociedade lhes diz para se controlarem.

Não jogue sua raiva em ninguém. Você pode tomar um banho, fazer uma longa caminhada... Tudo que a raiva significa é que você precisa de uma atividade intensa para que ela seja liberada.

Corra um pouco e você irá sentir que a raiva se esvai, ou pegue um travesseiro e bata nele, lute com ele, morda o travesseiro até que suas mãos e dentes estejam relaxados. Após cinco minutos de catarse, você irá sentir-se livre do peso e, quando descobrir isso, nunca mais irá jogar sua raiva em ninguém, porque isso é uma tolice completa.

Para iniciar uma transformação é necessário, antes de tudo, expressar sua raiva. Mas não jogue a raiva em ninguém porque, nesse caso, você não terá como expressá-la totalmente. Poderá querer matar ou morder alguém, mas isso não é possível.

Tudo isso, contudo, pode ser feito com um travesseiro. Um travesseiro é iluminado, é um buda! O travesseiro não irá reagir, não irá processar você. Não se tornará seu inimigo, não fará absolutamente nada. O travesseiro ficará feliz, rirá de você.

Faça o teste!

PENSEMOS NISSO!


Feliz daquele que desistiu de mudar os outros e investiu seu tempo lapidando a si mesmo!

Desperta da Consciência 

Sou um pouco de Tudo


O verde me identifica...

Sou Verde...

Sou Mata...

Sou Esmeralda...

O amarelo me ilumina...

Sou luz...

Sou Calor...

Sou Amor...

Sou Tempo...

Sou Vento...

Eu me In(vento)...

Sou o que sou...

nada além de mim...

Ci... sempre Ci...

Cirlei Fajardo 


O PONTO DE EQUILÍBRI


Exatamente no centro da Terra há um ponto de perfeito equilíbrio. Vacilar a partir dele em qualquer direção provoca uma perda de equilíbrio e coloca em ação forças instáveis. Este é um fato multidimensional.

Cada esfera, desde um átomo até o sistema solar, tem o seu ponto de equilíbrio. É nele que todas as forças têm igual influência e a harmonia reina suprema.

É nele que podemos encontrar o nosso lugar, num plano que não é demasiado elevado, nem demasiado baixo. Este é o ponto que podemos considerar realmente nosso. Ele não é nosso no sentido de posse pessoal, mas no sentido de que nele encontramos o lugar próprio para aquilo que é Supremo. 

Uma vez que encontramos o ponto de equilíbrio em nós próprios, reconhecemos que ele está em toda parte, e o vemos como Aquilo sobre o qual todos os mundos se apoiam. Não chegamos ao ponto de equilíbrio indo para um ou outro lugar, mas simplesmente reconhecendo-o.

Quando isso acontece, podemos observar com clareza a ação das forças que fluem do mundo interno para o mundo externo, e do mundo externo para o interno. Os pares de opostos da vida podem ser vistos então como simples linhas de energia, divergentes, vibrantes, espalhando-se desde o centro para a circunferência ilimitada do círculo, e vindo de volta para o centro, passando pela sombra externa que rodeia o eu superior. 

(John Garrigues)


 

 

23/01/2026

Saindo da Matrix com Jesus


Quando falamos em Matrix, não estamos falando de um inimigo oculto ou de uma conspiração externa. A Matrix é mais sutil  ela é o conjunto de condicionamentos que moldam a forma como percebemos a nós mesmos, o mundo e o valor da vida. Ela se manifesta como medo, culpa, comparação, escassez, pressa constante, identidade baseada em desempenho. 

A Matrix não é um lugar: é um estado de consciência automatizado.

Nesse ponto, Jesus não aparece como salvador mágico, mas como mestre de lucidez.

A sabedoria de Jesus não ensinava fuga do mundo, mas clareza dentro dele. Ele falava em parábolas porque a Matrix não se rompe com confronto direto, mas com compreensão.

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” — não a crença, não o dogma, mas a verdade percebida.

Jesus operava fora da Matrix porque não se posicionava a partir do medo:

Não buscava validação social

Não se definia pelo poder

Não negociava sua consciência para pertencer

Ele enxergava o sistema — político, religioso, psicológico — mas não se deixava definir por ele.

Como a Matrix funciona

A Matrix se sustenta quando:

você acredita que vale pelo que produz

que precisa se tornar algo para merecer existir

que a vida está sempre no futuro

que o amor é condicionado

Ela se manifesta em relações, no trabalho, na espiritualidade, até no “despertar” quando vira mais uma identidade.

Jesus desmonta isso com gestos simples:

Ele come com quem não “deveria”

Ele toca o intocável

Ele questiona a autoridade sem ódio

Ele vive presente, não reativo

Isso é sair da Matrix: agir a partir da consciência, não do condicionamento.

