A primeira é passá-la como se os milagres não existissem.
A segunda é acordar todos os dias com o coração aberto, acreditando que tudo é milagre.
Olhar para o céu e perceber que o dia recomeçou.
Sentir o cheiro do café, o toque de uma brisa, o riso de alguém que amamos.
Nada disso é comum. Tudo isso é milagre.
Nenhuma escolha está errada, mas há uma que nos aproxima mais da essência divina das coisas.
Quem vive esperando o extraordinário, perde a graça escondida nos detalhes.
Mas quem entende que o milagre mora na simplicidade, aprende a viver com o olhar da alma.
A vida não exige grandes feitos.
Ela pede presença, gratidão e sensibilidade.
Pede que a gente desacelere e perceba o quanto já é abençoado, mesmo sem perceber.
A escolha é sempre sua: viver no automático ou viver com encantamento.
Ambas são formas de existir. Mas só uma delas nos ensina, de verdade, a viver.
Viver como se tudo fosse milagre não é utopia. É consciência desperta.
É alma que reconhece Deus nos detalhes.
Aprecie a simplicidade.
É nela que a vida revela seus maiores segredos.
Diário Espírita

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