22/01/2026

Reflexão da tarde


O verdadeiro ato de amor não é se apegar... é aprender a soltar com paz. 

Deixar ir não significa que você não se importou. Significa que você não quer mais segurar algo através da dor. Porque há coisas que se tornam pesadas quando você as carrega com medo: medo de perder, medo de errar, medo de ficar sozinha, medo de recomeçar. E esse medo não é amor... é ansiedade disfarçada.

Soltar com amor é outra coisa. Soltar com amor é olhar o que foi, o que te acompanhou, o que te ensinou... e despedir-se sem ódio, sem guerra, sem necessidade de destruir o que passou para poder continuar. É entender que o que já não está, não precisa se tornar uma ferida eterna. Nem tudo que termina é fracasso. Às vezes é simplesmente a vida se movendo para algo mais leve.

Soltar com amor é parar de insistir onde não há mais paz. É parar de bater em uma porta que não abre mais. É parar de pedir que te deem o que eles não podem te dar. E esta é a coisa mais poderosa: quando você solta com amor, você recupera suas energias. Sua energia volta para casa. Sua mente acalma. Seu peito respira. Sua alma volta a ser ouvida.

Você não precisa fechar tudo com explicações perfeitas. Você não precisa de uma última conversa, um último sinal, um último teste. Às vezes, o fechamento é interno... e chega quando você se escolhe. Hoje, deixe ir suave. Sem ressentimentos. Sem culpa. Sem castigo. Apenas com a certeza de que você merece algo que não te quebre por dentro.

E repita como uma oração: “Eu solto com amor. Eu abençoo. E eu me liberto.”

Porque o que é pra você, fica sem forçar. E o que vai... também está abrindo espaço para o novo.

Maria Araújo 

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