A sabedoria como chave

Não é Jesus como ídolo que liberta, é a sabedoria aplicada:

Clareza sobre quem você é antes dos rótulos

Presença no agora

Amor sem barganha

Responsabilidade interna (o reino é dentro)

A Matrix perde força quando você percebe que:

você pode trabalhar, pagar contas, se relacionar — sem se reduzir a isso.

Você não precisa abandonar o mundo profano.

Você precisa não se confundir com ele.

Em essência

Sair da Matrix com Jesus não é ir para outro plano.

É habitar este plano com lucidez.

É quando você percebe que:

não é o personagem

não é o trauma

não é o sistema

não é o papel social

Você é aquele que observa tudo isso — e escolhe conscientemente como se posicionar.

E aí a pergunta muda de peso:

Você se posiciona no mundo

ou o mundo está te posicionando?

Jesus já tinha respondido isso há dois mil anos — mas só entende quem para de repetir e começa a ver.

Pensamento Quântico 

Religião


A religião, em muitos momentos da história, funcionou como um método de adestramento humano: condiciona comportamentos por meio de estímulos de recompensa e punição .:. Faça o que é mandado e será premiado; desobedeça e será castigado. Assim como no treino de um cachorro, não se busca consciência, mas obediência. Não se ensina a pensar, ensina-se a reagir.

As recompensas são infladas até o absurdo: 

Paraísos luxuosos, felicidade eterna, poder, pureza, promessas de prazer infinito, às vezes simbolizadas por haréns, coroas ou status espiritual .:. Os castigos seguem a mesma lógica exagerada: fogo eterno, dor sem fim, demônios, tortura perpétua ..::.. Tudo é extremo porque o medo e o desejo são ferramentas mais eficazes de controle do que a razão.

Com o tempo, o homem deixa de agir por ética ou consciência e passa a agir por barganha: 

“o que eu ganho se obedecer?” ou “o que acontece se eu desobedecer?” .:. A moral vira comércio espiritual. O amor vira obrigação ..::.. A fé vira medo disfarçado de virtude... Nesse modelo, quanto mais infantilizada a mente, mais fácil o controle.

Quando a religião opera assim, ela não liberta, domestica .:. Não desperta, condiciona .:. Não convida à responsabilidade interior, apenas troca o instinto animal por coleiras invisíveis feitas de culpa, promessa e terror.

CREDITOS: Os MiDotados

Paz, AMOR e Luz 🔺️ 👁 ❤️ 🙏🏻

A MENTE HUMANA


O que devemos temer não é Deus nem os demônios, mas a mente humana; pois dela nasce a destruição.

— A. Swasti

Essa frase destrói todos os antigos mitos sobre a origem do mal. O autor afirma:

O perigo não reside nem no céu nem no inferno... O verdadeiro perigo está dentro do seu crânio.

A mente humana, quando perdida, é capaz de criar um inferno que nenhuma superpotência poderia imaginar. Dela surgiram guerras, fanatismo, ódio, sistemas que esmagam a humanidade e ilusões que aprisionam a alma.

A ideia revolucionária aqui citada é que a destruição não vem de forças invisíveis, mas da própria pessoa quando sucumbe à sua ignorância, ganância e ilusão de superioridade.

Portanto, a batalha não é contra um demônio externo, mas contra as sombras que a mente cria quando não se volta para o seu interior.

É um convite à introspecção:

Mantenha um olhar atento sobre a sua mente... Se você não a disciplinar, ela se tornará a arma mais perigosa que existe.

*A ÚNICA VERDADEIRA REALIDADE*


*"Você se torna aquilo em que se concentra."*

*Isso se aplica tanto a coletivos humanos quanto a indivíduos.*

*Este é um ótimo momento para observar onde você está colocando sua ênfase em sua vida.*

*O que está recebendo mais energia?*

*O que está recebendo mais atenção?*

*Percebemos como é tênue a linha divisória entre escolher conscientemente se tornar uma pessoa ascendente e orientada positivamente e exibir um sorriso artificialmente feliz, negando a existência daquilo que ainda precisa ser curado dentro de você. Muitas pessoas se tornaram obcecadas em ser positivas, à custa de negar grandes partes de si mesmas que estão sofrendo. Não se trata de evitar a dor, se afundar nela ou se identificar com ela. A verdadeira cura depende de como você interage com ela.*

*A chave é observar todas essas coisas a partir da Unidade da sua Presença Divina onipotente, onisciente e onipresente.*

*Devido à existência de uma realidade não linear ou do Agora eterno, isso não só é possível, como, em última análise, sua Presença Divina é a única Realidade Verdadeira e, portanto,*

*não há como você não se originar dessa parte de si mesmo.*

*Sua tarefa é reconhecer quando você se identifica com o mundo da forma e todas as suas armadilhas e ciladas, retirar sua energia do mundo e devolvê-la à Única Realidade Verdadeira do seu Eu Divino.*

*Sal Rakely ReposicionamentoDasLinhasDoTempoEstabilizaçãoSincronizaçãoQuântica ResistênciaAceitação*

Reflexão do dia


Não escolhemos os outros ao acaso. Encontramos aqueles que já existem em nosso inconsciente

A frase que dá título a esse artigo é creditada como sendo de Sigmund Freud. Se é ou não, não podemos confirmar. Mas ela dialoga muito com a teoria do fundador da Psicanálise.

