26/02/2026

Natureza


A razão mais importante para caminhar na natureza não é o exercício, é o que acontece na sua mente enquanto você caminha. Não é preciso uma montanha nem um caminho difícil para se sentir melhor. Basta andar entre árvores, mesmo em um parque urbano.

Os neurocientistas chamam isso de “fascinação suave” e há décadas estudam o que acontece no cérebro durante um passeio verde: a atividade do córtex pré-frontal diminui, a rede neural padrão se reativa e a criatividade aumenta significativamente.

E não precisa ser uma floresta distante. O parque do bairro funciona, a avenida arborizada funciona e até a estrada de terra de domingo de manhã funciona. A chave não é a distância, é o ambiente natural: o movimento do corpo, o canto dos pássaros, a luz passando pelas folhas e o solo irregular sob os pés. O cérebro sai do modo “tarefa e desempenho” e entra no modo “vaguear e conectar”.

Existe uma razão para você voltar de uma caminhada entre árvores com ideias novas e problemas mais claros. Não é algo místico, é neuroplasticidade. Quem tem uma trilha perto de casa possui um luxo que não se compra: um lugar onde o corpo se move, o olhar se expande e os pensamentos se reorganizam.

Mesmo 20 minutos entre o verde já funcionam como um reinício mental 🌿

Fonte: Positividade 

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