Algumas pessoas nos amam como sabem,
com os limites do que aprenderam,
com o alcance do que conseguem tocar.
Outras não permanecem,
mas ao passar, abrem janelas.
Não nos oferecem apenas afeto —
revelam o território inteiro do amar.
São encontros que não pedem posse,
mas expansão.
Não dizem “fique”,
dizem silenciosamente: é possível ir além.
Porque há amores que aquecem o coração,
e há amores que ensinam
o que o coração ainda pode se tornar.
E ambos são necessários.
P.Q

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