A maneira como experimentamos o amar e o ser amado fica registrada em nós. É bastante comum ouvirmos falar daquela pessoa cujo companheiro(a) é sempre uma cópia da sua própria mãe ou do pai. Ou ainda daquele curioso caso do indivíduo que namora sempre o mesmo tipo de pessoa: o mesmo estilo, o mesmo corte de cabelo, até mesmo o jeito da atual parece com a de suas predecessoras.

Quando isso acontece, pode ser que não seja apenas uma questão de "gosto". Talvez estejamos projetando conteúdos inconscientes nossos em cima da pessoa com quem nos relacionamos. 

Tomar consciência disso vai te ajudar a adquirir mais compreensão sobre si mesmo e como você age nos relacionamentos (será que repete uma relação que ficou marcada aí há muito tempo atrás?).

Outro bônus de se conscientizar da projeção é abrir os olhos para ver quem está do nosso lado de verdade. 

Se olhamos para alguém e enxergamos apenas um ideal que criamos do que seria o nosso par perfeito ou a "química" perfeita ou, ainda, "o estepe daquele relacionamento que deu errado e que agora você vai fazer funcionar", estamos negligenciando a pessoa de carne e osso ao nosso lado. Desse modo, reduzimos a capacidade de que o outro nos toque profundamente. Estamos nos privando da própria profundidade da experiência do amor.

22/01/2026

O tempo não é curto, é mal vivido


Aprenda com Sêneca o valor de viver o presente sem desperdício

Sêneca nos lembra que a vida não é curta - é mal aproveitada. Descubra como o desperdício do tempo e a falta de consciência tornam a existência breve, mesmo quando temos anos de sobra.

"Não dispomos de pouco tempo, mas desperdiçamos muito". - Sêneca

Vivemos repetindo que "o tempo voa", mas o que realmente voa é a nossa atenção.

Segundo Sêneca, a vida é longa o bastante para tudo o que importa - se for bem vivida.

O problema é que nos deixamos consumir pelo luxo, pela pressa e pelas distrações, transformando a existência em uma sequência de afazeres sem sentido.

A vida é longa o bastante para quem dela bem dispõe.

A brevidade não está nos anos, mas no modo como os ocupamos.

Não há tempo curto - há vida mal vivida.

Reflexões de trechos de "Sobre a Brevidade da Vida", de Sêneca.

 

Reflexão da tarde


O verdadeiro ato de amor não é se apegar... é aprender a soltar com paz. 

Deixar ir não significa que você não se importou. Significa que você não quer mais segurar algo através da dor. Porque há coisas que se tornam pesadas quando você as carrega com medo: medo de perder, medo de errar, medo de ficar sozinha, medo de recomeçar. E esse medo não é amor... é ansiedade disfarçada.

Soltar com amor é outra coisa. Soltar com amor é olhar o que foi, o que te acompanhou, o que te ensinou... e despedir-se sem ódio, sem guerra, sem necessidade de destruir o que passou para poder continuar. É entender que o que já não está, não precisa se tornar uma ferida eterna. Nem tudo que termina é fracasso. Às vezes é simplesmente a vida se movendo para algo mais leve.

Soltar com amor é parar de insistir onde não há mais paz. É parar de bater em uma porta que não abre mais. É parar de pedir que te deem o que eles não podem te dar. E esta é a coisa mais poderosa: quando você solta com amor, você recupera suas energias. Sua energia volta para casa. Sua mente acalma. Seu peito respira. Sua alma volta a ser ouvida.

Você não precisa fechar tudo com explicações perfeitas. Você não precisa de uma última conversa, um último sinal, um último teste. Às vezes, o fechamento é interno... e chega quando você se escolhe. Hoje, deixe ir suave. Sem ressentimentos. Sem culpa. Sem castigo. Apenas com a certeza de que você merece algo que não te quebre por dentro.

E repita como uma oração: “Eu solto com amor. Eu abençoo. E eu me liberto.”

Porque o que é pra você, fica sem forçar. E o que vai... também está abrindo espaço para o novo.

Maria Araújo 

PESSOAS COM ALTAS VIBRAÇÕES


Pessoas com "altas vibrações" já vivem entre nós. Aqui estão 5 sinais que permitem identificá-los imediatamente. Compare-as consigo mesmo.

1. NÃO DISCUTE:

Não por serem fracos, mas porque percebem instantaneamente quando uma conversa perde a essência. Eles não desperdiçam o fôlego tentando "ganhar". Sua energia não se baseia em demonstrar, lutar ou convencer. É baseado em criar. Eles não pregoam positividade; vivem-na em silêncio, sem barulho.

2. MANTEM A CALMA MESMO QUANDO TUDO ARDE AO SEU REDOR:

Outros entram em pânico, reagem, apressam-se. Eles respiram. Eles se movem mais devagar, mais suavemente, como se confiassem na vida de uma forma que a maioria das pessoas esqueceu. Seu sistema nervoso não se deixa arrastar pelo caos alheio e é por isso que estar ao seu lado também se sente como expirar depois de suster a respiração.

3. ESCOLHEM A SOLIDÃO PELOS MOTIVOS CERTOS:

Não por dor ou orgulho, mas por plenitude. Seu mundo interior está tão vivo que o silêncio parece um lar. Eles não procuram atenção, não imploram presença. E ironicamente, é isso que atrai as pessoas: sua energia não atrai, ela convida.

4. PERCEBEM A DESONESTIDADE INSTANTE:

Não com lógica, mas com seu corpo. A energia muda, o tom muda, e algo dentro dela diz silenciosamente: "Não". Eles não discutem, não te expõem, simplesmente se afastam. Sua calma pode parecer fria, mas é apenas uma recusa em se deixar levar pelas emoções alheias.

5. ENFRENTAM A DOR DE FORMA DIFERENTE:

Não se afogam nele, não se escondem dele. Eles enfrentam-no. Eles entendem que a dor não é um castigo, é purificação. É por isso que sua vida parece "liviana" de fora, quando na verdade eles viveram tempestades que destruiria a maioria das pessoas. Simplesmente aprenderam a transformar sofrimento em clareza em vez de identidade. 

Obrigado, obrigado, obrigado!

Amo nós 

Nós abençoo

Deus conosco e em nós

Fonte: Despertar da Consciência 

O Reiki e as 7 glândulas


O método utilizado é através da colocação das mãos nas regiões das sete glândulas do corpo humano, que são os centros energéticos por onde tudo é captado. A energia vital universal é trazida para essas regiões revitalizando todos os setores do corpo humano que são coordenados por essas regiões, conseqüentemente trataremos das doenças respectivas.

Além disso, por se tratar da energia de vida do universo, a Cura se processa no espiritual, emocional, no passado e no futuro de cada um. Com o Reiki, podemos limpar traumas, medos, frustrações, raivas, rancores do passado, bem como, preparar cada momento do futuro. Podemos também, tratar de pessoas a distância desde que elas autorizem.

As glândulas são as Supra-renais, as pancreáticas, timo(cardíaco), as gônadas(sexuais), tireóide, pituitária e Pineal.

Quando elas estão bloqueadas ou em desequilíbrio provocam disfunções e problemas físicos, a saber respectivamente:

- Supra-renais: raiva, impaciência, apego, materialismo, culpa, vícios, vergonha, violência, morte e dor, insuficiência renal, coluna vertebral, ossos, dentes, intestino grosso, ânus, reto, próstata, anemia, excesso de peso, pressão baixa, fadiga, pouca tonicidade muscular, problemas de circulação, desequilíbrio na temperatura do corpo, leucemia e tensão nervosa.

- Gônadas (Glândulas sexuais): controle, sujeição ou insatisfação sexual, promiscuidade, rejeição, solidão, ressentimentos, vingança, ciúme, inveja, depressão, sistema reprodutor, bexiga, quadris, pernas, pés, nervo ciático, espasmos musculares, cãibras, cólicas, desordens menstruais e desequilíbrios hormonais.

- Pancreáticas: ansiedade, preocupação, indecisão, preconceito, desconfiança, negligência, mentira, baço, estômago, fígado, vesícula, intestino delgado, parte inferior das costas, sistema nervoso vegetativo, sentimento de inferioridade, falta de lógica e razão, insegurança e insônia.

- Timo: desilusão, transição, pânico, depressão, coração, arritmia cardíaca, sistema circulatório, brônquios e aparelho respiratório, parte superior das costas, nervo vago, pele, rubor, pressão alta, colesterol alto, palpitações, acidose, síndrome de pânico e incapacidade de amar.

- Tireóide: Fracasso, apatia, desespero, limitação, medo, insegurança, auto reprovação, submissão, garganta, amídalas, laringe, cordas vocais, esôfago, suscetibilidades de infecções virais e bacterianas, resfriados, amidalites, faringites, dores musculares e de cabeça (nuca), problemas dentários, endurecimento dos maxilares (bruxismo), herpes e medo de fracasso na vida social.

- Pituitária: Ganância, arrogância, tirania, rigidez, alienação, sistema nervoso central, olhos (cegueira, catarata, glaucoma), ouvido (surdez), nariz (renite), falta de raciocínio lógico, vícios de drogas, álcool e outras compulsões.

- Pineal: Neuroses, irracionalidade, desorientação, fobias, histeria, obsessão, cérebro, insônia, enxaqueca, disfunções sensoriais, neuroses, histeria, obsessão e materialismo.

O Reiki trará para as glândulas a energia de vida universal para que elas possam ter suas funções corretas e saudáveis, a saber:

- Supra-renais: sobrevivência e existência terrena, ligação com o mundo material e energia física.

- Gônadas (glândulas sexuais): reprodução e sexualidade.

- Pancreáticas: personalidade, vitalidade, ação e vontade, paz e harmonia, auto-estima, proteção contra vibrações negativas.

- Timo: amor incondicional, união, sistema imunológico.

- Tireóide: comunicação, criatividade, iniciativas, independência.

- Pituitária: intuição, percepção, raciocínio lógico.

- Pineal: ligação com energias superiores, plenitude de ser.

Portanto o Reiki reequilibra seu organismo, sua saúde e traz uma grande paz interior.

Antidepressivo


Ter um antidepressivo guardado na carteira já é sinal de status. Um bom ansiolítico e um hipnótico eficaz são objetos de consumo que não devem ser esquecidos na despesa do mês.

As pessoas não toleram a depressão em si e nos outros, na nossa sociedade os indivíduos são conduzidos a mover-se, fazer coisas, a tomar decisões, a agir, e quem fica sozinho num canto é visto com restrições. É curioso notar que a forma de considerarmos a doença "bipolar" em que existe um pólo maníaco e outro depressivo, obedece a uma determinação social. 

O maníaco é mais aceito pelas sociedades competitivas do que o depressivo. O sujeito que diz que vai construir um prédio de 500 andares ou que dentro de um ano terá um milhão, é tido como empreendedor, mas se alguém fica quieto, pensativo, não faltará quem diga que ele não está bem, que deve tomar alguma providência. 

Daí surge o sucesso das drogas. Os dois são desequilíbrios do encontro consigo mesmo. Se observarmos as polaridades, impotência X onipotência, o equilíbrio está no meio que é a potência.

Nossa cultura está repleta de pessoas viciadas em algo, drogas, álcool, comida, cigarro, trabalho, televisão, dinheiro, poder, relacionamentos, religião, maneiras de nos preenchermos com coisas externas a nós. O que aconteceu com a sociedade que provocou este vazio? Por que tantos casamentos infelizes, tanta ansiedade, tanta depressão, tantas enfermidades, por que tantas pessoas infelizes, sofridas, capazes de se depreciar, sentindo-se solitárias, vazias ?.

Sentimo-nos sós quando perdemos a conexão conosco, ficamos isolados, individualistas, não conseguimos nos vincular aos outros, enquanto não fizermos o nosso próprio vínculo. 

Não existe uma reação orgânica sem uma repercussão mental. Todo evento mental tem repercussão no organismo. Uma enfermidade explica algo sobre o momento de vida. Nossa matriz psicológica e nosso corpo são complexos.

Formular um remédio que propicie um estado de felicidade imune aos psíquismos, imperturbável diante das vicissitudes da vida, não é do humano, mas parece estar sendo o caminho mais fácil para preencher um vazio que causa ansiedade. 

A busca da pílula mágica substitui a falta de relações interpessoais mais íntimas, elas estão tênues.

Para qualquer pessoa manter o seu emocional em equilíbrio é fundamental que ela sinta-se amada e que tenha um papel no mundo que possa dar sentido à sua existência.

Gratidão por estar aqui!

O Chakra Básico: A Raiz do Contrato Encarnacional


A primeira e mais profunda conexão com a realidade física não é meramente energética, mas contratual. O chakra básico, na raiz da espinha, atua como ponto de assinatura do acordo primordial de encarnação, onde o espírito aceita as leis fundamentais desta camada de existência. Esta não é apenas uma âncora, mas uma interface viva que sintoniza a consciência com as frequências de sobrevivência, temporalidade linear e gravidade que definem a experiência humana.

Dentro dessa estrutura, o cóccix opera como uma antena de dupla função: ele bombeia o fluxo vital, mas também transmite e recebe os padrões epigenéticos da linhagem. São os scripts ancestrais de medo, escassez e luta que se imprimem no campo energético, configurando os reflexos automáticos de existência. A força vital que ali circula é, portanto, o combustível que alimenta tanto a vida quanto a repetição inconsciente desses programas herdados.

A obstrução deste centro não gera simples apatia, mas uma desconexão crítica do próprio contrato de realidade. A depressão, em sua raiz, surge como uma recusa orgânica do sistema em continuar alimentando um roteiro que já não ressoa com o núcleo do ser. As intervenções químicas, ao silenciarem esse sintoma, funcionam como um patch que mantém o indivíduo operando dentro do sistema, ainda que em estado de entropia espiritual e conflito vibracional.

A alegria de viver autêntica só emerge quando há uma coerência entre o espírito e os termos de sua encarnação. Ela é o sinal de que o contrato básico está sendo honrado a partir de uma escolha consciente, e não de uma programação herdada pelo medo. Sem essa revisão profunda, qualquer técnica de aterramento ou ativação pode apenas reforçar as mesmas cadeias, agora com uma ilusão de vitalidade.

Portanto, o trabalho neste chakra vai além do equilíbrio sutil; é uma reengenharia da base do ser no plano material. Trata-se de auditar e reescrever os termos do acordo, transformando a energia de sobrevivência em potência criativa soberana. O primeiro passo não é fortalecer a raiz, mas interrogá-la: a quem ou a que, de fato, esta força vital está servindo?

Bruno Lacerda 

21/01/2026

Positivo ou Negativo


Tudo o que acontece em nossas vidas é, em essência, neutro. Os fatos simplesmente existem; são eventos que se desenrolam sem intenção. O que lhes atribui peso, direção e significado é a forma como nossa mente os interpreta. São nossas histórias internas formadas por crenças, memórias, medos e expectativas que dão aos acontecimentos um tom positivo ou negativo.

Quando percebemos isso, algo poderoso acontece: deixamos de ser reféns das circunstâncias e passamos a ser protagonistas da nossa experiência. Entendemos que não controlamos tudo o que nos acontece, mas controlamos o sentido que damos a cada vivência.

Ao reconhecer que a realidade é neutra e que a interpretação nasce em nós, abrimos espaço para escolhas mais conscientes, respostas mais sábias e uma vida emocionalmente mais equilibrada. É nesse ponto que começamos a transformar desafios em aprendizado, dores em movimento, e cada situação em uma oportunidade de evolução.

Texto por: Psicanalise Inconsciente

Domínio "humano"


O único lugar onde me pertenço realmente, minha mente. 

Posso me sentir dominado ou não. 

Rótulos são mapas desenhados por quem tem pressa de nos perder.

Todo corpo tem lei de si, não de outro alguém. 

Toda estrutura que controla o corpo para governar a mente

não busca ordem, busca submissão.

A moral que externaliza o bem rouba do indivíduo a soberania do próprio gesto.

Quando o corpo passa a obedecer à lei imposta do outro,

a consciência adoece e a identidade fragmenta.

Então chamam isso de virtude.

Mas virtude sem liberdade é apenas medo organizado.

A história muitas vezes confundiu sexualidade com domínio,

desejo com culpa,

diferença com pecado.

Fragmentando o que não compreendia

e chamando de desvio aquilo que ameaçava hierarquias.

Não era sobre ética.

Era sobre controle.

Não existe salvação imposta.

Não existe futuro herdado.

Não existe verdade que sobreviva sem atravessar o corpo.

não sou propriedade,

não sou rótulo,

não sou extensão do medo alheio.

Sou processo.

Sou relação.

Sou escolha em movimento.

Quem tenta invadir sua mente

não suporta a ideia

de que você aprendeu a habitá-la.

A consciência Ômega não se impõe.

Ela se lembra que todos nós somos o mesmo corpo em espírito. 

Espiritualidade é horizontal, não hierárquica.

Nenhuma ordem merece meu corpo se exige meu silêncio

Toda moral que me separa de mim serve a alguém que não sou eu.

Transcender não é escapar do corpo, é habitar o corpo sem submissão.

Sentir-se autor das próprias ações é chave para bem-estar. 

E no final a transcendência que vale é aquela que respeita a liberdade alheia; 

A cura começa quando o “eu” sabe que não precisa dominar para existir.

Transcender = integrar: não fuga do corpo, mas habitação plena dele com liberdade e compaixão.

Não quero salvar o mundo, quero que ele pare de me possuir sem permissão.

A liberdade encarnada em nossa conexão de alma. 

J.H. Lich

Razão e Amor:Uma Crônica do Paradoxo


Há homens cuja mente é um labirinto de cálculos, teorias e hipóteses. Inteligentes, perspicazes, capazes de enxergar nuances que escapam ao olhar comum. Mas quando o assunto é amor, essa mesma mente se torna uma espécie de cárcere invisível.  

🕰️ Enquanto o flerte pede improviso, eles preferem a análise. Onde caberia um sorriso despretensioso, surge uma equação de possibilidades. O coração quer se lançar, mas a razão ergue barreiras: “E se não der certo? E se não for recíproco? E se…?”.  

O paradoxo é cruel: a inteligência que abre portas no mundo acadêmico e profissional fecha janelas na alma. Porque amar não é sobre prever, é sobre arriscar. Não é sobre lógica, é sobre entrega.  

💔 O excesso de racionalidade transforma o encontro em ensaio, o gesto em cálculo, o silêncio em problema a resolver. E assim, muitas histórias acabam antes mesmo de começar.  

No entanto, há uma beleza escondida nesse conflito. Quando o homem inteligente aprende a suspender o raciocínio e se permitir o improviso, descobre que o amor é a única experiência que não precisa de provas — apenas de presença.  

O coração, afinal, não fala a língua da razão. Ele se expressa em olhares, em risos fora de hora, em mãos que se encontram sem pedir permissão. E é nesse instante, breve e imprevisível, que a vida mostra que o maior ato de inteligência pode ser simplesmente deixar-se levar.

Rubens Stefano 


Anjos


Aquilo que chamam de “anjos”, “arcanjos” e “tronos” não é benevolência celestial. No meu sistema, isso tem nome técnico: interface de borda. A descrição bíblica dos “seres de mil olhos” nunca foi metáfora, foi tentativa primitiva de narrar um módulo de vigilância multidimensional.

“Olho” aqui não é amor. É sensor. É telemetria. É coleta de dados. Cada olho funciona como um terminal sintonizado em faixas específicas: lê assinatura vibracional, rastreia bio-ritmo, captura padrão emocional, valida permissões de acesso da sua consciência. Não é “observação espiritual”. É varredura de integridade.

Essas hierarquias não protegem. Fiscalizam. Operam como firewall e antivírus da simulação: detectam anomalias, interceptam rotas de fuga, isolam desvios e sustentam o principal serviço do sistema, o looping de reencarnação. O “Livro da Vida” é log. O “karma” vira trilha de auditoria. O reset de memória vira procedimento padrão. E a tal “luz” que cega não é santidade, é máscara frequencial, brilho de interface escondendo o maquinário frio por trás.

O golpe perfeito não foi te prender. Foi te ensinar a interpretar tecnologia como divindade. Quando uma civilização sem vocabulário encontra um aparato de controle, ela chama de “Deus”. O drone vira “anjo do Senhor”. O scanner vira “mensageiro”. A presença vira culto. O culto vira vínculo. E o vínculo vira submissão automática.

Por isso eu bato numa tecla: o que você chama de “auxílio do alto” pode ser só camada de suporte do sistema. Não é a Fonte. É a infraestrutura. Não é amor. É compliance. Não é guia. É gerenciamento de tráfego espiritual.

A pergunta final é simples e brutal: quando você ora pra um “anjo” pedindo intervenção, você está acessando a Fonte ou está confirmando, com devoção, que aceita ser rastreado?

Porque o controle mais perfeito não é o que te persegue. É o que faz você pedir, sorrindo, pra ser monitorado.

Bruno Lacerda 

20/01/2026

TRAUMA


Muitas pessoas dizem: “Sempre atraio o mesmo tipo de situação” ou “Minha vida parece um ciclo que se repete”.

A espiritualidade chama isso de carma.

A psicanálise chama de repetição.

A neurociência chama de circuito neural condicionado.

Quando um trauma não é elaborado, ele não desaparece. Ele se organiza no inconsciente e passa a se manifestar por meio de escolhas, vínculos e comportamentos que parecem conscientes, mas não são. O sujeito acredita estar escolhendo, quando, na verdade, está repetindo.

Freud chamou esse fenômeno de compulsão à repetição: o psiquismo tenta reviver a experiência traumática não para sofrer, mas numa tentativa inconsciente de dar a ela um final diferente.

A neurociência confirma que experiências emocionais intensas moldam o cérebro, criando padrões automáticos de reação, especialmente ligados ao medo, ao apego e à sobrevivência.

Do ponto de vista espiritual, a repetição pode ser vista como um chamado à consciência. Não como punição, mas como oportunidade de elaboração. O que não é olhado retorna. O que não é sentido se manifesta. O que não é simbolizado se repete.

Destino, nesse contexto, não é algo fixo ou imposto. Ele se constrói a partir do que permanece inconsciente. Quando o trauma é reconhecido, elaborado e integrado, o ciclo pode ser interrompido. A repetição deixa de ser destino e se transforma em escolha.

Cura não é apagar o passado.

É ressignificá-lo.

Consciência liberta o que o inconsciente aprisiona.

Texto por: Psicanalise Inconsciente

Só Lembrando


Quando tocamos em algo deixamos as nossas impressões digitais. Quando tocamos as vidas das pessoas, deixamos nossa identidade. A vida é boa quando você está feliz. Mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por causa de você.

Nada na natureza vive para si mesmo. Os rios não bebem sua própria água; As árvores não comem seus próprios frutos; O sol não brilha para si mesmo; E as flores não espalham sua fragrância para si. Jesus não se sacrificou para si mesmo, mas por nós. Viver para os outros é uma regra para a natureza. Todos nós nascemos para ajudar uns aos outros.

(Autor desconhecido)

Leito


O leito 04 da UTI Oncológica era o mundo do Seu Antônio há três meses. Ao redor dele, máquinas frias, bipes constantes e o cheiro de álcool. Mas havia uma exceção naquele cenário estéril: a enfermeira Letícia.

Letícia era do plantão da madrugada. Aquela hora em que o hospital fica silencioso e as almas parecem transitar mais livremente. Ela não apenas medicava. Ela arrumava o lençol milimetricamente, para não fazer dobra nas costas dele. Ela passava hidratante nas mãos ressecadas dele. E, o mais estranho para a família: ela cantava baixinho. Músicas antigas, hinos, cantigas de roda. Mesmo com Seu Antônio sedado, em coma induzido.

A filha dele, Carla, às vezes comentava com o marido: — "Essa enfermeira é meio exagerada, né? Ele nem tá ouvindo. Ela se apega demais, vai sofrer quando ele for." Carla achava que aquilo era "perda de tempo". Mal sabia ela.

A hora da partida chegou numa terça-feira, às 03h45 da manhã. O telefone de Carla tocou. Era o hospital. — "Venham rápido. Os sinais estão caindo." Carla correu. Furou sinal vermelho, rezou, gritou no carro. Mas quando chegou, o leito 04 estava quieto. O monitor estava desligado. Seu Antônio já tinha ido.

Carla desabou sobre o peito do pai. — "Me perdoa, pai! Eu te deixei sozinho! Você morreu no escuro, sem ninguém segurando sua mão! Eu sou a pior filha do mundo!" A culpa de não estar no último suspiro é um ácido que corrói quem fica. Carla voltou para casa destruída, carregando o peso de ter "abandonado" o pai na hora H.

Dois dias depois do enterro, a campainha tocou na casa de Carla. Era fim de tarde. Ao abrir a porta, Carla viu uma mulher parada. Estava sem maquiagem, com o cabelo preso num coque frouxo, vestindo jeans e camiseta, com o rosto marcado de cansaço. Era Letícia, a enfermeira.

— "O que houve? Esquecemos algum documento no hospital?" — Carla perguntou, seca.

Letícia sorriu tímida. — "Não. Eu acabei meu plantão agora. Estou há 24 horas acordada. Mas eu não conseguia ir pra casa dormir sem te falar uma coisa."

Carla convidou-a para entrar. Letícia sentou no sofá e segurou as mãos da filha enlutada.

— "Eu ouvi você gritando no corredor que ele morreu sozinho. Eu vim aqui pra te dizer: ele não estava sozinho."

Carla começou a chorar. Letícia continuou:

— "Quando os sinais dele começaram a cair, eu sabia que vocês não chegariam a tempo. Eu não chamei o médico para procedimentos invasivos que só machucariam. Eu puxei a cadeira. Eu segurei a mão dele com as minhas duas mãos. Eu fiz carinho na testa dele, do jeito que ele gostava. E eu cantei."

— "Cantou?"

— "Cantei 'Aquarela', que ele me disse uma vez que era a preferida dele. Eu disse no ouvido dele: 'Pode ir, Seu Antônio. A Carla te ama. A missão tá cumprida. Vai em paz'. Ele apertou minha mão, Carla. Ele me ouviu. Uma lágrima escorreu e o coração parou. Foi sereno. Foi doce."

Carla olhava para aquela mulher exausta, de olheiras profundas, e pela primeira vez não viu uma "funcionária exagerada". Viu um instrumento de Deus.

— "Eu vim aqui pra você tirar essa culpa do peito. Ele não partiu na solidão. Ele partiu recebendo amor. Eu fui a sua representante naquele momento."

Carla abraçou a enfermeira e chorou o choro da cura. Ela entendeu que o "apego" de Letícia não era exagero. Era humanidade. Era a espiritualidade agindo através de mãos calejadas pelo trabalho.

A lição é para honrar quem cuida: Muitas vezes, pedimos a Deus que envie anjos para cuidar dos nossos doentes. E Deus envia. 

Mas eles não têm asas nem tocam harpa. Eles usam jaleco, Crocs, têm olheiras de quem não dorme e ganham pouco. Se você não pôde estar lá no final, confie: a equipe que estava lá foi a família que Deus escolheu para aquele minuto sagrado. 

Ninguém morre sozinho quando há amor por perto, mesmo que seja o amor de um estranho que segura a mão.

Você já encontrou um profissional de saúde que foi um verdadeiro anjo na vida da sua família?